História IMAGINE J-Hope - REGRAS QUEBRADAS (segunda temporada) - Capítulo 21


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens J-hope, Personagens Originais, Suga
Tags Bangtan Boys, Exo, Got7, Imagine, Monsta X
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Palavras 1.755
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 21 - Cinema



Tudo o que quero hoje à noite é me esparramar no sofá e assistir ao primeiro jogo dos playoffs.
Nem ligo se Busan não está no rinque — assisto a todas as partidas que posso na pós-temporada.
Nada faz meu sangue correr e meu coração bater mais forte quanto os playoffs do hóquei.
Namjoon, no entanto, tem outros planos. Está esperando por mim no corredor quando saio do banheiro após a chuveirada, os olhos negros semicerrados pela impaciência. “Cara, o que você tava fazendo lá dentro? Depilando a perna? Meninas de treze anos tomam banhos mais rápido que esse!”
“Demorei literalmente cinco minutos.”
Passo por Namjoon e entro no meu quarto, mas ele me segue. Não tem senso de limite.
“Anda, se veste logo. Vamos ver um filme e não quero perder os trailers.”
Fico olhando para ele. “Tá me convidando para um encontro?”
Namjoon me mostra o dedo do meio. “Vai sonhando.”
“Quem parece estar sonhando é você.” Pego uma cueca na gaveta de cima e lanço um olhar de reprovação na direção dele. “Dá licença?”
“Sério? Já vi seu pau centenas de vezes no vestiário. Se veste logo.” Ele cruza os braços e bate o pé.
“Vai embora. Vou assistir ao jogo do Red Wings hoje.”
“Ah, qual é, você nem gosta do Detroit. É meia entrada pra todo mundo hoje… faz uma semana que tô esperando pra ver esse filme do Statham, só por isso.”
Olho boquiaberto para Namjoon, porque não acredito que esteja falando sério. “Você é podre de rico. Se alguém deveria pagar inteira no cinema é você.”
“Eu tava sendo educado, seu imbecil. Esperei o dia mais barato pra você poder pagar pelo seu ingresso.” Então ele abre seu sorriso marca registrada, que faz as meninas tirarem a calcinha e se jogarem em cima dele.
“Não me venha com esse sorriso tarado. Tá me assustando, cara.”
Sua boca fica congelada naquela expressão sensual. “Vou parar de sorrir assim se você concordar em sair comigo hoje à noite.”
“Você é a pessoa mais irritan…”
O sorriso se alarga, e ele pisca para mim.
Dez minutos depois, estamos saindo de casa.
O cinema de Icheon só tem três salas e uma estreia de filme novo por semana, o que limita bastante a seleção. Para a sorte de Namjoon, está passando o filme do Jason Statham que ele está doido para ver. Namjoon é louco por esse cara. Se alguém me dissesse que ele fica treinando o sotaque britânico na frente do espelho, eu acreditaria.
Ainda não estou no clima de cinema, mas depois que Namjoon torceu meu braço percebi que sair até era uma boa ideia. Nas quartas-feiras, Cicy em geral aparece lá em casa depois do trabalho. Com sorte, ela e YoonGi já vão estar dormindo quando Namjoon e eu voltarmos. E, sim, eu sei os horários dela, sou trouxa mesmo.
Pelo lado bom, não estou tão obcecado por ela quanto de costume. A pessoa que monopolizou meus pensamentos o fim de semana inteiro não foi Cicy, mas Gaby. É melhor nem ficar pensando muito na chupada de segunda-feira. Quando bati uma ontem, foi lembrando das coxas firmes e claras de Gaby e da sua…
“Hoseok. Oi.”
Pisco, confuso, ao ver Gaby entrando no meu campo de visão. Por um segundo, me pergunto se minha mente suja de alguma forma personificou a imagem dela, mas não. A garota está mesmo aqui, a um metro e meio da bilheteria.
“Oi”, digo.
Ela sorri, pondo uma mecha de cabelo atrás da orelha. Está vestindo uma malha, legging preta e uma parca azul aberta, parecendo saída das páginas de um catálogo da Abercrombie & Fitch. Curto esse visual confortável mas sensual.
Ouço um pigarro baixinho e percebo que tem alguém de pé ao lado dela. Uma menina curvilínea de cabelos pretos, saia marrom de couro e uma blusa vermelha de veludo. Está me encarando boquiaberta. Tipo, o queixo batendo no chão.
Alguém me cutuca por trás. “Cara”, reclama Namjoon. “O que a gente tinha combinado? Você compra os ingressos; eu, a pipoca.”
Ergo a nota de vinte dólares na mão. “Mudança de planos. Eu compro a comida.”
Ele revira os olhos e lança um olhar de admiração para os peitos da amiga de Gaby antes de se arrastar na direção da bilheteria.
“O que vocês vão ver?”, pergunto.
Ela sorri. “O que você acha?” Ergue dois ingressos, e rio ao ver o nome do filme de Statham.
Claro. Tinha esquecido que ela é louca por filmes de ação.
“Nós também. Podemos sentar todos juntos.”
A amiga faz outro barulhinho estridente. Na verdade, é mais um suspiro meio chiado. Apesar de baixo, significa muita coisa.
Gaby aponta para ela. “Esta é Fran. Fran, Hoseok.”
Ela me olha de cima a baixo. “Eu sei quem ele é.”
Ah, merda. Já vi esse olhar antes. Muitas, muitas vezes, no rosto de muitas, muitas mulheres. Como se estivesse me imaginando pelado.
Pena que não estou interessado em realizar essa fantasia. Estou concentrado em Gaby e no desfile de imagens loucas na minha mente. Como seus olhos ficaram vidrados quando minha língua tocou seu clitóris. Os barulhos ofegantes que fez quando gozou. E…
“É aniversário da Gaby”, anuncia a amiga.
Ela contorce o rosto, desconfortável. “Fran!”
“Sério?” Sorrio para ela. “Parabéns, linda.”
Não deixo de notar a forma como a mandíbula da amiga se abre de novo, ou como Gaby se ajeita, visivelmente constrangida.
“Obrigada.” Ela projeta o lábio inferior num sorriso melancólico. “Faço dezenove hoje. Êêê.”
Deixo escapar uma risada ao ver que está sendo irônica. “Então você não gosta de aniversários?”
“Não. Minha mãe me traumatizou pelo resto da vida.”
A amiga solta uma gargalhada repentina. “Ei, lembra da feira de primavera? Quando sua mãe subiu no palco no meio do show de folk e fez um rap de aniversário para você?”
“O dia em que pesquisei como me emancipar?”, responde Gaby, com a voz seca. “Lembro como se fosse ontem.”
A outra me lança um olhar conspiratório. “Eu queria convidar algumas pessoas para uma festinha no alojamento, mas ela ameaçou cortar meus dois braços e enfiar goela abaixo. Então concordamos em vir ao cinema.”
Somos interrompidos por Namjoon, que franze a testa ao me ver com as mãos vazias. “Eu tenho que fazer tudo?” Então, como se acabasse de lembrar que está na presença de duas meninas muito bonitas, abre um sorriso. “E aí, não vai me apresentar?”
“Esta é Gaby e…” Merda, já esqueci o nome da amiga.
“Fran”, ela me interrompe, transferindo o olhar faminto para Namjoon.
Ela pode cobiçar o cara o quanto quiser, mas posso garantir que, no momento em que descobrir que ela é do primeiro ano, Namjoon não vai corresponder ao seu entusiasmo.
Apesar de toda a pegação, o cara tem uma regra rígida sobre não sair com calouras. Até concordo com isso, considerando o pequeno incidente que ele teve com uma psicopata no início do ano. Namjoon pegou uma aluna do primeiro ano que, depois de uma noite tórrida, decidiu que eles estavam loucamente apaixonados. Então começou a aparecer lá em casa o tempo todo, às vezes de roupa, outras sem, em geral armada com flores, cartas de amor e — meu preferido — uma foto sua emoldurada, vestindo a camisa de hóquei de Namjoon.
Às vezes, quando estou tentando dormir, ouço a voz da garota gritando Nammmmmmmmmm diante da janela.
Não preciso nem dizer que, desde então, ele tem evitado sair com as mais jovens, que chama de “chiclete”.
Seguimos para a lanchonete, onde ele compra uma pipoca. Alguns minutos depois, entramos na sala escura, logo depois do início dos trailers. A sala está lotada. É mais fácil o próprio Jason Statham aparecer para comentar o filme do que encontrarmos quatro lugares juntos. Mas vejo várias opções de dois lugares disponíveis.
As meninas estão andando à nossa frente, então me aproximo de Namjoon e sussurro: “Tudo bem se a gente se separar? Quero sentar com Gaby. É aniversário dela”.
Seu olhar repousa na inegavelmente grande bunda de Fran. “Por mim, beleza.”
Tanto Gaby quanto Fran concordam quando sugiro sentarmos separados. Na mesma hora, Fran agarra o braço de Namjoon e sussurra algo em seu ouvido que o faz rir, e os dois se afastam no escuro, à procura de lugares livres.
Gaby e eu fazemos o mesmo. Encontramos dois assentos vazios no meio da sala, bem no corredor, e, logo que nos acomodamos, ela se aproxima para sussurrar: “Tem certeza de que seu amigo vai ficar bem com Fran? Ela vai dar em cima dele o tempo todo”.
Seus lábios estão praticamente no meu ouvido, e seu cheiro é incrível. Não seria capaz de nomear aromas de flores nem que minha vida dependesse disso, mas, quando passa a mão pelo cabelo, um sopro doce e feminino flutua até minhas narinas.
“Não esquenta. Namjoon sabe se cuidar”, sussurro de volta, com um sorriso.
Voltamos a atenção para a tela e vemos um trailer que chama a atenção de Gaby de cara. É de um filme cheio de explosões, tiros, grandes estrelas e armas ainda maiores. Sua expressão me faz querer dar um beijo intenso nela. É um tesão como ela curte filmes de ação.
Antes que eu possa evitar, pego sua mão.
Gaby tem um leve sobressalto, então relaxa e me olha com um sorriso, antes de voltar a prestar atenção na tela.
Ainda não consegui decifrar essa garota. É doce, mas não parece ingênua. Transmite inocência, mas também é supersegura de si. Não me enche de perguntas nem dá em cima de mim. Que merda, nem sequer levantou o assunto do hóquei, o que, em geral, é a primeira coisa que as meninas fazem comigo.
É estranho como não sei quase nada sobre ela, embora há dois dias tenha enfiado a cara entre suas pernas e… Ah, merda, agora estou pensando na buceta dela.
Delícia. Então sinto uma ereção de proporções monstruosas.
Me ajeito no assento, desconfortável, resistindo à vontade de enfiar a mão nas calças e reorganizar as coisas discretamente. Ou talvez enfiar a mão nas calças dela e lhe dar um presente de aniversário inesquecível.
Não faço uma coisa nem outra. Os sons de gente comendo pipoca e amassando embalagens de bala ecoam à nossa volta, um lembrete evidente de que temos companhia. Tento me concentrar nos créditos de abertura que aparecem na tela, mas, com dez minutos de filme, minha ereção continua firme e forte.
Quanto tempo pode durar uma ereção? Três horas? Quatro? Esse filme não pode ser tão longo, né?
Puta merda, espero que não.



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