História Imagine Jungkook - Bem Me Quer, Mal Me Quer - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Ódio, Romance, Suga, Taehyung
Visualizações 1.350
Palavras 902
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capitulo. Espero que gostem.

Capítulo 4 - Quando tudo parecia perdido


Fanfic / Fanfiction Imagine Jungkook - Bem Me Quer, Mal Me Quer - Capítulo 4 - Quando tudo parecia perdido


Quando tudo parecia perdido. Eis que do meio da escuridão, surgiu uma ponta de luz ou melhor aquele que iria supostamente me salvar. Ao menos é o que eu espero.
 
 
Abro os meus olhos para ver de quem se tratava e me dou por perceber que é o mesmo garoto que havia cutucado o outro que me encantou, me mostrando na janela.
 
- Você conhece essa garota? –  pergunta se levantando e limpando a terra de sua roupa.
 
- Sim, ela é minha amiga, agora deixe-a em paz e não a perturbe mais ou eu vou te fazer lembrar da ultima vez - ele se aproxima do garoto com violência, o fazendo se afastar.
 
- Desculpa garota eu não sabia que você era amiga do Tae - se curva e em seguida sai andando em passos acelerados, quase que correndo.
 
O garoto cujo nome ou apelido  é Tae, me ajudou a levantar e a limpar minhas roupas.
 
- Você estar bem? - pergunta aproximando seu rosto do meu.
 
- Estou, graças a você. Alias, muito obrigado, não sei o que teria acontecido se você não tivesse chegado - me curvo várias vezes.
 
- Mas o que você fazia aqui sozinha? - pergunta, me encarando.
 
- Vim passear e tomar um ar, não sabia que aqui era perigoso - baixo a cabeça, limpando o resto de terra que havia em minha calça.
 
- De dia nem tanto mas a noite é bastante perigoso, os usuários de drogas usam esse parquinho como esconderijo para usarem a vontade, por ser escuro e sem muito movimento a noite - diz maneando a cabeça em volta do lugar - toma mais cuidado da próxima vez, eu posso não estar por perto - se abaixa, ficando da minha altura, me encarando com seu olhar encantador.
 
Ele dá alguns passos, caminhando para ir embora.
 
S/N: Ei - grito.
 
O garota para de andar imediatamente e se volta para mim.
 
- Posso te pedir um favor?- baixo a cabeça envergonhada.
 
- Claro que pode - diz dando um sorriso quadrado, que por sinal é perfeito, pelo o meu ponto de vista.
 
- Você me acompanharia até em casa? Sabe depois do que aconteceu, fiquei receosa de andar pelas as ruas sozinha - digo ainda de cabeça baixa, mexendo os pés, fazendo desenhos sem sentido na areia.
 
- Claro, e onde você mora? - Pergunta bastante simpático.
 
- Logo ali, virando aquela esquina - digo apontando o dedo, indicando a direção.
 
-Eu também moro virando aquela esquina, então acho que somos vizinhos - sorri descontraído.
 
- Eu já sabia,te vi jogando com outros garotos hoje a tarde - digo com um sorriso largo ao ver a imagem do outro garoto que eu nem sabia qual era o nome em meus pensamentos.
 
- Ah... Então era você na janela daquela casa hoje cedo? Eu sabia que te conhecia de algum lugar - ele se aproxima de mim e coloca sua mão em volta do meu pescoço. Eu achei um pouco ousado e invasivo da parte dele mas de alguma forma não me sentia incomodada com tal aproximação - Então vamos logo, que estar ficando tarde e começando a fazer muito frio - diz quase me puxando.
 
Caminhamos até a casa da minha avó, conversamos um pouco, pelo o caminho, que não era longo. É estranho, porque eu nunca tinha visto aquele garoto em toda a minha vida e é como se eu o conhecesse há muito tempo.
 
Enfim, chegamos com frente a casa da minha avó.
 
-  Estar entregue moça dos olhos bonitos - ele diz se abaixando, me encarando mais uma vez de uma forma que me deixava um tanto constrangida- sabe, eu não lembro de ter te visto por aqui antes - faz uma expressão pensativa.
 
- Muito provável. É... Que... eu cheguei hoje de viagem do Brasil, vim morar um tempo com a minha avó - digo com as mão dentro do bolso do moletom, desviando os meus olhos para a casa, em seguida  os voltando para ele.
 
- Ah... brasileira... interessante- sorri um tanto malicioso, não vou mentir, mas não me incomodei de forma alguma.
 
- Acho que vou entrar agora, minha avó deve estar preocupada- sorrio tímida.
 
- Ah... claro, eu também vou entrar, realmente estar muito tarde e muito frio também- sorri, esfregando as mão nos braços, em seguida começa a caminhar até sua casa, que por incrível que pareça ficava com frente a minha - Jungkook - grita.
 
- O que? - pergunto sem entender.
 
- O garoto por quem você estava babando pela janela hoje mais cedo.O nome dele é Jungkook - sorri.
 
- Ah sim, obrigado, mas só para deixar claro, eu não estava babando-reviro os olhos pela acusação do maior.
 
- Hum, sei, fingi que eu acredito - dá uma gargalhada - boa noite.
 
-  Boa noite - sorrio bobo.
 
Ambos entramos cada um em nossa respectiva casa. Minha avó não estava aos redores, deve ter me esperado tanto que dormiu. Caminhei até o meu quarto, tirei a roupa suja de terra, vestindo uma limpa e me joguei sobre a cama, peguei o celular e escreve seu nome no bloco de notas. Eu sabia que não iria esquecer. Não só seu nome como seu rosto ficaram marcados igual tatuagem na minha memória.
 
— Jungokook. Um nome interessante para um garoto interessante — suspiro profundo, tentando entender porque esse garoto mexeu tanto assim comigo.

 



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