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História Imagine Ray - Eu juro que nunca vou te abandonar - Capítulo 23


Escrita por: Sho_Kusakabe

Notas do Autor


Outro capítulo pronto :) Tá melhor que os últimos dois que eu escrevi TwT

Capítulo 23 - Demônios


Fanfic / Fanfiction Imagine Ray - Eu juro que nunca vou te abandonar - Capítulo 23 - Demônios

Norman pov:
 

-Emma conheceu a garota do sangue amaldiçoado. - falei.

 

-Isso é conveniente e inconveniente ao mesmo tempo. - Vincent respondeu.

 

-Então era isso, hâ? - Barbara disse. E nos fizemos uma cara confusa. - É por isso que ela não quer matar demônios... 

 

-Barbara. - S/n falou.

 

-Por que?... - ela continuou. - Amizade com os demônios? Que porra ela está pensando?! - S/n já se preparou para acalma-la. - Os demônios não são assim! - Ela falou e então caiu de joelhos no chão com as mãos na cabeça. - Porra!!... Argh... MInha cabeça está doendo!.

-É um ataque normal. - Cislo disse se aproximando de Barbara. - Cadê seus remédios? 
 

-Eu os deixei no meu quarto!! - Barbara disse.

 

-Tome os meus! - Vincent disse dando seus remédios para Barbara, e ela os tomou. - Os sintomas estão piorando, temos que tomar doses mais fortes.
 

-Viu! É isso que os demônios fazem, somos mais insignificantes que animais... - Barbara disse começando a chorar. - Se eles apenas não existicem...

 

-Eles não vão mais... - escutamos S/n falar andando em direção a Barbara e se agaichando. - Eles podem existir agora, mas enquanto estivermos aqui, eles não tem para onde correr, até que um dia todos serão eliminados por nós, que estaremos a salvo depois que tudo isso passar. - ela disse sorrindo para todos.

-Começamos isso tudo e nós não vamos parar até acabarmos. - falei e todos concordaram sorrindo.

 

Eu e S/n saimos do porão e fomos para meu escritório. 

 

-E então qual o próximo passo? - ela me perguntou deitando no sofá.

 

-Vamos destruir as fazendas restantes menos Grace Field. - falei e ela sorriu. - S/n tira o pé do sofá. - continuei e ela me mostrou a língua.

 

-Eu posso ir destruir as fabricas?? - ela me perguntou animada.

 

-Você, a Barbara e o Zazie, podem nessas duas mais próximas. - falei mostrando a localização no mapa que fizemos com base nas informações da caneta.

 

-Por mim tudo bem. Vou ver se conseguimos trazer algum medicamento. Ou informações. - ela disse e concordei com a cabeça. - Bom eu aviso eles sobre a nossa saída daqui a pouco. O que você vai fazer sobre a Emma e o Ray?

 

-Vou ver o que eles planejam, sei que eles querem ir até as sete paredes e fazer um novo acordo, mas que tipo de acordo? Vou mostrar a Emma como os demônios verdadeiramente são. - falei.

 

-Vai leva-la até a vila? - ela me perguntou se levantando e parando de frente a mesa.

 

-Sim, e também a uma fazenda de produção em massa. - falei.

 

-Espero que ela entenda, você sabe que ela é insistente.

 

-Sim, eu sei. Mas isso é um dos pontos fortes dela. - falei e sorri sem perceber.

 

-Tu é gado pra porra. - ela disse me provocando.

 

-Fala o ser humano que não desgrudava um segundo do Ray. - falei a respondendo de forma provocante.

 

-Vai tomar no cu, pelo menos eu não concordava com qualquer coisa que ele falava. Já você, se a Emma pedisse pra você pular do penhasco lá da Casa, você pularia. - ela respondeu.

 

-Pelo menos agora eu tenho minha própria opinião. Agora eu não sou que nem você que fica treinando toda hora sem descanso porque não quer admitir que ainda gosta do Ray. - falei e ela se virou brava me mostrando o dedo do meio de costas enquanto ia em direção a porta e se retirava do meu escritório. Senti falta dessas brigas idiotas.

 

Ray pov:

 

Tínhamos acabado de convencer os outros que iriamos até as sete paredes eu estava indo até o quarto onde ficava com todos quando vi  S/n conversando com Barbara e Zazie. Barbara sorria e dava pulos de alegria e Zazie fazia um okay com a mão. Esperei eles terminarem de conversar e fui até S/n que foi para a sala de treinamento.

 

-S/n? - falei e ela se virou para mim.

 

-Alguns minutos de paz é pedir de mais deus? - ela disse reclamando se virando para o alvo e atirando a faca em direção a ele o acertando no meio. - O que você quer?

 

-Você vai fazer algo amanhã? - perguntei.

 

-Sim, por que? - ela respondeu com rispidez.

 

-Não é que eu queria fazer as pazes, sabe? Mesmo eu não fazendo a mínima ideia do por que de você estar tão brava todo dia. - falei.

 

-Não vai dar, eu vou com a Barbara e o Zazie para destruir mais duas fazendas que o Norman pediu. - quando ela falou aquilo eu me assustei.

 

-Só vocês três? - perguntei e ela concordou com a cabeça. - Por que agora tipo, você voltou a uns quatro dias atrás não foi? - ela concordou com a cabeça de novo. 

 

-O que foi, você sabe que não podemos esperar tanto para agir. - ela disse e se aproximou de mim. - Lembra de quando lutamos contra o Lewis? - ela falou e na hora lembrei do desgraçado. - Ele, mesmo achando que nós somos maguiníficos, quis nos matar. E sabe por que? Porque demônios não se importam com nossas vidas. Você pode até falar que alguns não são assim, como a Mujika. Mas pensa, o Sonju disse que a religião deles não os deixam comer carne humana que seja criada em fazendas, mas já parou para pensar que se nós fossemos criados na natureza sem sermos mimados e que nunca soubessemos como é morar em um lugar que uma vez consideramos seguro, eles poderiam nos comer. - ela disse e eu arregalei os olhos. - E mesmo que você fale que os demônios da vila são inocentes. É tudo apenas papo furado. Sabe por que? Porque se eles vissem um humano eles na mesma hora o matariam, crianças ou adultos, não faz a minima diferença. Eles não se importam conosco, somos apenas alimentos. Somos mais insignificantes que qualquer coisa para eles. - ela deu uma pausa de tão brava que estava. - E se você ainda não concorda com o que eu, o Norman e os outros estamos falando, vem comigo para ver como é a porra daquela fazenda em massa ou então fica com a Emma e arrisca a merda da sua vida por ela! - ela terminou e depois saiu andando em direção a porta e saindo do recinto.

 

Fiquei olhando para o chão por alguns minutos.

 

-Porra. - falei baixo e fui para a sala do Norman. - Norman. - falei e ele olhou para mim. - Podemos conversar? - falei e ele concordou com a cabeça. E então fechei a porta.

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado


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