História Imagine Min Yoongi - O Trouxa Que Eu Mais Quero - Capítulo 4


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Categorias Agust D / Suga, Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Açúcar Das Trevas, Bangtan Sonyendan, Hoseok Afrontoso, Hoseok Macumbeiro, Imagine Min Yoongi, Jeon Jungguk, Jikook, Jimin Bottom, Jimin Passivo, Jin Bottom, Jin Passivo, Jungguk Ativo, Jungguk Top, Jungkook, Namjin, Namjoon Ativo, Namjoon Top, Suga, Taehyung Bissexual, Taeyoonseok, Taeyoonseok Flex, Vhope, Yoongi Swag Das Quebradas, Yoongi Taeyoonseok Ativo, Yoongi Top, Yoongi Yoonseok Passivo, Yoonseok
Visualizações 60
Palavras 1.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Crossover, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Um beijo no pau que vai no seu cu <3

Boa leitura jão📖❤️

Capítulo 4 - Como uma tempestade


*_______ POV on*

Chego em casa, após correr um pouco. Estava ofegante, porém ainda conseguia manter a calma. O que acabara de acontecer?

Bem, acho que devo relembrar...

Estava voltando do mercado, vi que a casa ao lado estava sendo vendida, e que infelizmente eu teria novos vizinhos. Okey.

Fui ver quem seriam os novos incômodos

- vulgo vizinhos -, e descobri que eles são mais de um. Eles são todos homens, infelizmente. Fiquei revoltada com um, pois ele sacou minha jogada de gênia maléfica, e jogou o feitiço contra o feiticeiro. Acabamos por conversar no quarto dele sobre o devido assunto chamado " um lugar para pessoas no mínimo inteligentes (por quê retardado pode ser)", e acabamos por dormir um pouco juntos.

É... eu vou me matar ali rapidinho e já volto...

E o pior dos ocorridos nessa caralha toda, é que eu não me esqueço dele...

Aquela pele pálida... linda 'pra porra, is olhinhos e lábios pequeninos, que parecem mais terem sido feitos por deuses... o aroma fresco de menta que exalava.. seu pequeno sorriso sínico e gentil ao mesmo tempo.. simplesmente adorável! Seus leves dedos, finos e compridos... sua inteligência então... inalcançável e incompreensível! Seu jeito de ser... tudo, tudo, desde a personalidade, até seus talentos - cujo ainda não tinha a minima ideia de quais sejam, infelizmente - , tudo nele estava me enlouquecendo.

Porém não deixarei me levar pelo clima... não tão facilmente. Não serei, nada deste homem. Nem o conheço! Deve ter sido a adrenalina correndo por meu sangue, e cortando minha alma... esfaqueado vagarosamente meus pulmões, me deixando sofrer... cada vez mais e mais. Simplesmente, sofrer.

Não sofrer por casa de "amor", tanto que não pretendo amar, pretendo me manter afastada desse tipo de clichê. "Oh! Estou amando!" Ou "Ah, o amor não se escolhe, você simplesmente ama..." affs, façam me o favor, não?

Nós controlamos nossa mente do jeito que bem quisermos. Vocês são manipulados tão facilmente pelos outros, que dá até pena...

Pois bem. Decido subir a escadaria para chegar em meu dormitório, meu reino, meu lar dentro de outro, meu paraíso, meu quarto.

Entro no mesmo, já sentindo uma sensação de conforto me tomar por inteira.

Logo em seguida, deito-me na cama cujo ficava com a cabeceira colada à parede contraria. Ao lado dela, em outra parede, se encontrava uma grande janela, que... todo dia ensolarado, iluminava o cômodo por inteiro devido ao seu tamanho. As cortinas ficam translúcidas, permitindo o brilhar do sol adentrar ao amanhecer.

Me jogo no colchão, que retribui se "contorcendo".

— Quero... quero tanto ele aqui novamente... — Murmurei, confesso que estou muito incomodada com minha situação.

— Eu.. e-eu não posso me deixar levar.

Acabo adormecendo com essas confusões, que em minha cabeça, eram tempestades. Tempestades compostas por raios, trovões e flash de luz, em meio às fortes gotas de água gélida, caindo brevemente no solo, fazendo tudo desabar aos poucos.

* Sonho Parte Um on *

Acordo novamente naquele lugar... escuro, frio, vazio... lugar cujo apelidei carinhosamente de "meu coração".

De alguma forma, eu gostava dele, gostava daquele ar repentino passando levemente sobre meus fios rebeldes, loiros meio avermelhados,quase um ruivo (autora: Caso seu cabelo não seja esse loiro naturalmente, tu pintou. Pois só coloquei este tom por quê não tenho muitos exemplos, e acabei por utilizar o meu mesmo). Gostava da sensação de estar sozinha, largada, e esquecida. Eu... me sentia menos paranóica, me sentia livre da insegurança, livre da ansiedade, livre de tudo e todos. Me sentia como se a bala que atiraram em minha cabeça, tivesse voltado ao tempo, voltado ao mundo, não estava mais parada no ar, esperando a mim ceder que tinha que esperar para morrer dolorosamente. Eu me sentia... segura.

Amava aquele lugar, desde os pés à cabeça.

Amava suas leves gotículas de água quente caindo sobre minha cabeça, como se a tempestade tivesse acabado, adorava o jeito que ele retratava tudo, negro e obscuro, como a mente. Não se podia saber o que teria, nem o que aconteceria. Era tudo, inusitado. Pois, eu estava sozinha, não tinha ninguém para mim manipular, e provavelmente "prever o futuro" de acordo com as ações da pessoa. Eu teria que descobrir tudo sozinha.

Mas era temporário, tudo acabaria uma hora ou outra. De repente, tudo desapareceria, num piscar de olhos.

* Sonho Parte Um off*

Acordo, encarando a realidade, e relembrando-me vagamente do sonho, que por mais uma vez, se pôs á repetir-se.

Decidida, desço os degraus da escadaria mais próxima ao meu quarto - pois na casa haviam duas delas - devagar, meio tonta e com a visão turva, vou até a cozinha, adentro a copa e apanho um copo de vidro cristalino no armário aéreo marinho, que ficava na parede da pia. Vou até a geladeira, e pego o jarro repleto de água egrégia, coloco-o em cima da bancada branca dos armários marinhos, e despejo um pouco do líquido transparente no pequeno copo ovalado e reluzente.

Vou tomando pequenos goles doloridos, passando pela garganta seca, e fazendo uma certa ardência, um tanto quanto gostosa de alguma maneira.

Ponho o copo já vazio dentro da pia vazia, e vou voltando ao meu quarto. Ao meio da viagem, já havia subido a maioria dos degraus, porém a campainha toca. Aquele som infernal, que trás angústia somente de pensar que alguém, vem de surpresa, te incomodar, sem avisar, e que pode ser qualquer um.

Chegando perto da porta, paro e penso: "Se eu não abrir, podem achar que não tem ninguém em casa" ideia que logo se desfaz, pois começam a apertá-la - vulgo campainha - freneticamente.

Passo a mão pelos cabelos finos, tentando ajeita-los, tentativa falha, ficaram mais bagunçados ainda. Bato as mãos na roupa leve, e faço bico, pondo uma delas na maçaneta, enquanto a outra destrancava a fechadura.

Quando abro a porta, me deparo com alguém um tanto inesperado... tão inesperado, que eu nem mesmo o reconheci. Já havia me esquecido dessa pessoa há tanto tempo... me livrado de dores há tanto tempo...

  — Quem você está procurando? O que faz aqui?














Notas Finais


Eu escrevi agr d manhã, to com sono, to com fome e n to com a mínima vontade de corrigir essa merda. Vlw flw :^

~~~~sai correndo e pau no cu de quem ta vendo


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