História Imagine: Jungkook: Irmão Carinhoso - Capítulo 1


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Visualizações 133
Palavras 2.016
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Literatura Feminina, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


N/A: Depois de um tempo afastada da plataforma, resolvi republicar e continuar os projetos que estavam em andamento, pois me incomodava muito em deixar meus trabalhos pela metade.
E se você está aqui procurando um imagine, que na minha humilde opinião é uma categoria tão boa (mas tão mal aproveitada), SEM aquele dito termo "s/n", (que entre nós, atrapalha bastante em realmente "imaginarmos" o contexto como nossa própria história) talvez você tenha vido ao lugar certo!

INFORMAÇÃO IMPORTANTE PARA A HISTÓRIA:
A fanfiction mesmo sendo só uma one-shot, somente será a primeira história de toda uma SAGA que estou planejando fazer entre todos os membros do grupo de forma INTERLIGADA, caso se interesse pela "continuação", fique a vontade para seguir meu usuário já que a sequência serão publicadas INDIVIDUALMENTE.

Enfim, fiquem a vontade para ler a história e se apaixonaram por Jungkook mais uma vez

DATA DA PRIMEIRA PUBLICAÇÃO: 29/07/2017

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Imagine: Jungkook: Irmão Carinhoso - Capítulo 1 - Capítulo Único

 

  O colchão estava tão macio, e os lençóis que me cobriam tão confortáveis que se não fosse pelo peso que repentinamente caíra em cima de mim, provavelmente eu não teria levantado da cama antes das 12hs numa manhã de sábado.

 

  Ouço o farfalhar das cortinas sendo abertas e sinto a claridade bater diretamente contra meus olhos, sendo isso incômodo o suficiente para abri-los. Ficaria irritada com quem quer que fosse o individuo por perturbar meu sono a sei lá que horas da manhã, se eu não tivesse me deparado com um sorriso tão animado como o de Jeongguk assim que minha visão deixasse de ser só um borrão turvo. Ele era o dito cujo que me acordava praticamente todos os fins de semana que eu voltava para visitar a cidade, porém, nunca acostumaria em ser acordada desta forma, ainda mais porque Jeongguk era um rapaz muito afetuoso – sempre fora, e eu, por alguma infelicidade, não sou o tipo de pessoa confortável a tanta demonstração de afeto físico como a que Jeongguk costuma me oferecer.

 

   Deve ser algo natural entre irmãos, tenho conhecimento disto, entretanto, mesmo sendo irmãos, certas vezes sentia algo perto do desconforto quando gguk me cedia caricias em exagero – segurando minha cintura inadvertidamente, acariciando seus dedos sobre meu pescoço, passando as costas de suas mãos em meu rosto, sem antes mencionar o fato de que quase hiperventilo quando ele começa a distribuir beijos. Não que eu pense que isso seja necessariamente ruim, mas como meu irmão sabe sobre o quanto sou inapta a seu tipo hábito, fica bem óbvio que a sua insistência em fazê-lo é para me importunar. Provavelmente por isso ele fazia questão de me acordar, pois poucas coisas me deixavam mais em alerta do que um marmanjo de quase 1m80 de altura se remexendo em cima de mim.

 

“Nem venha com história de ‘mais 15min’ que isso não vai me enganar de novo.” Fala com um sorriso no rosto, mostrando que não sairia de cima de mim tão facilmente. “Há semanas que você não vem nos visitar, nem pense que te deixarei livre tão cedo, ainda mais hoje que temos o dia somente para nós dois.”

 

“Hn?” Me concentro em empurrar os cobertores para o lado e forçar um pouco meus braços para afastar Jeongguk da cama, até ele mesmo se levantar. “E pra onde nossos pais vão?”

 

“Então...” Fala enquanto me ajudava em arrumar a cama assim que levantei também. “Você passou tanto tempo sem dar aviso de visita que mamãe e papai resolveram agendar uma viagem para a capital, - que, aliás, eles sairão daqui à uma hora, mas não se preocupe, disse a eles que ficaria em casa para não te deixar sozinha, é claro.” Finalizou pegando em uma de minhas bochechas e a apertando de leve, como se falasse com uma criança, mesmo eu sendo a mais velha dentre nós dois.

 

  Afastei sua mão sem me importar muito em reclamar, pois acabei ficando mais preocupada por fazer gguk, por minha visita repentina, desistir da viagem que tinha com nossos pais.

 

“Desculpa.” Disse enquanto dobrava um dos cobertores da cama, sabia o quanto gostava de viajar, tinha receio d’ele ficar chateado por minha culpa.

 

“Ah, não fica preocupada desse jeito.” Ele bateu contra meu ombro em zombassão. “Não é grande coisa, e há quanto tempo não temos tempo só pra nós? Tipo, desde que você começou a faculdade? E olha que faz mais de dois anos que você se formou.”

 

Conhecia aquele tipo de tom, Jeongguk bem poderia estar com o sorriso no rosto, mas eu ainda conseguia reparar o quão chateado ele ficava em todo assunto relacionado à minha saída de casa. Pois quando me mudei gguk fora na época o principal criador de argumentos contra a minha partida. Me sinto mal por lembrar o quão magoado ele ficara quando tive de me despedir dele.

 

“Ou será que você só está querendo arranjar mais uma desculpa para ter um mano-a-mano comigo?” O melhor seria desconversar, antes que a conversa acabe ficando melancólica, como todas as vezes que Jeongguk começava a falar sobre o assunto. “Não pense que ganhará de mim tão fácil só porque criou alguns músculos, e nem tente me bajular para te deixar ganhar como da última vez!” Joguei uma almofada em direção ao seu rosto e corri para fora do quarto antes que ele contra atacasse. “Melhor ir me despedir da mãe, antes que ela suba aqui reclamando disso.” Virei meu rosto a tempo de ver uma almofada sendo jogada contra a lateral da porta.

 

(***)

 

  Já era fim de tarde quando paramos para descansar. O dia se resumiu em passar a manhã ajudando nossos pais com as coisas, porque claro, aquela não seria nossa mãe se não resolvesse ajeitar mais malas, com coisas que dizia ser extremante essências, bem na hora de ir para a viagem. Levou praticamente toda a manhã para que mamãe ficasse satisfeita novamente, porém demorou mais algumas horas para que conseguíssemos uma nova passagem para eles.

 

  Quando voltamos para casa, Jeongguk e eu resolvemos que à tarde iriamos para a quadra do bairro para ao menos jogar uma partida de basquete que acabei incitando esta manhã. Não irei admitir em voz alta, mas, aqueles músculos realmente ajudaram gguk com a partida esta tarde. Se não fosse por sua melhora nas jogadas diria que seria por ter me deixado distraída com mais frequência. Pois não me lembro dele ser tão bom assim desde a última vez que jogamos. O tempo que fiquei longe fora o bastante para que não notasse a graduação do seu progresso. E toda a sua desenvoltura no jogo teve um enorme resultado; resultado esse de ter me deixado quase morta de cansaço no final da partida.

 

Quando cheguei me esparramei no sofá – na posição mais confortável que consegui encontrar até o momento - e não planejo sair daqui até que possa voltar a respirar normalmente. E enquanto eu checava o quão suado ficara meu sutiã vi gguk saindo da cozinha e vim em direção ao sofá, me estendendo uma garrafa d’água.

 

“O que achou do jogo desta vez?” Perguntou enquanto suspendia minhas pernas para sentar em um canto do sofá, para depois repousá-las em seu colo.

 

“Desta vez você acabou comigo.” Respondi com um sorriso soprando depois de tomar um gole d’água. “Até acho que terá de me carregar para o quarto.” Brinquei. “Há muito tempo que eu não praticava, tô só o bagaço, mas da próxima vez, não deixarei tão fácil pra você.”

 

“Que má perdedora.” Falou e então notei gguk passando de leve suas mãos em minhas pernas, não pude evitar tencionar um pouco meus músculos em consequência, até sentir a massagem sútil sobre elas. “Você sempre fala esse tipo de coisa quando vê que estou ficando melhor do que você.”

 

“Como é que é?!” Mas que absurdo, esse garoto tá ficando muito ousado, é obvio que é uma grande mentira. Levanto o dorso para alcançá-lo e bater de leve em suas costas pela provocação. “Nem vem com essa, que absurdo! Fala como se você fosse bom em tudo.” O vi começar a rir. “Bom mesmo você é em suar que nem um cachorro, isso sim, encosto a mão em você e fico toda empapada. Vá tomar um banho Jeongguk, antes que você ensope esse sofá! Vai! Anda!” Indireto minha posição e começo a empurra-lo para fora do sofá e sem se queixar ele vai em direção as escadas ainda em risos. “E vê se toma cuidado para não enlamear todo o banheiro, quero ir logo depois.” Finalizo falando mais alto para ele possa me ouvir das escadas.

 

“Senhor, o que eu tive de fazer para receber uma irmã dessa?!” Posso ouvir ele gritar de volta.

 

“Você teve muita, muita sorte! Nem ouse reclamar de mim em minha presença!”

 

(***)

 

 Depois de um banho, que me fez lamentar cada minuto que passei jogando sem o devido aquecimento prévio, e um pequeno lanche – que Jeongguk fez, é claro, pois não estava com coragem nenhuma de levantar daquele sofá novamente – passei o resto da noite tentando assistir um pouco de televisão, já que não tinha nada melhor para fazer que envolvesse ficar deitada sem se mexer.

   Jeongguk ficou assistindo um canal esportivo por não sei quanto tempo, pois mal passara duas horas e eu já estava cochilando – não que o programa fosse desinteressante, porém estava realmente cansada e como o volume da tv estava baixo e gguk resolveu parar de falar por alguns instantes, acabei relaxado o suficiente para adormecer.

 

(***)

 

Acordei sentindo um aperto em volta de minha cintura. Direcionando meus olhos para baixo vi que estava embrulhada num cobertor como também percebi que a extensão do sofá-cama foi estendida e estava deitada sobre ele, pelo silêncio notei que a televisão já estava desligada, e quando finalmente olho em direção ao aperto vejo Jeongguk enlaçado a minha cintura, deitado de lado sobre minhas costas.

 

“Te acordei?” Sussurrou assim que me sentiu virando o rosto em direção ao seu. “Desculpe, eu só estava ajeitando melhor sua posição.” Se justificou parecendo estar um pouco receoso, apertando um pouco mais um de suas mãos que estava de forma persistente um pouco acima de meu quadril.

 

“Há quanto tempo estou dormindo?” A primeira coisa que pensei para falar, numa forma de tentar ignorar a sensação um pouco desconfortável que suas mãos me acariciando causavam.

 

“Desde os primeiros minutos do segundo hound do terceiro jogo.” Respondeu se aconchegando de forma mais rente ao meu dorso, um das mãos que estava em minha cintura já deslizava quase que imperceptivelmente ante minha barriga. “Quer ir para a cama?” Senti suas palavras soprando bem próximo ao meu ouvido, num tom de voz que não reconhecia, talvez uma provável preocupação.

 

“Não quero me levantar agora.” Sussurrei de volta. De forma alguma subirei todos aqueles degraus que estão no caminho para o meu quarto, imaginar a subida me deixava ainda mais cansada. “Vou continuar dormindo aqui Jeongguk.” Respondi pausadamente, mal abrindo meus lábios, sentido a inércia do sono, não tendo certeza se realmente respondi audivelmente. Tanto que a letargia acabou me deixando indiferente -  quando estava para adormecer completamente – das  impulsões superficiais que senti junto ao meu quadril, mas talvez somente fosse a ventilação que vinha contra o cobertor.

 

“Então eu ficarei também.” Ainda pude ouvir ao longe gguk sussurrar, mas de alguma maneira tive o impulso para dar de ombros em sua resposta, murmurando alguma monossílaba inaudível.

 

  Apesar de inerte, por algum motivo, meu sono não voltou tranquilo, como se alguma coisa externa me importunasse de descansar, e em certo momento ainda lembro da sensação do repouso, que deveria estar num morno aconchegante, passou a ficar num calor repentino e inusitado que eu não pude reconhecer. Entretanto quando acordei na manhã seguinte tudo estava calmo novamente.

 

  O ventilador ainda estava ligado, lançando um ar frio contra o meu rosto, Jeongguk continuava adormecido ao meu lado, me abraçando desajeitadamente, com suas pernas em volta das minhas, enquanto seus braços manteasse perto de meus quadris num apoio modesto.

 

Tentei afastar suas mãos, porém, senti-as me segurarem com mais força, e quando virei meu rosto, vi gguk sorrindo para mim, no tempo que senti seus pés passaram de raspão em meu calcanhar enquanto ele se despreguiçava. No entanto, no momento que iria abrir a boca para falar algo, consegui ver em reflexo seu rosto se aproximar de novo até o sentir inalar o ar profundamente quando pôs seu rosto entre a curva de meu pescoço.

 

“Dormi como um anjo!” O ouvi exclamar enquanto se levantava e assim me permitia deitar mais confortavelmente sobre o sofá, porém estranhei o quão gelado era o lugar onde ele estava deitado em comparação ao meu. “Vai querer café?” Num piscar de olhos o via me encarrando novamente, e me perguntei como ele conseguia chegar tão perto em tão pouco tempo, na verdade, perto mais que o suficiente para que num curto esticar pudesse depositar um beijo em minha testa. Um carinho. Não sei se um dia conseguirei me adaptar a todo esse dito carinho que Jeongguk persiste em me atribuir.

 

(***)

 


Notas Finais


N/A: Espero que tenham gostado :) Estarei ansiosa para ler sobre o que acharam da história, então fiquem a vontade para comentar abaixo XD

Até a próxima! /o/

~HeeBoom


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