História Imagine Jungkook - Bem Me Quer, Mal Me Quer - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Ódio, Romance, Suga, Taehyung
Visualizações 147
Palavras 1.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, Boa Tarde, Boa Noite. Eu comecei a elaborar esse imagine a alguns dias atrás. Muito receosa pra postar, mas aqui estou eu. Espero de todo o coração que gostem. Eu até tentei fazer uma fic com outro membro mas tive bloqueio de criatividade e acabei de perceber que isso não acontece quando eu faço alguma com o Jungkook, mas eu continuarei tentando, porque amo os sete e já iniciei outro imagine com outro membro. Gente eu tô rindo de nervoso, mas bora lá.

Capítulo 1 - Prólogo - Gota D'água


Fanfic / Fanfiction Imagine Jungkook - Bem Me Quer, Mal Me Quer - Capítulo 1 - Prólogo - Gota D'água

Desde que meu pai morreu me sinto sozinha. Minha mãe tem que trabalhar o dia inteiro e mau para em casa. Todo os dias é a mesma coisa, tomo café sozinha, almoço sozinha e na maioria das vezes janto sozinha também. Não tenho amigos, as pessoas que me rodeiam são falsas e só se aproximam quando estão interessadas em algo que você tenha para dá, por isso optei por esse modo de vida e adaptei com viemencia o ditado que diz "antes só do que mal acompanhado".

Entendiada, decido sair, para fazer o que eu venho fazendo todas as noites, é ilegal, mas até agora não fui pega. Encontrei no desenho um escape para minhas frustrações, saio quase todas as noites para grafitar alguns muros ou paredes pela cidade. Voltando da escola, aínda no ônibus, eu vi um muro perfeito para uma arte e já tenho até o desenho todo bolado em minha mente.
Hoje a minha mãe veio jantar em casa, mas daqui a pouco estará saindo para mais um plantão no hospital. Termino de jantar e subo pro meu quarto, um tempo depois ouço a porta bater, me acusando de que ela acaba de sair. Sem demoras pego minha mochila e saio de casa, pego o busão e um tempo depois chego no lugar desejado, dando graças a Deus por não haver muito movimento por ali. Coloco as latas de tinta para fora da mochila, pego o molde do desenho o colocando sobre o muro e começo a fazer os traços do desenho que aos poucos eu via se formar no muro, que antes sem cor, agora já ia ganhado mais vida, com as cores vibrantes. Meus sentimentos expressos em um desenho, onde uma mãe esmagava um coração, com o sangue escorrendo entre seus dedos. Era incrível o quanto eu me sentia bem fazendo isso, a única coisa que me arrancava um sorriso.

Já acabava de fazer os últimos retoques no desenho.

- Você tem talento - uma voz ecoa no escuro me dando um baita susto.

- Quem é você? - indago, tentando enchergar a pessoa.

- Eu sou Namjoon - ele se aproxima, caminhando até a luz, me possibilitando agora ver seu rosto.

O garoto asiático sorri simpático, deixando suas covinhas a mostra.

- Você me assutou Namjoon, eu pensei que fosse outra pessoa - digo respirando ainda ofegante pelo o susto.

- Pelo o jeito dividimos o mesmo Hobby, eu também curto bastante Grafiti - sorri, agora se aproximando - Posso? - pergunta estendendo a mão para pegar a latinha de tinta.

Eu entreguei a latinha de tinha na sua mão e ele logo começou a desenhar, colocou mais algumas cores no meu desenho o deixando ainda mais espetacular. Eu olhei e de imediato abri um sorriso pelo o resultado.

- Você tem bastante talento Namjoon - sorrio.

- Se você quiser depois posso te ensinar alguns truques - ele diz com um sorriso largo, me entregando a tinta.

Assenti com a cabeça.

Ouvimos uma cirene, o que parecia ser a polícia.

- Precisamos ir - o garoto pega em minha mão e sai correndo desesperado. A polícia estava nos seguindo e para despita-los entramos em um beco escuro, eles passaram direto, então continuamos correndo - Conseguimos despita-los - sorri vitorioso.

Estavamos enganados quanto a termos despitado os policiais, porque mais na frente fomos pegos, eles jogaram todas as latinhas de tinta que estavam na minha mochila no chão.

- Vocês não sabem que esse tipo de coisa é ilegal? - o polícia pergunta, ríspido, erguendo a mochila vazia no alto e apontando para as latas de tinta - Quantos anos vocês tem? o policial pergunta.

- 17 - digo de cabeça baixa.

- 19 - Namjoon responde também de cabeça baixa.

- Garota eu vou te levar para delegacia e vou ligar pro seus pais, por ser de menor suponho que não vá te acontecer muita coisa mas já você garoto por ser maior vai ser mais complicado te liberar, mas como o delito não foi muito grande, você pode pagar fazendo trabalhos comunitários. Eu não quero pegar pesado com vocês, também tenho filhos nessa idade mas infelizmente isso não estar em minhas mãos - ele diz em seguida nos colocando dentro do carro da polícia.

***


Minha mãe já chegou dando chilique na delegacia, falou com o delegado e fomos embora para casa. Namjoon ainda ficou lá eu queria ajudar, mas não tinha muito o que fazer. Eu fui todo o caminho até em casa em silêncio, ela estacionou o carro na frente de casa e eu desci batendo a porta e fui direto pro meu quarto. Minha mãe entrou com violência no meu quarto, bastante chateada, ficou alguns segundos me encarando até quebrar o silêncio.

- Eu não sei o que eu faço mais com você S/N, depois de todas as confusões na qual você se meteu, ser presa pichando muro foi a gota d'água - diz com os braços cruzados, batendo o pé de nervosa.

- Não é pichação é grafite, há uma diferença muito grande entre arte e vandalismo - digo um pouco alterada.

- Não me importa S/N, eu não aguento mais isso. Desde que seu pai morreu eu dou duro para sustentar essa casa e nos sustentar e você só me traz problemas a todo momento. Eu estou vendo a hora de perder o emprego, por todas as vezes que eu tenho que sair para te livrar de uma encrenca - se aproxima de mim me encarando.

- A vida é injusta, deveria ter levado você e não o meu pai. Você nunca me entende mãe, se eu faço mil coisas certas você nunca percebi mas se eu faço somente uma errada você cai matando em cima de mim - digo me colocando de pé, com os olhos cheios de lágrimas.

- Seu pai morreu garota, entenda de uma vez por todas que ele nunca mais vai voltar e você vai ter que li dá com o fato de que foi ele e não eu e que sou a única pessoa que você tem agora - ela diz bastante alterada, me sacudindo.

- Eu te odeio mãe - deixo cai todas as lágrimas que eu havia segurado a um tempo, lágrimas de muita amargura.

- Eu conviverei com isso - vira de costas, caminhando até a porta - eu já falei com sua avó e amanhã comprarei a passagem, você irá morar com ela na Coréia do Sul - abri a porta.

- É sempre assim, você foge dos problemas ao preferir enfrenta-los - falo com a voz embargada pelo o choro.

Ignorando o que eu acabara de falar, ela sai e fecha a porta. No furor da ira eu acabei me excedendo e quebrando tudo que eu achava pela frente no meu quarto.


Notas Finais


Gamawo! Espero por vocês no próximo.


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