História IMAGINE - Super Junior - Capítulo 29


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Categorias Super Junior, TVXQ (DBSK) (Tohoshinki)
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Han Geng, Heechul, Henry Lau, Kangin, Kim Heechul, Kim Jongwoon, Kim Kibum, Kim Ryeowook, Kim Youngwoon, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lee Sungmin, Max Changmin, Personagens Originais, Shin Donghee, Shindong, U-know Yunho, Yesung, Zhou Mi
Tags Suju, Super Junior, Tvxq
Visualizações 34
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meninas, o próximo capítulo a ser postado será decido por vocês: continuação da história do Heechul e da Autora; Siwon - O Primo ou Se a vida te der Limões. O capítulo será postado quando a parte V bater 50 leituras e o vencedor será o título mais mencionado nos comentários.

Capítulo 29 - Super Junior - Se a vida te der Limões V


— De onde vocês estão vindo — Joon Woon questiona com a xícara de café suspensa no ar, olhando a mala que Milena lança ao chão, quase aos pés dele, antes de sentar-se ao lado, interrompendo a paz do desjejum do escrivão que observa Rebeca do lado de fora acomodar as crinças no carro do marido que acena animado e logo em seguida beija apaixonadamente a esposa, caminhando rumo ao Hospital Municipal, no lado oposto da rua.

A morena não se digna a olhar o homem, puxando o cardápio sob o cotovelo dele o desequilibrando e quase fazendo banhar-se em café antes de respondê-lo casualmente:

— Do Paraguai — ela suspira e então acena para Seu Francisco, o proprietário, pedindo uma xícara do mesmo líquido. Por trás do balcão Raisa, a policial e filha surge carregando um enorme cesto de pães fumegantes e antes de derramá-los no compartimento lança um olhar risonho para os dois sentados, zombando antes de se despedir do pai:

— Olá casal! Quantos pães, Mi?

— Quinze — Milena gargalha diante do rolar de olhos de Joog Woon que sem responder, alça o braço sobre a mulher para alcançar o açúcar na ponta oposta do balcão, a obrigando a curva-se para trás, quase desequilibrando-se da banqueta e depois de pegar alguns guardanapos, seca as gotas de café sobre a superfície antes que maculem o uniforme azul, ele continua:

— Hun. Trouxe muita coisa?

— Não, só alguns perfumes — ela ajeita a pequena colher sobre o pires e apontar para o carro que a aguarda — e uma criança.

Ela boceja e sorve o café rapidamente, acenando para o idoso senhor antes levantar-se em um salto, anunciando a partida, deixando o outro atônico e, revirando os olhos, completa:

— Tecnicamente eu paguei por ela, Joog Woon e trouxe até um documento. Está tudo nos conformes da lei.

O policial ajeita-se sobre a banqueta procurando o que responder mas a outra o interrompe:

— Eu estou brincando, ok? Péssima piada? Péssima piada, eu admito. — ela dá de ombros antes de sair levando os pães.

💙

— Minho — Milena grita à porta, jogando a pesada mala sob o chão — Eu tive uma filha — ela ri e depois ciente de que por mais absurda que pareça, a frase tem sentido considerando toda a obrigação que vem com a criança e balança a cabeça descrente quanto a situação toda. Da cozinha, o homem vem já vestido para os afazeres religiosos, segurando um moka em uma das mãos e um pano de prato na outra, abrindo um enorme sorrindo para recepcionar as recém chegadas.

— Diga "hola", Eleonor. Esse é Minho — ela aponta, procurando se desvencilhar da criança presa às suas pernas — Ele é seu meio irmão também.

— Não existe "meio-irmão", Milena — Minho rapidamente a corrige, pondo-se de joelhos em frente à criança, que o olha ressabiada.

— Sim, é verdade — ela se corrige séria — somos todos irmãos aos olhos do Senhor — ela une as mãos em prece a frente do corpo, elevando o rosto em direção ao teto e, impaciente, Minho a ignora, agachando-se para ficar com os olhos da altura da pequena nova integrante da família.

— Hola! Me llamo Miguel Horácio — gastando todo o Espanhol que possui com a criança que sorri ao ouvir o próprio idioma, mesmo que tão pouco —, mas você pode me chamar de Minho, como todos me chamam. Vê — ele aponta para o crachá preso ao paletó e soletra — ,Minho.

— Minho — Lolo repete da forma que a língua acostumada aos sons castelhanos a permite fazer e depois sorri, passando a língua pelo vão do buraco que o dente faltante gerou, sorrindo simpática, antes de avistar o cachorro e correr em direção ao animal que grunhe em fuga porta afora.

— Não vai me perguntar se eu tenho certeza sobre a escolha que fiz? — Milena pergunta ao irmão sem olhá-lo, enquanto o ajuda a pôr a mesa de café da manhã, exausta pelas horas de viagem até a cidade, permeada pelas diversas paradas para as idas ao banheiro de Eleonora em meio às queixas da mãe que mal passou pelos dois indo se trancar no quarto assim que entrou, ainda insatisfeita pela acolhida de uma criança filha do ex-marido.

— Não — ele sorri sereno, organizando o último item da mesa, uma caneca em plástico rosa, estampada com o desenho da Pucca, a personagem coreana que denuncia a ajuda recebida na origem do objeto — não foi uma escolha. Ela é nossa irmã. Dona Fátima irá aceitar, mais cedo ou mais tarde. Eu converso com ela depois.

Mlena pega o pequeno recipiente e analisando os olhos em risco da boneca questiona:

— Dong Hae te ajudou com isso, não é? — e diante do aceno alegre ela move levemente os lábios em um riso contido — Ele adora crianças, não é?

— Sim. Já passei os dados de Eleonora e ele me auxiliou com a matrícula na escola e no Taekwondo. Vamos fazer isso juntos, como uma família.

Ela contorna a mesa e depois deixa o corpo cair pesadamente sobre o lugar de costume para só então continuar o assunto:

— Ótimo ouvir isso, sabe? Vamos dividir as responsabilidades da criação dela — ela anuncia, ajeitando o pote de manteiga de forma solene — de acordo com a capacidade de cada um.

Ele balança a cabeça concordando com a ideia, apoiando as mãos sobre a mesa, rosto retesado, dando pela atenção a proposta da irmã, que continua:

— Isto posto, ficamos assim: você a sustenta e eu cuido da educação religiosa da criança.

Minho agora tem os braços cruzados a frente do corpo prendendo o riso:

— As vezes eu penso que Deus colocou você como uma provação na minha vida, sabe?

Milena encara a janela, de onde o barulho de um carro estacionando salta a alegre motorista que de detém ao ver a Lolo brincando com o cachorro, que na verdade foge assustado pelos gritos agudos da criança.

— Ah meu irmãozinho, a sua provação está só começando — ela sorri para a recém chegada que caminha em direção à porta segurando a mão da criança e com o cachorro debaixo do outro braço e parte da cor do rosto de Minho desaparece:

— Oi Gabi, quer tomar café da manhã conosco?



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