História Imagine Namjoon - Padrasto (incesto) (REPOST) - Capítulo 48


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Red Velvet, Stray Kids, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Irene, Jeon Jungkook (Jungkook), Jeongyeon, Jihyo, Joy, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Mina, Momo, Nayeon, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sana, Seulgi, Tzuyu, Wendy, Yeri
Visualizações 134
Palavras 1.521
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpem os erros.

Capítulo 48 - Atrás das grades


Fanfic / Fanfiction Imagine Namjoon - Padrasto (incesto) (REPOST) - Capítulo 48 - Atrás das grades

Domingo

E enfim é chegado o dia, Chaerin iria voltar hoje.

Naquela manhã S/N teve mais um sonho com sua mãe, a verdadeira.

"Ela caminhava por um campo florido, procurando por uma voz que a chamava. O sol brilhava, tinha diversas flores de diversas cores, um céu azul limpo, um verdadeiro paraiso e ao longe embaixo de uma árvore havia uma mulher sorrindo com os raios de sol em seu rosto. Se aproximou lentamente e a chamou.

— Mãe? - chamou a mulher que virou seu rosto lentamente ainda sorrindo.

— Olá filha - sorriu

— O que está fazendo aqui? 

— Vim me despedir de você

— D-despedir? Você...

— Sim, eu irei partir, já cumpri a minha missão aqui.

— Cumpriu?

— Sim, eu te protegi todo esse tempo. E de agora em diante você irá ser feliz ao lado de quem você ama. - sorriu ainda mais

— N-namjoon?

— Se é ele quem te faz feliz, sim. 

— Mas...

— Não precisa se preocupar com mais nada, você será feliz de agora em diante. Eu te amo filha - se levanta e beija a testa de S/N

— Eu também te amo mãe - sorriu em meio as lágrimas

Nesse momento uma luz forte surgiu atrás de Hae-Sun, ela sorriu acenou e desapareceu.

S/N se sentou e continuou olhando o céu, sorrindo em meio às lágrimas.

Te amo mãe"

Acordou e logo sorriu com a lembrança do sonho, não chegou a conhecer sua mãe pessoalmente mas sabia que a amava e a perdoava.

— Por que está sorrindo tanto? - Seulgi apareceu no quarto.

— Eu tive um sonho com a nossa mãe.

— Sério? Eu também, com o que sonhou?

— Ela veio se despedir de mim. - sorriu sem dentes

Seulgi nada disse somente abraçou sua irmã, que já tinha lágrimas nos olhos.

No café-da-manhã da manhã, preferiram mudar de assunto para não acabarem ficando tristes.

Ao terminar o café-da-manhã S/N se sentou no sofá e ficou mexendo em seu celular, até o mesmo apitar notificando uma mensagem.

 Irei buscar a Chaerin às 3:00. Irá mesmo comigo?

Sim, eu vou — 

— Então irei te buscar, aonde você está?

No xxx-xxx —

— Certo, até mais, estou com saudades

Eu também estou, mas iremos nós ver ainda hoje —

— Estou ansioso para que volte

E eu mais ainda. Será que a minha "mãe" irá ficar muito chateada?

— Eu não sei, mas espero que ela entenda.

Eu também —

— Eu tenho que voltar ao trabalho, te amo

Também te amo —


S/N sorria boba sempre que Namjoon dizia que a amava, porque ela também o amava.

— Estava conversando com o Namjoon? - Seulgi apareceu ajeitando sua roupa

— Sim, como sabe?

— Quando você fica com esses sorrisinhos bobos já dá pra saber - riu

— Ah, claro - riu envergonhada - Vai sair?

— Ah, sim, quer ir?

— Onde vai?

— Irei falar com a Bong-Hee

— Uh, mas já?

— Sim, quero falar o quanto antes

— Sim, eu vou, só irei trocar de roupa

E assim, ela retornou ao quarto e trocou  sua roupa optando por uma calça preta e uma camiseta preta com estampas de gatinho, acompanhado por uma jaqueta preta e um tênis branco.

— Estou pronta - apareceu na sala pegando seu celular no sofá.

— Vamos então?

— Sim

Saíram andando devagar, não estavam com pressa, estavam um pouco nervosas, não saberiam como a mãe de Dahyun reagiria.

— Espera - S/N parou de andar - Como vai falar com ela se o Min-Ji com certeza deve estar em casa?

— Ele não fica muito tempo em casa nos domingos.

— Como sabe de tudo isso?

— Dahyun me conta às vezes.

Assentiu e voltaram a caminhar.

Chegaram em frente a casa da família Kim e apertaram a campainha.

— Oi meninas - Bong-Hee sorriu - Entrem

— Oi senhor... Digo Bong-Hee - S/N sorriu sem graça, ainda não havia se acostumado

— O que desejam? A Dahyun acabou de sair 

— Nós viemos falar com você - Seulgi foi direta

— Comigo? Claro, sente-se

— Ah, o seu marido está em casa? - S/N perguntou um pouco preocupada

— Não, ele não fica muito em casa aos domingos. - sorriu triste

— Ótimo - Seulgi sorriu

— Por que? - Bong-Hee perguntou confusa

— Queremos te falar algo sobre seu marido - Seulgi continuou

— Min-Ji? O que tem ele?

— Ele não é quem você pensa que é - S/N completou

— Como assim meninas? O que estão dizendo?

— Nós sabemos o que ele fez com você e Dahyun - Seulgi ditou séria

— O-o que? - seus olhos se arregalaram

— E tem muito mais. E nós queremos te contar toda a verdade antes que tudo se repita - Seulgi disse triste

— R-repetir? Do que estão falando? - Bong-Hee estava assustada

— A verdade é que o Min-Ji é o nosso ...

— NÃO SE ATREVAM A DIZER MAIS NADA - Min-Ji apareceu já berrando na porta principal

— O QUE? QUE VOCÊ É NOSSO PAI?! ALIÁS O PIOR PAI QUE EXISTE - Seulgi gritou extremamente furiosa

— Meninas o que...

— O que está acontecendo? - Dahyun entrou

— Que bom que chegou Dahyun, assim poderá saber de tudo - Seulgi ditou ainda brava, olhando para Dahyun

— Seulgi fica calma por favor - S/N pediu

— Não, eu não vou ficar calma. - disse para a irmã - Eu vou contar tudo, elas precisam saber a verdade sobre esse monstro, antes que seja tarde.

— Seulgi do que está falando? - Dahyun perguntou assustada, Seulgi nunca agiu assim

— Garota, você não se atreva a dizer mais nada - Min-Ji disse bravo.

—DIZER O QUE?! QUE VOCÊ SEMPRE FOI UM MONSTRO? QUE VIVIA BÊBADO? QUE ESTUPROU A MINHA MÃE? QUE A ENGRAVIDOU E A ABANDONOU? QUE NEM SE QUER APARECEU NO ENTERRO DEPOIS DELA TER SE MATADO POR SUA CULPA? QUE NUNCA PROCUROU POR SUA FILHA? QUE ME DESPREZAVA POR SER UMA GAROTA E NÃO UM GAROTO? QUE SE ENVOLVEU COM TRÁFICO DE ARMAS, DROGAS E COM PROSTITUIÇÃO? - cuspiu tudo na cara do mesmo com lágrimas já rolando, mas eram lágrimas de ódio.

— SUA DESGRAÇADA - e assim ele partiu pra cima de Seulgi, lhe desferindo tapas fortes no rosto

S/N e Bong-Hee estavam tentando a todo custo tira-ló de perto de Seulgi, mas ele era mais forte.

— DAHYUN PELO AMOR DE DEUS, CHAMA A POLÍCIA - Bong-Hee gritou para Dahyun que estava paralisada.

Assim Dahyun "despertou" e com as mãos trêmulas pegou seu celular.

— VOCÊ NÃO IRÁ DIZER NADA - Min-Ji saiu de perto de Seulgi e rapidamente pegou o celular de Dahyun o jogando na parede e desferindo um tapa forte no rosto da garota.

— NÃO SE ATREVA A BATER NA MINHA FILHA - Bong-Hee bateu no rosto de Min-Ji chorando de raiva

No andar de cima havia um pequeno garotinho abraçado aos próprios joelhos assustado com toda a gritaria no andar de baixo. Ainda com medo, ele se levantou de sua cama - onde estava dormindo antes de ser acordado com gritos - e andou até o escritório do "pai", pegou o telefone que havia lá e discou o número 190. Apesar de ser novo ele não era bobo nem nada, sabia exatamente o que estava acontecendo lá embaixo, quando sua verdadeira mãe era viva ela sempre o ensinava que nunca, em hipótese alguma deveria bater em uma mulher, e que aquilo era errado, ele já presenciou seu "pai" batendo em sua "mãe" e ele nunca gostou disso, claro que nenhum dos dois o havia visto espiando pela fresta da porta.

Quando finalmente o atenderam, ele explicou chorando que seu pai estava agredindo sua mãe novamente, ao a polícia dizer que estava a caminho ele não se atreveu a sair do escritório, estava muito assustado para o fazer, então esperou pela polícia encolhidinho no escritório.

Ao ouvir de longe a sirene da polícia, ele respirou aliviado, e logo os gritos eufóricos que vinham da sala foram diminuindo, e assim ele saiu do escritório correndo até a sala, e das escadas ele pôde ver Min-Ji saindo correndo pela porta tentando fugir, tentativa falha, a polícia já havia cercado toda a casa.

— Omma - Jisung gritou e se jogou nos braços da mãe

— Meu filho, me desculpe por ter presenciado tudo isso - Bong-Hee abraçou o filho chorando.

— Noonas - ele chamou choroso e assim as garotas o abraçaram, também chorando, umas com o rosto machucado e a boca sangrando.

Era possível escutar Min-Ji gritando do lado de fora para o soltarem, e logo depois entrou dois homem fardado.

— Senhoritas, estão muito machucadas? - perguntou com a voz grave, mas ao mesmo tempo mansa, visivelmente preocupado.

— Não, estamos bem - Bong-Hee respondeu sorrindo fraco

— Posso perguntar algo? - Dahyun perguntou

— Sim, claro.

— Quem fez a denúncia? Quando eu ia ligar ele tomou meu celular e o jogou na parede.

— Pelo que eu sei, foi uma criança quem o fez, disse que seu pai estava agredindo sua mãe.

— Foi você Sun? - Dahyun perguntou

— Sim, noona, eu fiz do telefone do escritório - sorriu

— Obrigada meu filho - Bong-Hee abraçou ainda mais o pequeno garotinho.

E, assim elas foram encaminhadas ao hospital, e Min-Ji finalmente estava onde deveria estar a anos, atrás das grades.

 




Notas Finais


se tiver alguns erros, ou falta de separação, desculpem, o teclado tá dando uns bugs sinistros.

eu ia atualizar ontem, mas não deu, fiquei um pouco estressada por conta do Colégio ;-;

não gostei desse capítulo ;-;


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