História Imagine - Connor Detroit: Become human. We are going to live - Capítulo 17


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Personagens Originais
Tags Connor, Detroit, Romance
Visualizações 261
Palavras 634
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mals a demora. Hj eu sai o dia todo e teve visita em house.

Capítulo 17 - Discovered


Fanfic / Fanfiction Imagine - Connor Detroit: Become human. We are going to live - Capítulo 17 - Discovered

Connor desligou o telefone com uma cara de quem viu fantasma e eu perguntei oque houve.

— Era do hospital, eles disseram que tem grandes chances do Hank ter infartos recentes por conta do álcool. É bem possível ele desenvolver um câncer também.

— Connor, isso é horrível! - disse incrédula.

O Hank poderia morrer a qualquer momento, ou até mesmo morrer aos poucos, e o Connor veria tudo. O Hank era como um pai para o Connor, e o Connor era como um filho para o Hank.

Eu não sabia oque dizer na hora. Não sei como eu poderia ajudá-lo, nem ao menos como reconforta-lo. Pensei em mudar de assunto e pensei em uma outra coisa.

— Connor... E se você morrer?

— Eu vou falar a verdade, eu tenho medo de morrer. Antes eles me reconstruíram, mas agora... depois da liberdade dos Androids acho que eu iria morrer mesmo.

— Como seria antes?

— Bom, eu seria reconstruído e meus dados iriam para o outro corpo. Mas eu esqueceria algumas coisas, esqueceria sentimentos... - ele olhou para mim - Eu não gostaria de te esquecer...

Nós abraçamos e ele completou:

— Não gostaria de perder você, Hank, até o Sumo. - ele me abraçou mais forte - Eu tenho medo de morrer S/a.

—Acredito que todos nós tenhamos. - Achei que não fosse possível ficarmos mais próximos um do outro e surpreendentemente conseguimos.

Parei imediatamente de o abraçar quando pensei em algo.

— Connor, os caras do site acham que você morreu certo? Porém como você também sabe, pode ter vários deles andando praticamente do nosso lado e a gente não sabe. E se te virem na rua? Eles vão saber que você não morreu de verdade!

O Connor olhou para o nada e seu LED ficou amarelo.

— E agora? Como eu faço para ir visitar o Hank?! Deve ter pessoas no hospital que não gostam de Androids ou até mesmo fazem parte desse grupo.

— Você acha que se você se disfarçar vai dar certo?

— Tem 50% de chance. - ele pensou por um tempo até se lembrar de algo. - As roupas velhas do Hank! Eu posso pegar umas emprestada e até mesmo colocar um óculos, sei lá.

— Vai ficar parecendo o Superman sem o uniforme - disse em meio a risos.

— Super quem? - ele olhou para mim confuso.

— Aff, deixa pra lá.

Ele se disfarçou com as roupas do Hank e por fim colocou um óculos sem grau que eu havia comprado apenas para a ocasião. Saímos de casa e conseguimos andar tranquilamente pela rua, quando chegamos no hospital eu fui até a bancada perguntar o quarto do Hank e eles logo nos informaram.

O Connor foi correndo até o quarto quando viu o Hank ele o abraçou deitado mesmo. Fiquei na porta muito feliz observando a cena de reencontro entre os dois. Era como ver um pai hospitalizado e um filho preocupado se encontrando.

Na mesma hora o Connor tirou seu disfarce e revelava suas roupas normais.

Uma enfermeira entrou no quarto na mesma hora e fez uma cara pasma, engoliu em seco e depois se endireitou.

— Você é o filho dele? - ela perguntou.

— É sim. - o Hank respondeu antes do Connor responder que não.

O Connor olhou pra ele e depois olhou para mim e eu dei um sorriso.

— Peço por favor que dêem um pequeno espaço para eu poder continuar uns exames no Hank, podem continuar no quarto se quiserem.

Me afastei um pouco e o Connor também, sentamos em um sofá e ficamos observando ela fazer os exames até abrir a gaveta que estava ao lado da cama do Hank, onde estavam os pertences dele. Eu olhei para o Connor e vi que ele estava prestando bastante atenção nela até ela lançar uma arma e apontar em direção ao Hank o fazendo de refém.

Eu e Connor nos levantamos rapidamente.


                                            CONTINUA...


Notas Finais


Ralachuriaxerebeu


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