História IMAGINE Rm - REGRAS QUEBRADAS (TERCEIRA TEMPORADA) - Capítulo 62


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens Kim Namjoon (RM), Personagens Originais
Visualizações 50
Palavras 751
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 62 - Meu coração te quer de volta



POV-RYEONG
“Você não pode recusar o papel.” Cicy parece indignada que eu sequer tenha sugerido tal blasfêmia.
“Por que não?”
“Porque é para ser a protagonista de um seriado! E se o programa fizer sucesso? Você pode ganhar um Emmy!”
Dou de ombros e saboreio meu café. Sei que pareço louca neste momento. Acredite em mim, Ira já destilou uma bela dose de descrença hoje mais cedo e me implorou para aceitar o trabalho. Mas quando se trata da minha carreira, sempre sigo meus instintos, e meu instinto está me dizendo que este não é o papel para mim.
“Não decidi ainda”, digo a Cicy. “Eles me deram até quarta-feira.” É sábado à noite. Isso significa quatro dias inteiros para pensar.
Meu instinto insiste que não tenho nada que pensar.
Fico tentada a ligar para Namjoon e pedir seu conselho, mas me contenho. Estou tão acostumada a repassar minhas decisões com meus namorados… Fiz isso com Flávio,com Jin e com Namjoon. Mas ninguém pode tomar essa decisão por mim. É tudo por minha conta.
Para ser sincera, gostei de passar as últimas semanas sozinha. É bom pensar um pouco em mim mesma, para variar. Mas sinto falta de Namjoon. De verdade. Sei que ele está indo bem, porque fico enchendo o saco de Cicy para me inteirar sobre o que está fazendo. Ela me contou que está trabalhando com o Hurricanes de novo. Ele foi ao Tiro's com os caras algumas vezes, mas só tomou umas cervejas, pelo que Cicy sabe.
Não tem nenhuma foto sua no Instagram ou no Facebook se pegando com outras garotas, mas uma parte de mim ainda se preocupa com isso. Namjoon é o cara mais sexual que já conheci. Rezo para que esteja se masturbando muito, porque não sei o que vou fazer se descobrir que dormiu com outra. Não toquei no assunto no café, porque simplesmente presumi que ele iria manter as calças fechadas enquanto eu colocava a cabeça em ordem.
Foi egoísta da minha parte, talvez. Mas eu o amo, e se ouvir que uma garota tentou colocar as mãos nele vou acabar com a raça dele. Ele é meu. E estou finalmente pronta para voltar. O tempo separados serviu para eu me centrar, mas agora está na hora de trazer o meu homem de volta.
O único problema é que Namjoon está no Japão, visitando os pais por uma noite.
Cicy me contou hoje mais cedo, o que despertou uma onda de apreensão em mim, porque é estranho ele voar para Tókyo só por uma noite.
O toque do meu telefone interrompe nossa conversa, e fico ainda mais aflita quando vejo o número do meu pai.
Um segundo depois, sua voz ecoa em meu ouvido. “Não quero que você se preocupe”, começa ele, e, ai, meu Deus, quem diz isso? Agora estou preocupada! Baixo minha caneca com força na mesa da cozinha e fico de pé num sobressalto.
Cicy me fita, assustada.
“O que foi?”, pergunto. “O que aconteceu? Você está bem?”
“Acabei de falar para você não se preocupar, não foi?” Deus, às vezes minha vontade é de matar meu pai. “Tive uma pequena queda hoje à tarde, foi só isso. Achei que podia ter quebrado o braço, então chamei uma ambulância.”
O medo me invade. “Ai, meu Deus. Você tá bem?”
“Estou bem”, insiste ele, com firmeza. “Foi só um pulso torcido. Nenhum osso quebrado, prometo.” Então sua voz é tomada por um quê de sarcasmo. “Posso pedir para o hospital mandar cópias do raio X, se você quiser.”
Cerro os dentes. “Deixa de ser idiota, pai.”
Ele suspira profundamente em meu ouvido. “Desculpa. Só sabia que você ia reagir de forma exagerada quando eu contasse. Prometo, querida, estou bem. Meu pulso está um pouco dolorido, mas tenho meus remédios para dor.”
“Como você voltou para casa do hospital?”
“De táxi. E agora estou deitado no sofá, assistindo ao jogo do Hawkeyes.”
Inspiro lentamente, tentando me acalmar. “Certo. Não fica andando pela casa. Não tenta levantar nada pesado. Por favor, pai, só pega leve por uns dias.”
“Pode deixar. Te amo, R.H.”
“Também te amo.”
Desligo e olho para Cicy, que pergunta na mesma hora: “Seu pai tá bem?”.
Faço que sim com a cabeça. “Ele diz que tá.” Mas meu pai era jogador de hóquei.
Jogadores de hóquei sempre dizem que estão bem, mesmo quando estão sangrando pelas orelhas e cuspindo os dentes quebrados no chão.
Inspiro fundo. Então abro o contato de Namjoon no telefone e aperto ligar.



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