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História Imagine Levi Ackerman - Uma brecha de luz - Capítulo 4


Escrita por: Blanc_eye

Capítulo 4 - Seminua... - O capitão não gosta de desobediência


Fanfic / Fanfiction Imagine Levi Ackerman - Uma brecha de luz - Capítulo 4 - Seminua... - O capitão não gosta de desobediência

Bebemos um pouco.

Levi: - S/n.

- Hm? – Perguntei parando de beber.

Levi: - Porque entrou para a tropa de exploração?

- Eu não gosto de titãs, eles matam sem motivos. E você capitão?

Levi: - São criaturas repugnantes que não deveriam existir. – Ele respondeu sério.

- Concordo. Capitão, posso fazer uma pergunta pessoal?

Levi: - Primeiro fala a pergunta e eu digo se vou responder ou não. – Ele disse com os olhos baixos como sempre e bebendo aos poucos a cerveja.

- Você é casado?

Levi: - Não. – Ele respondeu ríspido. – Queria saber porque? – Ele olhou para mim.

- Pensei que fosse. – Falei e bebi um pouco mais.

Levi: - O que te fez pensar isso?

- Geralmente, pessoas como você capitão, são casadas, ou tem relações.

Levi: - Não tenho tempo a perder com esses tipos de relações, tenho muito trabalho. – Ele respondeu no mesmo tom de sempre (anime).

- O mesmo comigo, e também, ainda não achei uma pessoa certa. Mas de qualquer forma é bom que o senhor não tenha nenhuma relação, pelo menos pra mim.

Ele me olhou desconfiado e cerrou os olhos

Levi: - Isso é uma indireta S/n? – Ele perguntou desconfiado.

- Não. – Falei um pouco tensa. – É que se tivesse, eu ia ficar preocupada com o que a mulher pensaria da nossa primeira impressão, por isso perguntei.

Levi: - Menos mal. – Ele cruzou os braços e se encostou na parede atrás dele.

- Hm?

Levi: - As pessoas que me perguntaram isso tinham outros interesses em mim, você é a primeira que não pergunta nesse sentido. – Ele disse com um pouco de tédio na voz. – Você tem família?

- Tenho.

Levi: - Cuide bem deles. – Ele disse encostando a cabeça na parede atrás. – Não se sabe o dia de amanhã.

- Claro. – Bebi um pouco. – Mas porque diz isso capitão?

Levi: - Você não sabe quando eles podem partir, então cuide deles ao máximo.

- Eu irei. – Falei enquanto ele bebe um pouco. – Mas porque está me avisando disso capitão?

Levi: - Por que não se sabe o dia de amanhã. – Ele disse mexendo no copo que ainda tinha um pouco de cerveja. – Não se sabe quando eles vão partir.

- Eu sei...

Conversamos por mais algumas horas e as pessoas do bar estavam indo embora.

Levi: - Vai ficar aqui? – Ele perguntou se levantando e arrumando o paletó.

- Não, já está tarde. – Me levantei. – Temos trabalho amanhã.

Levi: - Não é o que a minha tropa especial pensa. – Ele disse os observando com um pouco de desgosto e respirou fundo. – Mas o que vale é que trabalham bem.

- Pelo menos isso.

Levi: - E pelo menos você é competente nesse caso.

- Não tem risco de eu e você sairmos assim? Juntos? Eles podem nos ver.

Levi: - Na situação que estão, não irão lembrar de nada. Vamos logo, ou vai embora sozinha.

Deixamos o dinheiro das bebidas que tomamos em cima da mesa e saímos do bar.

Minha cabeça está girando um pouco..., mas não faz mal, quase bati em uma placa no meio do caminho, mas tá normal, só não bati porque o Levi segurou o meu braço antes que fosse acontecer.

Levi: - Onde é a sua casa? – Ele perguntou sem me encarar e soltando o meu braço.

- À umas sete quadras daqui virando à direita. Porque a pergunta capitão?

Levi: - Como a casa é?

- Não muito grande, não muito pequena, tem a cor clara e algumas janelas, é sem cerca. Mas porque está perguntando tudo isso capitão? – Fiquei sem entender.

Levi: - Do jeito que você está aí vai bater com a cara no meio de uma carroça. – Vou não... tá tudo sob controle. – E como você é da minha tropa, eu vou te acompanhar até lá. – Ele disse no tom de sempre.

- Não precisa se incomodar capitão. Eu consigo andar até lá.

Levi: - Consegue fazer um galo no meio da testa e hematomas, é isso que você consegue. – Ele foi na frente. – Vamos logo.

- Já falei capitão, não precisa se preocupar, tá tudo bem, não vou morrer voltando pra casa.

Ele respirou fundo.

Levi: - Você é difícil S/n. – Ele me colocou nas costas dele.

- Ei capitão, pode me colocar no chão. – Falei enquanto tento me soltar.

Levi: - Fique quieta. – Ele mandou enquanto me segura nas costas dele.

- Mas—

Levi: - Eu falei, fique quieta. – Ele apertou as minhas coxas com as mãos e doeu.

E vai ficar a marca.

- Ai...! – Reclamei. – Pra que isso capitão Levi?

Levi: - Pra você ficar quieta. – Ele disse sério e continuando a andar.

- Alguém pode ver.

Levi: - Ninguém está vendo, e estamos indo por uma parte escura, não tem nenhum risco, todos já estão dormindo.

- Tá mas... me coloca no chão... – Pedi ainda com a cabeça rodando.

Levi: - Se eu colocar, no mínimo você dorme na rua.

- Poxa capitão... – Falei já desistindo. – Pra que essa persistência toda?

Levi: - Porque você é da minha tropa e se eu deixar você, sonsa do jeito que está, vai sair toda machucada, talvez até estuprada.

- Ninguém me estupraria.

Levi: - Você prevê o futuro?

- Não...

Levi: - Então não fale mais nada.

- Tá bom...

■ LEVI ■

A S/n é mais teimosa do que eu pensei, mas não chega a ser irritante, como outros soldados.

Passei um tempo caminhando até a casa dela.

- Ei. – A chamei, mas ninguém respondeu. – S/n. – A chamei de novo.

Virei o rosto e ela está dormindo, bem quietinha nas minhas costas, deve ser o efeito raso do álcool, já que foram quatro copos de cerveja que ela bebeu, e não parece ser muito forte em bebida pelo visto.

As características batem com todas que ela descreveu.

Tentei abrir a porta e está trancada. – Respirei fundo.

Tirei uma mão das pernas dela e passei pelos bolsos da calça da mesma, para ver se tem alguma chave. A encontrei no bolso direito da bunda dela.

Abri a porta e entrei com ela dentro, liguei a luz e a casa é bem arrumada, limpa e organizada. Gostei.

Procurei o quarto dela, abri a porta e a coloquei lá devagar para não acordar.

Peguei um vestido que parece ser confortável e coloquei em cima da cama da S/n.

Retirei as roupas e os sapatos dela e os coloquei em cima de uma cadeira. Apenas fiz isso porque ninguém mais vai ficar sabendo disso.

A vesti com o vestido e a cobri.

Depois disso, saí, tranquei a casa e passei a chave por baixo da porta.

Ela tem sorte de não ser irritante, caso contrário teria ficado no meio do caminho, fora que a nossa conversa foi muito boa também.

■ S/N ■

Dia seguinte

Acordei com o sol batendo no meu rosto e vi que estava em casa, porque a última coisa que eu lembro é de dormir no meio do caminho de casa nas costas do capitão.

Olhei para as minhas roupas e eu não estou com as mesmas de ontem, e isso sinceramente me deixou com vergonha, porque... o capitão me viu seminua... já que eu estou com as minhas outras roupas de baixo, se eu tivesse me trocado, eu teria deixado as roupas no cesto de onde eu lavo roupas, mas elas estão na cadeira.

Como que eu vou olhar no rosto do capitão Levi agora?

Um tempo depois...

O capitão reuniu todos os soldados da tropa especial.

Levi: - Como sabem, a limpeza é uma coisa crucial no meu esquadrão, quase mais do que as suas habilidades, eu não tolero sujeira. – Ele passou o dedo numa mesa e esfregou a sujeira entre os dedos, depois olhou para a gente. – Mesmo que pequena.

Erd: - Capitão, vamos ter que limpar alguma coisa?

Oluo: - Não sei se consigo limpar, tô meio tonto.

Levi: - Bebeu demais? – Ele perguntou com cara de desgosto, misturada com seriedade e deboche.

Oluo: - Como sabe capitão? Tava lá também?

Levi: - Sim, mas deixei vocês de canto.

Oluo: - Porque não se juntou com a gente capitão? Tava tão bom.

Levi: - Porque eu não queria manchar a minha reputação com quatro porres exagerados.

Caramba... pegou pesado. Mas eu diria o mesmo, então não posso falar nada.

Levi: - Vamos limpar essa área do depósito para eu poder ver o estado de asseio de cada um de vocês.

Pegamos baldes, produtos, água, panos, espanador e outros objetos de limpeza e começamos a fazer o serviço.

Com o tempo, todos foram se separando conforme vão limpando.

Enquanto limpo a parte de baixa dum galpão, escutei alguns passos vindo na minha direção.

Levi: - S/n.

Eu ainda estou morrendo de vergonha.

- Pois não? – Perguntei mantendo a postura séria enquanto limpo ali.

Escutei ele se aproximar novamente, só que dessa vez rapidamente.

Levi: - S/n. – Ele me chamou um pouco mais sério, e bem perto de mim e do meu ouvido. – Quantas vezes eu preciso dizer que eu não converso com as costas de ninguém? – Ele segurou o meu ombro e me virou bruscamente para frente dele e me apoiei com as mãos no chão para não cair.

Ele está acocado, e eu estou sentada no chão.

- O que deseja capitão? – Perguntei me levantando um pouco, e me sentando direito também.

Levi: - Você não é idiota, então sabe que eu troquei a sua roupa ontem e te carreguei até a sua casa, fora que ainda tive que te apalpar (passar as mãos pelo corpo) para pegar a chave da sua casa. – Ele disse sério e me encarando da mesma forma.

- Eu sei disso, eu percebi.

Mas não precisava relembrar...

Levi: - Não conte isso pra ninguém. – Ele segurou a minha cabeça de frente pra dele. – Pelo meu e o seu bem.

- Não tenho essa intenção. Eu sei das consequências que podem vir.

Levi: - Pelo menos agora você está mais obediente.

... Não entendi.

- Capitão, eu só expresso a minha opinião.

Levi: - Mas quem não obedece as minhas ordens, é desobediente. – Ele aproximou o meu rosto do dele, já que está segurando a minha cabeça. – E eu não tolero desobediência.

- Mas não precisava me levar, eu não queria te ocupar nem nada. – Respondi um pouco neutra.

Levi: - Se eu mandar, você obedece. – Ele cerrou os olhos. – E sem questionar um “A”.

Ele é bem dominador. – Observei.

- Mas eu não tenho o direito de discordar quando envolve a mim?

Levi: - Não. – Ele me empurrou para a parede do galpão. – Não tem. – Ele prendeu o meu ombro lá, ficando na minha frente e no meio das minhas pernas, e por cima. – E se discordar, vai arcar com as consequências.



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