História IMAGINE Rm - REGRAS QUEBRADAS (TERCEIRA TEMPORADA) - Capítulo 57


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens Kim Namjoon (RM), Personagens Originais
Visualizações 42
Palavras 568
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


e aiii galeraaaaaaaaa, vou ficar sem pc a partir de sábado então vou ter que mandar todos os capítulos que tenho kkkk resumindo, vou terminar a fic hj, então não se assustem com as atualizações

Capítulo 57 - Sinto que você está morto por dentro



A voz rouca do meu pai se repete em looping na minha cabeça durante a viagem de volta para a casa de Namjoon.
Conheço homens como ele. Não estão preparados para lidar com problemas de verdade. Com os contratempos da vida.
Ele vai desmoronar feito uma barraca barata.
Estou apavorada ao admitir que talvez meu pai tenha razão. Mas não pode ser. Namjoon só está sofrendo. Está amargando a morte de um amigo.
Ele vive uma vida perfeita.
Paga os outros para limpar a bagunça que faz.
Um frio desce por minha coluna quando penso em algo. Merda. É isso que estou fazendo agora? Limpando a bagunça de Namjoon, tentando garantir que mantenha sua posição na escola? Implorando a uma criança de dez anos que o perdoe por abandoná-la?
Deus, estou tão cansada. Nas últimas três semanas, me concentrei exclusivamente em Namjoon. Tentei fazê-lo se sentir melhor, tentei fazê-lo enxergar uma saída. Estou com os estudos atrasados. Apareço nos ensaios com os olhos turvos e exaustos, porque passo todo o meu tempo cuidando do meu namorado embriagado. Droga, os ensaios gerais começam amanhã. A estreia é em cinco dias. Eu devia estar me concentrando na minha atuação, mas mal consigo lembrar sobre o que é essa maldita peça.
Minha frustração só se intensifica quando entro pela porta da frente quinze minutos depois e sou recebida pela música ensurdecedora — “Drain You”, do Nirvana, está tocando a toda altura pela casa. Que delícia.
Encontro Namjoon no sofá da sala, segurando uma garrafa de cerveja numa das mãos e batendo uma baqueta de bateria invisível com a outra. Está sem camisa, mas nem a visão de seu peito espetacular pode acalmar meus nervos à flor da pele.
“Namjoon!”, grito por cima da música.
Ele não presta atenção em mim.
Pego o controle remoto na mesinha de centro e interrompo a música. O silêncio cai sobre a sala, e sua cabeça se volta para mim, com surpresa. “Oi, gata. Não vi você aí.”
“Oi.”Sento na ponta do sofá e gentilmente pego a garrafa de sua mão. Para minha surpresa, ele não protesta. Acho que está nos primeiros estágios da bebedeira ainda, porque não enrola as palavras ao perguntar: “Você tem ensaio hoje à noite?”.
Nego com a cabeça. “Não, mas os ensaios gerais começam amanhã.”
“Merda. Já?”
“A noite de estreia é na sexta-feira”, lembro a ele.
“Ah. Certo.”
Age como se soubesse disso, mas tenho certeza de que minha peça nem passa por sua cabeça há semanas. Ele não demonstrou qualquer interesse no que estou fazendo.
No que ninguém está fazendo. É como se tivesse congelado no lugar, preso naquele momento angustiante em que descobriu que Mark estava morto.
Todo mundo continuou com suas vidas. Até a família de Mark. Grace ainda está trabalhando na Broadway. Temos trocado e-mails desde o velório, e ela me contou que tanto ela quanto os pais voltaram a trabalhar na semana passada.
Namjoon é o único que se recusa a seguir em frente.
“Meu amor…” Minha garganta se aperta, a preocupação e o medo formando um nó em minha traqueia. “Você vai à estreia, não vai?”
Seus olhos se acendem. “Que pergunta é essa agora?”
Você não foi ao velório do Mark.
Refreio a acusação e inspiro fundo. “Só quero ter certeza.”
“Claro que vou.” Pela primeira vez em semanas, vislumbro uma emoção genuína em seus olhos. Um calor profundamente honesto. “Onde mais eu estaria?”
 



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