História Imagine SanHa - Gérbera - Capítulo 9


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Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS), EXO, TWICE
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Eunwoo, Jungyeon, Kim Seokjin (Jin), Moonbin, Personagens Originais, Sanha
Tags Amizade, Astro, Colegial, Comedia, Drama, Exo, Romance, Sanha, Twice
Visualizações 72
Palavras 2.060
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo? Ops, lógico! Quero agradecer a vocês que estão lendo essa Fanfic (bem chatinha. No caso, inspirada em uma fantasia de uma criança que toda noite sonha com seu príncipe encantado). Enfim, ignorem qualquer erro~

Boa leitura! '3'

Capítulo 9 - Isso é uma doença


Fanfic / Fanfiction Imagine SanHa - Gérbera - Capítulo 9 - Isso é uma doença

❝É importante agasalhar bem os sentimentos de amor, assim, está se protegendo das noites frias de solidão.❞


                                18/04                   21:04

Meu Deus! Já são 21:04?!

O livro estava tão interessante que nem vi o tempo passar... Me perdi nos profundos textos dessa autora... Como ela consegue detalhar tão bem as cenas com apenas palavras? Consigo imaginar tudo tão perfeitamente que mal sei explicar o que sinto ao ler. Às vezes, começo a refletir em certas partes, mas não sobre o livro e sim, sobre o que ocorre em minha vida... Sua escrita mexe tanto com minhas emoções e sentimentos... Me pergunto se há mais pessoas como ela por aí.

Acho melhor voltar pra casa. Ah, aproveito para ver o Olaf, até porquê decidi voltar por aquele caminho.

Guardo minhas coisas e desço as escadas correndo. Quando saio do colégio, subo em minha bicicleta e começo a pedalar calmamente.

Sinto o vento gelado bater em meu rosto, estava frio. Às vezes, o céu parece me observar e ler minha mente, parece querer se fechar, mas não o faz até que eu me canse de sua beleza.

— Que noite fria... — murmurei.

                                _

Depois de um tempo pedalando, consigo ver o Pet Shop de antes e lá estava o Olaf... Começou a latir quando me viu, me pergunto se estava tentando dizer algo do tipo:

— Vai embora, sua trouxa! Não gosto de você!

Me aproximei deixando a bicicleta de lado e me agachei em sua frente. Coloquei a mão no vidro onde estava e ele começou a lamber.

— Talvez seja outra coisa que esteja tentando dizer, não é, pequeno Olaf? — digo sorrindo. — Fique ai até eu poder te adotar, ouviu? Prometo que não vai demorar, vou fazer com que Momo goste de você.

Me levanto e pego minha bicicleta, mas antes de começar a pedalar, olhei para o Olaf novamente.

— Você me lembra tanto o SanHa... — falo não muito alto.

Esse cachorrinho é algum tipo de Alien? Ele latiu para mim quando eu disse aquilo.

— Shhhh... Você não ouviu nada! — grito para o pobre Olaf. Ele aparenta não entender, então me sinto mais aliviada.

Me viro de volta e começo a bagunçar os cabelos com as pontas dos dedos da mão direita, já que o braço esquerdo estava ocupado levando a bicicleta.

Nunca, na minha vida, pensei tanto em uma pessoa...

                                         Quebra de tempo

                                                     19 de Abril

                                                              13:18

Novamente, acordo com uma enorme vontade de quebrar meu próprio celular, quero dizer, o despertador. Me levanto com os cabelos em pé. Madruguei vendo doramas, até porquê sexta e sábado são os únicos dias que posso ficar até às 07:00 da manhã, se não, eu não acordo depois. Esse é o primeiro sábado do ano em que acordo 13:00, costumo dormir até às 15:00 da tarde.

O motivo pelo qual eu estar acordada agora é a Mi-cha. Falei para ela vir às 16:30, o que tenho na cabeça?

Abro as cortinas do meu quarto e uma brilhante luz toma conta do lugar. Conseguia ouvir o canto dos pássaros nas árvores que haviam perto de minha casa, era muito calmo e me enchia de alegria.

Depois de um tempo observando o lindo céu pela janela de meu quarto, resolvo começar logo o dia. Me arrumo e desço para comer algo. Minha mãe já havia saído. É uma pena que ela tenha que trabalhar até nos dias de sábado, mas domingo está livre.

Dou uma olhada na geladeira e estava totalmente vazia. Vejo que em cima da mesa, há um cartão e, ao lado dele, um papel.

Vou em direção a eles e pego o papel que aparentava ser um pequeno bilhete.

De: Mamãe.

S/n, deixei meu cartão para você comprar o que quiser comer. Eu ia fazer uma pequena compra ontem, mas não tive tempo. Deixei uma pequena lista do que quero que você compre em cima da geladeira. Preciso de certos ingredientes para preparar o jantar de hoje, okay? A senha do cartão está junto a lista. E olha, juízo!

Com amor, mamãe.

— Ah, mãe... okay. — falei meio baixo.

Pego a lista, o cartão e saio de casa.


                           19/04                       13:50?

Eu tinha esquecido o celular em casa, então não tenho noção do tempo. Quando estou com fome, não consigo pensar direito. O bom, é que já estou terminando as compras, o único ingrediente que falta é... gochu karu... Sim, isso mesmo, gochu karu. Acho que minha mãe vai fazer Kimchi para o jantar.

Comecei a procurar pelo ingrediente em vários corredores do mercado, mas não estava encontrando.


                                  19/04                14:20?

Eu revirei a merda do mercado inteirinho mais de 5 vezes, para no fim a merda do ingrediente estar bem em cima da minha cabeça. Me pergunto se o gosto seria diferente se não o tivesse no Kimchi. É que tipo... Por que cacete o gochu karu tem que estar na última prateleira? É, realmente, alto, não estou brincando.

Nunca fiz balé, mas acho que mando bem em me levantar apenas com as pontas dos pés. Deve ter gente até rindo da minha cara aqui.

— Quero brigar com o dono desse mercadinho... Ele tem demência? Nunca vi prateleiras tão altas... — murmurei para mim mesma.

De repente, sinto alguém vir por trás de mim e pegar o ingrediente que eu estava tentando alcançar com as pontas dos dedos. Então, me viro mais estressada ainda para essa pessoa, aparentemente, alta.

— Hey! Eu que estava de olho nesse prim... AAH-

Tento gritar por causa do susto, mas SanHa tapa minha boca com sua mão fria.

— O que você está fazendo?! Quer chamar mais atenção ainda? — sussurra olhando para outro lado. SanHa está bravo?

Ele está tão perto... e sua mão está congelando parte do meu rosto. Quando percebo nossa situação, meu coração dispara outra vez e começo a respirar mais forte. Quando ele vai me soltar? O que esse idiota está olhando? Não consigo mover meu rosto por conta de sua mão. Por que está tão vermelho? Ele tem tanta vergonha assim de que as pessoas comecem à olhar? Bom, ele vai explodir, porquê se continuarmos nessa posição, todos entenderão super errado e vão pensar que somos super rebeldes, acho que não estou preparada para esse tipo de situação.

Ele suspira, virá seu rosto em minha direção e começa a me encarar. Do nada, pula e se curva, pedindo desculpas. É, acho que não era exatamente o que eu pensava... Talvez goste de chamar atenção ou até demais, porquê todo mundo parou para nos olhar e ele só pensou em se desculpar. No final, acabou pegando o ingrediente para mim.


                                 19/04                 14:40?

— Ainda não entendi o motivo de você estar vindo junto... — digo.

— Veja isso como um pedido de desculpas, estou apenas te ajudando, são muitas sacolas... — diz sorridente.

— Mas você também tem sacolas, não há ninguém te esperando em casa? — pergunto olhando para SanHa que estava ao meu lado.

— Não... — respondeu desfazendo, lentamente, o sorriso que tinha em seu rosto. Eu conseguia ver tristeza e dor em sua face.

— Você está bem? — pergunto. Vou admitir que estou meio preocupada.

— Ahn? Claro que estou! — exclamou mostrando um novo sorriso. Um sorriso que estava me causando preocupação.

Ah, é mesmo, ontem ele faltou. Me pergunto se algo aconteceu, será que esse seria um bom momento para perguntar?

S/n, deixa de ser trouxa e pergunta logo!

Às vezes, acho que preciso ir à um psicólogo. Tenho essa mania de falar comigo mesma. Isso é normal?

— Por que faltou a aula ontem? — tomo coragem e pergunto.

Quando fiz essa pergunta, seu sorriso, novamente, se desfez. Algo aconteceu... Ficou em silêncio por um tempo, mas logo pude ouvir sua voz.

— Anteontem, quando cheguei em casa, meu pai estava passando muito mal, a saúde dele não está numa boa condição... Levei ele para o hospital mais próximo de casa e, agora, está acamado lá... Faltei ontem para passar o dia com ele. — responde ainda caminhando.

— Ah... Eu sinto muito... Mas... como ele está? Está melhor? O que ele tem? Não é muito grave, é? — perguntei diminuindo a velocidade de meus passos.

— Ahn? Tudo bem. Calma... Ele está melhorando... mais ou menos. — olha para mim, que estava para trás, com uma face meio entristecida e responde.

— Ah... Eu posso vê-lo? — questiono enquanto voltava a caminhar.

— C-claro! Acho que ele ficaria feliz... — responde meio desajeitado.

— Ah, que ótimo! Quando pode ser? — ultrapasso ele, me viro e começo a andar de costas enquanto o fito.

— Amanhã? — pergunta movendo seu rosto para uma direção oposta à minha.

— Pode ser! Que horas? — me viro e volto a caminhar ao seu lado.

— Ainda tenho que conferir o horário de visita... — respondeu.

— Poxa... assim não vai dar, como iremos nos comunicar? Espera... Comunicar! Já sei! O seu número de celular! Qual é o seu número?

Espera! Eu estou pedindo o número dele... Será que ele verá isso como proveito? Aaaaah! Como sou burra! Foi tudo tão rápido que nem pensei no que estava dizendo.

— S-sim... — respondeu tirando o celular do bolso da calça.

De repente, sinto minhas bochechas esquentarem...

É sério?

— Ah, ok... — digo meio envergonhada.

Acabei de lembrar que esqueci meu celular em casa, merda! E agora? Não estou com nenhuma caneta e nenhum papel... Espera, vou ter que dar meu número? Como vou dizer isso a ele? Meu Deus... me ajuda.

— Esqueci meu celular... P-posso te passar meu número? — minha voz sai trêmula. Que nervoso...

— Ah, pode ser. — sorriu.

Quando vejo ele sorrindo, meu coração não hesita em acelerar. Isso não pode ser amor... Isso é uma doença.

Eu apenas preciso de um médico...


                              19/04                    15:10?

— Chegamos... — falei em frente minha casa.

— É muito bonita. — opina enquanto observa.

— Ah, tá... Bom, muito obrigada por me ajudar a trazer as compras. Posso seguir sozinha daqui... — falei pegando as sacolas de suas mãos. Ele não pode entrar na minha casa, 'tá tudo bagunçado.

— Não! São muitas coisas, pode deixar que eu levo. — diz pegando de volta.

— Mas...

— Sem "mas"... — me impedi de terminar minha fala e sorri.

É sério que ele me convenceu, de novo?!

✾ -             

— Pode entrar... — digo depois de destrancar a porta.

— Com licença.~ — fala cantarolando. Entra tirando seus sapatos, colocando-os em um porta-sapato que há na entrada e, assim, acaba ficando apenas com suas meias.

— Fique à vontade. — falei fechando a porta e tiro meus sapatos. Como as coisas chegaram nesse ponto?

Quando entro definitivamente na casa, Momo passa por meus pés, dando voltas em minhas pernas, ronronando de forma totalmente dócil.

— Sua gata é muito fofa. — diz se agachando. — Você gosta de animais, não é? — Momo é muito falsa, ela foi em direção a ele, ronronando para o mesmo. SanHa começa a acariciar seus pelos, estava tão fofo, gostaria de tirar uma foto agora mesmo, mas seria muito estranho.

— Claro. — respondo.

— Onde posso colocar as compras? — perguntou enquanto se levantava e voltou a analisar a casa.

— Aqui. — respondo colocando as compras que eu estava carregando, em cima da mesa.

Ele vai até a cozinha, coloca as compras na mesa e volta a observar a casa. Parecia observar tudo detalhadamente. O que ele tem?

— Você mora sozinha? — perguntou e começou a me ajudar a guardar as compras.

— Claro que não, minha mãe está trabalhando. — respondi guardando os ingredientes para o jantar no armário da cozinha.

— Entendi...

Ah! Meu celular... onde deixei ele mesmo?

— Já volto... Vou procurar meu celular. — falo saindo da cozinha.

— Eu ajudo!

— Você já está ajudando muito! Só continue guardando as compras, por favor. — falei enquanto subia as escadas.

— Tudo bem... — respondeu desanimado e voltando para cozinha.

Onde está esse celular? Deve estar no quarto, não desci com ele, apenas desliguei o despertad-...

Ouço o som do celular, alguém estava me ligando. Corro em direção ao toque, realmente, o encontrei em meu quarto, estava em cima do criado-mudo que fica ao lado da cama.

      Atender.                     Rejeitar.

É a Mi-cha.

~Atender.



To be continued...


Notas Finais


Chegamos ao fim do capítulo! Obrigada, de verdade, por estar lendo...

Gostaria de saber o que vocês acharam do capítulo, se falta algo, se houve algo que não gostaram... Enfim, podem deixar suas opiniões (se quiserem, claro). Valeu pela atenção '•')/ até a próxima~


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