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História Imagine Suho - Oppa de infância - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, pessoal! Como sou uma cidadã de consciência e estou de quarentena nesse caos de pandemia, resolvi sair do tédio e escrever minha primeira fic! Se ficar meio bosta, peço desculpas antecipadamente (kkkk), mas espero que vocês gostem, e estou aberta a qualquer sugestão para melhorias da história.

Eh isso! ❤️

Capítulo 1 - O reencontro.


Fanfic / Fanfiction Imagine Suho - Oppa de infância - Capítulo 1 - O reencontro.

Meu nome é (S/N). Tenho 24 anos e acabei de me formar em Ciências da Computação. Sim, é uma área muito difícil de se encontrar mulheres, mas eu simplesmente tinha o dom para mexer com computadores. No meio da minha graduação, comecei a fazer estágio em uma empresa super conhecida no mundo inteiro, e até mesmo antes de me formar fui efetivada devido ao meu talento. Desde sempre guardando dinheiro para começar o meu próprio negócio.

Nasci no Brasil, mas meus pais se mudaram para a Coreia do Sul quando eu era muito pequena, a empresa do meu pai transferiu ele para lá, e lá morei até meus 8 anos. O relacionamento dos meus pais infelizmente não deu certo, e eu voltei para o Brasil com a minha mãe.

Meu pai mesmo de longe sempre foi presente como dava, e faltando 1 ano para eu terminar minha faculdade minha mãe infelizmente morreu de um acidente de carro. Foram tempos difíceis. Meu pai chegou a passar um tempo no Brasil para me ajudar a passar por isso, e assim continuou ajudando quando voltou pra Coréia, me fazendo prometer que eu iria morar com ele quando acabasse minha faculdade. Deixar o Brasil depois de ter me acostumado com tudo desde clima, cultura, e outras coisas, era muito difícil, mas eu só tinha meu pai e não queria ficar longe dele, principalmente depois de já ter perdido minha mãe. Então estava decidido: eu voltaria para a Coréia, e começaria meu próprio negócio lá mesmo, e tenho certeza que lá seria muito mais fácil de fazer isso devido a ser um país mais desenvolvido... Tudo já estava preparado para minha partida em 1 mês, e eu ainda estava cumprindo meus últimos dias na empresa.

-(S/N), temos um cliente precisando de ajuda com o computador, e vamos direcionar especialmente você para resolver isso porque ele é estrangeiro e você é a mais qualificada a atender ele. - Disse meu chefe quase no final do expediente daquela quinta feira.

Além do coreano, eu sabia falar inglês, espanhol, francês e italiano. Geralmente era eu quem cuidava de clientes de fora.

-Tudo bem. Me passa o endereço que eu vou até ele depois do expediente. Ainda tenho algumas coisas para resolver por aqui. - Eu disse sorrindo gentilmente ao meu chefe. Eu realmente amo meu trabalho.

Assim que o experiente acabou, eu peguei minhas coisas e chequei o celular para ver o endereço do cliente. Não era muito longe de casa, então eu decidi passar em casa primeiro para tomar um banho e comer alguma coisa, porque a correria foi tanta na empresa que não tinha conseguido nem almoçar direito.

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Era umas 19h30 quando cheguei ao prédio e disse ao porteiro que era a técnica que o cliente estava esperando. Minha entrada foi autorizada.

Peguei o elevador e fui até o andar do cliente. Chegando na porta só precisei tocar a campainha uma vez, e logo atenderam.

Eu não estava acreditando no que eu estava vendo! Ou melhor, quem eu estava vendo!

-Jun-Junmyeon oppa? - Disse gaguejando e de boca aberta ao ver ele.

Ele continuava com os mesmos traços, seria impossível não reconhecer... Meu oppa da Coréia.

Junmyeon e eu crescemos na mesma rua e criamos um forte elo. Tínhamos a diferença de 5 anos de idade. Ele me protegeu de várias coisas quando éramos menor, e foi realmente o meu amor da infância.

Meu coração palpitou, eu corei, e vi que ele estava corado também, de boca aberta. Nenhum dos dois estava acreditando no que estava vendo.

-Ton-Tongsaen? -Junmyeon disse piscando várias vezes - É você mesmo?

O meu instinto foi correr dar um abraço apertado nele. Meu Deus! Como eu senti a sua falta! Começou a passar um filme na minha cabeça, todas as brincadeiras e momentos que tivemos juntos. Como eu sofri por ter que deixar ele na Coréia e voltar para o Brasil...

Ele na mesma hora correspondeu o abraço, colocando o rosto entre o meu pescoço e meus cabelos. Senti ele dando uma profunda respirada, como se fosse para sentir meu cheiro, como se ele estivesse morrendo de saudade disso. Arrepiei na hora.

Eu ainda não estava acreditando no que estava acontecendo...




Notas Finais


Vamos ver o que o destino preparou para a (S/N). Até o próximo capítulo! ☺️


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