História IMAGINE Rm - REGRAS QUEBRADAS (TERCEIRA TEMPORADA) - Capítulo 65


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X
Personagens Kim Namjoon (RM), Personagens Originais
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Palavras 1.024
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 65 - Caminhando para a felicidade



POV-RM
Abril
A formatura está chegando. Estou meio indiferente a ela, para ser sincero, mas vou usar beca e capelo e jogar o diploma para cima, porque sei que vai deixar meus pais felizes. Já eu, no geral, estou feliz pra cacete, porque estou apaixonado pela melhor mulher no mundo, e a melhor mulher no mundo está apaixonada por mim.
E mesmo que o time não tenha chegado às finais, isso não significa que não haja novidades no mundo do hóquei. Hoseok assinou com o Providence Busan, a equipe de base de Busan, o que significa que, em um ano ou dois, pode ser chamado para jogar na liga profissional. Quanto a YoonGi, seu agente está trabalhando duro nos bastidores. Aparentemente, vários times demonstraram interesse nele, e estou na torcida para que acabe num lugar bom.
Já sei para onde vou — Seul. Na semana passada, fiz uma entrevista para a vaga de professor na Parklane Academy. Ontem de manhã, o diretor me ligou para dizer que consegui o emprego. É um contrato de dois anos, sendo que o segundo ano depende da transferência do meu diploma para o curso de educação.
E acho que minha irmã não estava assim tão errada com sua teoria sobre o universo, porque, uma hora depois do telefonema com a Parklane Academy, o agente de Ryeong ligou com uma notícia que a fez gritar tão alto, que YoonGi ouviu lá do chuveiro da suíte dele e entrou correndo no meu quarto, nuzinho em folha e armado com um taco de hóquei na mão.
Depois que explicamos que estava tudo bem — e elogiamos seu pinto —, Ryeong revelou que tinha recebido uma proposta para trabalhar num programa de TV desenvolvido pelo diretor estrelinha Brett Cavanaugh, com quem ela tinha feito uma peça no verão passado. Não ia ter nem teste — Cavanaugh tinha gostado tanto de trabalhar com Ryeong que ofereceu o papel direto para ela. A melhor parte? As filmagens vão acontecer no Japão.
Ryeong diz que ainda quer fazer teatro também, quando o programa estiver em recesso ou se ele der errado, o que acho que não vai acontecer. Mas o mais importante para ela é que não foi escolhida como a loira burra. Este novo papel é sério e “substancial”, como ela gosta de dizer, e sei que está animada para encarar o desafio.
“E se eu tiver que mostrar os peitos?”
Sua voz irônica me desperta dos meus pensamentos. Estamos caminhando de mãos dadas, nos afastando do prédio de teatro, onde ela acabou de ter uma aula de monólogo. O ar ainda está frio, mas a paisagem está começando a ficar verde de novo, e a neve já derreteu, deixando uma camada de gelo enlameado no caminho de paralelepípedos.
“Ira disse isso?”
“Não, mas é para a HBO. O mais provável é que tenha nudez. No mínimo uma cena de topless.”
“Por você, tudo bem?”, pergunto, cuidadoso.
Ela dá de ombros. “Desde que não seja gratuito, então tudo bem, acho que pensaria no assunto.” Há uma pausa. “E por você, tudo bem?”
Lanço um sorriso diabólico na direção dela. “Gata, seus peitos são demais. Jamais privaria o mundo deles.”
“Fala sério. Você se importaria?”
Penso por um instante, então nego com a cabeça. “Por mim, tranquilo. É parte do seu trabalho, e se você estiver confortável em exibir um pouco de pele, eu não ligo.”
Ela se aproxima e me dá um beijo na bochecha. “Você é incrível. Sabia?”
“Claro que sei. Ouço isso no mínimo dez vezes por dia.”
Sua risada é interrompida quando uma figura familiar aparece na nossa frente.
Meus ombros se enrijecem à medida que o ex-namorado de Ryeong se aproxima de nós, lentamente.
Jin olha para as nossas mãos dadas. Não preciso ver o rosto de Ryeong para saber o que está sentindo agora. Pela forma como seus dedos apertam os meus, sei que não está feliz em vê-lo. Que não esqueceu as grosserias insensíveis que ele falou para ela depois do feriado.
“Oi, Ryeong.” Jin parece arrasado, mas não tenho um pingo de simpatia por ele.“Pensei em te ligar.”
“Melhor não”, digo, bruscamente. “Melhor apagar o telefone dela.”
Ryeong me dá um aperto reconfortante. “Já falamos tudo o que tínhamos para falar”,diz para o ex. Seu tom é suave, mas firme.
Jin pigarreia. “Te devo desculpas.”
“É verdade, e você acabou de fazer isso, e eu aceito. Mas não somos amigos e não vamos ser.” Ela avança. Reluto em fazer o mesmo. Estou me coçando para enfiar um murro na cara do filho da mãe, mas Ryeong está me puxando para longe dele, os dedos entrelaçados aos meus com força. “Ele não é importante”, murmura para mim.
Ela tem razão. Jin não é importante.
Mal damos cinco passos, e detecto outro rosto familiar. Este pertence a uma loira gostosa que sorri e acena ao passar por nós. “Tá bonito hoje, hein, Kim NamNam.”
Não devolvo o elogio, porque gosto do meu saco, e Ryeong vai arrancá-lo fora se eu flertar com Michelle. Além do mais, não quero flertar. Ryeong matou esse desejo. É a única com quem tenho vontade de flertar. Além disso, gosto muito do meu saco.
Então só digo “Bom ver você” e sigo meu caminho.
“Acho que hoje é o dia dos ex-namorados, né?”, comenta Ryeong, secamente.
Reviro os olhos. “Michelle não é minha ex.”
“Certo. É só alguém com quem você fez sexo a três.”
“Com quem quase fiz sexo a três. Você me atrapalhou, lembra?”
“Lembro.” Ela parece satisfeita consigo mesma, e finjo fazer beicinho. “Rá. Não aja como se eu tivesse arruinado a sua única chance de fazer sexo a três. Tenho certeza de que não foi a primeira vez.”
Dou de ombros.
“Que merda. Quantas vezes você fez isso?”
Desta vez, dou uma piscadinha. “Algumas. E você?”
“Várias.”
Fico rígido. “Nomes e datas”, rosno. “Preciso fazer outra lista Kill Bill.”
Ryeong começa a rir. “Relaxa. Você estava em todas.”
Meus lábios se franzem. Hmm, acho que me lembraria se tivesse feito…
“Você, eu e Winston”, diz ela, feliz.
Solto um gemido, exasperado. “Isso não conta.”
“Claro que conta. Teve dupla penetração.”
Ah, se teve.



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