História Imaginário: O psicopata e a nerd - Capítulo 16


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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Babyyoongiz, Justin Bieber
Visualizações 221
Palavras 1.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura...
Betagem por ~BabyYoongiz

Capítulo 16 - Explosions of the past


Fanfic / Fanfiction Imaginário: O psicopata e a nerd - Capítulo 16 - Explosions of the past

Point Of View Justin Bieber

- Como anda o planejamentos? Está tudo bem com a carga? - pergunto para o Ryan, meu amigo e coordenador dos roubos da equipe, The Clan seu nome.

- Tudo certo, mas estamos tendo um problema com um novo cara.

- E quem é o imbecil?

- Ele se identifica como EH, está nos dando uma bela dor de cabeça ultimamente - fala - lembra do carregamento que perdemos a alguns meses atrás? - confirmo com um aceno - Então, descobrimos que foi o seu pessoal, felizmente o carregamento não interferiu em nada nos nossos negócios, mas mesmo assim - da de ombro - ele está se tornando um problema gigante para seus negócios.

- Vai ser mais um para nosso estoque - sorrio sacana - lembra do Johnny?

A mais ou menos cinco anos quando os meninos e eu começamos a entrar no mundo do tráfico, existia um rei, seu nome Johnny, ninguém sabia onde ele morava, quem era, ou simplesmente o seu rosto, definitivamente o cara era um mistério.

Com o tempo o nosso grupo The Clan foi ganhando forças e cada dia ficávamos mais destemidos e ricos, todas as pessoas começaram a nos temer e também a temer o meu outro ser, mesmo não sabendo que nós três se trata da mesma pessoa e não, eu não possuo problemas de personalidade, somente tenho a inteligência de criar personagem para cada situação, afinal eu não seria um burro para definir um mesmo nome para o chefe de The Clan  e o psicopata, assim poderiam me descobrir mais facilmente.

Johnny aos poucos ficara mais preocupado com seu reinado, pois a cada dia que se passava, nós o alcançava, nos tornando os segundos maiores traficantes da cidade e um dos maiores do país.

Cada dia mais ele caía e nós sobiamos.

- Lembro, acabamos com todo o seu poder.

E Ryan está completamente certo do que diz, lembro-me como se fosse ontem nós invadindo sua área e fazendo a varredura e iniciando uma guerra que como previsto e como podem ver ganhamos.

Fazia exatamente um ano e meio desde que The Clan existia e Johnny não faturava mais como antes, seus produtos caíram em suas qualidades e em estoque, grande parte de seus clientes agora compravam somente nossos produtos, estávamos faturando como nunca. Mas ele jurou acabar com nossa alegria e foi isso que ele tentou fazer um certo dia.

Eu tinha uma garota na época, não era bem minha namora, mas eu me importava com ela, a amava e ele descobriu isso e usou ao seu favor, a fez se voltar contra mim, quando eu vi ambos estavam juntos e me enganando, aos poucos eu ia perdendo o que tinha construído, mas se enganam quem pensou que aquilo iria ficar assim.

Estavam muitos enganados, sim estavam.

- Parece que foi ontem que explosivos tudo - comenta ele sorridente, provavelmente lembrando da tal cena.

Explosão? Afinal o que isso significa? Cada leitor agora devem estar se perguntando. Bom vamos a explicação, para o fim de Johnny e seu reinado.

Encontrava-me no poço da loucura, a cada respiração minha vinha em minha mente a cena de Emily me traindo com aquele desgraçado, o sorriso que o mesmo me dava quando me viu, sim eu finalmente tinha visto o rosto do vagabundo, mas infelizmente não pude fazer nada naquele dia, pois a última coisa que me lembro é de ter sido atacado por trás com uma pancada na cabeça e depois uma imensidão escura.

- Todos pronto?

Finalmente chegara o dia que tudo iria se acabar, não para mim, mas sim para ele.

- Sim chefe - responderam em união.

Todos finalmente foram para seus postos e depois de certos minutos quando tudo estava certo partimos, rumo a sua mansão, a sua área.

Naquele momento não havia mas distinção em quem eu era, ali se encontrava tanto o Justin Bieber como o Drew o psicopata e o JB chefe de gangue, naquele momentos todos eles se encontrava ao fervor, todos interligados por um único sentimento, raiva.

Na rua corriamos em uma velocidade absurda, o carro que me encontrava está no meio dos outros carros de meus capangas, todos armados e protegidos, ambos pronto para quando chegarem começar uma terceira guerra mundial diga-se de passagem. E não foi diferente quando chegamos fomos recebidos por tiros de tudo que é cantos, os imaginários e imagináveis, nada que não pudéssemos revidar.

Por onde eu passava ouvia e via tiros e corpos tanto do meu grupo quanto do dele, mas em nenhum momento vi um segue sinal de Johnny ou de Emily e isso só me levava a crer em uma possibilidade, em que eles estavam em seus covil, vulgo na casa central daquele lugar, uma mansão.

Conforme o plano eu disfarçadamente junto com os meninos começamos a seguir para a direção da mansão, nosso plano apesar de ser extremamente perigoso era bem simples e para você que está pensando que iremos explodir sua casa, sim você acertou, iremos colocar dinamites ao redor e se até conseguirmos iremos colocar dentro da residência.

[...]

- Como você conseguiu entrar aqui?

Por sorte ou não, eu tinha conseguido entrar no covil, tinha matado alguns homem que incistia em se colocar em meu caminho, mas em poucos minutos dava um jeito deles ter implorado por nunca ter se quer existido.

- Nunca me subestime meu amor - falo indo ao seu encontro, deixando a mochila que eu carregava em qualquer canto daquela sala - onde está aquele imbecil?

- Bem longe daqui seu idiota - fala, mas eu podia ver a mentira em seu olhar, a mentira e o desespero.

- Você nunca soube mentir muito bem querida, isso é fato.

Falando tais palavras sua respiração começa a falhar e pouco a pouco ela tenta se afastar de mim, tolinha mal sabe o que a guarda. Pego meu revólver calibre 34 que possuía um silenciador, odiava o barulho que aquele objeto fazia ao ser acionado.

- Jus-Justin por favor...

Desarmada e sem saída alguma a vejo começar a implorar por sua vida, cada palavra sua caia três lágrimas em seus olhos, estava evidente que ela está desesperada, infelizmente isso não me comove, não mais.

- Vai para o inferno sua vadia de quinta - disparo acertando perfeitamente no meio de sua testa, possuía uma boa mira.

Suspiro abaixando meu braço e guardando a arma na minha cintura, entre minha pele e a calça, olho para a mochila cheia de dinamite e a pego subindo escada a cima até finalmente chegar no segundo andar onde coloco o conteúdo no meio do andar e saindo daqui despreocupado, se Johnny estiver ali iria morrer covardemente e se ele não estiver iria perder tudo covardemente.

No fim quando tudo estava acabado, boa parte de seus homem mortos e outra que teria fugido, nós fingimos que estávamos por ir embora por medo mesmo estando em uma grande vantagem.

Quando finalmente nos encontrávamos em um lugar seguro tudo aconteceu, uma grande explosão pode ser visto e ouvida de longas distancia, e por eu estar com um binóculos pude ver Johnny sair de sua mansão alguns minutos antes da explosão, mas felizmente a maldita o pegou o destruindo, o transformando em cinza.

Naquele momento cheguei em uma conclusão sobre ele.

Conclui que ele não passava de uma galinha, que não deve coragem de enfrentar um bando de moleques como ele mesmo nos chamava. Mas o jogo tinha virado e o xaque mate tinha sido nosso.

Poderia se passar anos, mas eu nunca irei me esquecer desse dia.

Engraçado como durante esses anos alguns ainda tinha a capacidade de pensar que iria nos derrotar, mas todos eu coloquei em seus devidos lugares, a sete palmo em baixo da terra e com esse tal de EH não será diferente.

- Mas o que iremos fazer? - pergunta Ryan visivelmente desconfortável, não sei por que.

- Darmos um jeito, antes que ele mesmo decide fazer isso.


Continua... 



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