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História Imagine Han Jisung - Caso Kim; - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura, meu xuxuhs <3

Capítulo 5 - Descanso


Fanfic / Fanfiction Imagine Han Jisung - Caso Kim; - Capítulo 5 - Descanso

_Po.v's Kim S/n_

07:35 p.m;

– Yah, sai daqui Han!! Eu não preciso de babá! – Reclamo jogando meus travesseiros nele que vestia um blusão fino azul-claro por baixo de um macaquinho branco e um óculos de armação redonda, ele segura um travesseiro e fica me olhando.

–  S/n para de se mexer tanto! A médica e seu padrasto pediram para você descansar e é pra mim cuidar de você – Ele diz me encarando feio e em seguida sua expressão muda, ficando de sério para triste então franzi minha testa olhando ele – Já que foi culpa minha que isso tenha acontecido..

– Aish, olha só.. eu não culpo você que isso tenha acontecido, ok? Mas, vem cá, não é só por isso que você tá meio pra baixo não é? – Pergunto e ele me encara por uns segundos pensativo, em seguida ele se senta na beira da minha cama.

– Na verdade..não é só por isso.. é que, hoje é o dia do aniversário da morte da minha mãe.. – Han diz em tom bem baixo, mas, consigo ouvir então fico o olhando escutando atentamente.

– Pode me contar o que aconteceu.. se precisar desabafar – Digo e sinto uma leve pontada de dor no abdômen Han percebe e puxa minha blusa um tanto pra cima para ver as ataduras no meu abdômen.

– Melhor eu só trocar suas ataduras estão sujas de sangue e eu não quero falar disso.. – O esquilinho diz bem tristinho enquanto tira devagar as ataduras para não me machucar, ele limpa com um algodão ensopado de álcool e passa sobre os três pontos que levei, em seguida colocou uma atadura nova.

– Han, conversa comigo, sabe que sou bem chata e não gosto muito de socializar, mas, sabe que pode se abrir se quiser falar sobre isso comigo – Falo segurando a mão dele que estava terminando de arrumar a atadura em meu abdômen.

– Eu matei minha mãe.. – Jisung fala olhando o chão – Um dia alguém entrou na minha casa e estuprou minha mãe, eu tentei salvar ela dando um tiro contra o cara já que na época eu era policial, mas.. acabou que eu acertei ela..foi por minha causa que ela morreu S/n..

– Jisung, não foi sua culpa ok? Você tentou salvá-la, você era muito novo e isso acabou te fazendo errar. Han tudo bem errar, você é humano e todo humano erra okay? – O olho séria e então bagunço seus cabelos.

– S/n, foi minha culpa sim se não fosse acha que meu pai não teria me entendido ao invés de ter jogado a culpa toda em mim? Seu eu não tivesse a culpa acha que ele teria me deixado ficar em casa ao invés de me expulsar? Até hoje ele não fala comigo S/n, e eu não posso nem visitar o túmulo da minha mãe hoje porque ele deve estar lá.. – Han se afunda em lágrimas então fico levemente assustada e sem saber o que fazer ao mesmo tempo, apenas coloco minha mão esquerda em suas costas e acaricio ali, o abraçando de lado.

– Ei, fica calmo esquilinho, isso já aconteceu e é passado, você precisa entender que você cometeu sim um erro que causou a morte da sua mãe, mas não foi proposital, a culpa não é sua. Quanto à seu pai, ele também está muito errado, ele devia ter te apoiado ao invés de ter te expulsado de casa. Han vamos visitar sua mãe, eu resolvo se seu pai estiver lá, ok? Agora lava esse rosto enquanto eu me troco e aí nós vamos – Falo acariciando seus cabelos, apenas fiz.. o que eu queria que tivessem feito em mim quando aconteceu àquilo naquela noite..

– S/n e o seu descanso? Não devia se mover tanto e –

– Yah, eu já tô há quase quatro dias nessa cama só me levantando pra ir no banheiro, já que é a única coisa que você me deixa fazer, vai logo lavar seu rosto, sua mãe está te esperando Han – O interrompo me levantando enquanto o vejo ir no banheiro do meu quarto, entro dentro do closet e troco de roupa. Tiro meu pijama e visto uma regata preta, uma saia xadrez e um casaco um tanto grosso por cima, calço minhas botas pretas e volto para o quarto vendo Han sair do banheiro em seguida.

– Eu não sei se é uma boa ideia S/n.. – Ele continua apreensivo então dou um tapinha em seu ombro.

– Vem, preciso de ajuda pra descer a escada – Passo por ele indo em direção ao corredor que leva a escada que dá para o térreo da minha casa, ele vem em minha direção e me ajuda a descer, já que ainda sinto leves dores no abdômen, mas, nada que um remédio não resolva.

Han dirigiu o caminho todo em silêncio apenas olhando para a estrada, distante em seus pensamentos enquanto eu fico apenas mexendo em seu tablet, me deparo com uma foto de Han e seus pais em uma foto em família, junto no fundo há um menino e uma menina que me parecem muito familiares, sem que ele perceba envio aquela foto para meu celular e desligo seu tablet quando percebo que estacionamos.

– É aqui.. você quer descer e ir comigo? – Ele pergunta sem me olhar diretamente enquanto tira seu sinto de segurança.

– Só vou se precisar de companhia, ou prefere ir sozinho? 

– Não.. a única coisa que eu não quero agora, é ficar sozinho.. – Ele diz então ambos saímos do carro indo em direção ao cemitério onde sua mãe havia sido enterrada, chegando lá nos deparamos com um senhor um tanto mais velho que nós que deixava uma rosa em cima da lápide da mãe de Han.

Quando nos aproximamos vi o punho do mais alto tremer então a seguro para lhe dar mais confiança enquanto o observo controlar àquela situação.

– Oi..pai.. – Jisung diz e o homem mais velho logo fecha a cara, percebendo que seu olhar fica completamente tomado de fúria ao ver o meu parceiro decido não interferir a não ser que a coisa fique séria.

– O que você está fazendo aqui? Pensei que tivesse sido bem claro quando lhe disse que não queria que você visse sua mãe nem à mim nunca mais! – Sua voz se altera, e de certo modo posso ver que ele não está falando a total verdade, porém, ele nem percebe minha presença ali, continuo apenas a observar em silêncio.

– Eu sei pai, mas, eu..queria muito ver a mamãe e..

– Você é um assassino, você matou ela! Desde que você nasceu só aconteceu desgraça a todos com quem você tinha contato e sabe muito bem disso, você é uma desgraça para nossa família, você não é mais meu filho – O pai dele diz com raiva, a mão de Han treme mais ainda então aperta a minha em seguida o mais alto começa a chorar.

– O senhor está mentindo, você só culpa a si mesmo por não estar lá naquela noite, tanto para proteger sua mulher como seu filho, por isso quer dizer que o Han tem culpa para ver se você esquece que na verdade a culpa é sua e não dele – Digo olhando ambos – Você devia pedir desculpa ao seu filho porque você o feriu muito com suas ações e falas.


Notas Finais


Até mais, a


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