História Imagine - Lee Jeno - NCT - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Visualizações 353
Palavras 3.016
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIIIIIIIIIIIIIIIIIII
venho hoje com mais um imagine, mas desta vez com um dos meus bias do NCT, o Jeno.
Eu continuo a treinar a escrita de momentos hot's, portanto se não estiver bom, peço desculpa.
Qualquer erro, peço já desculpa.
e uma informação que eu acho importante:
A mãe de Soo Hyeon é enfermeira, e nesta noite estava no hospital no turno da noite.
O pai do Jeno está fora em negócios.
Ambos têm os pais separados.
E é isso, boa leitura.

Capítulo 1 - Eu gosto de ti idiota


Fanfic / Fanfiction Imagine - Lee Jeno - NCT - Capítulo 1 - Eu gosto de ti idiota

[Soo Hyeon Pov's]

- Jae Hee estou muito orgulhosa de ti!- digo após arrumar o caderno na minha mochila e a colocar nas costas.

- Até eu!- solta um riso contagiante, saímos da sala, seguindo eu em primeiro- Hyeon,- parou de andar e eu olhei para ela por cima do ombro respondendo um "Hum"- Eu não gaguejei na apresentação!!!- diz dando leve pulinhos e eu apenas abano a cabeça negativamente enquanto observava na sua cena.

- Vá anda lá! -vou até ela- Estou cheia de fome-, resmungo e agarro o seu braço- só quero ir para casa- começo a puxá-la.

[...]

-Que estranho o Jeno não ter ido hoje- olho para a rapariga loira que se encontra ao meu lado a mexer no seu telemóvel.- Ele não te disse nada?

-A mim?- digo surpresa- De tantas pessoas porque diria logo a mim?-digo apontando o dedo indicador para mim.

-Tá tá- diz fazendo gestos com a sua mão direita parar com a conversa- Olha - parou de andar e focou o seu olhar em algo na sua frente- aquele não é o carro do dele?- aponta para a frente.

-Do Jeno?- dirigo o meu olhar para onde apontava  e rodas de um carro derrapar na estrada se ouvem.- O carro dele é pret...

O carro (preto) passa a toda a velocidade por nós e deu para ver um rapaz de rosto perfeitamente desenhado e de cabelos negros. Era ele. Lee Jeno e o seu pai no carro. O carro começou a andar aos ziguezagues até que bate contra um poste de eletricidade, que se encontra a pouco metros de nós, deixando algumas faíscas saltarem dos fios.

-JENO!-corro o máximo que consigo até ao carro.-JENO! JENO!!- começo a bater no vidro do carro com uma mão e com a outra tentava abrir a porta sem sucesso.

Vê lo assim, frágil, de cabeça pendurada, enquanto os rastos de sangue no seu rosto aumentam e se espalham, me matava por dentro. Continuo a gritar o seu nome na esperança de que aqueles olhos escuros, que eu tanto adoro, se abrissem e olhassem para mim. Continuo a bater na janela e a gritar. Lágrimas já escorriam por todo o meu rosto, e mesmo que eu quisesse controlar não conseguiria.

- Heyon!-sinto uns braços a puxarem me e mais algumas faíscas caiam sobre nós- Vamos! É perigoso estarmos aqui.-puxou me e eu estava tão fraca que nem tive forças para me opor.

-O Jeno... Eu não posso deixá lo.- Jae Hee continua a puxar me para longe do carro.

Soltei me dos braços da mesma, após várias tentativas e corri novamente em direção ao Jeno, mas o estrondo luminoso impediu. Chamas cobriam o carro e o fumo subia cada vez mais.

Eu senti o meu coração parar por completo e o oxigênio a escassear.

Eu perdi o rapaz que me era tudo. Eu perdi Lee Jeno.

***

Acordo assustada. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto gotículas de suor escorriam na minha testa. O coração batia tão depressa que parecia que ia saltar em segundos. Olho para a mesa cabeceira e o relógio  que marca 2h e 47 da manhã. Sentei me na cama e tentei acalmar o meu coração, batendo levemente com a mão direita no meu peito, enquanto chorava, mas não resultou. A ideia de deixar de ver o Jeno todas as manhãs, de implicar com o seu uniforme só para ouvir o seu riso gostoso e de reclamar de coisas simples só para o chatear, deixar de poder ver isso, estava a destruir me por dentro.

Empurrei os cobertores da cama e levantei me. Desci as escadas em direção à porta, calcei os meus tênis e sai, batendo com a porta, mas o meu irmão tem o sono tão pesado que nem deve ter ouvido.

 

No que estava a pensar? Sair em plena madrugada fria e chuvosa e ainda de pijama? Sim eu estava doida, mas precisava de ver aquele idiota.

Corri até à casa de Jeno, e os habituais 10min de distância entre as nossas casas se tornaram em 4. Passei por várias poças, molhando por completo os meus pés até chegar à casa dele. O meu cabelo pingava e o pijama estava completamente encharcado. Mas pouco me importava no momento.

Bati na sua porta até que, poucos minutos depois, um ser mais alto que eu, de cabelos negros, t-shirt branca amarrotada e calças largas pretas, que ainda coçava os seus olhinhos escuros ensonados me observavam atentamente.

-Hyeon?-abriu os seus olhos puxados e perfeitamente desenhados no seu rosto- Estás doida? Se o meu pai estivesse em casa iria ficar fulo com a tua barulheira.

Envolvi os meus braços no seu peito por baixo dos seus, abraçando o com força, ignorando a sua pergunta.

-Jeno eu sei que passo a vida a a implicar contigo-encostei a minha cara no seu peito e Fechei os olhos- que resmungo da tua camisa amarrotada, todas as manhãs-ajeitei as minhas mãos nas suas costas, apertando ainda mais o meu abraço- do teu cabelo todo despenteado e todas essas coisas que resmungo habitualmente mas- deu um riso baixo, e senti os seus braços se envolverem à volta do meu pescoço- mas…- inspirei o seu perfume, o mesmo perfume que usa à 10 anos e que mesmo assim eu ainda não estava enjoada dele- mas todas a minhas atitudes são o oposto do que sinto. - desencaixo a minha cara  do seu peito e encaro o ainda abraçanda a ele- Jeno eu gosto de ti.- o mesmo me olhou surpreso, desviei o olhar para os seus lábios rosados, entreabertos, prestes a largarem algumas palavras, mas nenhuma saiu.- Desde do dia em que me ajudaste, quando cai do baloiço à 7 anos atrás.- ele sorriu, deixando os seus olhinhos que pareciam luas decrescentes, se tornarem em curvas, ele tinha o sorriso mais fofo do mundo, não posso negar- Eu ainda não entendo como gosto de um idiota como tu à tanto tempo.-voltei a encaixar a minha cabeça no seu peito e conseguia ouvir os seus batimentos acelerados.

-Eu estava a achar muito estranho ainda não me teres xingado.-bufa e passa uma mão nos cabelos completamente encharcados.-Vamos -desfaz o abraço e juntou a sua mão à minha entrelaçando os nossos dedos- Vamos para dentro antes que-espirrei- tarde demais-riu. Anda- puxou me para dentro, desapertou os meus tênis, retirou os e subimos até ao seu quarto.

Entramos e quando largou a minha mão, dirigiu se até ao seu roupeiro, totalmente desarrumado, mas conhecendo o como conheço, não é surpresa nenhuma. No meio da confusão tirou uma camisola cinza e umas das milhares calças largas pretas e voltou a fechar o roupeiro.

-Anda cá- eu obedeci, ficando à sua frente e deixou as roupas em cima da cama e eu espirrei outra vez- Eu não vou fazer nada de mal prometo-dizendo isso levou as suas mãos até ao primeiro botão da minha camisa de dormir e desabotoou, repetindo o mesmo processo com os outros, deixando a camisa aberta e dando uma ligeira visão do meu sutiã que deixava um pouco meus seios à mostra- Tudo bem?- fitou me e deslizou as suas mãos pelos meus braços até às minhas (mãos)- Hum?- assenti e retirou a peça de roupa deixando a cair, instintivamente tapei o meu peito, não só pela vergonha, mas também pelo frio.

Observou me durante uns segundos, fazendo me corar e baixei a cabeça, fitando o chão. Jeno levantou o meu queixo, de forma a levantar o meu olhar para si, e logo após retirou os meus braços, que ainda cobriam o meu peito e levantou os.

-Deixa assim!-arquei uma sobrancelha e ele pegou a camisola e vestiu me, era me enorme, mas estava seca, ao contrário do meu pijama- Agora- pegou as calças- podes tirar a…

-Podias ter me simplesmente dado- bufo- eu consigo trocar me sozinha ainda- virei me de costas para o mesmo e tirei as calças e vesti as suas-hum…-fui até ao espelho ao lado da sua cama e me observei- não é o último grito da moda, mas- ele aproximou se e vi o seu reflexo atrás do meu.

-Mas?- retirou o meu cabelo (ainda molhado), que ainda estava dentro da camisola, deixando o completamente ‘’livre’’.

-Mas serve…- ri e o mesmo retribuiu com mais um dos seus maravilhosos sorrisos…- Aish.. levei as minhas mãos à minha cara, mais precisamente à minha boca, para limpar/tapar toda a baba …

-O que foi?- franziu a testa levantando as suas sobrancelhas.

-Nada- espirrei novamente- nada…

-Hum, se o dizes…- foi à casa de banho, presumo, e voltou, minutos depois, com uma toalha pequena na mão- Hyeon, senta aqui- bateu 2x na cama, e mais uma vez o obedeci, e começou a secar os meus cabelos.

[...]

Virou me de frente para si e bagunçou os meus cabelos, já praticamente secos

-Aish, Jeno- comecei a bater na mão que bagunçava o meu cabelo- para! Lee Jeno!-ele simplesmente ria, aquela gargalhada super gostosa, e acho que a esta hora a baba já escorria novamente.

-Porquê agora?- retirou a mão do meu cabelo e eu franzi a testa.

-Porquê o quê?- tento ajeitar o cabelo enquanto o mesmo pegou o meu pijama e a toalha e levou para a casa de banho. Assim que voltou, se sentou ao meu lado e nos encaramos por alguns minutos. Minutos esses em que apenas se ouvia a chuva, que batia nas telhas e escorria pela sua varanda.

-Porquê agora?- voltou a fazer a mesma pergunta, abrindo ainda mais os seus olhos puxados, e eu franzi a testa- Se gostas de mim à tanto tempo, porquê que só agora é que me dizes?

-Uma parte de mim esperava que tomasses o primeiro passo- inclinei as costas até ficar deitada, e cruzei os dedos em cima da barriga- e os anos foram passando até hoje.

-E o que hoje teve de especial?- ouvi a sua voz enquanto observava o teto branco.

-Sonhei que te tinha perdido-suspirei e fechei os olhos- e aí, percebi que teria de confessar os meus sentimentos, mesmo não sendo correspondidos.

-E quem disse que não são?- ouvi a sua gargalhada após a sua pergunta.

-São?- rapidamente me sentei e o encarei surpresa.

-Tu achas que apesar de todos os dias me xingares,- passou uma mão nos seus cabelos negros- se eu não gostasse de ti, esperaria por ti todas as manhãs na mesma?

-Eu n…

-Que de todas as vezes que te sentas ao lado do Jaemin nas aulas e ficam a trocar sorrisinhos, eu fico tão fulo contigo e te respondo mal?

-Mas tu respondes me mal todos os dias, Jeno!- bufou e eu ri- já percebi que não saí de casa à pressa em vão- sorri feita boba.

-Tu vieste logo ter comigo, depois desse sonho?- inclinou um pouco a cabeça.

-Sim, nem disse nada ao M…-ai não- Aish o Mark!- levantei me- Jeno, eu tenho de voltar para casa, se o meu irmão de manhã não me ver, vai logo avisar a nossa mãe!

-Calma, eu já falei com ele.

-Já?- como é que é miguinho?- Como?

-Eu liguei lhe quando fui deixar a tua roupa na casa de banho-levantou se e foi ao meu encontro- Disse que passarias aqui a noite e que amanhã quando te fosse levar, lhe explicava o motivo.- envolveu os seus braços na minha cintura- não precisas de te preocupar. Agora- envolvi os meus braços no seu pescoço- Estavas a dizer o que mesmo?- virou o rosto a fingir que não sabia o motivo.

-Eu gosto de ti idiota!- riu e eu  inclinei a cabeça, ficando com a testa no seu ombro. Jeno soltou uma das mãos da minha cintura, levantou até à cabeça e encarou-me.- O que foi?

Aproximou o seu rosto ao meu e selou os nossos lábios. Sentir os seus lábios quentes e doces nos meus frios era uma das melhores sensações que alguma vez tinha vivido.À medida que o beijo se intensificava, as suas mãos percorriam o meu corpo parando na minha bunda onde deu um leve apertão.

Parando por poucos segundos, voltamos a unir os nossos lábios e então Jeno ia me puxando até si, até que eu se sentou na cama e eu me sentei no seu colo, ficando com o seu corpo entre as minhas pernas.

Os beijos já estavam tão intensos ao ponto de que cada vez que ele separava os seus lábios dos meus, pela a maldita falta de ar, eu soltava gemidos baixos. Tirei a sua t-shirt e a mandei para algum lugar do quarto e observei o seu abdômen agora descoberto. Uma hesitação passou pela minha mente e rapidamente me soltei dele e fiquei de pé à sua frente do mesmo.

-Jeno, hum, - o seu olhar caía sobre mim de forma tão sexy, que me deixava ainda mais excitada, se fosse possível- Tens a certeza?- mordi o lábio inferior.

-Eu tive a certeza a partir do momento em que bateste à minha porta.- ele continuava sentado eu observava todos os movimentos que os seus lábios faziam enquantos falava.- Desde que eu ouvi ‘’Jeno eu gosto de ti’’. Eu tenho a certeza, que te quero, de corpo e alma e tu? Queres me da mesma forma?

-Jeno- após ouvir as suas palavras o meu sangue começou a fervilhar. O que acabara de dizer era como uma espécie de dispositivo incendiário no meu corpo. Voltei para o seu colo, mantendo a posição anterior- Sim, eu quero te da mesma forma…- os seus olhos brilharam tanto com a minha resposta, que só me deu mais confirmação de que queria perder com ele a minha virgindade.

-Mesmo?-assenti e ele sorriu- o seu sorriso era triunfante quando confirmei com a cabeça e me voltou a beijar dando uma mordida no meu lábio com cuidado.

Tirou a camisola, que me vestira antes, arrancando o meu sutiã de seguida, e inverteu as posições, ficando deitado em cima de mim. Começou a depositar beijos pelo meu pescoço, enquanto eu arfava, até ao meu peito dado uma especial atenção aos meus mamilos, acompanhados de apertões, e seguindo até ao nó das calças. Desfez esse mesmo nó e retirou as mesmas, sem retirar os seus olhos de mim, deixando me apenas de cuecas.

-Fazes me o favor?- ele referia se às minhas pernas- Podes abrir?- e assim fiz e retirou a última peça de roupa que me restava.

Senti o sangue quente a correr pelo meu corpo todo. Um desejo quente e um friozinho no ventre ao mesmo tempo. Eu só deseja Jeno dentro de mim. Eu queria que aquele idiota me satisfizesse o meu desejo.

-Tu sabes o quanto eu te desejo, Soo Hyeon?-neguei com a cabeça enquanto mordia os lábios tentando conter um gemido só de o ouvir sussurrar aquilo- então eu te vou mostrar.- beijou a minha entrada e voltou a atacar os meus lábios.- Se magoar, por favor avisa me.- assenti.

Colocou as suas mãos por baixo das minhas costas, e apertou o meu corpo ao seu, de forma a sentir a sua temperatura corporal, que estava alta como a minha. Gemi com o seu ato e vi o soltar um sorriso. Que puta de sorriso! Eu já tinha referido isso? Sim? Foda se, aquele sorriso é o mais lindo do mundo, e saber que o motivo sou eu, me deixava no céu.

Tirou as calças, que no momento só atrapalhavam, e voltou a deitar se em cima de mim. Deixei mais um gemido escapar ao sentir a sua ereção na minha intimidade, e então fez o favor de retirar os boxers.

Colocou as minhas pernas de forma a ficar entre elas e lentamente foi entrando em mim. Após o seu membro estar completamente dentro de mim, soltei um gemido e contorci me pela dor. Agarrei os lençóis com as minhas mãos, enquanto Jeno entrava e saía suavemente.

-Queres que pare?-neguei e então aumentou um pouco o ritmo.

-Je...no…- à medida que que a me acostumava com a dor, uma sensação prazerosa aparecia.

Assim que a tal dor desapareceu, pedi para que o mais velho aumentasse a velocidade e foi o que fez. Eu soltava gemidos baixos e altos alternadamente, Jeno soltava um ou outro à socapa.

A cada vai e vem eu senti o meu corpo a levar se até que previa.

-Jeno, eu vou…- não consegui acabar a minha frase.

Senti todos os músculos dos meu corpo relaxar por completo. Jeno sorriu e segundos depois, senti o seu líquido me preencher e aquecer o meu interior. O mesmo parou dentro de mim e soltar um gemido rouco. Alguns dos seus cabelos estavam colados na sua testa, devido à suor e outros soltos. Gotículas de suor percorriam o seu tronco e braços. Eu tinha a melhor vista que qualquer paisagem do mundo.

Jeno se retirou com cuidado de dentro de mim, e me sorriu ainda ofegante. Vestiu os seus boxers e as calças, após descansar alguns minutos. Tentei levantar me, mas estava tão fraca, que me deitei de imediato. O moreno fez me o favor de vestir a roupa íntima inferior e me sentou com cuidado. Apoiei os meus braços nos seus ombros e me deu um selinho. Assim que consegui ficar sentada, sem a sua ajuda o mesmo se levantou e pegou a sua camisola e vestiu me.

-Vamos dormir?- assenti já de olhos fechados e senti os braços dele a pegarei me ao colo e deitou no lado da parede e de seguida se deitou ao meu lado.

Tapou-nos e colocou o seu braço direito sobre a minha coxa e a mão na minha bunda. Puxou me para mais perto de si. Encaixei o meu braço esquerdo no seu ombro e comecei a mexer no seu cabelo.

-Tantos anos a refilar um com o outro para acabarmos aqui-senti as pálpebras apesar, acabando por fechar os olhos- na minha cama, abraçados, sem discutir.- senti um sorriso, mesmo sem ver.

O maior beijou o meu nariz e eu encaixei a cabeça entre o seu queixo e o seu peito, encaixando também os braços no seu peito e deixei o sono e cansaço me vencer.


Notas Finais


E foi isso ai, o que acharam?
Espero que tenham gostado...


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