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História I'm Your Mafia - Moonsun - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


SURPRISE, B*TCH!!

Voltei, gafanhotos. Não sei, stou em um misto de emoções 😏😏😏

Eu recomendo vcs a lerem este capítulo com a musica tema de hOsHi. A musica se chama Who Do You Live (NAO É A DO MONSTAX PEL'AMOR) é dos The Black Skirt, banda coreana tudo de bom e da sofrência às vezes sempre (YEAH 👍): Vou deixar o link aque embaixo, taokei?!

Tutube:
https://www.youtube.com/watch?v=fJWtuVRgBmU

Spotify:
https://open.spotify.com/track/3nxcFabbfDQ2phuqrsKjLA

Boa leitura! ^^

Capítulo 14 - Não Era Madrugada


Fanfic / Fanfiction I'm Your Mafia - Moonsun - Capítulo 14 - Não Era Madrugada

 

 

Ttukseom Hangang Park ― 5:50AM

 

Yongsun possuía seus olhos fechados enquanto viajava pelo mundo dos sonhos. Moonbyul abraçava o corpo da mais velha, que dormira em seus braços. Byul não dormiu, ela não conseguiu. Muitas coisas passavam por sua cabeça quase sóbria, ela desejava não ficar sã tão cedo, mas, já estava acontecendo então parou de encarar o céu e se voltou para a garota que estava parcialmente sobre seu corpo. Lembranças que tinham de ser esquecidas mais tarde vieram à sua mente e um sorriso triste surgiu em seus lábios.

Yongsun, que dormia, ficou de costas para Moonbyul ainda com a cabeça deitada no braço da maior. Moon não aguentava mais ficar naquela situação e se aproximou da de cabelos róseos e lentamente abaixou seu rosto até que seu nariz encostou nas bochechas fofas de Yongsun e com ele, fez um leve carinho naquela área. Yongsun teve a sensação de algo suave oscilando entre sua mandíbula e suas maçãs do rosto e sentiu pequenas cócegas ao ter o perfume em seu pescoço inalado suavemente. Virou-se e abriu seus olhos, meio sonolenta, e viu Moonbyul à sua frente.

 

― Acordei você. Desculpa por isso ― disse como quem não quer nada.

 

Yongsun sorriu e lhe abraçou, escondendo o seu rosto na curvatura do pescoço da mais nova, cheirando-a como esta fez consigo. O odor de cereja, baunilha e âmbar penetraram suas narinas e ela não poderia estar em um lugar melhor. Colocou sua perna direita sobre as da mais alta e se aconchegou mais, apertando o abraço.

 

― Yong ― ouviu baixinho e seu coração se aqueceu, era tão fofo quando a outra a chamava desse jeito e ela não podia ajudar a si mesma com isso.

― Hmm? ― respondeu de um jeito preguiçoso.

― Veja, Yong, o sol está nascendo. Você precisa ver isso, é lindo.

 

Depois de conseguir muita coragem, ela tirou seu rosto de seu novo esconderijo e encarou para além de Moonbyul e viu o céu escuro clareando conforme a distância até que o azul claro se misturou ao alaranjado que ficava cada vez mais forte perto do horizonte.

Elas ficaram olhando para aquilo até verem uma pequena bola de fogo surgindo e isso as fez soltar uma grande quantidade de ar pela boca. Aquilo era lindo e maravilhoso; elas se sentiram livres, mas ao mesmo tempo, se sentiram vazias. Toda aquela espécie de fantasia que elas inventaram durante a madrugada estava acabando e elas sabiam que nada daqueles acontecimentos reais eram de fato assim. Tudo passou de uma mentira, de uma ilusão criadas por elas mesmas.

Moonbyul olhava o nascer do sol quando se lembrou de algo que elas chegaram a conversar antes de Yongsun sair correndo em direção ao túnel no DDP.

 

*~•~*

― Ei, Byul. Eu não sei se eu o amo e minha irmã acha que eu não gosto dele do jeito que digo. O que eu faço? ― disse fitando os seus pés, caminhando.

― Você tem que descobrir se você o ama de verdade e, acredite, você vai encontrar uma maneira de saber. Todos nós temos um jeito de saber.

― É? E... qual é o seu jeito? ― encarou a mais nova e esta a fitou de volta.

― Eu apenas me pergunto: “eu mataria e morreria por essa pessoa?” e dependendo da resposta eu posso me deixar amar.

 

Elas permaneceram se encarando até que desfizeram o contato e Yongsun correu.

*~•~*

 

Ela suspirou e sentiu Yongsun juntar mais os seus corpos, inquieta. Moonbyul desviou os olhos para Solar e a outra fez o mesmo.

 

― Nós temos que ir, não é? ― Yongsun falou em um sussurro, triste demais por ter que dizê-las em voz alta, mas, alguém tinha que fazê-lo uma hora ou outra.

― É ― suspirou ― Temos que ir, Yongsun. Temos que ir...

 

Elas arrumaram as coisas e se levantaram. Diferente da noite anterior; não haviam mãos dadas, não estavam uma montada na outra, não se ria de piadas sem sentido, não havia falatório, não havia intimidade, não era madrugada. Nada era como na noite anterior, nem elas mesmas. O caminho até o estacionamento parecia ter aumentado drasticamente e isso era horrível para ambas.

Elas chegaram nas escadarias e fingiram esquecer que existiu a Capitã Yeba e sua companheira de bordo chamada Kaseum, passaram pela Fonte de Música e ignoraram os bancos em que ficaram juntas anteriormente, se dirigiram ao estacionamento e não precisaram dar as mãos nem se abraçar para se aquecerem física e espiritualmente. Entraram no carro como se uma fossem apenas uma motorista de aplicativo e a outra, uma passageira impessoal. O carro deu ré e saiu do parque, onde haviam outros carros também, só que chegando.

 

 

 

Yeongdong Bridge ― 6:30AM

 

As janelas abertas, os cabelos balançando ao vento, o amanhecer no horizonte, os pensamentos preenchendo suas mentes, as palavras contidas na garganta, a música preenchendo o silêncio. Todos esses elementos se unindo para dizer adeus àquilo tudo. Elas chegaram a um momento em que elas não mais se preocupavam de se expressar porque a canção que vinha das caixas de som do carro já fazia isso por elas.

 

Hey, vamos sair um pouco até tarde da noite

Venha beber comigo

Uma vez que eu e você ficarmos chapados, daremos um tempo

Quando voltarmos a ficar somente grogues, ande comigo

Uma vez que ficarmos cansados no meio do caminho

E então quando nós deitarmos, vamos dormir

Feche os seus olhos e deixe-me selar os nossos lábios.

 

“Será mesmo que ‘não é nada pessoal’ ?”, Moonbyul se perguntou.

 

Quem você amaria, se não eu?

Quem você ostentaria, se não eu?

Se não eu?

 

Yongsun olhou para Moonbyul, que estava “concentrada” na avenida, e sentiu seu peito se encher de novo quando viu as ondas castanhas do cabelo e o rosto de perfil da mais nova se misturarem com a luz do sol e se lembrou da primeira vez que se beijaram e da sua noite juntas. Seus olhos ficaram úmidos e ela se voltou para a vista através da sua janela imaginando o que seria delas dali em diante. Aliás, acordo é acordo. Mas como aquilo podia ser um acordo? ‘‘Moonbyul, olha o que você está fazendo comigo’’.

 

Hey, venha sair comigo

Não vá sem mim

Assim não sentiremos falta um do outro

Venha viver comigo por um longo período de tempo

Vamos viver juntos

 

“Não e não tem como ser apenas negócios”

 

Quem você amaria, se não eu?

Quem irá ostentaria, se não eu?

Se não eu...?

 

Moonbyul, pensativa, apoiou seu cotovelo na janela e pôs a sua mão semifechada ao lado do nariz, mordendo uma parte do seu dedo indicador.

 

Você me disse suavemente

Que você morreria e mataria por mim

Eu sei, eu faria a mesma coisa por você, baby~

Talvez nós possamos ficar juntos para sempre.

 

Moonbyul se sentia uma tola por ter deixado aquilo acontecer. Mais uma vez, fez o que não devia, mas ela não se arrependia tanto quanto o faria caso Yongsun não fosse... a Yongsun. Ela deixou que a pequena Yeba mudasse o seu jeito de ser e ela se sentia bem com isso, porém ela não deixava de temer ao que aquilo podia levá-la, mas sabia que seria para algum lugar e para bem longe.

 

 

 

Prédio do Eric – 6:42AM

 

Byul estacionou em frente ao edifício e deixou todo ar de seus pulmões escapar antes de se voltar para Yongsun. Viu que a menor não a encarava de volta então a chamou:

 

― Yong... ― a outra a olhou triste e então continuou ― Foi bom ficar com você esta noite ― a outra apenas sorriu e quando estava prestes a abrir a porta do carro, Moonbyul segurou seu cotovelo e chamou-lhe novamente e a mais velha voltou sua atenção para ela de novo ― Você ainda vai em casa no domingo? ― fez uma pequena pausa ― Minha família estará lá e você saberá de tudo o que quiser saber.

― Eu irei, Byul-ah. Obrigada por ter me aturado por tanto tempo ― sorriu minimamente e saiu.

― Você não sabe o quanto eu queria continuar te aturando, Yong ― falou sozinha, vendo a mais velha entrar no prédio.

 

 

 


Notas Finais


Eu chorei pq stou sensível, ok? E pq a musica tava no loop, ok? E literalmente começou a chover enquanto eu escrevia, OK? E, sim, eu tive uma pequena crise e cantei junto enquanto chorava e meu irmão gravava a minha infelicidade “criativa”. Phoda

Espero q tenham gostado. Não volto tão cedo, é nóis! LaVEm AS pAtAs nha~


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