História Imagine - Connor Detroit: Become human - Capítulo 21


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Categorias Detroit: Become Human
Personagens Connor
Tags Connor, Detroit, Romance
Visualizações 95
Palavras 609
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AAA. Tá pequeno mas tá valendo.
Até rimou saporra.
Desculpa os erros de ortografia, eu só revisei uma vez, eu devo não ter percebido alguma coisa :v

Capítulo 21 - The scape


Fanfic / Fanfiction Imagine - Connor Detroit: Become human - Capítulo 21 - The scape

Era a tarde e fui até a varanda para tomar um ar fresco. Chegando lá vi Hank sentado em uma cadeira com copo de água na mão, já que não podia tomar bebida alcoólica.

— Bom dia - cumprimentei.

— Bom dia. - ele respondeu olhando para a paisagem, que consistia em denso quintal com algumas árvores e arbustos, porém com um campo limpo grande. - Olha S/n eu realmente me preocupo com o Connor e agora eu também estou começando a me preocupar com você. Quero que me conte sobre o que está acontecendo com você e o Connor. - ele me olhou com um olhar sério esperando uma resposta.

— Nós não te contamos antes porque quanto menos pessoas souberem melhor, mas lá vai, esses dias eu estava fazendo umas pesquisas até que eu encontrei na internet um grupo oculto contra os Androids. O grupo era horrível eles faziam vídeos ao vivo mostrando o estilhaçamento de androides aleatórios que eles pegavam na rua, experimentos macabros com o próprio corpo às vezes, decidi entrar no grupo para investigar mais e falei para o Connor que eu o encontrara. Por isso ele vem indo tanto lá em casa esses dias, até que uma vez assistimos uma live onde um cara estava procurando o Connor, ele queria a cabeça do Connor, queria ele morto por que ele viu o rosto dele, nós forjamos a morte do Connor e enviamos para o homem, que postou na página inicial que o Connor havia morrido. Até o dia que nós vamos te visitar no hospital, não podíamos ter percebido, mas a enfermeira fazia parte do grupo e quando ela viu o Connor ela queria matar ele, o resto você já sabe.

O Hank se recostou na cadeira chocado com a história. Resmungou um " porra..." e depois se virou para mim.

— Já não basta minha situação hospitalar, estão atrás do Connor agora! Se alguém daquele grupo encontra-lo vão matá-lo e você também pode morrer já que sabem que você mentiu para eles!

Nosso papo foi interrompido pelo Connor, que se intrometeu na nossa conversa.

— Isso não vai acontecer, porque nós vamos fugir hoje à noite.

Eu e Hank nos olhamos tentando absorver o que Connor acabara de falar.

Mas nós gostamos da ideia, já fui logo arrumando nossas malas para fugirmos, escrevi também um bilhete para quando a polícia chegar e ver que nós não estávamos na casa saber que nós fugimos, e disse também que estaríamos melhores lá longe do perigo.

O Connor me abraçou pela cintura e perguntou se eu estava pronta, disse que sim e nós fomos tomar café para logo depois partimos.

Enquanto tomávamos café perguntei para o Connor para onde iríamos.

— Nós vamos para o Canadá, vamos ficar durante um tempo em uma pousada e depois ver o que a gente pode fazer - ele respondeu.

Beberiquei um pouco do meu café e fui até o lado de fora da casa com eles para colocar as malas no carro, quando já estávamos entrando no carro, três carros se aproximaram da casa onde estávamos, em um carro havia cinco homens enquanto nos outros tinha três em ambos.

— Quem são vocês? - Hank perguntou.

— Viemos acabar com o serviço que a enfermeira Jasmine não conseguiu terminar.

— Não preciso mais de cuidados médicos, caiam fora. - o Hank disse em tom de ironia.

— Hank... Hank... Hank... - balbuciou uma voz vinda de outro carro, que tinha o símbolo da polícia de Detroit. - O serviço não tem nada a ver com você, nós queremos o Connor. - disse o Gavin apontando uma arma em direção a testa do Connor, eles estavam a mais ou menos dois metros um do outro.

Congelei.

                                            CONTINUA...


Notas Finais


O próximo capítulo deve demorar um pouquinho pra lançar, porém vou tentar lançar o quanto antes. Até a next.


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