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História Imagine L Lawliet - Meu doce detetive - Capítulo 21


Escrita por: Blanc_eye

Notas do Autor


músicas usadas para fazer esse capítulo: Love me Like you do, Glad You came, Chasing the sun e Sweater Weather
espero que gostem e boa leitura ^^

https://i.pinimg.com/originals/85/37/5c/85375c5eb921d3e5c56a14f50f91b4b0.gif - pescoço do L

Capítulo 21 - Podemos?; Futuro... L quer uma coisa


Fanfic / Fanfiction Imagine L Lawliet - Meu doce detetive - Capítulo 21 - Podemos?; Futuro... L quer uma coisa

- É isso mesmo que você quer? - Perguntei enquanto aliso o rosto dele com o polegar e dei um curto beijo na boca dele.

L: - Sim... - Ele retribuiu ao beijo, dando um outro curto selar. - Mas eu nunca fiz isso antes.

- Não tem problema, tem uma primeira vez pra tudo. 

Nos levantamos, pegamos na mão um no outro e ele me levou até o quarto dele.

- Não tem riscos do Watari escutar nada? - Perguntei um pouco receosa.

L: - Acho que não. - Ele fechou a porta. - Mas eu fechei a porta para garantir, embora ele não seja de ficar espiando os outros.

L segurou a lateral direita do meu rosto e me beijou e ambos fechamos os olhos, segurei na lateral esquerda do pescoço dele e ele lentamente foi passando a mão em volta da minha cintura, nós dois ficamos com o corpo em contato direto, até que devagar fomos andando para a cama e aos poucos ele foi me deitando, ficando por cima de mim.

L: - Eu nunca fiz isso antes, então se eu fizer alguma coisa errada, me desculpe. - Ele falou com o rosto próximo do meu e com a perna entre as minhas duas pernas.

- Não tem problema, temos primeira vez para tudo. - falei enquanto aliso o cabelo dele. - Como eu falei anteriormente. 

Segurei nos dois ombros dele e inverti as nossas posições, agora eu estou por cima dele e de quatro.

- Só... tenta relaxar tudo bem? 

L: - Tudo bem. - Ele fez que sim com a cabeça.

Abaixei o meu rosto até o pescoço dele e comecei a beijar delicadamente aquele local, para que ele se acostumasse e se soltasse um pouco mais também.

(pescoço do L - link nas notas do autor)

Afastei alguns fios que estavam no cabelo dele e percebi que L fechou os olhos, uma das minhas mãos está alisando o cabelo dele, enquanto a outra está no ombro dele. Fui fazendo uma trilha de beijos, no pescoço de L.

L: - Isso é muito bom... - Ele falou como quem está relaxado.

- Que bom que gosta, posso fazer outra coisa? Pode doer um pouco.

L: - Não acho que você vá fazer nada de ruim para mim, então pode fazer o que quer. - Ele falou virando o rosto para mim e eu sorri sem mostrar os dentes.

Fui até o pescoço dele e de leve, dei um chupão na curvatura do mesmo, mas um chupão devagar e leve, não ficará uma marca grande, percebi que L mordeu o lábio e apertou os olhos. Minha mão que estava no cabelo dele, aos poucos, foi deslizando pelo peito de L, mas de forma carinhosa.

- Doeu? - Perguntei olhando para ele dessa vez.

L: - Não, foi bom até.

As mãos dele começaram a subir pelos meus braços e ele me deitou ao lado dele, e ele se levantou um pouco, e foi até o meu pescoço, fazendo a mesma coisa que eu antes, dando chupões sobre o meu pescoço.

L: - Você já fez bastante por mim, acho que é justo eu retribuir da mesma forma. - Ele disse sem parar o que está fazendo e uma das mãos alisa o meu cabelo.

- Você é muito fofo L. - Dei um selar nele.

L: - Obrigado, mas você também é. - Ele começou a descer os beijos pela minha clavícula e passei as mãos pelas costas dele lentamente. - Eu devo tirar a minha roupa agora? - Ele perguntou olhando no meu rosto.

- Se você quiser... - Falei com as minhas mãos ainda nas costas dele a alisando com os dedos.

Ele se levantou e retirou a camisa e a deixou em cima da cama mesmo, retirei a minha blusa e fiz o mesmo. Ele ficou olhando o meu corpo por um tempo com o dedo na boca, como se estivesse o estudando.

- O que foi L? - Perguntei rindo um pouco.

L: - Seu corpo é bonito... mais do que eu pensei que fosse. - Ele falou analisando ainda.

Retiramos nossas peças de baixo, ficando agora só de roupas íntimas, L se sentou e eu sentei no colo do mesmo, inclinei o meu rosto em direção a boca dele e damos início à um beijo de língua calmo. Ele passou as mãos pelas minhas costas devagar e de forma carinhosa, segurei a curvatura do pescoço dele enquanto ainda nos beijamos, e aos poucos, senti um certo volume se formar em baixo de mim, e soltei um breve riso.

L: - O que foi? - Ele perguntou de forma parando o beijo, enquanto ainda segura a minha cintura.

- Você está excitado. - Falei com a ponta dos nossos narizes encostados e dei um selar nele. - Eu acabei percebendo.

L: - Enquanto está sentada em mim não foi? - Eu ri da pergunta dele. - Eu realmente acho que não estou aguentando esperar... - Ele ficou com as bochechas avermelhadas.

- Então quer ir para o principal logo?

L: - Quero, se não for incomodar claro.

- Você nunca me incomoda tá bom? 

Me deitei e ele ficou por cima de mim, L retirou a cueca e eu retirei a minha calcinha, quando vi o membro dele saltar para fora, fiquei um pouco surpresa, é grande até, e também não é nem fino e nem muito grosso.

L: - Eu posso? - Ele perguntou com as mãos apoiadas ao lado da minha cabeça.

- Pode.

Ele colocou o membro dentro de mim e começou a fazer movimentos de vai e vem, apertei um pouco os olhos, porque a coisa não é pequena.

L: - O que foi? - Ele parou.

- Nada importante. - Respirei fundo.

L: - Mas se envolve você, é importante, pelo menos para mim. - Ele diz enquanto olha fixamente no meu rosto.

Fiquei um pouco constrangida com o que ele falou, mas também feliz.

- Não é nada de demais tá bom? - Alisei a bochecha dele com o polegar. - Não tem com o que se preocupar.

L: - Tudo bem. - Ele voltou a se movimentar um pouco devagar. - Essa sensação não é ruim... - Ele diz enquanto continua o que está fazendo.

De repente, ele mordeu o lábio e eu apertei um pouco os olhos, pois ele tocou no meu ponto de prazer (clitóris), soltando um gemido, L soltou um arfar um pouco forte, e foi um arfar um pouco grosso, que me arrepiou.

Puxei o rosto dele para um beijo, mas de repente, ele começou a acelerar a penetração, deixando ainda mais prazeroso, e começamos a gemer entre o beijo, o suor começou a se formar na testa dele e senti se formar no meu pescoço. Continuei com os braços envolvidos no pescoço dele e ele encostou a testa na minha, enquanto geme e sinto o calor da voz dele no meu rosto, começamos a gemer mais intensamente conforme o ápice de nós dois vem chegando.

L: - S-S/n... - Ele me chamou enquanto geme e soltou um arfar. - E-Eu...

- T-Tudo bem... - Falei com dificuldades por conta dos gemidos. - E-Eu tomo um remédio... - Falei enquanto ainda estamos com as testas coladas uma na outra e arfamos sem parar.

Depois de mais alguns segundos, ele gozou dentro de mim e parou de penetrar, ofegante e com o rosto ainda próximo do meu.

- C-Como se sente? - Perguntei ofegante enquanto ele ainda está com os braços apoiados no colchão entre cada lado da minha cabeça. 

L: - I-Isso é muito bom... - Ele disse ofegantemente. - Devíamos fazer mais vezes... Mas cansa bastante.

- Você quer fazer isso mais vezes? - Eu ri do que ele falou, embora se relacionar seja uma coisa que todo mundo que já fez gostou.

L: - Sim, mas eu preciso repor minhas energias... - Ele falou exausto e caiu do meu lado deitado. - Obrigado S/n.

- Eu que agradeço. - Falei e dei um sorriso para ele.

Ficamos deitados por um tempo para conseguir repor um pouco das energias e fomos tomar banho.

Chegou a noite e eu e ele resolvemos ver um filme, e o L quis um filme de investigação, mas não dá certo porque ele sempre resolve o mistério antes do filme revelar.

L: - Esse foi muito simples... - Ele disse sentado enquanto está com uma lata de sorvete nas mãos.

- L não tem graça se você falar o que vai acontecer. - Falei rindo da concentração dele.

L: - É inevitável eu não posso controlar isso.

Fomos ver Scooby Doo, e a concentração do L na tela é impressionante, chega até ser fofo e engraçado.

L: - Aquela loira é a culpada pelos ataques. - Ele disse apontando para ela com o dedo enquanto a outra mão está segurando a lata de sorvete.

- L!

L: - Desculpa! É incontrolável. - Ele disse com os olhos arregalados.

- Não dá pra ver filmes de investigação com você... - Segurei o travesseiro e ri dele.

L: - O que foi? 

- Você é muito chato para ver filmes de mistério. - Falei abraçando a almofada, mas rindo internamente.

L: - Eu não sou chato. - Ele olhou para mim. - Apenas resolvo antes deles.

- Não vou mais assistir com você. - Falei propositalmente, segurando o riso. - Me deixa com a minha almofada, ela não resolve os mistérios

L: - Solta a almofada. - Ele ficou sério.

- Não. - Prendo o riso no fundo da garganta. - Eu amo a almofada.

L: - Solta ela. - Ele mandou sério.

Ele tá com raiva da almofada... que fofo. - Prendi o riso.

- Porque?

L: - Eu quero a sua atenção e a almofada está atrapalhando. - Ele disse ainda no mesmo tom. - Solte-a.

- Não vou. - Prendi ainda mais o riso e peguei meu celular e comecei a filmar. - Porque você quer que eu largue a minha almofada.

L: - Porque ela está tomando o meu lugar neste exato momento.

- Mas a almofada nem é um ser vivo L. - Falei ainda filmando ele e sorrindo.

L: - Mas está tomando o meu lugar. - Ele puxou a almofada do meu braço e deitou em cima dos meus seios. - Esse lugar é só meu. - Ri do que ele falou e comecei a passar os dedos entre os cabelos deles.

- Não se preocupa, nada nem ninguém vai tirar esse lugar de você. - Falei e sorri enquanto aliso o cabelo dele.

Em algum lugar distante...

Autora temporariamente on

Ryuk está sentado em um prédio que dá para ver toda a cidade.

Ryuk: - É Light... foi bom enquanto durou. - Ele disse e anotou o nome de Light no Death Note, fazendo com que Light desse uma parada cardíaca.

Autora off

Alguns anos depois...

Eu e L somos atualmente casados à dois anos, trabalhamos em vários casos juntos, sempre mantendo a identidade escondida, mas o L é ciumento além da conta as vezes, mas não é um ciúme abusivo, chega a ser engraçado, ainda mais quando ele fica com o rosto sério.

Light foi morto por parada cardíaca, Misa continua vivendo sua vida, conformada com a morte de Light

Agora nós voltamos para casa, moramos no Japão, e então resolvemos sair porque o L quer ir comprar alguns doces para o novo estoque dele, e ele tem uma geladeira só para guardar os doces dele, os meus são separados senão ele come todos, mas ele divide se pedir.

L: - Watari, onde é a casa de doces daqui? - Ele perguntou enquanto nós três andamos na rua, e está nevando, então estamos de roupas de frio.

Watari: - Na próxima quadra L.

- Calma que os doces não vão fugir L. 

Duas crianças esbarraram em nós dois, uma parece ter cinco anos (um menino) e a outra parece ter três (uma menina).

L: - O que foi? - Ele colocou o dedo próximo a boca enquanto olha para as crianças.

- Estão perdidas? - Perguntei pegando o menino no colo e L fez o mesmo com a menina.

Menino: - A mamãe sumiu moça... - Ele falou de forma dengosa e eu me derreti.

- Calma, vamos achar a sua mãe, como ela é?

Menino: - Ela tem a cor do cabelo do seu, não é muito alta, e está de azul. - Ele disse enquanto passa os dedos entre uma mecha do meu cabelo.

Olhei para o L.

L: - Você está com saudades da sua mãe? - Ele perguntou calmamente e a garotinha fez que sim com a cabeça. - Vamos achar ela, quer um pirulito? - Ele entregou um pirulito colorido para ela.

Menina: - Obrigada moço... - Ela se encolheu e encostou a cabeça no ombro de L, enquanto está com o pirulito na boca e o L segura nas costas dela com uma das mãos.

Percebi que o L soltou um pequeno sorriso com isso e "tremeu na base".

L: - Não tem de que. - Ele deu dois tapinhas nas costas dela e fomos andando até a doceria, na esperança de no caminho achar a mãe dessas crianças.

Mas não achamos ainda, então compramos os doces.

L: - Crianças, o que querem? - Ele perguntou ainda com a menina no colo, ele realmente gostou dela, é até bonitinho. de ver.

Menino: - A mamãe disse que não podemos aceitar doces de estranhos.

- A sua mãe ensinou muito bem. - Abaixei na altura dele. - Mas estamos comprando na frente de vocês, não tem porque ter medo da gente, jamais faríamos alguma coisa para vocês. Tá bom?

L: - Podem confiar na gente, tá bom?

As duas crianças escolheram os doces, a menina apontou para um doce em forma de coelhinho que estava em uma prateleira alta e o L pegou.

L: - É esse que você quer? - Ele mostrou para ela.

Menina: - Sim. - Ela sorriu e ia abrir.

L: - Espera. - Ele interferiu colocando a mão na frente. - Vamos pagar primeiro, não podemos comer enquanto não pagarmos.

Menina: - Mas...

L: - Se comermos os doces agora, o guarda que está ali no canto vai pegar os doces de nós dois, por isso que pagamos, para não ter esse problema. - Ele explicou calmamente. - Entendeu?

Menina: - Entendi. - Ela fez que sim com a cabeça e colocamos os doces em um carrinho.

Menino: - Moça, eu posso pegar aquele ali? - Ele perguntou apontando para um ursinho de chocolate.

- Claro. - O segurei e o levantei até a prateleira certa. - Cuidado para não derrubar os outros doces tá bom? 

Menino: - Tá bom. - Ele pegou e o segurei no colo.

- Você dá conta desse ursinho? Ele é bem grande, e você é pequeno. - Brinquei com ele e ele riu.

Menino: - Dou sim, eu sou muito forte. - Ele mostrou os braços como quem é forte e eu ri.

- Estou vendo, você é muito forte. - Dei um toque no nariz dele.

Pagamos os doces, e o dinheiro não foi um problema. Quando saímos da doceria, uma mulher vestida de azul veio na nossa direção apressada.

Crianças: - Mamãe!

Mulher: - Meus filhos! - Ela parou na nossa frente. - Obrigada por cuidar dos meus filhos... - Ela disse com lágrimas nos olhos e aliviada. - Eles aprontaram alguma coisa? Vi que saíram de uma doceria, eles pediram alguma coisa? Eu irei pagar sem problemas. - Ela ia pegando a carteira.

L: - Compramos algumas coisas para eles, mas não precisa pagar nada senhora, é um presente. - Ele falou e entregou uma sacola com os doces das crianças.

Menino: - Moça eu vou sentir a sua falta... 

Abaixei na altura dele.

- Eu também vou. - O abracei e depois ele foi em direção à mãe.

Menina: - Eu não quero ir... - Ela falou abraçando o pescoço do L, o que o deixou sem jeito.

L: - A sua mãe estava preocupada com você, tem que ir. - Ele disse abraçando a mesma.

Menina: - Eu não quero que você vá embora moço... - Ela disse em tom de choro o que deixou o L ainda mais sem jeito.

L: - Bom... Mas você precisa ir... É a sua mãe...

Mulher: - Vamos filha. - Ela pegou a menina no colo. - Obrigada novamente por cuidarem dos meus filhos tão bem. - Ela foi embora.

Voltamos para casa e guardamos os doces, mas percebi que o L está pensativo, então resolvi perguntar o porque.

- O que foi? Você está pensativo desde que as crianças voltaram com a mãe.

L: - Foi bom ter aquela menininha nos braços, e ela era tão fofa, eu me senti importante para ela.

- Foi uma sensação boa né? - Perguntei sorrindo. - Aquela garotinha realmente gostou de você, acho que daria um bom pai.

L: - Eu quero ter um filho...

____trailer do próximo episódio____

S/n e L resolvem ter um filho, e vão "fazê-lo"

Quando ela descobre que está grávida, L fica feliz, mas tenso também, por conta das misturas estranhas que ela quer fazer.

Quando eles descobrem o sexo do bebê, os dois ficam felizes, e o L é muito exigente nos nomes e nas roupinhas... e claro, nos doces que ele quer ensinar a criança a comer.

 



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