História Imagine Jungkook - Capítulo 58


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Categorias A Seleção, Bangtan Boys (BTS)
Personagens America Singer, Celeste Newsome, Elise Whisks, Gavril Fadaye, Jeon Jungkook (Jungkook), Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Park Jimin (Jimin), Rainha Amberly, Rei Clarkson
Tags Romance
Visualizações 79
Palavras 2.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura anjinhos ^-^

Capítulo 58 - Capítulo 57


Fanfic / Fanfiction Imagine Jungkook - Capítulo 58 - Capítulo 57

— Pois é — suspirou Celeste.

Lá estava metade dos guardas do palácio, sem camisa, correndo em volta do jardim. Jimin tinha me contado que todos os

guardas tomavam uma injeção para ficarem fortes, mas aparentemente eles também faziam um monte de exercícios para

manter o corpo em forma.

Apesar de sermos todas leais a Jungkook, não dava para ignorar tantos garotos lindos.

— O loiro… — Kriss comentou. — Bom, acho que é loiro. O cabelo está tão curto!

— Eu gosto deste aqui — cochichou Elise quando outro soldado passou pela janela.

Kriss segurou o riso.

— Não acredito que estamos fazendo isso!

— Ali, ali! Aquele cara de olhos verdes — disse Celeste, apontando para Jimin.

Kriss deixou escapar um suspiro.

— Dancei com ele no Halloween. Além de bonito, é divertido.

— Também dancei com ele — gabou-se Celeste. — O guarda mais lindo do palácio, fácil.

Tive que dar uma risadinha. Imaginei como ela se sentiria se soubesse que Jimin tinha sido um Seis antes de se tornar

guarda.

Enquanto o observava correr, pensei nas centenas de vezes em que fora envolvida por aqueles braços. A distância cada vez

maior entre nós parecia inevitável, mas mesmo assim me perguntava se havia uma maneira de preservar uma parte do que

vivemos. E se eu precisasse dele?

— E você, S/n? — Kriss perguntou.

Jimin era o único que me atraía e, depois de sofrer tanto por ele, parecia idiota escolher alguém. Achei melhor me esquivar

da pergunta.

— Não sei. São todos bonitinhos.

— Bonitinhos? — repetiu Celeste. — Você está de brincadeira! Estão entre os caras mais lindos que já vi.

— São só uns caras sem camisa — repliquei.

— Então aproveite a vista porque daqui a pouco só vai poder olhar para nós três aqui dentro — Celeste disse em tom

grosseiro.

— Sei lá. Jungkook fica tão bem sem camisa quanto qualquer um desses caras.

— O quê? — bravejou Kriss.

Só percebi o que tinha dito um segundo depois de as palavras escaparem da minha boca. As três olhavam fixamente para

mim.

— Quando exatamente você e Jungkook ficaram sem camisa? — Celeste quis saber.

— Eu não fiquei!

— Mas ele ficou? — Kriss perguntou. — Foi por isso que você usou aquele vestido péssimo ontem à noite?

Celeste estava em choque:

— Sua vadia!

— Como é? — gritei.

— Bom, o que você esperava? — ela emendou, cruzando os braços. — A não ser que você queira nos contar o que

aconteceu e provar que estamos erradas.

O problema é que não havia como explicar o assunto. Despir Jungkook não tinha sido exatamente um momento romântico,

mas eu não podia contar que tinha cuidado de feridas nas costas dele causadas justamente por seu pai. Jungkook guardaria esse

segredo a vida inteira. Se o traísse agora, seria o fim da nossa relação.

— Celeste estava seminua com ele nos corredores! — acusei, com o dedo apontado para ela.

O queixo dela caiu.

— Como você sabe?

— Quer dizer que todo mundo já ficou sem roupa com Jungkook? — Elise perguntou, horrorizada.

— Não ficamos sem roupa! — gritei.

— Chega — disse Kriss, levantando os braços. — Precisamos tirar isso a limpo. Quem fez o que com Jungkook?

Todas se calaram por alguns instantes. Ninguém queria ser a primeira a falar.

— Eu o beijei — revelou Elise. — Três vezes e só.

— Eu nunca o beijei — confessou Kriss. — Mas foi escolha minha. Ele me beijaria se eu deixasse.

— Sério? Nenhuma vez? — perguntou Celeste, chocada.

— Nenhuma.

— Bom, eu o beijei várias vezes — Celeste falou, jogando o cabelo para trás, orgulhosa em vez de envergonhada. — A

melhor foi naquela noite no corredor.

E, com os olhos em mim, completou:

— Ficamos cochichando sobre como era emocionante saber que podíamos ser pegos no flagra

Então todas se viraram para mim. Lembrei das palavras do rei, quando insinuou que talvez outras garotas estivessem

dispostas a ser mais atiradas do que eu. Mas eu sabia que essa era apenas mais uma de suas armas, uma tentativa de me fazer

sentir insignificante. Decidi ser honesta.

— O primeiro beijo de Jungkook foi comigo, não com Olivia. Eu não queria que ninguém soubesse. E depois houve

outros… momentos mais íntimos. Em um deles, Jungkook ficou sem camisa.

— Ficou sem camisa? Assim, num passe de mágica, ela saiu? — pressionou Celeste.

— Ele tirou — admiti.

Ainda não satisfeita, Celeste continuou a forçar a barra.

— Ele tirou ou você tirou?

— Acho que os dois.

Depois de alguns instantes tensos, Kriss retomou a palavra:

— Muito bem, agora sabemos a posição de cada uma.

— E qual é? — Elise perguntou.

Ninguém respondeu.

— Só queria dizer… — comecei — que todos esses momentos foram muito importantes para mim, e que realmente me

importo com Jungkook.

— Você quer dizer que a gente não se importa? — vociferou Celeste.

— Sei que você não se importa.

— Como ousa?!

— Celeste, todo mundo sabe que você quer alguém com poder. Até apostaria que você gosta um pouco dele, mas não é

apaixonada. Você quer a coroa.

Sem negar, ela se voltou para Elise.

— E essa aqui? Nunca vi qualquer traço de emoção em você!

— Sou reservada. Você devia tentar de vez em quando — Elise rebateu no ato. Aquela faísca de raiva me fez gostar dela

um pouco mais. — Na minha família, todos os casamentos são arranjados. Eu sabia que comigo também seria assim. Posso

não estar completamente apaixonada, mas respeito Jungkook. O amor pode vir depois.

Kriss falou, em tom amigável:

— Isso parece meio triste, Elise.

— Não é. Há coisas maiores do que o amor.

Todas encaramos Elise, digerindo suas palavras. Eu tinha lutado pela minha família em nome do amor e, também em nome

do amor, tinha feito o mesmo por Jimin. E agora, apesar de a simples ideia me assustar, estava certa de que todas as minhas

ações em relação a Jungkook — mesmo as mais bobas — também eram motivadas por esse sentimento. E se houvesse algo mais

importante?

— Bom, eu admito: amo Jungkook — Kriss desabafou. — Amo e quero que se case comigo.

De volta à discussão, minha vontade era de derreter pelo carpete. O que eu tinha começado?

— Muito bem, S/n, desembuche — exigiu Celeste.

Gelei e comecei a respirar com dificuldade. Demorei um pouco para encontrar as palavras certas.

— Jungkook sabe o que eu sinto, e é isso o que importa.

Ela fez uma cara de decepção, mas não me pressionou mais. Sem dúvida estava com medo de que eu fizesse o mesmo com

ela.

Permanecemos lá, nos entreolhando. A Seleção já durava meses, e agora finalmente podíamos enxergar os verdadeiros

objetivos de cada uma na competição. Agora todas sabíamos qual era a relação das concorrentes com Jungkook — pelo menos

em parte —, e era possível compará-las.

A rainha chegou momentos depois e nos desejou bom-dia. Depois de cumprimentá-la com uma reverência, nos afastamos.

Para os cantos do salão, para dentro de nós mesmas. Talvez tudo se resumisse a isso mesmo. Havia um príncipe e quatro

garotas, três das quais voltariam para casa com pouco mais que uma história interessante sobre como passaram o outono.

Eu dava voltas pela biblioteca do primeiro andar, retorcendo as mãos e tentando organizar as palavras que ia dizer. Sabia que

precisava explicar o que tinha acabado de acontecer antes que ele ouvisse da boca das outras meninas, mas isso não queria

dizer que estava ansiosa pela conversa.

— Toc, toc — ele disse enquanto entrava. Logo notou a preocupação em meu rosto. — O que houve?

— Não fique bravo — avisei enquanto ele se aproximava.

Jungkook desacelerou o passo. Sua expressão apreensiva agora era de cautela.

— Tentarei.

— As garotas sabem que vi você sem camisa.

Ao ver a pergunta se formar em sua boca, emendei:

— Não contei nada sobre as suas costas — jurei. — Até quis, porque agora elas simplesmente acham que passamos a noite

no maior amasso.

Jungkook sorriu.

— Mas foi assim no final das contas.

— Sem gracinhas, Jungkook! Elas me odeiam agora.

Ele me abraçou sem perder o brilho nos olhos.

— Se serve de consolo, não estou bravo. Não me importo, desde que você guarde meu segredo. Só estou um pouco

chocado que você tenha contado a elas. Aliás, como esse assunto surgiu?

Deitei a cabeça em seu peito.

— Acho que não posso contar.

— Humm… Pensei que estivéssemos trabalhando nossa confiança — ele disse, correndo o polegar pelas minhas costas.

— E estamos. Peço que confie em mim quando digo que as coisas só vão piorar se eu contar o resto.

Talvez eu estivesse enganada, mas algo me dizia que revelar a Jungkook o episódio dos guardas suados e sem camisa traria

algum tipo de problema para todas nós.

— Certo — ele disse enfim. — Então as garotas sabem que você me viu parcialmente despido. Algo mais?

— Elas sabem — comecei, depois de um pouco de hesitação — que seu primeiro beijo foi comigo. E eu sei tudo o que

você fez ou deixou de fazer com elas.

Jungkook deu um pulo para trás.

— O quê?

— Depois que deixei escapar a história de você sem camisa, começou uma sessão de acusações e resolvemos falar a

verdade. Sei que você já beijou Celeste várias vezes e que já teria beijado Kriss há tempos se ela tivesse deixado. Tudo veio à

tona.

Ele levou a mão ao rosto e deu alguns passos enquanto processava as informações.

— Então não tenho mais nenhuma privacidade? Nenhuma? Porque vocês quatro resolveram comparar os placares?

Sua frustração era evidente.

— Para alguém tão preocupado com a honestidade, você deveria agradecer.

Jungkook parou e me encarou.

— Como é?

— Tudo está às claras agora. Todas nós temos uma boa ideia da situação de cada uma. Eu, por exemplo, estou grata.

Jungkook contorceu o rosto.

— Grata?

— Se você tivesse me contado antes que Celeste e eu tínhamos quase a mesma intimidade física com você, eu não teria

tentado nada na noite passada. Você tem ideia da humilhação que passei?

O príncipe deu uma risada irônica e voltou a andar.

— Por favor, S/n. Você já disse e fez tantas coisas estúpidas que para mim seria uma surpresa descobrir que você ainda

é capaz de sentir vergonha.

Talvez por ter recebido uma educação menos sofisticada, demorei um pouco para sentir todo o impacto daquelas palavras.

Jungkook sempre gostara de mim. Ao menos era o que dizia. E sentia isso apesar da opinião dos outros. Seria também apesar de

sua própria opinião?

— Vou me retirar — eu disse com a voz calma, incapaz de encará-lo nos olhos. — Me desculpe por contar a história da

camisa.

Segui em direção à porta, me sentindo tão pequena que me perguntava se ele teria notado o movimento.

— Vamos, S/n. Não quis dar a entender que…

— Não, tudo bem — balbuciei. — Vou prestar mais atenção às minhas palavras.

Subi as escadas. Não sabia ao certo se queria ou não que Jungkook me seguisse. Ele ficou.

Quando cheguei ao quarto, encontrei Anne, Mary e Lucy, que trocavam os lençóis e espanavam as prateleiras.

— Olá, senhorita — cumprimentou Anne. — Deseja um chá?

— Não. Só quero sentar na sacada um pouquinho. Se alguém me procurar, diga que estou descansando.

Anne franziu a testa, mas concordou.

— Claro.

Passei um tempo tomando ar fresco. Depois dei uma lida no texto que Silvia tinha preparado para nós. Tirei um cochilo e

toquei um pouco de violino. Desde que eu conseguisse ficar longe das outras meninas e de Jungkook, não me importava de

fazer absolutamente qualquer coisa.

Com o rei fora, tínhamos permissão para fazer as refeições no quarto. Foi o que fiz. Quando estava na metade do meu

frango ao molho de pimenta e limão, ouvi baterem à porta. Talvez estivesse paranoica, mas tinha certeza de que era Jungkook.

Não tinha condições de vê-lo naquele momento. Agarrei Mary e Anne e fui ao banheiro.

— Lucy — sussurrei —, diga a ele que estou no banho.

— Ele? Banho?

— Sim. Não o deixe entrar — foi minha instrução.

Fechei a porta e grudei o ouvido nela.

— O que significa isso? — Anne perguntou.

— Conseguem ouvir alguma coisa? — perguntei.

As duas também encostaram o ouvido na porta, à espera de algum som inteligível.

Eu só escutava a voz abafada de Lucy , mas quando me aproximei do vão da porta, pude ouvir claramente a seguinte

conversa:

— Ela está no banho, Alteza — Lucy respondeu com tranquilidade. Era mesmo Jungkook.

— Ah, tinha esperança de que ela ainda estivesse comendo. Pensei que talvez pudéssemos jantar juntos.

— A senhorita decidiu tomar um banho antes de comer.

A voz de Lucy vacilava um pouco, se sentindo mal com a mentira.

Vamos, Lucy. Aguente firme, pensei.

— Entendi. Bom, você poderia pedir para S/n me chamar quando terminar? Gostaria de falar com ela.

— Humm… Talvez o banho seja demorado, Alteza.

Jungkook se calou por um momento.

— Ah. Tudo bem. Então você pode, por favor, dizer a ela que estive aqui e que ela pode me chamar se quiser conversar?

Diga também para não se preocupar com a hora. Eu virei.

— Sim, senhor.

Houve um longo silêncio. Comecei a achar que ele já tinha saído.

— Bem… Obrigado — Jungkook disse afinal. — Boa noite.

— Boa noite, Alteza. 


Notas Finais


KSKKSKSKS MDS MANO Q MENTIRA MAIS ESFARRAPADA SOCOROOO MESMO ASSIM AMO A LUCY KSKSKSKSK MANO Q ÓDIO DA CELESTE AFF E O JUNGKOOK TAMBÉM Ñ COLABORA!!!

Muchas gracias por leeren :3 me perdoem pelos erros ortográficos.


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