História IMAGINE Suga - REGRAS QUEBRADAS (primeira temporada) - Capítulo 153


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Chen, D.O, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Kai, Mark, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, V, Youngjae, Yugyeom
Tags Bangtan Boys, Imagine Suga, Min Yoongi, Romance
Visualizações 220
Palavras 1.349
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


aushaushau eu to escutando tanto o novo álbum do seventeen que nem sei mais o que eu to pensando da vida <3 grupo utt me arrasou desta vez kkk é so isso mesmo, boa leitura a todos

Capítulo 153 - Feliz ex-namoro



As férias de Natal demoram uma eternidade para chegar.
Estou literalmente um trapo ao embarcar no avião para Portugal — de moletom, descabelada e coberta de espinhas por causa do estresse. Desde o festival, topei com YoonGi três vezes. Uma no Café Hut, uma no jardim do campus e uma na saída do auditório de ética, quando fui buscar minha nota final. Em todas as três vezes, ele me perguntou com quantos caras eu já tinha saído desde a separação.
Em todas as três vezes, entrei em pânico, deixei escapar alguma desculpa sobre estar atrasada e fugi feito uma covarde.
O problema de terminar com alguém sob falsos pretextos é o seguinte: a outra pessoa não aceita a sua desculpa, a menos que você faça o que disse que queria fazer. No meu caso, preciso sair com um monte de garotos aleatórios e começar a explorar, porque foi o que falei a YoonGi que queria, e, se não partir logo para a ação, ele vai perceber que tem alguma coisa errada.
Acho que poderia chamar alguém para sair. Arrumar um encontro bem público, do qual YoonGi sem dúvida ficaria sabendo, e convencer o cara que amo de que segui em frente. Mas a ideia de estar com alguém que não seja YoonGi me dá náuseas.
Felizmente, não preciso me preocupar com nada disso agora.
Vou ter uma folga, porque vou passar as próximas três semanas com minha família.
Entro no avião e, pela primeira vez desde que o pai de YoonGi deu seu penoso ultimato, sou capaz de finalmente respirar.
Ver meus pais é exatamente o que precisava. Não se iludam, ainda penso em YoonGi o tempo inteiro, mas é muito mais fácil me distrair da dor assando biscoitos de Natal com meu pai ou sendo arrastada para a cidade para fazer compras com minha mãe e minha tia.
Na segunda noite em Portugal, contei à minha mãe sobre YoonGi. Ou melhor, ela arrancou de mim depois que me pegou deprimida no quarto de hóspedes. Disse-me que eu parecia uma mendiga que tinha acabado ser tirada das ruas e começou a me empurrar para o chuveiro e me forçou a escovar o cabelo. Depois disso, coloquei tudo para fora, o que a fez dar início ao que está chamando de Operação Férias Animadas. Em outras palavras, está me enfiando um zilhão de atividades de férias goela abaixo, e a amo muito por isso.
Não estou com pressa de voltar para a BigHit daqui a três dias, onde YoonGi, sem dúvida, está com seus próprios planos não tão secretos — a Operação Fazer Cicy Admitir Que Estava Mentindo. Sei que está tentando me reconquistar.
Também sei que não vai precisar de muito esforço. Basta me olhar com aqueles olhos cinzentos maravilhosos, abrir aquele sorriso torto, e vou me debulhar em lágrimas, jogar os braços em volta dele e contar tudo.
Sinto sua falta.
“Ei, querida, você vai descer para passar a virada com a gente?” Minha mãe aparece na porta com uma tigela sedutora de pipoca, e me lembro da primeira vez que passei a noite na casa de YoonGi, quando enchemos a cara de pipoca e assistimos a horas de televisão.
“Já vou”, respondo. “Só vou botar uma roupa confortável.”
Quando ela se afasta, saio da cama e procuro uma calça de ginástica na mala. Tiro a calça jeans skinny e substituo pelo algodão macio, em seguida, desço as escadas até a sala, onde meus pais, meus tios e seus amigos Bruno e Susan estão acomodados nos sofás em forma de L.
Vou passar a noite de Réveillon com três casais de meiaidade.
Iuuuuhuuu.
“E aí, Cicy?”, me cumprimenta Susan. “Sua mãe estava me contando que você acabou de ganhar uma bolsa de prestígio.”
Sinto-me corar. “Essa coisa de prestígio é uma baboseira. Mas, na verdade, todo ano eles distribuem bolsas nos festivais de inverno e de primavera. E é verdade, eu ganhei.”
Engula essa, MIn Taeyang, exclama meu convencido monstro interior.
Não tinha planejado voltar ao auditório depois que encontrei YoonGi no festival, mas Fiona acabou me pegando bem na hora em que tentava fugir e me arrastou de volta para o palco. E sim, não posso negar que a sensação de vitória ao ouvir meu nome ser anunciado na cerimônia da bolsa de estudos tenha me deixado nas nuvens. E nunca vou esquecer a indignação no rosto de Taeyang quando percebeu que o seu nome não foi chamado.
Agora estou cinco mil dólares mais rica, e meus pais podem respirar aliviados, porque vou ser capaz de pagar eu mesma pelas despesas com residência e comida no semestre que vem.
Às dez para a meia-noite, tio Maik põe um fim à nossa tagarelice ligando de novo o som da televisão para assistirmos à festa da Times Square. Tia Nicole distribui línguas de sogra com serpentinas cor-de-rosa, enquanto minha mãe passa punhados de confete para todo mundo. Minha família é cafona, mas não a trocaria por nada neste mundo.
Meus olhos estão surpreendentemente enevoados quando começamos a contagem regressiva junto com o locutor na TV. Até aí, talvez as lágrimas não sejam exatamente uma surpresa, porque quando o relógio chega ao zero e todos gritam “Feliz Ano-Novo!”, lembro que o bater da meia-noite não indica apenas o início de um novo ano.
Primeiro de janeiro é também o aniversário de namoro com YoonGi.
Aperto os lábios para conter o turbilhão de lágrimas, forçando um riso quando meu pai me gira em seus braços e beija minha bochecha. “Feliz Ano-Novo, princesa.”
“Feliz Ano-Novo, pai.”
Seus olhos verdes suavizam ao perceber minha expressão triste. “Ah, filha, por que não pega o telefone e liga logo para aquele pobre menino? É Réveillon.”
Fico boquiaberta, então viro a cabeça para minha mãe. “Você contou para ele?”
Ela pelo menos tem a decência de me lançar um olhar culpado. “Ele perguntou por que você estava deprimida. Não tinha como não contar.”
Meu pai ri. “Ah, não culpe a sua mãe, Cy. Percebi sozinho. Você tem estado tão triste que só podia ser problema com algum menino. Agora vá desejar a ele um feliz ano-novo. Vai se arrepender se não fizer isso.”
Suspiro. Mas sei que ele está certo.
Subo as escadas às pressas, o pulso disparando. Pego o celular na bolsa, então hesito, porque, sério, isso não é uma boa ideia. Eu terminei com ele. Deveria estar seguindo em frente e saindo com outras pessoas e blá-blá-blá.
Mas não consigo evitar....
Solto um suspiro trêmulo e ligo.
YoonGi atende ao primeiro toque. Achei que iria ouvir um burburinho. Conversa, gargalhadas, gritos bêbados. Mas onde quer que esteja, está um silêncio sepulcral.
Sua voz rouca faz cócegas em meu ouvido. “Feliz Ano-Novo, Cicy.”
“Feliz aniversário de ex namoro, YoonGi.” pela primeira vez sou capaz de soltar um pequeno sorriso.
Há uma pequena pausa. “Você lembrou.”
Pisco em cima das lágrimas. “Claro que lembrei.”
Tem tantas outras coisas que quero falar. Eu te amo. Sinto sua falta. Odeio o seu pai. Mas reprimo a necessidade e não digo absolutamente nada.
“Como vão os namoros?”, pergunta ele, alegremente.
Minha barriga se contrai. “Hmm… ótimos.”
“Ah, é? Tem explorado muito? Feito uma pesquisa minuciosa do significado do amor?”
Há uma nota de sarcasmo em sua voz, porém, mais do que tudo, parece estar se divertindo. Parece presunçoso até.
“Tenho”, digo, sem dar muita importância.
“Com quantos caras você saiu?”
“Alguns.”
“Ótimo. Espero que estejam te tratando bem. Sabe como é, abrindo a porta, colocando o casaco no chão para você passar por cima de poças, esse tipo de coisa.”
Nossa, que idiota. Amo esse homem.
“Não se preocupe, são todos muito cavalheiros”, asseguro-lhe. “Estou me divertindo horrores.”
“Bom saber.” Ele faz uma pausa. “A gente se vê em poucos dias. Aí você vai poder me contar tudo.”
YoonGi desliga, e eu o amaldiçoo baixinho.
Droga. Por que está insistindo com isso? Por que não pode simplesmente aceitar que está tudo acabado entre nós e se concentrar na droga do time de hóquei?
E como diabos vou convencê-lo de que não quero estar com ele quando não consigo nem me convencer?


Notas Finais


so alegando, eu estava bebada quando escrevi esse capitulo so pode kkk mt brisa kk tchau kkk


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