História Imagines K-hiphop - Capítulo 17


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Beenzino, Black Pink, CL (Chaelin Lee), Dok2, GIRIBOY, GRAY, Jay Park, LOCO, Simon D., Zico, Zion.T
Personagens Beenzino, Dok2, GIRIBOY, GRAY, Jay Park, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Kim Hae-sol "Zion.T", Lee Chaelin "CL", Lisa, LOCO, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Simon Dominic, Suga, V, Zico
Tags Abo, Bangtan Boys, Bts, Hentai, Imagine, Lemon, Parkone, Sexo, Você
Visualizações 378
Palavras 1.591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Professora (Imagine DPR Live)(Hot)


Fanfic / Fanfiction Imagines K-hiphop - Capítulo 17 - Professora (Imagine DPR Live)(Hot)


- Tio?

Ouvir o meu sobrinho me chamar enquanto eu olhava Chris editar a música nova.

- O que foi Minho?

Minho era filho da minha irmã mais nova que tinha se casado um pouco antes do que imaginávamos, mas enfim, ela tinha viajado para a segunda lua de mel e deixou seu filho de 15 anos comigo.

- Minha professora pediu pra o senhor comparecer hoje de tarde lá na escola.

- Pra quê?

Ele sentou ao meu lado e suspirou jogando a bolsa do seu lado.

- Fui suspenso das aulas de inglês..

O olhei e desliguei meu celular.

- E o que você fez agora Minho? Sabe que se tua mãe descobrir, ela mata nós dois.

- Eu chamei a professora de gostosa...

Christian nos olhou e riu sendo acompanhado por mim.

- Tu é maluco moleque.

Chris falou rindo.

- Mas o que eu poderia dizer? Não segurei e ela é mesmo, principalmente quando  ela vai com umas calças apertadas.

- E de que horas eu tenho que ir?

- Ela disse ao meio dia pois ainda vai estar lá. 

Revirei os olhos, ah como professoras são chatas e gostosa nem é tão mal assim para ela me chamar, poderia muito vem ter levado o Minho pra uma psicóloga lá da escola.

- Cuidado pra não desrespeitar a professora também, Hong!

Piscou e eu sorrir de lado. 

- Eu vou me apressar e ir agora, Chris leva o Minho pra casa da omma por favor, valeu. 

Peguei a chave do meu carro e fui em direção aquela escola, maldita coisa que veio tirar meu sossego. Ao chegar, estacionei meu carro e observei alguns alunos ainda irem embora, saí do meu automóvel e fui a procura da tal professora.

- Com licença, onde está a professora de inglês?

Perguntei à um dos alunos.

- Na sala do terceiro d!

- Obrigado.

Andei até tal sala, o que foi difícil de achar pois ficava bem distante do portão de entrada e saída. Ao chegar lá, a porta estava aberta e me deparei com um par de bundas. Ela estava apanhando algo do chão, acho que eram livros, a calça justa social, agora eu entendia meu sobrinho. 

- Não vai entrar?

Falou quando se levantou ainda de costas, engoli o seco e me sentei em uma das cadeiras de frente à seu birô. A tal professora se sentou em minha frente e quase tive um ataque cardíaco ao ver quem era.

- Eu não acredito nisso..

Ela murmurou revirando os olhos e eu sorrir ladino porém estava um pouco envergonhado.

- Saudades amor?

- Não me chame de amor. Vamos ao que interessa.

S/n era minha ex namorada, mas acabamos terminando pois as brigas diárias eram horríveis e quase batemos um no outro.

- Eu e você?

- Seu sobrinho. 

Assenti e apoiei meu rosto em minhas mãos deixando os cotovelos na mesa.

- Prossiga.

- O comportamento dele quanto à mim é ridículo, mas acho que sei a quem ele puxou.. Enfim, ele está suspenso das minhas aulas por dois dias, e se ele continuar assim terei que comunicar à direção. 

Retirou os óculos e eu quase babei por ela outra vez.

- Não se preocupe com o Min, ele saberá que você é minha e não dirigirá a palavra à você. 

Ela me olhou por um tempo e soltou uma risada assoprada. 

- Senhor Hong Dabin, não temos nada e por favor, se comporte.

Ficou séria e anotou algo em um papel, logo em seguida me entregou.

- O que é isso?

- Seu sobrinho terá que  me entregar isso assinado pelo responsável no dia em que ele estiver livre para vir à minha aula, a data está no papel, é só ler.

Se levantou e eu rapidamente guardei o papel em minha calça. 

- Vai pra casa?

Perguntei coçando a nuca.

- Sim, por quê?

- Quer carona?

Ela me olhou e pegou sua bolsa.

- Não, quero andar de ônibus mesmo.

Ela foi andando e eu atrás dela como sempre. 

- Aqui é bem escuro..

- Aqui não tem aula à tarde então é óbvio que tudo fecha e fica escuro depois que  os alunos vão embora.

- Não culpo meu sobrinho por falar aquilo, deverei ver as suas roupas meu amor.

Soltei não olhando para ela.

- Eu não vejo nada  de mais em minhas roupas. 

- Você não, mas os homens e os meninos sim. Garanto que o diretor dessa escola já deu em cima de você. 

Ela riu.

- Bem.. se deu, eu não prestei atenção. 

- Onde é o banheiro?

- Aqui.. nessa porta, é o banheiro dos professores.

Eu a olhei e ela fazia o mesmo, sorrir novamente e passei a mão pelos meus cabelos, e como antigamente, ela entendeu.

- Dabin, já disse que  não temos nada...

Cruzou os braços e eu desejei tirar aquela blusa social de seu corpo.

- Nem uma ficada? Não tem ninguém aqui, apenas o zelador.

- Então há alguém. 

Rir e puxei sua cintura contra meu corpo, fazendo a garota me olhar incrédula. 

- Dabin você tá louco? Alguém pode nos ver. 

 - Amor.. não se faça de difícil.. não pra mim..

Sussurrei aproximando meu rosto do seu. Ela olhou para minha boca e mordeu seu lábio, eu sabia que aquilo era um sinal para que eu avançasse o sinal vermelho. A beijei e rapidamente troquei nossos posições, A deixando na parede, apertando com força sua bunda gostosa.

- Que bom que essa bundinha é toda minha..

Rimos safados e voltamos a nos beijar loucamente, S/n deixou sua bolsa cair e eu quase arfei quando ela passou sua linda mão em meu pau. Apertei ainda mais sua bunda pois estava com um enorme tesão. 

- Hong..- Começei a beijar pescoço - Não podemos.. aqui não..

- Mas não tem ninguém baby... estou tão necessitado de você..

Ela me empurrou de leve e abriu a porta  do banheiro dos professores, que só era para uma pessoa, e me puxou para dentro juntamente com um beijo afoito. Sorrir e tranquei a porta, ela começou a retirar minha blusa e a prensei sobre a pia do banheiro.

Desabotoei sua calça e a realizei até seus calcanhares, beijei sua buceta e ela arfou me fazendo sorrir de modo safado pra ela.

- Vira de costa amor..

Pedi e foi o que S/n fez, me ajoelhei e retirei a calça por completo e joguei ao lado. Acariciei seu bumbum e dei uma batidinha gostosa a fazendo rir baixo. Peguei na borda de sua calcinha azul bebê e começei a desliza-la por sua pele, fazendo com que aquele objeto tivesse o mesmo fim que a calça. 

- Empina..

Minha voz já estava rouca de tanto tesão, a garota me obedeceu e passei meus dedos por sua buceta, estava tão molhadinha, segurei firme sua bunda e abrir para que eu finalmente pudesse chupá-la. Minha língua passeava pelo clitóris e aberturazinha dela, S/n gemia baixo para não chamar atenção. 

Ela empinou mais é tentou rebolar mas fora um pouco difícil, sorrir ao vê-la tão mercê sobre mim. Aproveitei o oral para morder algumas partes de sua bunda que já estava ficando vermelhinha com a pressão que fazia em minhas mãos. 

Os suspiros da minha mulher ficavam mais alto e eu mal podia tapear aquela bunda gostosa pois o zelador poderia estranhar. Então parei de chupar sua bucetinha e desabotoei minha calça jeans até o joelho junto a minha box branca.

Me sentei na privada fechada e a chamei para cavalgar em cima de mim. S/n mordeu o lábio e veio finalmente, ela se pôs em cima de mim e acariciou meu pau me deixando louco, logo a ajudei a colocá-lo dentro de sí. Arfamos juntos e ela começou a rebolar lentamente, como fazíamos antigamente. 

Agarrei seus cabelos e voltei a beijá-la com pressa. Eu a ajudava a se movimentar e vez ou outra ameaçava penetrar meu dedo no meio daquele bumbum gostoso mas ela não faria algo assim aqui... Então não insistir pois ela faria muito barulho. 

Logo ouvimos batidas na porta mas não paramos de transar naquele momento, apenas cessamos o beijo.

- Srt S/n?

Ouvimos o zelador e eu começei a chupar seu pescoço e explorar minha mão por dentro de sua blusa, naqueles peitinhos que eu tanto amava. 

- O-Oi..

- Ah desculpe, pensei que não estivesse ninguém mas é sua a bolsa que está aqui?

- Sim..

Ela começou a rebolar rápido pois a necessidade de gozar era grande. 

- Certo.. me desculpe outra vez.

Ouvimos passos se afastarem e ela olhou nos meus olhos com aquela expressão de prazer e arfando com a boquinha entre aberta. Passei a ajudá-la na velocidade e logo dava  para se ouvir o som de carne se batendo mas fora por um curto tempo pois gozamos alguns segundos depois.

Ficamos tentando acalmar a situação de nossas respirações e eu beijei levemente sua boca sendo retribuído por ela.

- Eu sinto sua falta..

Murmurei e a mesma fez cafuné em minha cabeça. 

- Eu também..

- Prometo ser menos irritante se voltar..

S/n riu abafado. 

- Ainda pode me dar uma carona?

Ela sorriu e eu a acompanhei.

- É claro amor..

[...]


- Como foi a reunião?

Chris perguntou enquanto nos despedimos na gravadora.

- Adivinha quem era a professora!

- Ah cara não me faz adivinhar, sabe que sou péssimo. 

- Minha namorada.

- E tu tem uma?

- Tô falando da S/n!

Revirei os olhos e ele arregalou os seus.

- Pensei que vocês tivessem terminado. 

- Acho que alguns minutos na escola foi o bastante pra gente se reconciliar..

Ele me bateu e riu.

- Cara, que safado, cadê a criança safada?

- Deixei ela em casa pois ela iria dormir um pouco mas logo irei lá, acho que dormirei lá e deixarei o Min com a vizinha.

- Usem camisinha pelo amor de Cristo. 

Christian disse e logo se mandou, arregalei os olhos e me lembrei que não usamos, agora eu tinha que ir rapidamente numa farmácia... ou não...




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