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História Imagine Lee Taeyong - Refugees - (NCT) - Capítulo 38


Escrita por: SrtaHwang

Notas do Autor


Espero que gostem do capítulo, já estamos na reta final e boa leitura 😘💕❤️💞

Capítulo 38 - Capítulo XXXVIII - De volta ao lar.



Após tudo o que ocorreu — desde a fuga, minha descoberta sobre Taeyong e JYP, Jay Park e Handong serem levado a prisão —, tive que infelizmente permanecer no acampamento que o FBI montou. E foi informado que eu e os jovens, estávamos na Alemanha na Floresta Negra, chamada assim devido a sua densidade.

E era até bom estar livre do projeto e etc, mas na maior parte do tempo no acampamento eu precisava fazer um tratamento contra as drogas, inseridas no meu sangue e tomar uma dúzia de remédios por dia. Ainda foi retirado o chip e apagado a tatuagem na nuca. E também precisei fazer uma terapia em grupo no meio da floresta que eu não gostava nem um pouco, por ter que expor o quê eu passei naquele lugar na frente de jovens e de uma estranha.

Mesmo assim, eu era grata pelo FBI ter disponibilizado os tratamentos, remédios e queimado qualquer resquício daquele lugar, ainda protejendo nossa imagem a mídia — sim o caso havia sido exposto ao mundo e éramos chamados de refugiados — e todos os envolvidos foram presos e ouvi dizer que JYP pegou um tempo de prisão perpétua. 

Até fiz amizade com Kun, que trazia os remédios que eu deveria tomar na tenda que virou como um quarto para mim, só que com um chão de grama e uma maca como cama, mas isso não importava. E Kun sabia sobre Taeyong e até se desculpou por ter revelado, mesmo eu tendo agradecido ele. 

E eu continuava bem longe de Taeyong, que já tentou diversas vezes falar comigo. Eu apenas negava com a cabeça e saía de perto dele. Felizmente Taeyong, parou de insistir e eu agradeci. 

 Notei que tudo estava voltando ao seu verdadeiro lugar e se recompondo. Os jovens devido ao tratamento, começaram a se lembrar de suas vidas e de quem foram. Então não existia mais tanto fanastimo e ilusões. Só um questionamento sem fim do quê havia acontecido e onde estavam. Era como se os jovens estivessem acordando de um sono longo e profundo.

E algo recentemente me surpreendeu. Maria e meu antigo grupo pediram desculpas a mim pela expulsão, por não terem acreditado nos meus fatos e até pelo tapa que Maria tinha me dado.  No entanto, eu aceitei as desculpas e nossa amizade retornou mais forte e sincera. Ravi também pediu desculpas por ter se afastado e pelo mesmo motivo de não ter acreditado em mim. Nossa relação de irmãos voltou e eu não deixava de visitar ninguém.

Até mesmo alguns dos populares — Christian, Rune, Kuanlin, Marrie e o restante se recusou — vieram pedir desculpas a nós pelo bullying, humilhação e ofensas causadas. Rune até pediu desculpas a mim pela paixonite e disse que iria superar. Nós aceitamos, mas não mantínhamos contato com ele porque seria muito conviver com eles, mesmo reconhecendo seus erros e querendo mudar. 

E percebi que os jovens desaparecidos estavam melhorando e haviam voltado a viver com outros jovens tranquilamente. Me senti feliz por eles e pela recuperação dos jovens em geral. 

E também o FBI fez algo que eu considerei muito gentil da parte deles. Eles trouxeram os corpos de Anne e Angelina e explicaram que o chão cedeu devido ao fogo — o que eu já sabia — e o impacto foi tão grande, que ocasionou na morte delas. E elas foram as únicas que faleceram e o restante do lugar — que também foi informado que era um castelo enorme, cercado por roseiras e o labirinto era um disfarce para ninguém de fora entrar — continuava intacto, mas seria destruído futuramente.

Fizemos um memorial a elas, relembrando suas personalidades e seus corpos foram enterrados naquele campo que eu visitará. E eu não me sentia mais triste e me lamentava pela morte delas. Agora eu sentia apenas uma nostalgia, quando vejo seus túmulos.

— S/n, está acordada ? — Kun perguntou entrando na tenda, de repente. Eu estava deitada na maca, pensando em tudo o que havia acontecido.

— Sim, Kun. Por que a aparição ? — Me sentei o encarando.

— É hora de você tomar seus remédios.

— Ah eu me esqueci. — Eu realmente havia me esquecido completamente dos remédios. — Pode deixar alí no criado mudo logo eu vou tomar.

Kun deixou no criado mudo e se sentou na cadeira que tinha no canto da tenda. Era um costume ele chegar, deixar os remédios e se sentar iniciando alguma pergunta.

— Vai na terapia hoje ?

— Não estou no clima. Acho que vou dar uma volta e depois visitar Ravi, Maria e os outros. E, você Kun ?

— Tenho que checar alguns jovens e verificar a entrega dos remédios. — Kun agora era responsável pela verificação da entrega dos remédios que eram importados. E as vezes ele checava a saúde de alguns jovens. — Já vou indo. Te vejo no jantar.

Kun se levantou e acenei para ele que  rapidamente saiu da tenda. Aquele acampamento, possuía um local coberto com diversas mesas de madeiras onde ocorria as três refeições do dia. E tinha três cozinheiras que faziam a comida. Elas não eram robôs — que foram aprendidos e desligados pelo FBI — e eram gentis. E na maioria das vezes, eu jantava com Kun, Ravi, Leo ou com os góticos — que estavam muito bem, vale ressaltar. As outras refeições eu estava com Maria e meu grupo, ou com os jovens desaparecidos.

Após Kun sair, calcei meus sapatos, tomei os remédios e sai da tenda indo em direção aquele campo que estavam os túmulos de Anne e Angelina. Não sei explicar bem, mas aquele campo era como se me trouxesse uma paz imensa e era um bom refúgio. 

Como não era tão longe, logo cheguei. E tive o azar de encontrar Doyoung sentado e fumando um cigarro. Decidi na hora sair dali. De forma alguma, eu queria ficar no mesmo ambiente com uma pessoa ligada a Taeyong. Mas para azarar mais, Doyoung virou o rosto e me viu. Que droga. 

— Está saindo daqui, por causa de Taeyong ser meu amigo ? Pode ficar, desconfiada. — Doyoung disse rindo. Não havia nada de engraçado naquilo.

— Sim. Não é da minha vontade e nem do meu desejo, ficar em nenhum lugar que me lembre essa pessoa — Digo sendo firme e clara.

— S/n, posso te falar algo ? — Neguei e Doyoung se levantou e me encarou — Okay, vou falar. Taeyong está sofrendo na mesma médica que você. Ele apenas chora a noite toda e na manhã seguinte volta a trabalhar como um louco. E mesmo que não pareça, Taeyong se culpa por te mentindo e ter partido seu coração, e ele te ama muito. Já pensou em dar uma chance e conversar sem ressentimentos com ele ?

Fiquei pensativa e me questionando. Seria verdade que Taeyong estava sofrendo e me amava ? E eu deveria realmente conversar com ele e dar uma chance ? Não, Doyoung estava apenas blefando e querendo ajudar o amigo.

— Você está apenas blefando, Doyoung. Você só quer o ajudá-lo e acobertar os erros deles. — Virei as costas saindo, mas no meio do caminho parei e virei encarando Doyoung — Um fato para deixar claro. Eu nunca derramei uma lágrima sequer, por aquele traidor.

E saí.





                         {.....}




Seis meses se passaram e era hoje que eu voltaria para meu lar.

Todos os jovens conseguiram se recuperar tanto fisicamente e mentalmente e o FBI liberou passagens e uma quantidade de dinheiro, para os jovens que quisessem voltar. Eu, Ravi e Leo sendo britânicos, aceitamos na hora e com a quantidade de dinheiro compramos celulares  — que estavam num preço baixo e acessível — na cidade perto a Floresta Negra. E fizemos contas para manter contato com nossos amigos e também voltar ao mundo moderno.

— Está ansiosa, S/n ? — Leo perguntou. Nós já havíamos embarcado e despedido do nossos amigos e da equipe do FBI. E eu estava ansiosa para voltar a Londres e finalmente rever meus pais. Mas eu ainda sentia que tinha algo faltando mesmo não sabendo o que, só que não dei importância a esse sentimento. 

— Claro. — Sorri ansiosa. 

Horas depois, nós já estávamos em Londres — que não havia mudado nada — e como eu estava com saudades de tudo o quê envolvia aquela cidade. Agora Ravi e eu estávamos de frente a porta da nossa casa e Ravi não parava de chorar de alegria e saudades, mesmo nós ainda não termos vistos nossos pais. E Leo havia seguido seu caminho para casa. 

Meu corpo todo tremia de nervosismo, mas juntei coragem e toquei a campainha.

— Mãe ? — Falei em inglês.























Continua....







Notas Finais


O que acharam ?


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