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História Imagine Hajime Iwaizumi - Capítulo 7


Escrita por: Fukun-san e Funo-sensee

Notas do Autor


demorei MT?

Capítulo 7 - Ciúmes de Tooru


Pov's S/n

Antes de dar um passo a fora do apartamento, senti meu celular vibrar em meu bolso, inconscientemente sabia que eram os velhos e de cara dei um suspiro. 

[S/n]: — Então, qual a novidade para meus queridos amigos idioso me ligarem? - atendi colocando o aparelho no ouvido e olhando para Iwaizumi que estava ao meu lado.

[???]: — S/n tenha modos, e você sabe bem do que eu quero falar. 

[S/n]: — Vocês sabem que eu não vou ceder a guarda de Tobio fácil não é? Eu vou lutar até conseguir. - encostei no batente da porta e senti o olhar de Hajime sobre mim, penetrando meus olhos e tentando ouvir o outro lado da linha.

[???]: — Apenas nos de certa quantia de dinheiro durante o ano, sabemos que você ganha bastante e com isso não nos daremos o trabalho de lhe atormentar. 

[S/n]: — Como posso ter a palavra de vocês? Sei bem como sabem usar belas mentiras, mas eu não sou burra como a filha de vocês, andem, se não me provarem vão apenas perder seu dinheiro na justiça, eu já tenho um advogado e os papéis de Tobio. 

[???]: — Não faremos nada, infelizmente ou felizmente não temos dinheiro, idade, energia e muito menos paciência para cuidar da criança, então queremos 5.000 por ano. 

[S/n]: — Meu cu que eu vou dar tudo isso para vocês. Vai ser no máximo 2.000, é isso ou a justiça, e eu nem sei quando vocês vão querer me atacar pelas costas. 

[???]: — Temos um acordo, eu vou falar com meu advogado e estamos indo para ai amanhã fechar o contrato.

[S/n]: — Ótimo, quanto mais cedo, melhor. Qualquer gracinha da parte de vocês... - desligaram antes que eu pudesse terminar. Suspirei intrigada com toda a confusão que meu irmão havia causado.

— Está realmente tudo bem? - Iwaizumi cruzou os braços olhando entre os meus olhos, seus lábios estavam comprimidos e tinha uma feição em seu rosto.

— Presumo que você tenha escutado tudo. - suspirei mais uma vez chateada, Tobio não merecia isso, muito menos eu. Me sentia castigada. 

— Quer descansar? Pode ficar se quiser, como eu disse estou de folga, para falar a verdade fui afastado uns dias. - ele se aproximou de uma forma gentil que eu não me incomodei.

— Eu tenho que pegar as coisas de Tovio, arrumar os documentos... - esfreguei meus cabelos. — Tenho que trabalhar ainda, conversar com meu chefe... é tanta coisa para processar depois de uma notícia tão... tão.

— Trágica? - ele completou.

— Sim trágica, e eu agradeço a você, meus amigos são bem ocupados então deixar Tobio sozinho só mostraria, para quem não está na minha situação, o quão irresponsável eu sou. Novamente, agradecida. - peguei a mão dele apertando delicamente e dando um sorriso meigo. Certamente que minha mente estava a turbilhões de pensamentos em como eu poderia tragicamente perder Kageyama, mas era apenas cansaso mental, e depois disso poderia relaxar em uma festa, ou em casa em minha cama.

— Está tudo bem mesmo? - senti sua mão quente e delicada tocar meu rosto, que agora suava frio, as sobrancelhas franzidas demonstrava insatisfação.

— Não, mas creio que vai melhorar, como você disse, eu vou conseguir, agora eu tenho que ir, volto em poucas horas para buscar Tobio. - tomei a inciativa e deu um pequeno selinho na bochecha dele. Me olhou sair e caminhar sobre as ruas iluminadas pelo Sol, ele estava em céu, mas a ventania não deixava-o aquecer meu corpo.

Pov Iwaizumi

Vi S/n sumir de minha vista e então fechei a porta da casa. Virei para trás onde Tooru me olhava com os braços cruzados e um biquinho esboçado.

— O que você quer agora? - revirei os olhos brincando e ele sentou no sofá, estava claramente fazendo birra. Adoraria brincar com isso.

— Bem, já que você não quer falar comigo, vou ir brincar com o Kageyama. - passei direto sem olha-lo, cheguei no quarto onde ele ficava da janela observando alguma coisa. Sentei na cama ao seu lado.

— A titia vai voltar né? Ela vai embora que nem o papai? - senti um pouco de pena do pequeno rapaz ao olhar para mim com os olhos vermelhos segurando o choro. 

— Vem cá. - abri os braços para que ele pudesse me abraçar, assim ele fez e empurrou o rosto conta meu peito fungando forte. — Ela vai voltar, e quando ela voltar vai estar com tudo para passar o resto da vida junto com você. Então torça por ela, está muito casada com tudo então temos que akudar ela a relaxar. 

— A S/n está cansada? - perguntou confuso.

— Sim, muito cansada, por isso, quando ela voltar iremos trtaar ela como a pessoa mais importante e fazer ela relaxar ok? - ele assentiu e me olhou. 

Peguei um paninho na gaveta de Tooru e coloquei sobre o nariz dele pedindo para que assoprasse. E agora você vai tomar um belo de um banho e me ajudar a fazer algo para comermos. 

— Uhum. 


Pov Oikawa

— Eu odeio eles, eu odeio eles, eu odeio eles. - se eu falasse alto com certeza meu pai iria escutar. Me encolhi no sofá abraçando o travesseiro. 

“Chorar é coisa de bebezão, que nem o idiota do Kageyama. Se ele não estivesse aqui”

Enterrei meu rosto no travesseiro ouvindo o passo daqueles dois idiotas descendo as escadas. 

— Tooru, não vai vir ajudar a gente? - a voz de Kageyama, aquele imbecil, chato, e feio me irritava, não queria responder. Se eles me vissem chorando, com certeza me zoariam.

E o pateta do meu pai só trata ele bem porque não é o filho dele, ele só está amoroso agora, era que nem quando a mamãe estava aqui, eu odeio todos, eu odeio todo mundo. 




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