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História Imagine - Sasori (Versão Akatsuki) - Capítulo 14


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Notas do Autor


oi oi pessoas
já trouxe um cap bem maior hoje

entramos na reta final da fanfic, entt espero que estejam gostando dessa nova reviravolta :D

Capítulo 14 - O final de sua missão


Fanfic / Fanfiction Imagine - Sasori (Versão Akatsuki) - Capítulo 14 - O final de sua missão

S/N sentiu os raios de sol penetrarem pelas cortinas semiabertas, o calor de uma manhã de verão lhe acordando um pouco. Ela se mexeu um pouco, sentindo um cobertor fino cobrir seu corpo. Também notou estar deitada em sua cama, tão desconfortável quando dormir no chão. E surpreendentemente, havia um braço enrolando sua cintura de forma preguiçosa. 

Ela abriu rapidamente os olhos, mas não se moveu. Em sua frente, quase que afundado ao travesseiro, um rosto pálido e delicado respirava calmamente, completamente adormecido, como uma criança cansada. Seus cílios escuros eram longos, e o faziam S/N ter mais vontade de observa-lo. Olhando-o de perto assim, ele parecia muito mais bonito. 

-Se ao menos não fosse tão pavio curto... - Ela deu um pequeno sorriso, esticando a mão para tocar uma de suas mexas vermelhas. 

Por instinto, ela foi abaixando seus olhos até os braços dele, um apoiando sua cabeça, e o outro tocando em suas costas. Ela pegou aquela mão, e tocou o dedo de madeira. 

-É madeira de pinheiro real. - Deu um pulinho ao ouvir a voz dele em sua frente. 

Os olhos escuros dele a fitavam, as pálpebras pesadas como se acabasse de despertar. Suas bochechas estavam mais rosadas que o normal, provavelmente por causa do calor que se instalava no quarto. 

-Então você é um bom lenhador também, é isso que quer dizer? 

-Eu já disse. Sou bom em tudo. 

S/N riu. Com mais conforto, ela aproximou seu corpo um pouco mais, fazendo seu rosto ficar a centímetros do dele. Suas respirações se coordenaram, e eles não lembraram do fato de praticamente estarem juntos na mesma cama. 

-Fico feliz que você não tenha mais medo de mim. - Ela brincou. 

-Eu nunca tive medo de você. 

-Claro que tinha. Todos têm na primeira vez. 

-Por isso você nunca namorou então? 

-Ta bom, agora você me ofendeu. - Ela se sentou indignada, querendo levantar. 

-Você que levou pro lado da ofensa. - Ele continuou deitado, fingindo não se importar. 

-Oras! - S/N se levantou, e caminhou até a frente do espelho. 

Seus cabelos estavam muito bagunçados. Ela continuava com as mesmas roupas de ontem, com exceção dos sapatos. Foi até a janela, e espiou o dia por entre as cortinas.  

-Vai chover muito em breve. - Ela anunciou. O céu estava limpo agora, mas com esse ar quente, não duraria muito. 

O ruivo pareceu ficar mais alerta. Se sentou, passando a mão pelos cabelos, e depois pelas olheiras naturais. Saiu para o banheiro, deixando S/N sozinha no quarto por alguns minutos.  

Sem a companhia dele, ela sentiu um arrepio na espinha, um pressentimento muito ruim. Era como se estivesse sozinha, mas sendo observada. Havia alguém a olhando de bem longe, mas ela não conseguiu distinguir de onde. 

Ou talvez... fossem só coisas da sua cabeça. Mas os olhos dela ficaram mais abertos agora. 

 

 

 

 

Foi um dia comum. Como todos os seus outros dias naquela cabana. S/N sempre desfrutava da presença do outro, se sentindo confortável e segura quando ele estava por perto. Mas particularmente hoje, o ruivo estava muito quieto, respondendo às perguntas dela com frases curtas e sem muita emoção. Ele estava pensando demais para o gosto dela. 

-Você... quer me contar o que está pensando? - S/N perguntou, abaixando o olhar para ele. 

-Não. 

-Então... você quer algo de particular pro jantar? - Ela deu um sorriso amarelo, como se tentasse, de algum modo, puxar um assunto que o animasse. 

-Nada especial. - Ele respondeu. - Não estou com fome. 

S/N suspirou, e se levantou, pronta para ir pra cozinha. Ao mesmo tempo, não conseguia se afastar dele sem resolver aquele peso entre eles primeiro. 

-Sasori... - Ela o chamou, mas ele não a olhou. - Eu fiz alguma coisa errada? 

O ruivo paralisou um pouco, disfarçando o nervosismo com uma expressão tranquilizada. Sem escolhas, se levantou, e ficou parado na frente dela. Suas alturas não eram tão diferentes, então ele passou uma mão pelo rosto dela, e depois segurou sua nuca com certo medo. 

-Sim... Fez sim, S/N. 

Ela iria protestar, indagar qual era o problema, mas naquele momento, Sasori usou o dedo indicador para pressionar um ponto mole na nuca dela, e o corpo da garota ficou dormente. Ela caiu em seus braços, desmaiada e sem força alguma. 

 

 

 

 

Em Sunagakure, os guardiões e Jounnins da Vila nunca estiveram tão ocupados em toda sua vida. Corriam do lado do outro, quase não tendo tempo para respirar. Reforçar a segurança da Vila, contatar Konoha, evacuar os civis para um lugar seguro, obedecer a todas as ordens exigentes de um Kazekage preocupado. Mas ninguém estava tão perdido quanto o pobre Uzumaki. 

Dito isso, Kankuro teve que fazer alguma coisa, ou aquele loiro idiota morreria atropelado. 

-Escuta Naruto, por que você não vai até a fronteira do deserto esperar pra escoltar a Temari? - Ele sugeriu. - Ela vai estar cansada pela viagem, e com o humor lá no chão por causa do Shikamaru. Leva uns suprimentos pra ela e sei lá... Carrega o leque dela. Aproveita isso pra se descontrair também, ok? 

-Mas eu quero ajudar a proteger a Vila! - Naruto exclamou. 

-Isso são só medidas preventivas. Os inimigos não vão aparecer tão cedo. - Usou uma mão no ombro dele para acalma-lo. - Pode tomar conta da minha irmã por mim? 

O Uzumaki foi um pouco mais relutante, mas aceitou com um biquinho emburrado nos lábios. Depois de arrumar suas coisas e se despedir de Gaara, o loiro saiu da Vila.  

-Você tá com mais olheiras que o normal. Sei que não pode dormir, mas devia tentar descansar as vezes. - O irmão mais velho aconselhou. 

-Nossa Vila está passando por um perigo iminente, e você quer que eu tire uma folga?! - Gaara o fitou com um olhar severo. 

-Estou dizendo pra tentar respirar. Isso é o que afinal? Medo? 

-Não só por mim. - Ele enfim se sentou, afundando o rosto nos braços. - Estou preocupado com S/N. 

-Não quero ofender seu senso protetor, mas a S/N é a segunda ninja mais forte de Sunagakure. As habilidades dela podem lidar muito bem com tudo isso. - Kankuro não conseguia entender direito o mais novo. 

-Não acho que o problema esteja na força física. - Gaara respondeu, melancólico. - S/N viu Sasori na infância. Estou com medo de que ela pense algo errado sobre ele. 

-Acha que ela não vai ser capaz de neutraliza-lo? 

-Acho que ela não vai ser capaz de ver quem ele realmente é... 

 

 

 

 

Longe dali, perto do centro do deserto, uma marionete ambulante arrastava-se pelos montes de areia. Apenas parou quando reconheceu a silhueta mediana e irritante em sua frente. Deidara alimentava a pequena boca em sua mão, e então se virou para ele. 

-Quanto tempo, senpai. - Ele disse, abrindo um sorriso sacana. - Para quem odeia atrasos, você chegou tarde. 

-Calado. - O ruivo disse, a voz mais grossa devido a madeira. - Faz muito tempo que estou sem matar alguém, não queira ser aquele que vai satisfazer essa vontade. 

-Hehe, parece que o tempo com a garota o deixou bem molenga. - Deidara brincou, sempre com aquele sorriso que deixava os cabelos de Sasori em pé. 

-Vamos logo. - Ele decidiu ignorar o outro, e começou a se arrastar novamente. - Eu odeio esperar. 


Notas Finais


eu simplesmente amo o Deidara quando ele trabalhava com o Sasori

e n odeiem o ruivinho, please
bjos


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