História Imagine Jungkook - Capítulo 57


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Categorias A Seleção, Bangtan Boys (BTS)
Personagens America Singer, Celeste Newsome, Elise Whisks, Gavril Fadaye, Jeon Jungkook (Jungkook), Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Park Jimin (Jimin), Rainha Amberly, Rei Clarkson
Tags Romance
Visualizações 85
Palavras 1.471
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura anjinhos ^-^

Capítulo 57 - Capítulo 56


Fanfic / Fanfiction Imagine Jungkook - Capítulo 57 - Capítulo 56

Eu estava a ponto de simplesmente pedir que Jungkook baixasse o zíper

quando ele 

  caiu na gargalhada.

Sua risada me fez voltar à realidade imediatamente.

— O que é tão engraçado? — perguntei, horrorizada, tentando pensar em um jeito discreto de sentir meu hálito.

— De todas as coisas que você já fez, essa foi de longe a mais divertida! — Jungkook exclamou, rindo tanto que dava tapas no

joelho.

— Como é?

Ele estalou um beijo na minha testa e disse:

— Sempre imaginei como seria quando você tentasse. — E voltou a gargalhar. — Desculpe, preciso ir — completou. Até

seu jeito de levantar dava mostras de que estava se divertindo muito. — Vejo você amanhã.

E saiu. Simplesmente saiu!

Fiquei lá, sentada, completamente arrasada. Onde eu estava com a cabeça quando pensei que aquilo daria certo? Jungkook

podia não saber tudo sobre mim, mas pelo menos conhecia meu caráter. E aquela… aquela não era eu.

Baixei os olhos para aquele vestido ridículo. Era demais. Nem Celeste teria ido tão longe. Meu cabelo estava perfeito

demais; minha maquiagem, carregada demais. Ele tinha entendido minhas intenções desde o primeiro segundo em que pôs os

pés no quarto. Suspirando, apaguei as velas uma por uma e fiquei imaginando como iria encará-lo no dia seguinte.

Pensei em fingir uma gastrite. Ou uma enxaqueca arrasadora. Ataque de pânico. Sério, qualquer coisa que me livrasse do café

da manhã.

Então pensei em Jungkook e no que ele sempre dizia sobre encarar as dificuldades com a cabeça erguida. Talvez não fosse

meu ponto forte, mas se ao menos eu descesse até a sala de jantar, se ao menos estivesse presente… quem sabe ele me daria

algum crédito.

Na esperança de consertar pelo menos parte do que fizera, pedi às criadas que me vestissem com a roupa mais discreta que

eu tivesse. Só por esse pedido elas entenderam que não deviam perguntar nada sobre a noite anterior. O decote do vestido era

um pouco mais fechado do que costumávamos usar no clima quente de Angeles, e as mangas chegavam quase até o cotovelo.

Era florido e alegre, o oposto do visual da noite anterior.

Mal consegui olhar para Jungkook quando entrei na sala de jantar, mas pelo menos mantive a postura ereta.

Quando finalmente dei uma espiada em sua direção, lá estava ele me observando, com um sorriso irônico nos lábios.

Enquanto comia, Jungkook piscou para mim, e voltei a baixar a cabeça, fingindo estar muito interessada na minha quiche.

— Bom ver você com roupas de verdade hoje — Kriss disparou.

— Bom ver você de bom humor.

— O que deu na sua cabeça? — ela perguntou.

Desanimada, não quis prolongar a conversa.

— Estou sem paciência para isso hoje, Kriss. Só quero que você me deixe em paz.

Por um instante, achei que ela fosse reagir, mas aparentemente eu não valia o esforço. Ela se ajeitou na cadeira e continuou

a comer. Se eu tivesse obtido um mínimo de sucesso na noite anterior, poderia justificar minhas ações. Mas do jeito que as

coisas tinham ido, sequer podia fingir orgulho.

Arrisquei outro olhar para Jungkook. Apesar de não estar mais me observando, dava para perceber que ainda se segurava para

não rir enquanto cortava a comida. Era demais. Eu não suportaria um dia inteiro daquele jeito. Já estava me preparando para

desmaiar, fingir uma dor de barriga ou tentar qualquer outra coisa para sair dali o mais rápido possível quando um mordomo

entrou na sala. Trazia um envelope em uma bandeja de prata e fez uma reverência antes de colocá-la diante do rei Clarkson.

O rei pegou a carta e leu-a no ato.

— Malditos franceses! — resmungou. — Desculpe, Amberly , mas parece que terei de partir dentro de uma hora.

— Mais um problema com o tratado de comércio? — a rainha perguntou tranquilamente.

— Sim. Pensei que tivéssemos acertado tudo meses atrás. Precisamos ser firmes desta vez.

O rei atirou o guardanapo na mesa, levantou e seguiu em direção à porta.

— Pai! — Jungkook chamou, também se levantando. — Não quer que eu vá junto?

De fato, eu tinha achado estranho o rei não vociferar nenhuma ordem para que o filho o seguisse quando se levantou.

Afinal, era esse o seu método de ensino. Desta vez, porém, ele se voltou para Jungkook e, com o olhar frio e a voz cortante,

disparou:

— Quando você estiver pronto para se comportar como um rei, poderá vivenciar o que um rei faz. — E se retirou, sem

dizer mais nada.

Jungkook permaneceu de pé por alguns instantes, chocado e envergonhado pela bronca que levara na frente de todo mundo

Sentou novamente e se dirigiu à mãe:

— Para ser sincero, não estava muito animado com o voo — comentou, para aliviar a tensão com uma piada. A rainha

sorriu, como obviamente era sua obrigação, e nós ignoramos o ocorrido.

As outras garotas terminaram o café da manhã e pediram licença para ir ao Salão das Mulheres. Quando restávamos apenas

Jungkook, Elise e eu, levantei os olhos para ele. Mexemos na orelha ao mesmo tempo e sorrimos. Elise finalmente saiu, e nos

encontramos no meio da sala de jantar, sem nos importarmos com as criadas e os mordomos que chegavam para limpar a

mesa.

— Ele não vai levar você por minha causa — lamentei.

— Talvez — Jungkook provocou. — Acredite, não é a primeira vez que ele tenta me colocar no meu lugar, e, na cabeça

dele, tem milhares de motivos para isso. Não me surpreenderia se o principal motivo agora fosse despeito. Ele não quer

deixar o poder, mas quanto mais perto eu chego de escolher uma esposa, maior a probabilidade de que isso aconteça. Apesar

de ambos sabermos que ele nunca abrirá mão do governo.

— Você deveria me mandar para casa de uma vez. Ele nunca vai deixar que me escolha.

Eu ainda não contara a ele que seu pai havia me encurralado e me ameaçado no meio do corredor depois que Jungkook o

convencera a me deixar ficar. O rei Clarkson deixara bem claro que era para eu ficar de boca fechada sobre aquela conversa, e

eu não pretendia contrariá-lo. Ao mesmo tempo, odiava guardar segredos de Jungkook.

— Além disso — acrescentei, cruzando os braços —, depois de ontem à noite, não acho que você me queira por aqui

mesmo.

Ele mordeu os lábios.

— Desculpe pela minha reação, mas, sério, o que mais eu podia fazer?

— Eu tinha várias ideias — murmurei, ainda envergonhada por ter tentado seduzi-lo. — Agora me sinto uma idiota —

completei, escondendo o rosto entre as mãos.

— Pare com isso — ele disse gentilmente e me abraçou. — Acredite, foi muito tentador, mas você não é assim.

— Mas não deveria ser? Isso não deveria fazer parte do que somos? — lamentei, apoiando a cabeça em seu peito.

— Você não se lembra da noite no abrigo? — Jungkook perguntou baixinho.

— Sim, mas aquilo era basicamente a nossa despedida.

— Teria sido uma despedida fantástica.

Recuei, dando um leve empurrão nele. Ele achou graça, feliz por ter amenizado o desconforto da situação.

— Vamos esquecer esse assunto — propus.

— Ótimo — concordou. — Além do mais, temos um projeto para pôr em prática, você e eu.

— Temos?

— Temos. Como meu pai está fora, este é o momento ideal para começarmos a bolar estratégias.

— Certo — eu disse, empolgada por fazer parte de algo só entre nós dois.

Jungkook respirou fundo, me deixando ansiosa para descobrir o que estava tramando.

— Você tem razão. Meu pai não a aprova. Mas ele pode ser obrigado a ceder se conseguirmos uma coisa.

— Que coisa?

— Precisamos fazer de você a favorita do povo.

Fiz uma careta.

— Esse é o nosso projeto, Jungkook? Nunca vai acontecer. Vi uma pesquisa em uma das revistas da Celeste depois que tentei

salvar Marlee. As pessoas não me suportam.

— As opiniões mudam. Não deixe um momento isolado desanimá-la.

Eu ainda achava que era impossível, mas o que poderia dizer? Se aquela era minha única opção, pelo menos deveria tentar.

— Tudo bem — eu disse. — Mas já vou avisando que não vai funcionar.

Com um sorriso travesso no rosto, Jungkook chegou bem perto e me deu um beijo longo e demorado.

— Pois eu digo que vai.


Entrei no Salão das Mulheres com o plano de Jungkook na cabeça. A rainha ainda não havia chegado e todas as meninas riam

juntas perto da janela.

— S/n, venha aqui! — chamou Kriss, como se fosse urgente. Até Celeste se virou para mim com um sorriso e um

gesto para que me aproximasse.

Desconfiei um pouco do que me esperava, mas me juntei ao grupo mesmo assim.

— Meu Deus! — exclamei.


Notas Finais


HUUUMMM S/N E JUNGKOOK TEM UM PLANO LALALA ITIII SHIPPO MUITO ESSES POMBINHOS...Q ÓDIO DO REI...OQ SERÁ Q AS MENINAS QUEREM MOSTRAR PARA S/N??? HUMMM SÓ NO PRÓXIMO PARA SABERMOS...

Muchas gracias por leeren :3 me perdoem pelos erros ortográficos.


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