História IMAGINE Rm - REGRAS QUEBRADAS (TERCEIRA TEMPORADA) - Capítulo 64


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens Kim Namjoon (RM), Personagens Originais
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Palavras 1.389
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 64 - Criança radiante com as escolhas



POV-RYEONG
Estou esperando por Namjoon em seu quarto quando ele chega na noite de domingo.
Eu o teria buscado no aeroporto, mas ele tinha deixado o carro no estacionamento, então teve que dirigir desde Busan.
Seus olhos amolecem quando me vê. “Oi.”
“Oi.” Levanto depressa, mas não caminhamos na direção um do outro. Estamos a um metro e meio de distância.
É insuportável.
Com um suspiro estrangulado, me jogo em seus braços, e ele me pega com facilidade, as mãos grandes envolvendo minha cintura e me puxando para perto.
Enterro o rosto em seu peito e sussurro: “Obrigada por conferir como ele estava”.
“Não precisa agradecer.” Sinto seus dedos em meu cabelo. Namjoon afasta a cabeça para trás e me força a olhar para ele. “Ele tá bem, gata. Prometo. Acho que só chamou a ambulância por precaução. O pulso tá um pouco dolorido, mas é só isso. Ele tá super bem.”
Já tinha ouvido tudo isso por telefone, tanto dele como do meu pai. Mas precisava ver a segurança e a certeza nos olhos de Namjoon. Abraço-o mais apertado, o alívio tomando o meu corpo.
Seus lábios roçam minha têmpora. Então ele inala profundamente, como se estivesse cheirando meu cabelo. “Senti saudade”, murmura.
“Também senti saudade.” Engolindo em seco, interrompo o abraço e encontro seus olhos. “Não preciso mais ficar sozinha.”
Um sorriso lento curva os seus lábios. “Ainda bem.” Ele senta na beirada da cama e me coloca em seu colo. “Fiquei louco sem você nas últimas semanas.”
“Eu sei. Mas o tempo separados foi bom para mim. Precisava avaliar minha vida, cuidar de mim mesma, só eu, e não a versão de mim que está sempre num relacionamento. Precisava saber se consigo ficar sozinha.”
“E consegue?”
“Consigo.” Roço os dedos no seu rosto liso de ator de cinema. “Mas não quero ficar sozinha. Quero ficar com você.”
Ele me beija. Suave e com gentileza, sem língua. Só os lábios roçando os meus, e de novo e de novo, até eu estar implorando por mais. Justamente quando abro a boca para convidar sua língua, ele se afasta.
“A Bravys disse que você tá pensando em recusar o piloto da Fox.” Ouço um quê de repreensão em sua voz.
“Argh. Por que todo mundo tá me enchendo o saco com isso?” Suspiro. “Não decidi ainda.”
“Mas você tá pensando em recusar.”
Hesito. Em seguida, faço que sim com a cabeça.
É a sua vez de suspirar. “Eu sei por que você tá fazendo isso, gata, e sinto muito, mas não posso deixar.”
Num piscar de olhos, estou fora de seu colo, e ele me bota no colchão. Namjoon vai até o casaco que deixou cair no chão. Pega algo dentro de um dos bolsos e volta com um envelope.
Ah, não. Malditos alienígenas idiotas fazendo déjà-vu no meu cérebro de novo.
Ele coloca o envelope na minha mão e diz: “Abra”.
Abro sem dizer uma palavra, e sim, encontro a mesma porcaria que Jin tentou me dar. Números de confirmação para dois voos para Los Angeles. Pelo amor de Deus.
Será que os homens todos dividem um mesmo cérebro ou algo assim? Uma espécie de consciência coletiva que os provoca a fazer a mesma burrada?
“Você não vai para Los Angeles comigo”, aviso Namjoon.
Ele parece assustado.
“Não tô recusando o papel porque não quero ficar longe de você. Tô…”
“O bilhete não é pra mim.”
“… recusando, porque…”, paro. “Espera, o quê?”
“Não é pra mim”, explica ele. “É pro seu pai. Sei que você não quer ficar longe dele. Então achei que, em vez de desistir do seu sonho para ficar no Japão com ele, você pode ficar com o sonho.” Namjoon dá de ombros.“Já falei com ele, e ele topou. Disse que vai começar a procurar um lugar para alugar quando você der carta branca.”
Estou… chocada. Não posso deixar de lembrar do dia na cafeteria com Jin, quando ele insistiu em ir comigo. E agora, aqui está Namjoon, insistindo que eu vá sem ele.
Meu pai estava errado. E certo. Ele estava certo e errado. Namjoon não aguentou o tranco, é verdade. Mas talvez precisasse da queda para aprender que a vida não é perfeita, que coisas ruins acontecem e que você não pode parar de viver quando elas o surpreendem.
Sorrindo, devolvo o envelope para ele. “Vou recusar o projeto.”
Ele parece irritado. “Ryeong-Cat…”
“Não é por causa do meu pai”, interrompo,“embora fique feliz de saber que ele está disposto a se mudar, se eu acabar indo trabalhar em Los Angeles. Vou rejeitar porque o projeto não é certo para mim. Não me identifiquei com a personagem. E se o programa fizer sucesso, o contrato exige que eu me comprometa por sete temporadas. Não vou entregar sete anos da minha vida para um papel que não suporto.”
“Ah. Bem, que merda. Acho que devia ter perguntado antes de comprar essas passagens não reembolsáveis, né?”
“Você acha?”
Rindo, ele me coloca de volta em seu colo, e passo as pernas em torno de seus quadris, e os braços em volta do pescoço. Tento beijá-lo, mas Namjoon fala antes que meus lábios toquem os seus.
“Também tomei algumas decisões.”
Eu levanto as sobrancelhas. “Ah, é? Quais?” Vejo suas bochechas corarem e dou um pulo. “Meu Deus, você tá ficando vermelho? Certo, agora tô morrendo de curiosidade. O que tá acontecendo?”
“Eu, ah… vou ser professor de educação física.”
Fico boquiaberta. “Jura?”
Ele parece envergonhado. “Falei com o treinador Gdragon sobre minhas opções. Parece que escolas particulares são bem flexíveis com os créditos para professores. Não preciso de um diploma em educação, mas ajuda. E, quando estava no Japão, conversei por telefone com os responsáveis pelas admissões da Universidade de Seul e de Busan. Os dois me falaram a mesma coisa: posso adaptar minha graduação. É só mais um ano de aulas, cinesiologia, saúde e bem-estar, esse tipo de coisa. Mas posso dar aulas enquanto isso, dependendo da escola que me contratar.”Ele se ajeita, desconfortável. “Fiz uma coisa feia.”
“Ai, não. O que foi?”
“Usei o nome Kim nessas ligações.”
Tento conter o riso. “Ah, meu amor, não tem problema. É por uma boa causa, não é?” Porque Namjoon trabalhando com crianças é uma boa causa, caramba. Ele pode fazer a  diferença na vida delas. Ajudá-las a construir autoconfiança, a se tornar atletas melhores, pessoas melhores.
“Aí falei com o treinador de hóquei novo da minha escola e pedi para me avisar se ele soubesse de alguma vaga numa escola particular, tanto para professor de educação física como para treinador.” Ele parece animado agora. “Tem uma vaga para as duas coisas numa escola de Seul, do primeiro ao oitavo ano. O trabalho começa no outono. Aula de educação física para todos os anos, e treinador de hóquei do time das meninas.”
“Das meninas?” Sorrio. “Parece divertido.”
“Acho que vou me candidatar.”
“Claro que vai. Se é isso que você quer fazer da vida, então é o que precisa fazer.”
Paro por um instante ao pensar numa coisa. “Espera. Isso significa que você não vai para a faculdade de direito? Já contou para os seus pais?”
“Sim e sim. Foi por isso que fui pra Japão nesse fim de semana. Sentei com meu pai e conversamos por horas. Depois fiz a mesma coisa com Namhyuk, antes de você me ligar para ver como o seu pai estava. Os dois me apoiaram muito.”
Não estou surpresa. A família de Namjoon é incrível. “Tô orgulhosa de você”, anuncio.
“Eu também.” Ele roça o nariz na minha bochecha antes de plantar vários beijos no meu queixo. Então chupa o meu pescoço, e o prazer se acende entre as minhas pernas.
Mãe do céu. Faz muito tempo que não transamos. Quase um mês. Ou talvez mais de um mês? Nossa, não lembro. A sensação dos seus lábios quentes e molhados viajando ao longo do meu pescoço está me excitando além do inimaginável.
“Namjoon”, murmuro.
“Hmm?”
“Eu te amo.”
“Também te amo.” Ele lambe atrás da minha orelha.
“Mas não quero você agora.”
Ele afasta a cabeça, um olhar mais do que insultado no rosto. “O que foi que você disse?”
“Não quero você.” Abro um sorriso travesso. “Quero o Míni Namjoon.”
Meu namorado joga a cabeça para trás e ri. Então abre a calça e me oferece exatamente o que pedi.



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