História Imagines BTS - Capítulo 2


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Palavras 1.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, pessoas desse mundo. Como vão?
Boa leitura!

Capítulo 2 - Rap Monster (1)


Fanfic / Fanfiction Imagines BTS - Capítulo 2 - Rap Monster (1)

Cheguei atrasada na aula. Entrei toda constrangida e fui me sentar no fundo. O professor começou a falar de novo quando eu cheguei no meu lugar.

Era um curso sobre inspiração e criatividade. Por que eu tava lá? Bom, eu sou... não, eu quero ser uma escritora, só que eu tô num bloqueio criativo a meses. Pensei que essas aulas fossem ajudar...

Enquanto eu ouvia o que o professor dizia, percebi uma coisa estranha. Um aluno que estava sentado na frente usava óculos escuros. Sim, dentro do prédio. Ah, mas deixa pra lá.

Eu volto a prestar atenção na aula.

...

Acaba a aula e eu e todos os outros arrumamos as nossas coisas. Infelizmente, um monte de pessoas tenta sair da sala ao mesmo tempo, causando um pequeno tumulto. Então eu espero ele passar para poder sair.

Na porta, sem querer eu esbarro em alguém e derrubo o caderno da pessoa no chão.

(S/N): Ai, me desculpa!

Eu me abaixo e pego.

(S/N): Aqui está... Espera um pouco, Namjoon?!

Olho para aquele rosto familiar sob os óculos escuros.

(NJ): Espera... eu conheço essa voz...
(S/N): Sou eu, a S/N!
(NJ): S/N! Nossa, a quanto tempo!
(S/N): É... não te vejo desde o segundo colegial!
(NJ): Verdade. Faz uns cinco anos.

Nós seguimos juntos pelo corredor com os braços dados. Não consigo acreditar que é ele mesmo, meu amigo de escola e o garoto de quem eu gostava.

(S/N): Mas me fala... eu tenho duas perguntas pra você, mocinho.

Ele ri.

(NJ): Pode falar.
(S/N): Em primeiro lugar, por que você tá de óculos escuros em um ambiente fechado? Segundo, por que saiu da escola no meio do ano e nunca mais entrou em contato? Nós [nosso grupo de amigos] ficamos muito preocupados.

Ele desmancha o seu sorriso.

(NJ): Ah, isso. Acho que você ainda não percebeu, S/N, mas eu estou cego dês daquela época. Eu tive uma doença que quase me matou e deixou isso como sequela.

Tento não parecer assustada, mas estou muito surpresa:

(S/N): Ah... entendi. Mas isso não explica por que não nos contatou.

Namjoon dá um sorriso triste.

(NJ): Naquela época eu não aceitava ser cego, sabe? Eu tinha vergonha. Mas não se preocupe. Hoje eu tô bem com isso e sou muito feliz.
(S/N): Que bom! Foi muito difícil de se acostumar?
(NJ): No começo, sim, mas depois eu comecei a gostar, o que me ajudou a aprender mais rápido. Eu realmente gosto de ler com o braille e "ver" o mundo de outra forma. Isso até me ajuda a ter ideias pras letras de rap.
(S/N): Namjoon, sempre um cara inteligente, haha. Mas então você ainda compõe e faz rap?

Ele sorri largamente.

(NJ): É claro! Nunca abandonei esse sonho. Mas e você? Ainda quer ser escritora?
(S/N): Sim. Espero que um dia eu consiga publicar algo...
(NJ): É claro que você vai conseguir. Eu lembro que você era muito boa.
(S/N): Ah, obrigada, Nam.

Continuamos conversando sobre várias coisas até chegarmos à saída.

(S/N): Como você vai pra casa?
(NJ): Eu vou pedir um táxi. E você?
(S/N): Eu também! Vamos rachar a conta?
(NJ): Claro, haha.

...

E assim as coisas ficam pelos próximos dois meses: nós dois voltando a ser amigos e sempre nos encontrando no curso, além de pegarmos o táxi juntos. Mas não vou mentir não, meus sentimentos pelo Namjoon voltaram.

...

Eu tinha convidado ele pra almoçar na minha casa numa quarta-feira. Depois que terminamos de comer fomos para a sala assistir TV (o Nam ficava escutando as falas e eu explicava o que era necessário do que tava acontecendo). O filme tava ótimo, até a energia do bairro cair.
(S/N): Argh! Eu realmente queria assistir isso...
(NJ): Tudo bem, S/N, a gente faz outra coisa. Alguma ideia?

Eu penso um pouco.

(S/N): Ah! Quero ouvir você cantar um rap, Nam.

Ele fica nervoso.

(NJ): Não sei não, S/N...

Eu faço uma voz fofa:

(S/N): Please?

O Nam suspira.

(NJ): Tá, mas da próxima vez que eu vier aqui eu quero que você leia para mim alguma de suas histórias.
(S/N): Combinado, então eu nunca mais te chamo pra vir aqui em casa.

Ele ri da brincadeira.

Quando ele começa o rap, eu fico embasbacada. Ele melhorou pacas. Eu o elogio bastante, e ele fica sendo modesto.

Depois disso, nós ficamos em silêncio. Ai, minha casa é muito chata, não tem nada pra fazer aqui. Que vergonha!

(NJ): S/N.

O Nam me tira dos meus devaneios.

(S/N): Que foi?
(NJ): Será que eu posso... posso tocar no seu rosto? É que a lembrança que eu tenho da sua aparência é aquela de dezesseis anos.

Credo. Eu já não sou a moça mais bonita do mundo não, imagina naquela época da adolescência! Mas coitado do Nam...

(S/N): É c-claro.

Eu fico um pouco envergonhada, mas sento mais perto dele e guio as suas mãos até o meu rosto. Eu fecho os olhos e sinto ele desenhar o meu rosto delicadamente com os seus dedos, da testa aos olhos e do nariz às bochechas e orelhas. Ele até mexeu no meu cabelo.

Eu abro os olhos. Ele tira a mão do meu cabelo e volta para o nariz e vai descendo o indicador até tocar nos meus lábios. Quando isso acontece, ele para por um momento e se aproxima como se fosse me beijar. Eu já estava toda feliz quando ele de repente para e se afasta, descendo o dedo pelo meu queixo e depois tirando a mão.

Ficamos em silêncio por um tempo. Eu tomo coragem:

(S/N): Por que fez isso?
(NJ): Isso o que?
(S/N): Você ia me beijar, não ia?

Namjoon fica vermelho.

(NJ): Eu... eu ia. Descu...
(S/N): Não precisa se desculpar. Por que você parou?

Ele abaixa a cabeça.

(NJ): Porque você merece alguém melhor do que eu.
(S/N): Namjoon, seu bobo! Você é que é bom demais pra mim!
(NJ): Mas a minha cegueira...
(S/N): Isso não muda nada, Nam. Eu gosto de você de qualquer jeito.

Eu pego a sua mão e a ponho de novo no meu rosto. Ele fica um tempo ponderando, até que dá um sorrisinho de canto e aproxima o seu rosto do meu, me dando um beijo calmo.

...

É, e depois desse dia começamos a namorar. Eu não podia estar mais feliz!


Notas Finais


E foi isso por hoje. Espero que tenham gostado!
Beijos


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