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História Imagine Giyuu Tomioka (especial de Natal) - Capítulo 1


Escrita por: ViihOtsutsuki

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Imagine Giyuu Tomioka (especial de Natal) - Capítulo 1 - Capítulo Único

Meu nome é Victória Agatsuma mas me chamam de Vic, meus pais são levemente brasileiros então colocaram meu nome assim, infelizmente sou uma oni, mais sinceramente, ser oni tem suas vantagens, faço parte do esquadrão de exterminadores, especificamente dos Hashiras, sou o pilar da sombra, uso uma máscara e uma gargantilha para impedir que eu coma outros humanos, em dois anos da minha vida eu nunca comi ninguém e nem vou comer, sou muito quieta, apesar de conseguir falar, eu não falo com ninguém para eu não sentir vontade de matar, eu tenho uma casa, acasa da sombra, eu só saio no sol pelos lugares seguros onde não tem perigo de eu morrer.

Está chegando o natal, não sei muito bem que data é essa, Shinobu e os outros estavam tramando algo, eu estava lendo deitada em um galho de árvore na minha casa, a casa das sombras, até que Shinobu se aproxima, como o galho é meio baixo eu conseguia atacar ela com minha espada facilmente, então rapidamente eu tiro minha espada preto com amarelo e aponto para seu pescoço

Shinobu: pra que isso? Eu vim aqui falar com você

Fecho meus olhos e guardo a espada, devagar vou descendo a árvore até chegar na Shinobu que estava sorrindo

Shinobu: eu estou tentando fazer uma festa de Natal, quer me ajudar?

Inclino minha cabeça para o lado indicando que eu estou confusa

Shinobu: você não sabe o que é natal?

Balanço minha cabeça negativamente, cruzei meus braços e esperei ela me explicar o que é natal, após ela terminar a palestra eu viro as costas entrando em minha casa e pegando algumas coisas para os enfeites da festa, eu não vou participar apenas irei entregar algumas coisas para Shinobu

Shinobu: arigatô

Ela se curva e sai da minha casa assim como eu que vou para um lugar onde tem neve, já estava ficando meio tarde então dava para eu andar se me machucar, assim que cheguei me sentei e olhei para o céu que estava lindo, flocos de neves estavam sobre minha roupa até que quando eu olho pro lado, vejo três pessoas, o Giyuu, um oni e um garoto de cabelos escuros com cor de vinho, analisei bastante e depois eu vi que o garoto estava com uma machado querendo acertar o Giyuu, assim que o machado já pegar em seu rosto eu entro na frente e pego o machado, Giyuu tentou atacar a oni mas vi que era uma oni inofensiva me aproximei e quando Giyuu apontou a espada para os dois eu me coloquei na frente deixando o mesmo assutado

Giyuu: o que está fazendo, isso é contra as regras do esquadrão

Apenas olho para ele com cara de raiva e então me viro para oni que estava com medo em minha presença, pego uma mordaça de bambu e coloco em sua boca a impedindo de morder alguém

Giyuu: então você sentiu que ela é um oni inofensivo?

Acenei minha cabeça positivamente para o moreno e então me levantei olhando para os dois, o olhando com uma cara de ameaça, pego a garota em meus braços e a levo para um tronco de árvore, em minha mochila eu pego uma pequena caixa com seringas e aplico um antídoto para ela não atacar ninguém, assim que eu aplico ela desmaia

Garoto: o que você fez com minha irmã?!

Giyuu: ela apenas aplicou um antídoto para ela não atacar ninguém

Olho pra trás e vejo Giyuu falando com o menino enquanto eu limpo o sangue na testa dela

Garoto: obrigado por cuidar da minha irmã

Abaixo minha cabeça levemente e depois levanto

Garoto: desculpa a curiosidade mas você fala?

Giyuu: não sabemos, ela sempre foi calada, não fala uma palavra se quer

Pego a garota em meu braços e coloco nos braços do garoto

Tanjiro: muito prazer meu nome é Tanjiro Kamado

Me curvo e dou de costas indo para o QG, assim que chego vejo Shinobu tentando colocar um floco de neve em um barbante um pouco alto para sua altura, pego o floco de suas mãos e eu mesmo coloco no barbante

Shinobu: arigatô

Já estava de noite e eu precisava me alimentar, mas quando pensei nisso eu levei um choque, parece que eu estou sendo punida né? Mas é para meu próprio bem, assim que chego vejo meu assistente me chamando para treinar, suspiro e entro em minha casa para colocar minha roupa de treinamento, assim que termino vou para onde está o Kiuki, me preparo para lutar com minha espada secundária e então começamos a lutar, em minha cabeça passa o flashback de quando minha família foi atacada por um oni a alguns anos atrás

Flashback on

Eu estou voltando pra casa quando vejo minha família morta apenas meu irmão Zenitsu vivo mais ainda ensanguentado, coloco ele em minha costa e corro até encontrar um hospital, um outro oni se aproxima mordendo meu ombro, jogo meu irmão pra longe e corto a cabeça do oni, eu estava passando de humana para um ser que come humanos, isso é ruim, assim que meus olhos ficam com a pupila igual de gato meu irmão acorda e me vê naquele estado

Zenitsu: irmã, você está bem?

Ao invés de eu atacar ele eu apenas me afasto para não correr o perigo dele se machucar

Zenitsu: me deixe ajudá-la

Viih: por favor, fique longe, não quero que se machuque, eu irei embora, se cuide, e se torne um exterminador, você vai ser forte, tome muito cuidado, eu estarei vigiando você

Saio correndo para um outro lugar onde nenhum exterminador passa e fiquei lá durante um tempo até que decidi ir treinar com o senhor Urokodaki, assim que chego em sua casa ele tenta me atacar, mas eu apenas defendo seus ataques, ele vendo que eu não queria atacar me ajuda levantar, e então foi aí que ele decidiu me treinar, eu domino a respiração de água e sombra, é difícil mas eu consigo

Flashback off

Sem eu menos perceber eu estava em cima dele com minha espada em seu pescoço, me distancio e me curvo insinuando que eu estava pedindo desculpa pelo ocorrido, enquanto ando vou abrindo minha blusa para ver como está meu estômago pois naquele mesmo dia um oni tentou perfurar meu estômago para comer, ele chegou a colocar sua mão desde então sinto muita dor, eu estou me curando bem devagar agora está apenas doendo muito, mas mesmo assim esses pensamentos não sai de minha cabeça, eu estava tão aérea que não percebi a aproximação do Giyuu

Giyuu: por que protegeu aquela oni?

Bufo e viro meu rosto para o lado de oposto, ele coloca sua espada em meu pescoço me fazendo levantar os braços em rendição, eu estava bem calma mas ele poderia cortar minha cabeça, olho pra ele com uma cara que dizia tudo o que eu sentia, então ele vendo minha expressão facial tida sua espada de minha garganta e guarda, ajeito meu kimono e olho para o moreno que continua sério

Giyuu: eu...eu não irei contar a ninguém que você protegeu um oni, afinal eu deveria ter matado você e aquela menina

Continuo olhando para ele e então me aproximo do mesmo para cheirar seu pescoço, eu já fiz isso com todos, é apenas para saber se está falando a verdade, ele inclina seu pescoço e eu cheiro fazendo ele ficar arrepiado, o meu hálito quente batendo contra seu pescoço o deixa mais arrepiado ainda, pelo jeito que ele estava tenho certeza que não estava mentindo, volto ao normal e então me sento no chão para admirar a lua, pego um caderno de desenhos e coloco em minha perna para escrever sobre meus pensamentos, eu escrevo aleatoriamente como se fosse um código para descubrir o que está escrito, olho para o Giyuu e ele está indo embora mas escuto ele dizer um boa noite bem baixo, solto uma risada , assim que termino de escrever decido ir dormir, escovo meus dentes e me deito no Fuuton e durmo

Dia seguinte

Acordo com alguém me balançando e quando vejo é o Tokito, fico tão assustada que acabo batendo minha cabeça

Tokito: desculpa, não quis assustar você, vim aqui dizer que a Shinoba está convidando você para a festa de Natal

Aceno positivamente e então me levanto com minha cabeça doendo, escovo meus dentes, tomo banho, faço minhas higiene e visto minha roupa de exterminadora, meu cabelo é parecido com a daquela oni que eu encontrei mas a diferença é que meu cabelo é loiro e é ondulado, decidi deixar meu cabelo solto como sempre e então desci as escadas para tomar o meu café que é temaki e bolinho de arroz, assim que termino pego minha espada e vou ajeitando ela até chegar onde está o mestre, me ajoelho e ele diz

Mestre: hoje você não tem missões, mas, gostaria que você ajudasse a Shinobu a organizar a festa

Faço reverência e então me retiro de sua sala, vou para onde está a Shinobu que estava tentando coloca a estrela na árvore, pego ela no colo e ela coloca a estrela

Shinobu: arigatô, veio ajudar

Dou um sorriso com os olhos e então comecei a ajudar eles com a organização

Tokito: por que está com o uniforme?

Faço alguns sinais de mão e ele entende o que eu quero dizer, eu disse "não posso deixar minha guarda baixa por está perto de natal" e então continuei a ajudar

Mitsuri: você pode acordar o Giyuu? Ele não acordou até agora

Vou até a casa de água do Giyuu e então bato na porta de sua casa esperando ele responder, mas nadas de uma reposta, tiro meus sapatos e entro em sua casa especificamente vou até seu quarto onde escuto sua voz abafada, bato na porta e ele com dificuldade diz entra, assim eu faço, quando abro a porta me deparo com ele em seu Fuuton todo vermelho, corro até o mesmo e checo sua temperatura que está muito quente, ele está ardendo de febre

Giyuu: o que faz aqui?

Não respondo apenas preparo um banho gelado para abaixar sua temperatura

Giyuu: você vai me dar banho?!

Levanto ele colocando seu braço em meu ombro e o levo até o banheiro e faço joinha dizendo que é pra ele tomar uma banho gelado, pego seu uniforme e coloco perto da porta do banheiro, me sento no chão e espero ele terminar de tomar banho, desço as escadas e preparo algo para ele comer, assim como meu irmão eu consigo escutar de longe, escuto o chuveiro parar de cair água, corro para seu quarto e abro um pouco a porta para entregar sua roupa, ele pega e eu espero ele se trocar, enquanto espero fico olhando para janela pensando em coisas paralelas, quando ele sai do banheiro ele quase cai se não fosse por mim, quando ele ia caindo eu apareci na frente dele o fazendo cair na minha costa

Giyuu: desculpe dar tanto trabalho

Coloco ele em seu fuuton e desço para pegar sua comida, assim que pego volto para seu quarto e dou para ele comer, enquanto ele come eu fico checando sua temperatura

Giyuu: por que está cuidando de mim? Eu sempre fui frio com você

Isso é fato, mas eu não iria deixar ele passando mal, faço sinais de mão e ele entende, lavo o que eu sujei e então volto aonde ele estava, seu cabelo estava molhado mais ainda estava embaraçado, fico mexendo no seu cabelo insinuando que eu queria pentear

Giyuu: você quer pentear meu cabelo? Não não não, você vai bagunçar!

Faço olhos de cãozinho pidão e depois de muito tempo insistindo ele deixou, pego um pente e vou para trás dele, seu cabelo é muito macio então não tenho muita dificuldade, amarro seu cabelo do jeito que ele usa, vou para sua frente e ajeito o cabelo frontal e vejo ele dar um mini sorriso o que é bem raro, assim que termino escuto ele sussurrar

Giyuu: por favor, me deixe ouvir sua voz

Suspiro com o que ele disse, não sei se é uma boa idéia, coloco minhas mãos em seu rosto e faço uma expressão facial que indica o por que

Giyuu: você não fala com ninguém, sempre é calada, você deve ter seus motivos mas por favor, me deixe ouvir sua voz

Vic: não fale sobre isso a ninguém

Ele fica assustado pela minha voz, dou um sorriso sem graça e ele continua paralisado

Giyuu: por que eu perdi tempos da minha vida sem escutar sua voz?!

Dou uma pequena risadinha pelo o que ele disse, ele começa a tossir então eu cuidei dele como uma criança, falta menos de uma semana para o Natal então Shinobu estava bem ansiosa, decidi ir em minha casa já que o Giyuu estava doente, assim que eu saí me colocaram dentro de uma caixa e como eu sou um oni eu poderia diminuir, me senti sendo jogada em algum canto acabei batendo minha cabeça fortemente, escuto umas conversas e então sinto sangue escorrer dentro da caixa e uma espada em meu coração, mais eu não morro desse jeito

Sanemi: vamos monstro, sua comida favorita está aqui

Me levanto com a mão na cabeça e vejo todos os Hashiras me olhando, o braço do Sanemi está sangrando muito então eu corro atrás de alguma coisa para estancar o sangue, acho um pano no meio do nada e então eu coloco em seu braço fazendo um pequeno curativo

Mestre: o que aconteceu?

Shinobu: ela estancou o sangue do Sanemi

Mestre: então ela não se alimenta de sangue

Olho pro lado e vejo Giyuu meio tonto chegando para me defender

Giyuu: não machuquem ela, por favor

Mitsuri: por que está protegendo um oni?

Giyuu: oni?

Shinobu: sim, ela é um oni

Mestre: mas ela não ataca nós humanos, ainda não sabemos se ela vai matar alguém

Giyuu estava muito assustado por eu ser um oni, aliás todos estão, me aproximo do mestre e mostro minha gargantilha para ele, as garotinhas ao seu lado analisam e vêem que dá choque

Menina: se ela tentar matar alguém ou pensar nisso, ela leva choque de 10000 volts

Tokito: então ela é inofensiva, mas ainda não podemos confiar

Mestre: mas eu confio nela, eu sei que ela não irá matar ninguém

Obanai coloca ataduras onda foi a facada para estancar o sangue, assim que aquela reunião acabou eu corri pra minha casa e me tranquei no quarto, escuto a voz de Shinobu na porta, me escondo debaixo de uma penteadeira

Shinobu: abra a porta por favor

Eu continuo sem responder, eu estou com medo de sair e eles quererem me matar então eu passei todos os dias no meu quarto, sem comer sem tomar água, e a Shinobu continua insistindo para eu abrir a porta e sair e a reposta é a mesma, na véspera de Natal eu decidi sair apenas para brincar na neve, até que eu vi Giyuu se aproximando, assim que ele chegou perto eu peguei minha espada e coloquei em sua garganta com um olhar de ódio

Giyuu: abaixe sua espada

Ameaço cortar sua garganta então ele se afasta assutado e eu continuo a mesma coisa, com ódio dos Hashiras

Kiuki: Vic-sama, está no horário de treinar

Guardo minha espada e dou de costas para o Tomioka e vou para onde eu treino, após eu terminar de treinar eu entro em casa e me tranco no quarto, tomo um outro banho e visto meu uniforme e vou na cozinha onde vejo meu corvo

Corvo: o mestre está chamando, o mestre está chamando

Visto uma capa com capuz e vou até onde está o mestre, me ajoelho e espero ele falar

Mestre: tenho dois assuntos a tratar com você, primeiro, por que está se afastando de todos?

Olho para as garotinhas com uma cara que particularmente explica todos os meus motivos

Menina: ela está com medo de ser morta por algum dos Hashiras

Mestre: não acho que eles vão matar alguém especial pra eles, enfim, a outra coisa é que tem visita pra você, um tal de Zenitsu, Inosuke e Tanjiro

Faço reverência e vou até onde os três estão, assim que eu chego os três se ajoelham, levanto minha mão para eles pararem de fazer isso, assim que eles levantam eu me aproximo do Zenitsu, abaixo meu capuz e ele começa a chorar

Zenitsu: irmã!

Ele pula em mim né fazendo cair, ele me abraça chorando bastante por ter me encontrado, faço carinho em seu cabelo enquanto os outros dois me olham estranhos

Tanjiro: ela é sua irmã?

Zenitsu: sim, ela é minha incrível irmã, eu finalmente a reencontrei

Inosuke: ela é linda!

Zenitsu: para de paquerar mim irmã!

Assim que Zenitsu se levante ele me ajuda a levantar, comprimento os dois e então nos sentamos para conversar

Tanjiro: a Nezuko está com saudades de você

Me levanto até onde está sombra e Tanjiro tira ela da caixa, assim ela pula em mim me abraçando, afinal eu salvei os dois

Tanjiro: eu agradeço a você

Shinobu: finalmente saiu do quarto

Zenitsu: como assim?

Shinobu: ela ficou no quarto dela por muitos dias sem comer ou beber algo

Zenitsu: você tem que se cuidar!

Olho para a Shinobu com ódio, me levanto e vou para minha casa junto dos três, assim que entramos mostrei a casa pra eles e seus devidos quartos, me tranquei no meu quarto e comecei a tomar um pouco de sangue, sim, meu próprio sangue, passei o dia inteiro no meu quarto até que deu 00:00, escutei os barulhos de fogos de artifício, alguns minutos depois escutei alguém bater na porta do meu quarto, bufei de raiva e quando abro a porta e vejo todos com presentes em mãos

Todos menos eu: feliz natal!

Me assusto com o ato repentino mais depois me ajoelho em forma de pedir desculpa, Tanjiro me levanta e me abraça e depois vem o Inosuke e o Zenitsu, retribuo o abraço deles e então os outros me abraçam com presentes, por último foi o Giyuu

Giyuu: feliz natal, peço que nos perdoe por fazermos aquilo com você, eu sinto muito, você é muito especial pra nós do seu jeitinho

Vic: rsrsrs, é claro que eu perdôo vocês, eu não sei o que faria sem vocês

Todos ficam assustados com minha voz, todos se entre olham e depois voltam sua atenção pra mim dando algumas risadinhas, a partir dali eu só falava com eles, os outros eu apenas fazia expressões faciais

Giyuu: esse não e meu único presente, vem comigo

Ele me puxa pra cima da minha casa em frente a lua e então ele me puxa pela cintura colando nossos corpos

Giyuu: você não sabe o quanto eu fiquei triste ao descubrir que você tinha medo de um de nós matarmos você, mas eu sei por que você disse isso, por isso eu quero mostrar que você pode confiar em mim

Ele coloca suas mãos em minha máscara e abaixa com cuidado fazendo meu rosto ficar a mostra, minha boca está entreaberta então dava pra ver minhas pressas afiadas, ele se aproxima seu rosto do meu e sussurra

Giyuu: posso?

Vic: sim

Então ele sela nossos lábios em um beijo calmo, ele me puxa ainda mais fazendo nosso peitorais se colarem, coloco minha mão em seu peitoral definido e então ele pede passagem com a língua e sem hesitar eu cedo, iniciamos um beijo mais quente e necessitado, quando a falta de ar se fez presente nos afastamos e eu levanto minha máscara

Giyuu: aceita ser minha? Aceita ser a futura senhora Tomioka?

Vic: é claro que eu aceito

Olhamos pra trás vimos todos nos olhando, Zenitsu estava com raiva pelo Giyuu ter me beijado, então só pra provocar ele me rouba um selinho, olho para eles novamente e todos vieram em nossa direção

Zenitsu: eu vou acabar com você!

Vic: então beija a Nezuko, quem sabe assim ela acaba com essa raiva

Dessa vez foi a vez do Tanjiro fica com raiva e Zenitsu com medo, ficamos rindo da situação, foi o melhor natal de todos, e não podia ficar melhor



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