História Imagine - Connor Detroit: Become human. We are going to live - Capítulo 20


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor, Personagens Originais
Tags Connor, Detroit, Romance
Visualizações 227
Palavras 919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa a demoraa. Aproveitem enquanto eu tomo um toddy !♥️

Capítulo 20 - An unexpected attack


Fanfic / Fanfiction Imagine - Connor Detroit: Become human. We are going to live - Capítulo 20 - An unexpected attack

Acordei pela madrugada, deveriam ser três da manhã quando fui até a cozinha beber uma água. Sentei em cima da mesa e fiquei bebendo água e comendo chocolate. Ouvi um barulho vindo da sala e fui devagar até ela, para minha sorte era só o Sumo.

— Que susto você me deu cara... - falei baixo em direção ao Sumo, que lambeu meu rosto e ficou abanando o rabo.

Fiz um carinho em seu pelo até ele dormir, depois voltei para a cozinha e dei de cara com o Connor.

— Que susto, o que você esta fazendo aqui? - perguntei.

— Eu só não te vi na cama e me assustei. - ele respondeu vindo me abraçar.

— Connor, eu não aguento mais ter que ficar vivendo com medo. Eu não gosto de pensar que alguém poderia me matar a qualquer momento. - disse olhando em seus olhos que estavam fixos em mim.

— Calma, eu pensei nisso. Quando o Hank sair do hospital, vamos embora.

— Embora? Pra onde?

— Eu ainda não cheguei nessa parte, mas é melhor do que ficar vivendo em um lugar que querem te matar não acha? - ele disse pondo as mãos em meu rosto e se aproximando.

— Sim... - sussurrei até ele me dar um beijo leve.

Nosso beijo foi enterrompido por batidas pesadas na porta, Sumo levantou a cabeça e olhou em nossa direção. Connor olhou para mim e me pediu para esperar na cozinha, neguei e disse que iria com ele, mas ele rebateu e disse que só vai ver oque é. Logo após ele pegou um bastão de baseball que havia na sala e olhou pela janela.

Eu estava escondida no quarto, observando apenas por uma pequena fresta da porta. O Connor deu uma pequena olhada para mim e eu não consegui distinguir sua expressão, apenas fui o acompanhando com os olhos. Ele abriu um pouco a porta.

— Sim? - ele disse com metade do rosto sendo tampado pela porta para que não o reconhecessem.

— A senhorita... Loren Willians está? -uma pessoa com voz de homem perguntou.

— Não, eu não a conheço - Connor já estava quase fechando a porta quando o suposto homem colocou seu pé contra a porta para que ele não fechasse.

— Espere, acho q conheço o senhor de algum lugar. - o homem disse a rindo cada vez mais a porta que Connor segurava.

— Acho que o senhor está me confundindo com alguém, não me lembro de você.

— Espere... - o homem tirou um papel do bolso e aparentemente era uma foto do Connor - É você o desgraçado!

O Homem entrou dentro de casa chutando a porta e o Connor deu alguns passos para trás até conseguir ficar totalmente em pé e pegar seu bastão, quando pegou o bastão ele tentou acertar o homem, porém o homem desviou e o desferiu um golpe na barriga, até pegar uma faca e encrava-la no braço de Connor, Sumo que ainda estava na sala, atacou o homem que quase caiu após Sumo morder sua perna. Connor aproveitou a oportunidade e bateu com o taco no rosto do homem que caiu no chão e Connor subiu em cima dele e tirou a faca de seu braço. Quando o Connor ia encravar a faca nele, ele hesitou, o que deu ao homem tempo para retirar a faca da mão do Connor, empurra-lo de cima dele e enfiar a faca em seu pescoço. Sumo atacou o homem novamente e mordeu forte o braço do homem que deu um grito e empurrou Sumo até a pequena despensa que ficava perto da sala e o trancou lá dentro.

Como em um impulso, sai correndo do quarto, peguei uma faca na cozinha e cravei-a nas costas do homem, que caiu no chão talvez morto. Corri até o Connor e retirei a faca de seu pescoço.

— Connor! Connor, você está bem? Fale comigo! - ele olhava para mim tentando mecher a boca, mas não conseguia. Provavelmente a facada havia cortado alguns cabos que eram responsáveis por sua voz. Arrastei o Connor até o sofá e dei uma caixa com vários fios que eu encontrara em um armário velho no canto da sala. Arrastei o corpo do homem até o outro lado da sala e verifiquei se o mesmo estava vivo. Estava morto.

Voltei até o Connor e perguntei se ele havia encontrado algum fio e se tivesse conseguido ajeitar-se.

— Consegui, não é exatamente este fio mas eu posso comprar outro amanhã.

— Connor não dá mais para ficar aqui, descobriram onde moramos, agora vão perceber que o homem que provavelmente mandaram não retornou e vão vir em mais número. - disse enquanto soltava Sumo da despensa.

— Você está certa. Espera, e os guardas que estavam lá fora? - Connor disse se levantando do sofá.

Corremos para o lado de fora e nos deparamos com dois guardas mortos em frente a nossa casa, com facas encravadas em suas costas e gargantas. Não conseguia mais ver aquilo e entrei correndo para dentro de casa e liguei para a polícia para contar oque havia acontecido.

Quando a polícia chegou, disseram que nos encaminhariam para uma nova casa, e que como foi em legítima defesa não seríamos presos por termos matado o tal homem.

A noite passou e fomos até o hospital visitar o Hank, que havia ganhado Auta e no mesmo dia poderia voltar para casa.

Assim que nós quatro, eu, Connor, Hank e Sumo saímos do hospital, fomos transferidos até uma casa na cidade vizinha, nos acomodamos e fomos dormir já que não havíamos dormido desde a noite agitada.

                                               CONTINUA...


Notas Finais


Ralachuriaxerebeu


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