História Imagine Jungkook - Bem Me Quer, Mal Me Quer - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Ódio, Romance, Suga, Taehyung
Visualizações 1.309
Palavras 1.335
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E a história começou. Espero que leiam e gostem.

Capítulo 2 - A Mudança e o garoto do sorriso encantador


Fanfic / Fanfiction Imagine Jungkook - Bem Me Quer, Mal Me Quer - Capítulo 2 - A Mudança e o garoto do sorriso encantador

Eu morava no Brasil, mas minha mãe acabou me mandando, ou melhor, me despachando para morar com minha avó paterna em gwacheon na Coréia do Sul, depois que eu vestir o uniforme de menina problemática e causei muitos problemas para ela . Como se o problema fosse o lugar onde eu moro, mas eu já estou acostumada, sempre fui um fardo para minha mãe, desde que meu pai morreu. Se ao menos o meu pai estivesse vivo. Ele sim era o único que me entendia.

 

Lá estamos nós, eu e minha mãe no aeroporto Internacional de São Paulo. Ela como de costume, uma boa atriz, sempre fingindo ser uma mãe atenciosa e carinhosa na frente das pessoas, mas dentro de casa a realidade era outra totalmente diferente, não que ela me batesse ou algo do tipo mas tem atitudes que machucam mais que uma surra.

 

- Já que estar indo para um lugar novo ,tente ser alguém diferente e trate de mudar esse jeito rebelde, porque da próxima vez eu não vou aliviar pro seu lado mocinha –minha mãe diz tirando o capuz que cobria minha cabeça.

- Não finja que se importa comigo, esse papel não cai bem para você mamãe - digo com ironia, colocando o capuz de volta na cabeça.

Era de praxe, para passar despercebida eu sempre me cobria com os meus moletons.

- É justamente porque eu mim importo, que estou te mandando para outro Pais. Ao invés de deixar a  justiça te tomar de mim, alegando que eu seja incapaz de te criar e de que você vá parar em um lugar com pessoas de influencias tão ruins que só irá piorar seu comportamento ainda mais - pega em minha mão, fixando os seus olhos nos meus - Eu só quero o seu bem S/N,eu sei que não tenho sido uma boa mãe nos últimos anos, tenho estado muito ausente, mas estou tentando fazer o meu melhor - Ela me abraça e por um estante eu acreditei que a nossa relação ainda tivesse salvação.

- Eu sei que eu também não tenho sido uma boa filha, que só trago problemas e sei também que a senhora vem dado duro para nos manter desde que o papai morreu, mas essa é minha forma de sanar todas as minhas dores - mantenho em segredo nos meus pensamentos as palavras que eu queria que saíssem da minha boca, mas há tempos que eu tinha vestido essa carcaça de menina durona e não iria me desfazer dela nem tão cedo, afinal, é minha forma de defesa.

Ouço a última chamada para o meu vôo e aproveito para me desprender do seu abraço.

Tá, ta bom – digo e ela me solta por completo. Caminho em passos rápidos até o portão de embarque.

- S/N - ela grita e eu me volto para olhar - eu te amo filha - ela diz, deixando seu semblante se entristecer.

Por mais que a nossa relação fosse complicada, ela inda assim é minha mãe, eu a amo e sei que é com ela que eu sempre poderei contar.

 - Eu também te amo mamãe - ao invés de dizer em palavras eu apenas assenti  e atravessei os portões, em direção ao avião.

Entrei no avião e logo me acomodei em meu assento, coloquei meus fones de ouvido e procurei a música mais melancólica que havia na playlist do meu Ipod. Playlist essa que se alguém chegasse a ver, acharia que eu sou depressiva ou algo do tipo. Começa a tocar “Bring Me To Life – Evanescence”. Uma música que simplesmente me retrata.

 

Depois de longas e intermináveis horas, enfim, eu cheguei no aeroporto em Seul. Desci e caminhei até a saída, peguei um táxi e mostrei ao motorista um papelzinho com o endereço da casa da minha avó escrito.

São exatamente 15,3 km de Seul até a casa da minha avó na cidade de Gwacheon , aproveitei a longa caminhada de carro para dá uma olhada na cidade e admirar a paisagem que por sinal é incrível. O motorista, não muito velho, mas já um senhor, explicou a história de alguns lugares pelos os quais passávamos.

Mais um pouco e chegamos. A senhora que apesar de ser chamada de senhora, aparentava ser bastante nova, esperava na porta, parecia sentir que eu estava a chegar. Com a ajuda do simpático motorista coloquei minhas malas para dentro, enquanto minha avó me observava em silêncio. Paguei ao senhor taxista que logo foi embora e entrei para dentro de casa.

- Halmeoni - disse me curvando.
 
Ela me abraçou, eu não recusei mas estranhei pois fazia tempo que não estava mas acostumada a ter esse tipo de afeto.
 
- Vou te mostrar o seu quarto e em seguida preparar alguma coisa para você comer – ela com a voz doce, disse caminhando até a cozinha.
 
Eu a segui, podendo reparar que a casa não era muito grande mas bastante aconchegante. Chegamos no quarto, que supostamente seria o meu, ela abriu a porta e então eu entrei.
 
- Como pode ver, esse quarto era do seu pai, eu não mexi em nada, estar do mesmo jeito que ele deixou quando foi embora. Se você não se agradar de alguma coisa, depois eu te darei dinheiro e você pode comprar o que você quiser para decorá-lo - ela disse enquanto pegava um boné preto, com um desenho de uma bola de boliche o entregando em minhas mãos - Seu pai não tirava isso da cabeça, andava para cima e pra baixo com esse boné - pegou o boné das minhas mãos novamente e o colocou em minha cabeça e soltou um sorriso silencioso, como se tivesse achado graça a cena apresentada diante dos seus olhos – eu sempre achei que você lembrava muito o seu pai e te ter aqui vai ser como se ele estivesse vivo e voltado para casa – ela diz passando as mão em meus cabelos- vou te deixar agora. Para que você possa arrumar suas coisas.
 
Assinto com a cabeça e dou um sorriso frouxo. Minha avó sai, fechando a porta em seguida.
 
Eu não iria mudar nada, o quarto iria continuar do jeito que estava. Em casa, a minha mãe tinha jogado tudo referente ao meu pai. Eu não a julgo, afinal, foi bastante difícil para ela ter que li dá com as lembranças, enquanto tentava cicatrizar a dor da perda.
Coloco o boné na mesinha que suportava um pequeno abajur. Sobre a cama tinha um uniforme, me fazendo lembrar que nem aqui eu estaria livre desse inferno. Pego o quase perfeito conjunto que não era nem um pouco a minha cara, a tirar a cor azul marinho que eu amava e o jogo no chão sem nenhuma preocupação, em seguida me lançando sobre a cama, dando um suspiro profundo. Lá fora, ouço algo que me chama a atenção, uma gritaria melhor dizendo. Curiosa caminho até a janela a abrindo, alguns garotos jogavam futebol na rua, aquela cena me fez sentir como se eu ainda estivesse no Brasil, me fazendo sorri boba. Não é do meu tipo mas não conseguir tirar os olhos. Os meninos eram realmente lindos, em especial um que me encantou com seu sorriso, sua pele branca, o cabelo molhado e grudado na testa pelo o suor. Não vou mentir que meu coração até acelerou um pouco. Eu estava completamente hipnotizada, nunca havia me sentido assim antes, nunca me permiti me sentir assim antes.
O garoto ao lado dele, aparentemente muito bonito também, bateu em seu ombro, apontando para mim, que permanecia com olhar fixo sobre ele, descaradamente. Ele simplesmente olhou para mim e sorriu. Um sorriso que mesmo se o céu estivesse fechado, ele seria capaz de abrir as nuvens, fazendo o sol brilhar novamente. Eu fiquei tão envergonhada que ao me afastar da janela para tentar sair do alcance de seu olhar, acabei tropeçando em minhas malas e caindo em cheio no chão.
 
“Um novo começo, um novo início. Ansioso para ver como será”.
BTS - Move


Notas Finais


Gomawo!


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