História IMMORTAL SOUL - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Produce 101, X1
Personagens Cha Junho, Cho Seungyoun, Han Seungwoo, Kim Wooseok, Kim Yohan, Lee Hangyul
Tags Amizade, Cho Seungyoun, Gay, Hangyul, Lee Hangyul, Produce X 101, Romance, Seungyoun, Seungyul
Visualizações 90
Palavras 1.748
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI GAYS
to animadassa hj IRRAAA
BOA LEITURAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA ATÉ AS NOTAS FINAIS !!!

Capítulo 4 - Capítulo 3.


— Não, eu falei com ele mesmo. — Hangyul disse, simplesmente, apontando para Wooseok.

O maxilar de Seungyoun caiu. Wooseok tinha dificuldades de segurar uma risada quando viu o irmão do mais novo estagiário apenas afastar a mão do garoto mais alto para apertar a mão de Wooseok.

— Espero que você cuide muito bem do meu irmão, não é, Dohyun? — disse, espiando seu irmão.

O garoto, ao contrário do que Hangyul imaginava, alternava um olhar aterrorizado entre o irmão e Seungyoun. O verdadeiro CEO sorriu fraco, desacreditado da audácia daquele ser. Colocou as mãos na cintura, estalando a língua e resolvendo entrar no jogo do outro. 

— Isso mesmo. Você queria falar com o CEO, então... Bem, conheça o CEO da Woodz Entertainment — ele sorriu falso, apontando para Wooseok, que já havia apertado a mão de Hangyul. — Kim Wooseok.

Tanto o secretário quanto Dohyun fitaram Seungyoun, as expressões confusas. Hangyul franziu o cenho.

— Você fala informalmente com ele assim mesmo? — ele não tinha a intenção de ser mal educado, só estava genuinamente curioso. 

Seungyoun piscou.

— Senhor Kim Wooseok. — corrigiu, sorrindo amarelo. 

— Hyung... — Dohyun começou, olhando para Seungyoun.

Contudo, fora das vistas de Hangyul, o CEO piscou um olho para o mais jovem, colocando o indicador nos lábios. Dohyun assentiu. 

— Então, nós temos que ir agora, não é, Sr. Kim Wooseok? — Seungyoun colocou as mãos nos ombros do amigo e fez uma reverência breve aos irmãos, sorrindo para o mais novo estagiário. 

— Ah, claro. Boa noite, Dohyun, até amanha. — ele acenou para o jovem e disse um "adeus" para seu irmão mais velho. 

Seungyoun encarou Hangyul brevemente, de repente tendo a sensação de que o rosto do moreno lhe era familiar. O mais baixo o espiou de relance, recolocando a máscara e o boné escuro e passando o braço pelos ombros do irmão mais novo. 

O CEO ainda olhava para as costas dos dois quando Wooseok o chamou. 

— Seungyoun, vamos? Eu chamo um motorista para você. 

— Não, está tudo bem. Eu vou ir de táxi hoje.

— Tem certeza? Tá com dinheiro aí? 

— Tô sim. Eu tenho que passar na floricultura e comprar alguma coisa para a minha vizinha. Ela está meio doente, voltou do hospital ontem e eu não consegui visitá-la.

— Ah, entendi. Vê se não compra nada que diga "Essas aqui são pra avisar que sua morte está próxima" ou "Iguais as que vão ir no seu caixão", viu? — ele riu.

— QUE HORROR, WOOSEOK! — Seungyoun tentou acertá-lo na canela com um chute, mas o secretário apenas desviou. — Credo, saí daqui, vai! — o imortal se consolou em apenas empurrar o ombro do amigo, agora rindo fraco. 

— Tchaaau — Wooseok cantarolou, acenando como uma miss para ele.

— Tchau, insuportável. Até amanhã. — ele respondeu, chamando um táxi com o polegar. 

— Vê se não chega atrasado de novo. — Wooseok retrucou, observando o táxi parar e Seungyoun entrar dentro do carro.

— Wooseok, eu sou seu chefe. — O CEO disse, apenas, abrindo a janela do táxi e observando a figura do secretário diminuir de tamanho a medida que o carro ia se afastando, a mão ainda levantada, acenando. 

Voltou a cabeça para dentro do veículo, sorrindo. As instruções já tinham sido dadas para o motorista, que estava concentrado demais no trânsito para prestar atenção em Seungyoun. O rapaz pegou seu celular do bolso e criou um novo horário para o despertador o acordá-lo no dia seguinte:

"Acorda agora ou o wooseok vai enfiar uma vassoura num lugar que você não vai gostar". 

Sorriu, orgulhoso de si. O rapaz valorizava bastante sua amizade com o secretário. De tempos em tempos, por conta de sua aparência permanecer intacta aos efeitos do tempo, o garoto era obrigado a se mudar, começar uma nova vida em lugares totalmente diferentes. Grana não era o problema, afinal, ele teve tempo o suficiente para conseguir uma boa quantia dela. E, sempre investindo, mudando o nome da sua empresa com essas mudanças e fazendo mais dinheiro com ela, sua vida se tornou fácil ao longo dos anos. Contudo, com a chegada das novas tecnologias, os novos registros, foi ficando cada vez mais difícil seguir sua vida sem ser notado.

O rapaz já passou por muitos lugares do mundo nesses anos: Brasil, Filipinas, China, Estados Unidos, e muito mais, assim, pode aprender muitas coisas. Teve uma vez que ele inventou de fazer um mochilão pela Europa sozinho, mas nos anos 50 era meio complicado achar uma linha telefônica que prestasse para o outro hemisfério do planeta, então, quando ele meio que se perdeu no caminho para Roma, não teve ninguém para procurar ajuda. As pessoas estavam mais ocupadas em descobrir qual seria a próxima música do astro Elvis Presley. 

Assim, ele foi tentando levar sua vida, contornando os problemas e as pessoas. As pessoas também eram um problema: ter que ver todos os que ele se atrevia amar ou se envolver partirem e ele voltar a ficar sozinho novamente machucava, e não era pouco. Mas pelo menos ele sabia que nunca mais iria tentar se aventurar pela Europa sozinho. Então, quando ele decidiu que iria voltar para a Coréia após 115 anos de ele dizer que nunca mais pisaria naquele lugar, estava inseguro. Inseguro como nunca havia ficado. 

Então, ele voltou. O ano era 2006. Mudou a sede de sua empresa para Seul, mudou o nome da empresa novamente — agora seria CEO da Woodz Entertainment —, tentou recomeçar sua vida. Foi nessa época sua vida lhe trouxe outra surpresa. Desta vez, ela tinha nome e documentos — falsos, mas ainda sim, documentos: Kim Yohan. O garoto que era seu vizinho a 115 anos! Intacto! Do mesmo jeito que a memória de Seungyoun ousava se lembrar. O garoto era como ele. Um imortal.

Contudo, essa é uma história para outro capítulo. 

Yohan, alguns anos depois o apresentou um Wooseok de 17 anos ainda, que sabia da imortalidade de Yohan e, consequentemente, ficou sabendo sobre Seungyoun. Bem, já era de se imaginar que eles ficariam próximos. Dois anos depois, Wooseok já era secretário do CEO da Woodz Ent. O namorado do amigo, Eunsang, que está constantemente  na empresa para acalmar um facilmente irritável Wooseok, não sabe que o chefe de seu namorado é muito mais velho do que aparenta. Contudo, Seungyoun suspeitava que ele desconfiava que algo estava estranho ali. 

Pela escolha de Seungyoun, para preservas sua identidade, apenas Wooseok, agora Dohyun e mais alguns poucos de sua empresa tinham conhecimento de seu rosto. Ele não aparecia em entrevistas, não deixava circular fotos suas na internet, não se mostrava para o resto de seus funcionários, nem publicamente. Para muitos, a existência de Cho Seungyoun, CEO de uma das maiores empresas de entretenimento da Coréia atual era ainda uma incógnita. 

E ele preferia assim.

Neste momento, foi distraído de seus pensamentos pelo motorista do táxi que o chamava.

— Chegamos, senhor. 

Seungyoun olhou para a janela. A floricultura iluminada chamava a atenção dos passante com arvores iluminadas e a entrada colorida na noite de verão. O garoto sorriu. 

— Muito obrigado — disse e deu uma nota na mão do homem. — Pode ficar com o troco. 

Nem percebeu o quanto o homem parecia surpreso pela grande nota que Seungyoun havia colocado na mão dele quando saiu do carro. Entrou no pequeno portão branco do jardim e caminhou até o estabelecimento iluminado, soando o pequeno sino quando entrou pela porta. 

— Tio Seungyoun! — a garotinha que estava atrás do balcão sorriu, acenando feliz para o rapaz que acabara de entrar no portão.

— Olá, Seomi. — o jovem sorriu abertamente. — Onde está sua avó? 

— VOVÓOOO! — a garotinha berrou, descendo da cadeira alta que estava e contornando a bancada de madeira, passando por Seungyoun. O rabo de cabalo que usava no cabelo curto estava frouxo e ela segurava um girassol falso entre os dedos. 

— Você já não deveria estar dormindo, Seomi? — ele questionou, seguindo a garotinha. 

— Não, hoje é meu dia de ficar acordada até as 22. — ela disse, orgulhosa, entrando na estufa atrás da loja. — Vovó! O Tio Seungyoun voltou. 

— Quem? — uma senhora saiu de trás de uma das geladeiras de flores. Seu rosto automaticamente iluminou-se ao ver o rapaz. — Garoto! 

Seungyoun fez uma reverência para ela, sorrindo e apertando sua a mão que ela estendia com as duas mãos. 

— O que você vai querer hoje, garoto? — ela questionou, animada. — Chegaram novos girassóis, e eles estão lindos! 

— Eles são uma boa escolha pra uma pessoa que estava doente e voltou para cada? 

— Ah, claro que sim, menino! Eles representam felicidade, sabia? — ela já se adiantava, recolhendo os girassóis de dentro da geladeira. 

— Então, eu acho que vou levar deles mesmos. A senhora pode fazer um buquê para mim? 

— Claro, claro. Passa um olho na Seomi para mim? — ela pediu, se movendo sem olhar para Seungyoun. — Essa garota não para quieta. 

O imortal riu e se afastou da velha. Seomi havia voltado para seu lugar na bancada da loja e brincava com o girassol falso. O garoto admirava a infância da garota. Realmente, ela era muito jovem, e assim, conseguia se felicitar com coisas mínimas, como um girassol de brinquedo. Ele sentia falta se brincar sem preocupações, apenas feliz. Contudo, aquilo foi a muito tempo atrás. 

Algum tempo depois, a senhora voltou com um buquê de girassóis preenchido com outro tipo de flor, brancas com o miolo rosa. 

— E quais são essas, vó? — questionou, carinhoso. 

— Lírios, garoto. Você vai gostar do significado delas. — ela disse, guardando o pagamento que recebera de Seungyoun no bolso do avental. — Agora, vai! Já está tarde e eu tenho que fechar a loja! 

— Tchau, Tio Seungyoun — Seomi acenou. 

Seungyoun fez outra reverência, se despedindo das mulheres e saindo com o ecoar do pequeno sino na porta. Seu apartamento não era muito longe dali, então ele rapidamente chegou a portaria de seu prédio, uma mão no bolso e a outra segurando um enorme buquê amarelo, branco e rosa. 

A casa da vizinha que havia retornado era no primeiro andar, então o garoto se ajeitou no espelho da frente do prédio antes de tocar a campainha. Não queria parecer desleixado, afinal. 

Esperou e esperou, contudo, nenhuma resposta. Quando ia tocar a campainha novamente, a porta de madeira apitou com a chave por senha era ativada. Então, a porta se abriu, mostrando a última coisa que Seungyoun esperava naquele momento. 

— O que... — ele soou, confuso. 

Bem a sua frente, com um olhar confuso e assustado intercalando entre o rosto de Seungyoun e o buquê em sua mão, estava o garoto que havia tirado uma com a sua cara: Hangyul, o irmão do mais novo estagiário do imortal.

 


Notas Finais


E GENTE O QUE ACHARAM? eu demorei pra postar mesmo, me desculpem!!!!!!!
MAS E AGR? eu consigo imaginar o que o hangyul tava pensando naquela hora kkkkkkkkkk
AH, E VCS TÃO VENDO OS TEASERS DO X1??????????
SOCORRO EU MORRO TODO DIA 12:21
ai ai
então é isso, mos

ATE O PROXIMOOO


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...