História Imagines K-pop - Capítulo 74


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Categorias EXO
Tags 24k, 2ne1, Astro, Bap, Big Bang, Exo, Got7, Ikon, Jay Park, Kpop, Mamamoo, Monsta X, Nct, Shinee, Twice
Visualizações 405
Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 74 - Princess ( Wonho - Monsta X)


Fanfic / Fanfiction Imagines K-pop - Capítulo 74 - Princess ( Wonho - Monsta X)

Meu cabelo grudava na testa de suor, eu já estava 40k/h a mais do que o permitido naquela via, mas ainda não era o suficiente. Quando Minhyuk me contou que s/n tinha sido assaltada, meu sangue subiu para a cabeça, e quando ela completou dizendo que os covardes encostaram nela, eu perdi a consciência.

Faziam quatro meses que tínhamos terminado, na época era o melhor a se fazer, eu com uma turnê mundial atrás da outra,ela estava batalhando pra entrar em uma boa faculdade, eu era um namorado ausente, ela me escondia coisas. Terminar foi a parte fácil, nos manter separados é que é complicado, frequentamos os mesmos lugares, temos os mesmos amigos, é sempre assim, apenas algumas horas juntos para reacender a chama e acabarmos um na cama do outro. Na última vez, depois de um pequeno surto de consciência, combinamos que aquela seria a última vez.

Quando eu soube que alguém tinha tocado na minha princesa, eu simplesmente perdi a consciência.

Era a quarta vez que eu batia na porta e nada, eu precisava vê-la, precisava tocá-la e saber que nada estava fora do lugar. Sempre foi ela, a única que tinha o poder de me acalmar. Quando ela finalmente abriu a porta, meio receosa, pude ver seus cabelos bagunçados como sempre, ela usava um short curto que sumia em baixo de uma blusa cinza que eu reconheci como minha.

Ela abriu a porta só o suficiente para que eu entrasse e a fechou em seguida, ela abriu a boca para dizer algo, mas eu a interrompi com um abraço apertado. Depois de apenas alguns segundos com o rosto enterrado em meu peito, pude ouvir os soluços e sentir as lágrimas quentes molhando minha blusa.

- Está tudo bem agora. - foi tudo que consegui dizer enquanto afagava seus cabelos - Estou aqui e nada vai acontecer. - Dizia isso mais para convencer a mim mesmo do que para convencê-la.

Mesmo que ficássemos separados por anos, eu sei e ela também, que ela se sente segura comigo e eu me sinto devastado quando algo acontece com ela.

Foi com esse pensamento que tomei ela em meus braços, precisava acalmar meu coração, precisava ter ela comigo, sem rótulos e leis, só ela me desestabiliza desse jeito e só ela pode acalmar minha alma.

Levei ela até o quarto e a coloquei na cama, um caminho que eu já conhecia bem. Beijei-a delicadamente, aproveitando cada sensação, eu não sabia quanta saudades sentia até toca-la de novo.

O beijo calmo se tornou urgente, ela me pressionava contra si acabando com qualquer espaço que ainda houvesse entre nós, e eu sabia que ela sentia tanta minha falta como eu sentia a dela.

Ela tirou sua própria blusa enquanto eu tirava a minha, minhas mãos estavam trêmulas, era uma sensação assustadora e ao mesmo tempo doce. Esse era o efeito que s/n tinha em mim.

Depois de alguns segundos examinando seu corpo, notei alguns arranhões em seu ombro, e uma vergão em seu braço, minha mente voltou ao por que de eu estar ali, alguém tinha machucado minha garota.

Passei os dedos delicadamente, bom tão delicado quanto alguém do meu tamanho e totalmente abalado podia ser.

- Você é tão preciosa. – disse antes de poder me conter.

- Ainda sou sua. - ela disse simplesmente. Me fazendo quase esquecer de toda bagunça de sentimentos que me dominavam.

- Eu vou cuidar de você, sei que não devia passar tanto tempo longe, mas você é tão teimosa, e me bagunça tanto… - continuei despejando tudo em cima dela.

Ela simplesmente sorriu.

- Shiu. - tocou meu cabelo, e empurrou minha cabeça pra ir de encontro a sua boca. - Seja meu.

Eu obedeci.

Beijei seu pescoço deixando leves marcas enquanto ela abria meu zíper e ia de encontro ao meu membro, eu poderia estar com mais mil mulheres diferentes, e mesmo inexperiente ela tinha magia que eu não sabia explicar.

Ela fazia leves movimentos, enquanto eu sem jeito tirava seu short e retribuía o prazer.

Os gemidos dela se misturavam com os meus, e aquela era minha sinfonia favorita.

Levantei levemente, recebendo uma cara de repreensão como resposta, terminei de tirar minha calça jeans, e peguei o embrulho da camisinha, vestindo rapidamente, quando voltei a fita-la, s/n esbanjava um sorriso enorme. Era tão prazeroso ver como ela ficava verdadeiramente contente em simplesmente ter a mim.

Perdido em seu sorriso, penetrei-a de uma vez, arrancando gemidos meus e dela.

Depois de alguns minutos eu já não sabia mais onde era em cima e onde era embaixo.

- Eu vou gozar. - disse em uma mistura de sorriso, gemido e suspiro.

Ela assentiu com a cabeça, inverteu as posições, eu tirei a camisinha enquanto ela distribuía beijos pela minha barriga.

Tínhamos um jeito tão nosso até para algo que todas as pessoas no mundo faziam. Ela simplesmente sabia o jeito como eu gostava nas coisas e eu sabia suas manias. Ninguém poderia substituir isso.

Ela começou a me chupar devagar, passando primeiro só a língua, me fazendo tremer e arrepiar ao mesmo tempo, depois abocanhou e indo rápida até quase o início do meu membro, não demorou muito até eu chegar no meu ápice.

Ela continuou chupando delicadamente mais alguns segundos, até eu puxa-la para cima, quando ela engoliu eu beijei sua testa.

- Quer que eu pegue água? - ela assentiu e eu lhe dei um selinho. Era sempre o mesmo ritual todas as vezes ficávamos juntos.

Voltei com um copo d’água, ela vestia apenas minha blusa, depois que ela bebeu o conteúdo todo voltamos a nos deitar.

Eu fazia carinho em suas costas e ela nas minhas enquanto nossas pernas estavam enroladas uma na outra.

- Por que nosso relacionamento não pode ser sempre fácil como quando estávamos juntos? - ela disse baixo, quase como um suspiro com a cabeça escondida em meu peito.

- Também queria saber… - disse ainda mais baixo.

Depois de mais alguns minutos, que poderiam ser horas e eu não saberia, enquanto estivesse na companhia de s/n, adormecemos aproveitando a paz que o outro proporcionava.

 



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