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História Imagine Kuroko No Basket - Capítulo 13


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Notas do Autor


Desde já peço desculpas pelos erros ortográficos ^^

Capítulo 13 - Uma visita


S/n on




Antes de ir para casa, eu decidi passar em uma sorveteria com a Carla. Já que ela disse que ia pagar.







E todo mundo sabe que comida não se recusa, em especial sorvete.










Ao chegarmos eu fui direto para a vitrine escolher meu sabor de sorvete, eram tantos que eu não saberia qual escolher.



Dentre eles havia alguns que eu conhecia, como, menta com chocolate, passas ao rum, creme, leite condensado, morango e esses comuns aí. 





Mas tinha alguns sabores estranho também, como, sorvete de alho, tomate e cenoura, carne de cavalo e um que brilha no escuro, tô achando que tem radiação nesse sorvete que brilha. 






País diferente, gostos diferentes.





Então peguei qualquer sabor, que não fosse pelo menos daqueles sabores estranhos.






Carla pegou o dela e sentamos numa mesa perto da janela da sorveteria. 





S/n: Não venha me pedir beijo em troca do sorvete depois.- Dei uma colherada grande no meu sorvete e coloquei na boca de uma vez.







Acabo de me arrepender, meu cérebro virou uma pedra de gelo.







Carla: Pode ficar tranquilo.- Tomou um pouco do seu sorvete.- Eu queria te falar uma coisa.


S/n: O quê? - Falei enquanto massageava minha testa. 


Carla: Se você notar as minhas faltas a partir da semana que vem, é porque eu retornei para o Brasil. 


S/n: Mas por quê?


Carla: Se trata do meu pai ter adoecido.


S/n: Sério? Se tiver como eu ajudar...


Carla: Não é necessário.- Sorriu.- Em torno de duas semanas eu estou de volta pra  te encher de beijos.- Lançou dois beijos no ar.


S/n: Deus é mais, se quiser pode ficar pelo Brasil mesmo.


Carla: Que maldade N/m-kun! - Choramingou.- Bem, aproveite seu sorvete de qualquer forma.- Sorriu deixando o dinheiro que era para pagar o sorvete em cima da mesa.


S/n: Tá beleza.









(Quebra de tempo)



Carla on




Já havia se passado alguns dias, e agora cá estou eu na fila de embarque para o Brasil. 






Não tardou para chamarem o meu vôo, fui rápida e embarquei de imediato. E como eu não ia poder fazer quase nada dentro de um avião por 50 horas, o jeito era ficar lendo algum livro e pegar no sono.










(Quebra de tempo)






Desembarquei e peguei minha mala, logo em seguida fui para a saída do aeroporto e fiz sinal para o táxi parar.





Eu tô morta de cansada, tudo que eu quero agora é chegar na casa da minha mãe, tomar um banho e dormir.







Foram cerca de quarenta minutos para chegar em casa. Mas o que importa é que eu cheguei, já fui procurando a chave da porta num vaso de planta, porque as vezes mãe tem mania de fazer isso.





E não é que eu acertei?







Entrei em casa e deixei a mala no canto da parede, subi as escadas e procurei de imediato o quarto da minha mãe. Só peguei uma camisola dela e fui tomar banho, ao terminar voltei para o quarto totalmente revigoravada e caí com tudo em cima da cama dela.








Mas como sempre minha felicidade dura pouco.







???: Vai levantando daí! 








Por que ela é sempre assim?




Carla: Oi pra senhora também mãe. - Me levantei e a encarei com uma cara preguiçosa. 


Mãe: Vem! Você precisa me contar tudo! 


Carla: Deixa eu dormi e depois te conto!


Mãe: Não me desafia!





Ela me puxou pelo braço até a sala e me jogou sentada no sofá. 




Carla: Ai.....isso doeu.


Mãe: Tanto faz! E aí, como está sendo? 


Carla: Além de ter que me passar por uma retardada, pervertida, irritante, e beijoqueira? Tudo ótimo! 


Mãe: Desculpa ter que fazer você passar por isso, mas você é a única pessoa que eu tenho por lá para espiar como vai indo o processo......pera, beijoqueira?- Me olhou incrédula. 


Carla: Sim, eu beijei ela duas vezes.- Revirei os olhos. Percebi que ela me olhava incrédula.- E não me olha assim! Você sabe que tem alguns homens a minha procura por causa do papai, e foram várias vezes que eles apareceram, eu tinha que esconder meu rosto de qualquer jeito. E sempre que apareciam eu estava sempre com a S/n. Pra minha sorte, semana passada eles deram uma sumida. E a S/n até se surpreendeu porque eu não estava mais beijando ela de supresa. O jeito era continuar fingindo. 


Mãe: Pffff....-Tampou a boca contendo uma gargalhada.


Carla: NÃO É ENGRAÇADO PERDER O BV COM UMA GAROTA! No último beijo eu tava com um bala na boca, e ela pensou que eu tava tentando enfiar a língua na boca dela!


Mãe: HAHAHAHAHAHAHA!!- Ela se jogou no chão dando gargalhada.





Parecia até aqueles finais de Peppa Pig, onde todos os retardados se jogam no chão rindo.



Mãe: Tá parei, eu ia considerar muito lésbico se não fosse por esse motivo.- Limpou uma lágrima enquanto dava algumas risadas.- Bem, não quero que você conte em hipótese alguma que é minha filha. Imagina ela saber que sua treinadora está de olho nela? Eu tenho que ver como é o seu desenvolvimento normalmente sem pressão alguma.


Carla: Tá.....posso dormir?


Mãe: Vamos jogar basquete pra matar a saudade?


Carla: Você sabe que eu não jogo há um ano.


Mãe: Mas sabe jogar não sabe?


Carla: ......- A encarei por alguns segundos.- Vamos jogar então, deixa eu trocar a roupa.- Me levantei do sofá em um pulo.




























Notas Finais


Até o próximo capítulo amores 👅❤


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