História Imagines Maze Runner - Capítulo 3


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Categorias The Maze Runner
Personagens Alby, Ben, Gally, Minho, Newt, Personagens Originais, Thomas
Visualizações 188
Palavras 653
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Newt!


Fanfic / Fanfiction Imagines Maze Runner - Capítulo 3 - Newt!

Era mais uma noite na clareira. Mary sempre se perguntou como que aquele lugar poderia ficar tão quente de dia e tão gelado de noite. Mas mesmo com o frio, ela não podia deixar de sentar no chão e olhar as estrelas. Ela amava isso.

Depois de um tempo olhando para o céu ela sentiu alguém se sentar ao seu lado. Tomou um susto no início, já que estava bem distraída (ou concentrada), mas depois riu da atitude.

-Desculpa – Newt disse se sentando ao seu lado – Não quis te atrapalhar.

-Não atrapalhou – ela disse sorrindo.

-Por que você sempre fica aqui olhando as estrelas?

"Como ele sabia disso?", ela pensou.

-Está me vigiando agora? – ela perguntou rindo da cara do menino na sua frente.

Estava a noite, mas dava para ver ele ficando vermelho de vergonha.

-Eu apenas gosto das estrelas e da lua– ela respondeu dando de ombros, ignorando a reação dele.

-É linda – ele respondeu olhando para cima também.

-É verdade.

-Estava falando de você – ele disse e Mary sentiu o olhar do garoto focar nela.

A garota não teve coragem de encarar ele. Ela estava com vergonha das suas palavras. Foi a vez dela sentir suas bochechas queimarem.

Mas antes que qualquer um dos dois pudessem falar algo, um barulho ecoou de dentro do labirinto, talvez um verdugo.

As mãos dela foram instantaneamente para as mãos dele. Ela nem tinha reparado. Fazia apenas três meses que ela estava ali dentro e ainda não havia se acostumado com aqueles bichos. Ela odiava o barulho deles. Geralmente aquele era o momento que ela levantava e ia dormir.

Mas Newt estava lá daquela vez.

E ele adorou a aproximação dela.

-Estamos seguros aqui, não? – Mary perguntou ainda encarando os muros fechados ao seu lado.

-Sim – Newt disse, mas nem ele tinha muita certeza daquilo.

Mary relaxou com suas palavras e finalmente se deu conta que ainda segurava as mãos dele. Em um movimento rápido ela as tirou de lá, sentindo as bochechas queimarem mais uma vez.

Porém o que a surpreendeu foi que Newt voltou a segurar sua mão, só que dessa vez entrelaçando seus dedos.

Jurou sentir um choque com aquele ato percorrer sua mão.

E sabe aquele frio que ela sentia antes? Havia sumido.

-Quer saber: – Newt disse se virando de frente para ela – Vou falar de uma vez.

Mary encarou o menino surpresa com sua atitude. Seu coração começou a bater mais rápido.

-Vivemos uma incerteza todo o dia – ele começou a falar – Eu nunca sei se aqueles portões vão se fechar mesmo ou se meus amigos vão voltar do labirinto. Eu não sei se vamos sair daqui ou se estamos realmente seguros. E isso é tão louco que eu não tenho certeza se esse céu é verdadeiro. Mas eu tenho uma certeza: você.

Mary abriu a boca tentando falar algo, mas Newt a interrompeu.

-Você é a única certeza que eu tenho. Tenho certeza que eu te amo e tenho certeza que farei tudo para te proteger. E eu tenho certeza que assim como essa lua e essas estrelas, você sempre brilhará intensamente para mim.

Mary já estava com lagrimas em seus olhos. Chocada com suas palavras.

Mas ela nunca iria conseguir dizer coisas tão lindas.

Então ela apenas se inclinou e o beijou. Newt segurou em sua cintura a puxando para mais perto dele. Ela segurou em sua nuca e aprofundou o beijo. Suas línguas dançavam juntas e travavam uma batalha ao mesmo tempo.

O ar pareceu faltar, mas nenhum dos dois se importou. Apenas se beijaram mais.

Quando ela percebeu, já estava sentada no colo dele. E com isso, eles se separaram, ainda com as testas coladas uma na outra.

-Melhor irmos devagar – ela disse rindo um pouco.

-Como você quiser – ele disse colocando uma mecha do cabelo dela atrás da orelha.

E com isso voltaram a se beijar até as estrelas se cansarem e irem embora.


Notas Finais


Pedidos abertos


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