História Imagine Jongin: The Last of Us - Capítulo 1


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Categorias EXO, The Last of Us
Personagens Kim Jong-in (Kai), Personagens Originais
Tags Exo, Fluffy, Imagine, Imagine Jongin, The Last Of Us
Visualizações 11
Palavras 939
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem ♥♥♥

Capítulo 1 - Prologue: O ataque


Sehun levantou e desligou a TV prestes a dormir, Jongin espreguiçou-se e olhou pela janela, estranhando a gritaria e as pessoas correndo. Os irmãos entreolharam-se e sem pensar duas vezes, trancaram portas e janelas, em seguida esconderam-se no banheiro ligando para a polícia, mas ninguém atendia. 

— O que está acontecendo hyung? — perguntou Sehun. 

— E-eu não sei... — respondeu querendo chorar. 

Tinha catorze anos apenas e seu irmão dez, os pais tinham saído para jantar e tudo parecia calmo naquele dia. De repente ouviram tiros, e depois silêncio, a porta foi arrombada da casa e eles estremeceram, Jongin abraçou o irmão e o protegeu como um escudo humano. Murmurou que tudo ficaria bem, mesmo sabendo que talvez não ficasse, apertaram um ao outro. 

— MARTHA, ELES ESTÃO AQUI. — gritou o vizinho e a dupla ergueu o olhar, reconhecendo-o de imediato. — Andem crianças, corram para o carro. 

Assentiram e levantaram correndo, o vizinho estava armado e ensanguentado, mas o sangue não parecia ser dele. Correram até o carro, vendo rapidamente pessoas raivosas atacando umas as outras, estabelecimentos sendo saqueados, lugares explodindo, um verdadeiro caos. Colocaram os cintos as pressas, e logo o vizinho entrou no carro, que acelerou. Sehun e Jongin deram as mãos sem entender nada, e assustados. 

— O exército ainda não disse absolutamente nada, mas temos um esconderijo que fica no Sul. — respondeu ela e acelerou atropelando algumas pessoas, por alguma razão ela estava extremamente calma em meio ao caos. 

De repente um homem raivoso saltou no carro e tentou pegar os meninos, mas ela logo manobrou o carro de uma forma que fez a criatura cair, e em seguida o marido atirou. Os irmãos abraçaram-se, o menor já chorava assustado. O carro então continuou acelerando, até chegar em uma ponte, e ao tentar desviar do caminhão desgovernado e pegando fogo, acabou caindo na água. O marido e a esposa os tiraram as pressas do carro, lutando contra os cintos de segurança e da água puderam ver o mundo ao redor deles em ruínas, a sociedade completamente acabada. 

— DROGA. — exclamou ela. 

— O papai e a mamãe estão bem? — perguntou Sehun enquanto nadavam para a margem. 

— Duvido muito, mas vamos torcer que sim. — respondeu o marido. — Precisamos de um carro, mas como iremos conseguir um agora? 

— Roubando, Phill. — disse ela e suspirou. — Mas por enquanto, precisamos nos abrigar. 

— Certo, meninos fiquem por perto. — disse ele e os irmãos deram as mãos. 

 

Em mais ou menos duas horas, a pacata cidade estava irreconhecível, completamente destruída e com diversos corpos jogados por ali. Com um pouco de sorte, conseguiram roubar um carro após ficarem escondidos em uma farmácia e o usaram para chegar em uma fazenda. Os moradores dali tinham fugido, deixando tudo para trás, até mesmo a refeição que estavam fazendo. Jongin sentou-se no sofá e suspirou, o irmão já dormindo no outro sofá por conta do cansaço. Com medo e sem saber o que fazer, sem saber como os pais estavam, sem saber o que estava acontecendo, olhou para o casal que estava tão perdido quanto ele, mesmo que não demonstrassem. Perguntou-se se em algum momento tudo voltaria ao normal. 

 

 20 anos depois 

 

S/N estava com os pais e os irmãos, além da gangue em que estava inserida, a pistola na mão e o olhar atento. Tudo estava calmo e quieto demais naquela rua cheia de musgos e outras plantas, a natureza tinha tomado posse dali tornando o ambiente tristemente belo e solitário. Nenhum clicker, nenhuma pessoa, eles então abaixaram a guarda e abrigaram-se em uma antiga casa. Tudo bem até o momento, até que foram surpreendidos por uma gangue de canibais. Eles lutaram bravamente, mas a mais velha acabou sendo ferida e o mais velho decapitado, fazendo o sangue do mesmo respingar sobre o rosto da filha caçula que gritava horrorizada. 

— CALA A BOCA VADIA. — disse um dos homens que seguravam os outros irmãos, os levando para os fundos, assim como o pai e a mãe. 

De repente um dos irmãos acabou conseguindo se soltar e depois disso uma briga se iniciou, um dos homens avançou sobre ela e a mesma com muito esforço o empurrou como pode, tiros ecoando pelo ambiente, até que ela finalmente conseguiu enfiar uma faca no pescoço dele. O empurrou o jogando mais longe que conseguiu, e assim que sentou-se, viu que os familiares estavam mortos e só um dos canibais estava vivo, o mesmo a olhou com ódio e antes que fizesse algo, uma flecha voou em direção a ele acertando sua cabeça. Mesmo assustada, ela olhou para para fora e viu um homem encapuzado com um arco e flecha, além da barba por fazer. Mil pensamentos passaram pela sua mente, e ela pensou em correr, mas o homem misterioso foi mais rápido e entrou no local a surpreendendo. 

— Saia daqui, está vindo uma legião de clickers, e essa região não é mais segura. — disse ele e ela apenas assentiu, seus pais disseram para nunca confiar em desconhecidos, mas esse a ajudou e por isso ela estava dividida. — Vá! — pegou a pistola que achou ao lado e correu, mas ele não a seguiu. 

E como esperado, de fato vieram vários clickers e ela só teve tempo de se jogar embaixo de um carro e esperar, enquanto que ele caminhou furtivamente para trás de um outro carro, e nesse momento seu capuz caiu, mostrando seus longos fios negros amarrados em um coque e os olhos que não enxergavam mais. Isso a surpreendeu e a fez questionar, como um cego foi capaz de acertar a mira na cabeça daquele homem a uma distância tão grande? Por que ele estava sozinho? Por que a ajudou? Quem era ele? 



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