História Imagine 1 - Connor DBH. We are going to live - Capítulo 18


Escrita por:

Postado
Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Personagens Originais
Tags Connor, Detroit, Romance
Visualizações 318
Palavras 676
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aaa

Capítulo 18 - The aim of arms


Fanfic / Fanfiction Imagine 1 - Connor DBH. We are going to live - Capítulo 18 - The aim of arms

Estávamos em uma cilada, a enfermeira estava com arma apontada para cabeça de Hank o fazendo de refém.

— O que você quer?! - gritei ainda parada ao lado do Connor que estava com seu LED vermelho.

— Achei que esse aí estivesse morto! Vocês mentiram para associação! Ou ele vem comigo ou velho morre! - ela gritou apertando a arma contra a cabeça de Hank que estava paralisado.

Vi que o Connor pós as mãos para cima e deu um passo lento em direção a ela, como que se entregando. Na mesma hora interferi.

— Não! Ele não vai com você! Você não vai matar ele! - gritei em direção a ela.

— Cale a boca! Não grite, estamos em um hospital, alguém pode ouvir e chamar a polícia. - ela disse. - Se alguém gritar de novo eu atiro.

Nós ficamos em silêncio e o Connor continuou dando passos até chegar até a metade da sala e olhar para mim. Eu sabia exatamente oque o seu olhar queria me passar. "Eu não quero morrer". Fiquei desesperada, oque fazer? Foi como num impulso, Me coloquei em frente ao Connor com os braços levantados. "O que você está fazendo?" ele perguntou, mas eu ignorei.

— Por favor, não o mate. Pensa bem, vão escutar os tiros e você pode ser presa por matar um Android. - disse tentando fazer a voz ficar firme.

Ela pensou por um tempo e depois soltou um pequeno sorriso.

— Você tem razão - ela retirou uma faca da mesma gaveta e apontou para o Hank - Mas ninguém vai me prender se VOCÊ mata-lo e não eu. - em seguida ela apontou a faca para mim e me deu a arma, pegou em meu braço e o levou até a cabeça do Connor, com a faca em minhas costas. - Quanto a você velho, se você se aproximar de mim ou se mover eu envio a faca nela - ela disse olhando para Hank.

Nos encontrávamos em uma situação pior, eu sendo ameaçada por uma faca, Connor sendo ameaçado por mim e Hank ameaçado a retirar minha vida a qualquer movimento que desse.

Comecei a chorar, não queria mata-lo porém também não queria morrer. Oque fazer? Oque fazer?! Meus pensamentos foram interrompidos por gritos do lado de fora da sala.

— Polícia de Detroit!! Solte a arma!

Na mesma hora soltei a arma, a enfermeira xingou e me puxou pelo braço para fora do quarto, com a faca que agora se posicionava em meu pescoço e ficou de frente para a polícia me fazendo de refém.

— Soltem as armas ou eu rasgo a garganta dela! - ela gritou para os policiais que obedeceram e tentaram negociar.

— Solte a garota, tudo vai ficar bem. Podemos negociar.

— Eu quero um carro! Quero sair daqui! Agora!

— Claro! Mas antes nos diga, tem mais alguém dentro da sala?

— Um Android e um velho!

— Deixe eles saírem e quando o carro chegar você solta a garota!

Assim o Connor estava saindo da sala empurrando a cama de rodinhas onde o Hank estava deitado e quando ambos passaram pela porta o Connor empurrou a cama na duração dos policiais que seguraram a cama e apontou a arma em direção a cabeça dela. Ela não tinha outra escolha, ou ela me soltava ou morria. Assim ela me soltou.

Passou um tempo e ela foi presa, o Connor estava abraçado junto a mim me perguntando se eu estava bem e eu disse que estava.

— Mas como que a polícia chegou até aqui? - perguntei.

— Eu mandei um alarme para a delegacia, Alais eu sou um Android.

Ele me deu um beijo e nós fomos ver o Hank, aparentemente ele estava bem e foi colocado em outra sala do hospital.

Mas ainda assim tínhamos um problema, o ocorrido passaria no jornal e os nossos rostos apareceriam. Tanto o meu quanto o dele, as pessoas do grupo oculto descobririam que ele está vivo e saberiam o meu rosto também.

Estávamos correndo até a imprensa de jornal e conseguimos pedir para não sermos revelados. Ficamos aliviados por termos conseguido a tempo e voltamos para casa.

                                     

                                    CONTINUA...


Notas Finais


Até a next! Amo vcs❤️


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...