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História Imagines Kakashi - (Kakashi x Leitora) - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Revelação.


Fanfic / Fanfiction Imagines Kakashi - (Kakashi x Leitora) - Capítulo 12 - Revelação.

Eu mantive meus olhos na mulher durante um bom tempo, Kurenai falava e falava mas eu não liguei para qualquer coisa que ela falava, minha mente estava distante do agora. Pensando em como seria legal me tornar mestre do Konohamaru.

- Oi?! Alguém aí? - pisquei rapidamente voltando minha atenção para a mulher.

- Foi mal - me desculpei e ela me olhou preocupada.

- O que há com você? - perguntou e sorri negando.

- Acho que finalmente a minha vida está se acertando - falei brincando com o copo na minha frente, ela pareceu mais calma e sorriu.

- Você nem me falou, vai cuidar do neto do hokage mesmo? - suspirei, dando de ombros.

- Acho que chega de lutar e missões para mim - sorri.

Toquei minha tatuagem Anbu, o que me fez dar um suspiro calmo.

- Tô ficando velha pra essas coisas - ela sorri, negando com a cabeça. - Antes que você se torne o Gai e fale de juventude... - me levanto da cadeira e deixo o dinheiro do chá que bebi. - Eu tenho algumas coisas para resolver, nos vemos depois

- Você vai na festa do Gai amanhã? - é verdade, eu me esqueci completamente desta festa.

- Talvez - dou um beijo na bochecha da mulher e saio da loja.

Caminho pelas ruas movimentadas de Konoha, parece que as pessoas estão com pressa. No mesmo instante que presto atenção nas pessoas eu não me importo. Sigo para a minha casa, preciso de um banho.

Ao me despir eu mergulho na banheira com água quente mas não ao ponto de me queimar. Meus músculos começam a relaxar e todo o meu corpo se entrega a calmaria.

Eu fecho meus olhos e de repente é como se eu não quisesse voltar para o mundo lá fora, um barulho me faz abrir os olhos e encaro uma figura a minha frente. Sua pele clara, cabelos prateados, completamente nú. Observo o corpo escultural do homem, o que ele está fazendo aqui?

Ele se aproxima e entra na banheira junto comigo, minhas pernas no meio das deles, ele se aproxima devagar, encostando sua mão gelada em mim, o que me faz sentir um arrepio pela espinha. Seu corpo pesa sobre o meu e seu rosto se aproxima. Antes de sentir seus lábios um frio intenso toma conta do meu corpo.

Ao abrir meus olhos percebo que é apenas um sonho, me xingo mentalmente por ter acordado, e acabo percebendo que no sonho o homem estava nú mas não consigo me lembrar direito de seus traços.

Me levanto rapidamente quando percebo que o frio do meu corpo é somente por causa da água gelada, quanto tempo eu fiquei aqui afinal?

Me levanto e me enrolo na minha toalha, meus olhos pesam com o sono então eu pisco sonolenta, ouça batidas na porta e espero não estar delirando por causa do sono.

Sigo para a porta e a abro, meus olhos se encontram com o de alguém que me causou um bom sonho no banheiro, certo, eu estou sonhando novamente.

- Kakashi - chamo com minha voz sonolenta, só que vejo o homem voar com sangue no lugar que deve ser o nariz.

Meus olhos se arregalam, isso parece bem real, então eu olho para o que estou vestindo. A toalha espreme meus seios, os deixando esbeltos eu diria, a toalha mal cobre meu corpo também e chega a cobrir até a poupa da bunda com uma abertura na lateral que eu não sei como existe. Talvez eu tenha pegado a menor toalha.

Se isso for um sonho tanto faz, acho que devo me beslicar, e isso definitivamente é uma má idéia quando dói. Quando o Kakashi se aproxima eu fecho a porta com desespero.

Ah merda. Merda. Merda. Merda.

Como se eu segurasse a porta eu fico contra a mesma, assustada com o que acabou de acontecer.

Ouço batidas novamente e olho para um lado e para o outro.

- Eu vou só me trocar - falei correndo para meu quarto, me sequei rapidamente e me troquei com qualquer coisa que eu vi pela frente.

Voltei e abrir a porta, o homem está escorado na parede, ele se vira para mim e me sinto envergonhada, sinto um calor subir por mim e eu apostaria com quem fosse que eu devo estar mais vermelha que um tomate.

- Quer... entrar? - perguntei o olhando.

- Na verdade vim te chamar para comer algo, já jantou? - perguntou, sorri negando.

Isso me lembra de quando ele era meu capitão quando eu trabalhei na Anbu, ele não conversava muito mas nos tornamos mais próximos depois de uma missão. E depois da nossa missão ele me chamou para comer um lamen, e eu como uma boa esfomeada não pude negar.

- O que foi? - perguntou, neguei com a cabeça.

- Me lembra os velhos tempos - sorri e ele confirma. - Vamos aonde?

- Pensei em um lamén - dei de ombros, saindo de casa e fechando a porta atrás de mim.

Seguimos em silêncio por alguns metrôs.

- Não vai me falar - ele virou seu olhar para mim, sua roupa toda preta e seu cabelo meio bagunçado, tão lindo.

- O quê? - perguntou.

Como consegue ser tão lindo.

- O que está acontecendo com você? Percebi seu sumiço nesses últimos dias - suspirei quando ele voltou a olhar para frente.

- Não está acontecendo nada, só estou um pouco ocupado ultimamente - sorrio, fingindo acreditar na mentira dele.

- Tanto faz, você não quer falar e eu não vou te pressionar - falei me virando para a frente, estou cansada do não interesse dele.

- Fiquei sabendo que você vai cuidar do neto do hokage - assenti quando ele mudou de assunto.

- Não sei ainda - suspirei fundo. - Eu não me sinto preparada para isso

Senti sua mão em meu ombro e o olhei.

- Fique tranquila - ele fechou o olho direito, um sinal de um sorriso. - Eu ainda acho que não estou preparado para o time 7 mas é um dos times mais promissores dessa geração - deu de ombros.

- Você não está se gabando né? - brinquei.

- Longe de mim - eu ri com sua resposta.

Finalmente chegamos ao Ichiraku, jogamos mais conversa fora enquanto comiamos, um momento divertido no meu dia o que eu precisava. Ao terminar ele pagou a conta, mesmo sendo um pouco pão duro as vezes. Ele me levou até a porta da minha casa e nos despedimos. Depois disso só me lembro de escovar os dentes pois eu desmaiei quando me deitei.

[...]

Eu já estou um pouco atrasada para a festa do Gai essa noite, coloquei um vestido que valoriza minhas curvas e destaca meus seios, não que eu goste desse tipo de roupa mas sou solteira e pago minhas próprias contas.

Depois de me arrumar eu vou para a casa do Gai, onde todos já estão presentes, Gai, Kurenai, Asuma, Yamato e o prateado.

Eles me comprimentam e eu entrego meu presente ao Gai. Começamos a conversar e logo a beber, como não sou tão forte para bebida eu decido me controlar no álcool.

Eu fico admirando o prateado algumas vezes, jogamos algum jogo que mal sei qual é porquê a bebida fez efeito, me sinto zonza e mais leve.

Asuma começou uma batida viciante na mesa de madeira, e eu ri com o ritmo que é alegre. Me levantei e dei uma rodada, chamando Kurenai para dançar comigo.

Começamos a rodar nós duas juntas, presas nos movimentos que faziamos e na risada solta. Até o momento que me descontrolei, quase caindo para trás e se não fosse meu salvador prateado eu teria dado de bunda na madeira.

Quando saí do transe que estava eu virei meu rosto para cima, encarando o homem, seus braços me envolviam em um abraço. No momento o mundo parece ter parado, e eu me vejo louca de vontade de não guardar mas o segredo de gostar deste homem e terminar isso tudo ou não. Me endireitei e sorri para os demais que faziam o mesmo de antes.

Não quis que o Kakashi se distancia-se mas foi o que aconteceu, senti falta do calor dele contra meu corpo mas o que posso fazer quanto a isso.

- Acho que vou indo - falei, eles se viraram para mim.

- Ainda está... - antes de completar a frase a Kurenai olhou o relógio. - Talvez esteja um pouco tarde - riu.

- Vejo vocês amanhã - falei, eles assentiram.

- Eu vou te acompanhar - ouvi a voz masculina do Kakashi me dizer e o olhei, depois de alguns segundos eu sorri.

Saindo da casa do Gai nós começamos a caminhar para minha casa, por alguns segundos em silêncio.

- Você não está tão bamba quanto achei que estava - disse e sorri, então era só preocupação.

- Um pouco, eu não bebi tanto - respondi.

- Eu não falei antes mas você está linda - me virei para ele, mordendo o lábio inferior.

- Obrigada - sorri quando eu sussurrei, eu não sei se é a bebida ou que eu esteja cansada de fugir desse sentimento mas eu ficaria muito envergonhada com isso. - Você que deve estar bêbado

Ele riu, depois negou.

- Até sóbrio eu consigo te ver linda então não é a bebida - conti um sorriso.

A noite mais fria que antes, um vento frio fez com que eu me aperte em mim mesma. Kakashi parece perceber, ele sabe como sou frienta.

Senti ele apertar minha mão com a sua e o olhei, ele cruzou nossos dedos, me puxando para ele, me envolveu em seus braços e me manteve suspensa no ar, continuando a caminhar.

Minhas costas doeram e eu entrelacei minhas pernas em volta da sua cintura, rodeando o seu pescoço com o meu braço, descansei minha cabeça na curvatura do seu pescoço e eu diria que seu perfume me embriagou mais que aquela bebida.

Ele soltou minha mão e senti seu toque nas minhas coxas, ele puxou o vestido para cobrir mais minhas coxas e eu ri com isso.

- Não quero te mostrar demais para os outros homens - sorri.

- O que foi? Está com ciúmes? - perguntei em um sussurro no ouvido dele.

Ele permaneceu calado.

- Eu vou parecer um bebê desse jeito - cortei o clima de antes. - O que as pessoas vão achar?

- Ah, eu não ligo para o que eles pensam, há não ser a senhora que me olhou com desaprovação lá atrás - eu ri. - Eu amo você

Engoli a risada e fiquei calada.

- Como uma amiga? - estendi minha cabeça para encarar o homem.

Ele virou o olhar.

- Você vai fazer nós dois cairmos com essa cabeçona - dei um tapa no ombro dele e ri.

- Eu vou te contar um segredo então - voltei a encostar minha cabeça no seu pescoço e sussurrei. - Eu também te amo

- Não como amigo né? - debochou da minha pergunta de antes, dei um tapa em seu ombro novamente.

- Eu estou me declarando para você, seu idiota - ri, ele parou de andar.

- Desde o dia que você apareceu na Anbu, com aquele coque estranho - ele riu e eu reprovei com a cabeça. - Desde sempre, eu te amo

Eu voltei a olhar para o rosto do homem, ele parece meio envergonhado com a revelação que acabou de fazer.

- Já chegamos na sua casa - disse, eu mordi o lábio inferior e o admirei um pouco.

- Infelizmente me sinto um pouco zonza, acho que você vai ter que me colocar na cama - ele riu.

- Se quer continuar comigo é só pedir - dei de ombros.

- E quando o efeito dessa bebida acabar? - perguntei o olhando um pouco triste.

- Eu ainda vou continuar te amando, você não deve ter entendido, eu te amo mulher, EU TE AMO - estendeu a cabeça para cima e gritou a última parte, eu ri.

- Ei, os vizinhos vão que você é louco - ele apertou os olhos. - Nem tente essa cantada

Ele começou a andar novamente.

- Você não tranca sua casa não? - perguntou e eu ri.

- Não acho que tenha doidos para invadir - falei.

Ele então passou pela porta aberta e a fechou com o pé.

- Posso? - me referi a sua máscara e ele assentiu.

Puxei a máscara dele devagar, revelando seu rosto, selei nossos lábios em um beijo calmo. Quando o ar faltou-nos eu separei nossos lábios.

- Acho melhor eu ir antes que isso continue de outra forma - ele disse.

- Se é o que você quer - falei.

- Amanhã você têm que trabalhar e eu também, mas te vejo a noite para um jantar? - fingi estar pensativa.

- Só se você fizer sua deliciosa comida - sorriu e seu sorriso derreteu meu coração.

- Tudo bem - colocou as mãos na minha cintura e me tirou do seu colo. - Te vejo amanhã

Antes de sair ele me roubou um beijou e se foi. Eu espero não estar sonhando ou ter batido a cabeça muito forte caso eu esteja bebada em algum lugar.

O sono tomou conta da minha mente e dormi rapidamente.

[...]


Notas Finais


Eiei, como vocês estão?

Uma coisa é certa, eu sou muito ruim em dar títulos kkkkk

Sei lá, se quiserem me sigam no insta @ketelly_cunha


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