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História Yagura: Amigos de Infância - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Almoço na casa da Mei


Fanfic / Fanfiction Yagura: Amigos de Infância - Capítulo 3 - Almoço na casa da Mei

           Três Anos Depois

Os anos se passaram voando desde o meu aniversário de dezesseis anos. Hoje eu vou me encontrar com os outros no parque memorial como de costume. 

Saio de casa e corro até o local destinado, lá vejo a Mei e o Ao que estavam acenando para mim, meu rosto se ilumina ao vê-los, eu corri mais uma ver e os abraço fortemente. 

S/n: Senti tanto a falta de vocês! 

Mei: Eu também! 

Ao: Vocês são tão dramáticas... 

S/n: Um doce como sempre você, não é Ao? 

Ao: Claro que sim, o que vocês fariam sem mim? 

Mei: Você é convencido demais! 

Ao: Não sou convencido, é a verdade ---ele mostrou a língua para provoca-la. 

Mei: Fique quieto Ao. ---ela puxou a orelha dele e voltou a me encarar ao perceber que eu estava distraída olhando ao redor--- Está procurando o Yagura? 

S/n: Sim... Ele não veio com vocês? 

Ao: Ele disse que tinha que fazer uma coisa muito importante e que voltaria logo para contar as novidades. 

Mei: Por falar nele... 

Olhamos para trás e ele veio correndo até nós, quando me viu pulou em meus braços. 

Yagura: S/n-chan! Senti tanto a sua falta! 

Ao: Pra você ver, eu sou praticamente irmão dele, e nem um "oi" eu recebo. 

Mei: Ah deixa eles dois em paz Ao. 

S/n: Pequeno pudim, onde você estava? 

Abri um sorriso dócil e ele desfez o abraço um pouco corado. 

Yagura: Eu estava treinando... 

Ao: Abandonou a gente por causa de treinamento?? Não sou mais seu irmão, não fale comigo mais! 

O Ao fingiu estar chateado e estava quase indo embora mas a Mei agarra seu braço e dá um tapa na cabeça dele. 

Mei: O garoto nem terminou de falar! Depois fala que nós somos dramáticas! 

S/n: Que tipo de treinamento? 

Yagura: Não sei se vocês estão sabendo, mas o terceiro Mizukage está muito doente e aparentemente ele irá morrer em breve. 

Mei: Graças aos céus! 

Todos olhamos estupefactos para a Mei que estava sorrindo alegremente, ela rapidamente limpou a garganta e voltou a falar. 

Mei: Quero dizer... É realmente muito triste que isso tenha acontecido... 

Ao: Quando eu falo que ela é louca vocês não acreditam... 

Yagura: Continuando... Eu estava treinando porque fui escolhido como o quarto Mizukage. 

Todos: O que?? 

Ao: Me abandonou e não me contou isso antes?? Tô chateado com você! 

Mei: Pare de fazer cena Ao! 

Ao: Tudo bem, tudo bem... Mas vamos comemorar! 

Mei: Claro que sim, o que sugere mono olho? 

Ao: Todo mundo pra casa do Yagura! 

Yagura: M-minha casa??! ---ele virou o rosto envergonhado. 

Mei: Dessa vez não, vamos para a minha casa, o que acham? 

Todos concordamos e seguimos para a casa dela. O lugar era muito bem iluminado pelo sol e havia algumas plantas em volta, deixando-a com um ar mais rústico e singelo. 

Ao: Olha, viu Yagura? Isso aqui que é uma casa simples. 

Mei: Não fala da minha casa assim seu mono olho! 

S/n: Eu achei sua casa muito fofa Mei, é a sua cara. 

Ao: Igual a sua cara, ou seja nada de bom... 

Mei: Ou você cala a boca ou eu mato você. 

S/n: Vamos nos acalmar né? Viemos aqui para comer... 

Mei: Exatamente, venham podem entrar! ---ela sorri gentilmente e abre espaço para entrarmos. 

Terumī Mai: Mei você já voltou? Oh, vejo que trouxe seus amigos. 

Ao: Ela é sua mãe Mei? 

Mei: É sim, okasan esses são Yagura e S/n, o mono olho é o Ao. 

Mai: Sejam Bem-vindos! Fiquem a vontade. 

Ao: Agora eu sei de onde a Mei herdou a beleza... 

S/n: Ele ta sendo gentil! Milagres são reais! 

Ao: Eu estava sendo sarcástico ok?! 

Yagura: Claro que estava, tão sarcástico... 

Nos sentamos em volta da chabudai para comermos enquanto conversávamos sobre diversos assuntos. 

Olhei na direção da Mei, notei que a Terumī e o Ao estava trocando olhares muito estranhos além de estarem sorrindo estranhamente. Subitamente ouviu-se um leve ruído e um copo foi ao chão. 

Mei: Oh eu sou tão desastrada... 

Ao: Você é mesmo. 

Mai: Sem problemas, eu irei buscar uma vassoura. 

Mei: Ah okasan, a S/n pode pegar para a senhora, não é S/n? 

S/n: Claro sem problemas.

Me levantei e fui em direção ao armário

Mei: Yagura-san, eu esqueci de dizer que ela deveria trazer a pá, pode ir buscar? 

Yagura: Mas... 

Ao: Sem mais! Você está na casa de uma amiga, a casa é dela, regras dela. Agora vai logo, vai, vai! 

Yagura: Já estou indo, calma... 

Eu abro a porta do armário e entro para pegar uma vassoura, ao pegá-la iria sair porém dei de cara com o Karatachi que parecia envergonhado. 

S/n: O que está fazendo aqui? ---abro um sorriso leve. 

Yagura: É que a Mei me pediu para buscar a pá... 

Ao: Olha é pro bem de vocês. 

S/n: O quê? 

O Ao nos empurra para dentro do armário e fecha a porta rapidamente. 

S/n: Que isso?? Vocês estão loucos?? 

Mei: Vocês só vão sair daí quando assumirem que se gostam.

Yagura: A-ao por favor... Abra a porta... 

Ao: Foi mal, mas prometi a Mei que ia ajudar com isso. 

S/n: Então isso era um plano desde o início?? 

Mei: Lógico que sim! Ah, e minha okasan não vai poder ajudar porque ela saiu com meu otousan. 

Ao: Tudo isso me deu fome, vamos para a cozinha Mei. 

Ouvi os passos deles se afastando de nós, eu me virei e notei o quão pequeno era aquele local, não havia quase espaço, tanto que o Yagura estava a poucos centímetros do meu corpo e isso me deixou ainda mais nervosa. 

Yagura: S-s/n-chan o que faremos...? 

S/n: E-eu... ---ouvimos alguns passos se aproximando--- Acho que são eles, rápido me abraça! 

Yagura: O-o que....?! 

S/n: Se você me abraçar eles vão pensar que nos confessamos e assim poderemos sair. 

Yagura: T-tudo bem... 

O Karatachi estava extremamente vermelho, seu rosto estava baixo, ele estava visivelmente envergonhado com a ideia de me abraçar, vendo sua hesitação rapidamente passei meus braços em volta dele o puxando e apertando contra meu corpo, seu rosto acabou se afundando entre os meus seios. 

Mei: E então vocês...

Todos: . . . . . . . . . 

Sentindo que o clima acabara se tornando altamente constrangedor eu lentamente soltei o Yagura que estava ainda mais corado com a situação e rapidamente se curvou pedindo desculpas. 

Yagura: S-sinto muito S-s/n-chan... N-não f-foi de propósito eu juro! 

S/n: T-tudo bem, a culpa foi muito mais minha do que sua... 

Ao: Eu não precisava ter visto isso... 

Mei: O rosto dele estava... Eu acho que vou desmaiar. 

A Terumī basicamente se joga nos braços do Ao fingindo estar inconsciente. 

Ao: Vamos fingir que nada aconteceu? 

Todos: Concordo. 

Yagura: E-eu tenho que ir... 

S/n: É e-eu também... 

Ao: Não sabia que você chegaria a esse ponto Yagura, enfiou o rosto nos seios da S/n... Seu pervertido. 

Yagura: E-eu não sou pervertido!! ---seu rosto estava tão vermelho que parecia que sua pela iria pegar fogo. 

Ao: Mas você gostou não foi? 

Yagura: E-eu tenho que ir... 

Sem falar mais nada ele corre para fora da casa quase que desesperado. Eu não falei mais nada e saí de lá extremamente envergonhada com o que aconteceu. As palavras do Ao chegam até mim e eu me pergunto o que eu realmente senti naquele momento? 

Não posso mentir para mim mesma, ter o Yagura tão perto de mim me deixa nervosa e me desestabiliza. O que aconteceu naquele armário me deixou totalmente desconcertada além de ficar perplexa com meus próprios sentimentos... 



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