História Immortals - Capítulo 1


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Nico di Angelo, Percy Jackson, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Will Solace
Tags Percabeth, Reychel, Solangelo
Visualizações 122
Palavras 2.655
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


História inspirada pela música "Immortals" do Fall Out Boy.
A meta é fazer dessa uma história curta, mas como sou eu escrevendo, nunca se sabe XD.
Espero que gostem!
A capa foi feita por uma amiga minha (talento é talento né amores) <3

AVISO: ESSA HISTÓRIA ABORDA TEMAS COMO SUICÍDIO, DEPRESSÃO E ANSIEDADE. SE QUALQUER UM DESSES TEMAS LHE DEIXA DESCONFORTÁVEL, POR FAVOR, NÃO LEIA.
Violência, MUITA VIOLÊNCIA. Tenha isso em mente antes de ler.

Capítulo 1 - I'm bad behavior, but I do it in the best way


 

I'm bad behavior

Perseu recostou-se na poltrona inclinável, dobrando uma das penas de modo a apoiar o tornozelo no joelho direito. O minúsculo escritório da estação de polícia não era apenas abafado e mal iluminado, mas também fedia à cigarro, um pequeno presente do antigo investigador. Percy odiava o lugar, mas era melhor do que o estágio de carimbar fichas o dia inteiro com um colega de mesa que cheirava à queijo podre.

Além disso, o escritório podia não possuir a melhor das instalações, mas Percy havia finalmente conseguido o emprego dos sonhos. Não seria uma lâmpada incandescente que deixava o lugar com a sensação de um forno e um tapete com uma quantidade milenar de poeira que o faria desistir.

A porta rangeu. Reyna entrou praguejando alguma coisa em espanhol, e retirou o sobretudo preto, pendurando-o em um gancho na parede ao lado do dele. Ela estava vestida impecavelmente em seu uniforme da polícia: calças escuras de tecido pesado, com uma infinidade de bolsos, camisa social preta com as mangas meticulosamente dobradas até os cotovelos e gravata cinza-escura, com as insígnias de prestigio da escola da polícia presas nos ombros. Percy aguardou enquanto ela se desfazia da boina preta e a balançava um pouco no ar.

— Hylla pegou o carro de novo? — Percy perguntou.

Reyna bufou. Ela atirou a boina no pequeno sofá de couro encardido e sentou-se no apoio de braços.

— Eu odeio a estação de trem. Parece que tem fumaça presa até no meu cabelo — foi o que ela respondeu.

— Provavelmente tem — ele retrucou com um sorriso, ao qual ela revirou os olhos.

Ainda era de madrugada, então não haviam tantas pessoas na delegacia, com exceção deles próprios, os guardas que faziam a vigília, e a agradável secretária que sempre os cumprimentava com um sorriso, mesmo que o dia estivesse sendo horrível. O chefe do departamento, delegado Dionísio Ollie (ou sr. D, como Percy o havia apelidado) só chegaria para lá do meio dia. Isto é, se chegasse.

Uma batida leve na porta foi ouvida, e Reyna esticou o corpo para girar a maçaneta.  O sorriso adorável da secretária os presenteou como um raio de sol em um dia nublado (o que, a julgar pela paisagem lá fora, não era muito longe da realidade).

— Bom dia — ela falou — trouxe café.

Que Deus abençoasse a alma dela.

Srta. Héstia Hoover trabalhava ali desde muito antes de Percy se tornar investigador, pelo que lhe haviam dito, mas ela não parecia um dia mais velha do que vinte anos. Depositou uma bandeja encima da mesinha de centro, com dois copos de café, os desejou um bom dia no trabalho, e partiu. Reyna levantou-se para pegar o dela — um frappé com baunilha, creme extra e três açúcares — e aproveitou para juntar o de Percy e entrega-lo, que sorveu o primeiro gole com expectativa.

Expresso com leite condensado.

Héstia era um anjo enviado do céu.

— E então, o que temos para hoje? — Ela questionou, sentando-se na ponta da mesa.

— Hm... — Percy vasculhou as pilhas de papéis ao lado da lamparina, e encontrou a folha que o chefe do departamento de investigação, sr. Brunner, o entregara no dia anterior, quando Percy já estivera se preparando para ir embora. — Vamos conversar com o proprietário de uma... casa de orações? — Ele franziu o cenho. — Aparentemente, o lugar foi assaltado ontem, e a guarda noturna assassinada. O dono vem prestar depoimento.

Reyna inclinou-se, estreitando o olhar, e leu:

— Octavian A., 25 anos. Ele é entusiasta de um culto que supostamente venera a previsão do futuro — ela ergueu as sobrancelhas — hm. Eu imagino que tipo de coisa esse aí tem para dizer.

Uma hora e meia depois, de forma assustadoramente pontual, o jovem adulto chegou à delegacia. Ele foi conduzido até o escritório de Percy, e fez uma careta quando colocou os pés dentro do cômodo, analisando cada pedaço de decoração com um olhar crítico e reprovativo.

— Sr. Octavian — Reyna cumprimentou, de onde estava de pé ao lado da porta — fique à vontade, por favor.

Ele não a respondeu. Ao invés disso, olhou-a dos pés à cabeça com um olhar ao mesmo tempo decepcionado e predatório, como se pensasse que Reyna não era digna de ser desejada, mas que ele poderia muito bem fazer o favor de acha-la gostosa. Quando ele passou direto por ela e plantou-se na frente da mesa de Percy, a policial rolou os olhos de forma tão exagerada que Percy precisou conter a risada.

— Nós recebemos o seu boletim de ocorrência — Percy informou, ajeitando a postura na poltrona — de acordo com o que diz aqui, o latrocínio aconteceu ontem, às onze da noite. Gwen Dawson, vigia noturna de 24 anos foi morta.

Octavian finalmente sentou-se, dobrando o enorme cardigã branco que vestia sobre o próprio colo.

— Isso.

Percy aguardou, mas o outro rapaz permaneceu em silêncio. Ele lançou um olhar à Reyna, que entrou em cena:

— Há mais alguma coisa que nós deveríamos saber? — Ela instigou — Por exemplo, que tipo de coisas foram roubadas do lugar?

Ela estava postada ao lado de Percy, com as mãos espalmadas na mesa. Percy reprimiu um sorriso. Ele e Reyna não exerciam as profissões a muito tempo, pouco mais de cinco meses, na verdade. Possuíam uma dinâmica de policial mal e policial mais-má-ainda. Os olhos escuros de Reyna faiscaram.

Octavian engoliu em seco.

— Algumas facas. Nada mais.

— Facas? — Percy repetiu. — Eu achei que fosse uma casa de orações?

— E é — ele ficou vermelho até o pescoço. — Nós acreditamos no culto ao deus do presente, passado e futuro. Ele nos agracia com as suas previsões através de sacrifícios.

Percy e Reyna trocaram um olhar incerto.

— ... Sacrifícios?

— De galinhas! Céus, de galinhas. Meu avô é dono de uma fazenda. Eu só uso uma por semana, e o corpo é devolvido para ser depenado e vendido.

Percy batucou com a caneta na mesa.

— Facas, então? — Repetiu. Então, estreitou o olhar. — facas?

Octavian desviou o olhar.

— Só.

— Nesse caso — Percy reclinou-se mais uma vez — eu acho que nós precisamos dar uma olhada na cena do crime.

[...]

O lugar era incrivelmente bonito, e, a julgar pelo quase deprimente número de cadeiras na área interna, provavelmente não muito frequentado. O que significava que Octavian deveria viver às curtas da fortuna do vovô. O pensamento deixou Percy meio enfurecido — tendo crescido sem quase nenhum auxílio do pai biológico e com uma mãe que precisava tirar turnos seguidos na loja de doces do shopping para sustenta-los —, mas ele empurrou o próprio descontentamento para o fundo da mente.

Nem todas as pessoas ricas e mimadas eram pessoas ruins. Rachel, por exemplo, era uma das mulheres mais sensatas que Percy já conhecera na vida (embora ela houvesse cortado relações com os pais e atualmente vivesse do próprio dinheiro, coisa que Octavian parecia incapaz de algum dia fazer).

O corpo havia sido retirado, a área isolada. Percy analisou a situação. As portas de entrada eram reforçadas e possuíam um intricado sistema de segurança liberado por senha e identificação digital. Octavian garantiu que ele era o único que possuía tanto a senha quanto a digital compatível. Mas a porta não havia sido arrombada. Não havia sequer sinal de que havia sido forçada.

Lá dentro, as cadeiras, bem como o altar e todo o restante permaneciam intactos. O único sinal de invasão era uma janela quebrada, cujos estilhaços ainda estavam espalhados pelo chão. Percy e Reyna seguiram o trajeto. Além da janela, ficava o estacionamento. A alguns passos, o local onde o corpo da garota havia sido encontrado degolado.

Percy encontrou Reyna observando a fechadura pela milésima vez. No começo, Percy achara a personalidade obsessiva e perfeccionista dela irritante, mas ele viera a perceber que a atenção que Reyna dava à detalhes era o que muitas vezes resolvia os casos.

— Pensando em alguma coisa?

— Na verdade, sim. Octavian disse que somente ele pode destravar essas portas, por causa do sistema de segurança. Eu estive pensando. E se o sistema de segurança não estivesse ativado?

Bingo.

— Céus, isso fede mais do que o nosso escritório — Percy cobriu o nariz com uma mão.

Reyna derrubou a chave inglesa no chão e aproximou-se do painel de energia. Os fios haviam sido basicamente descapelados, e expeliam uma fumaça odorosa. Curiosamente, alguns deles estavam intactos, como se o invasor soubesse exatamente quais dele depredar.

— É estranho — ela comentou. — O fogo deveria ter se alastrado, mas ele ficou contido em determinados fios.

Reyna balançou a cabeça, como se estivesse tentando chacoalhar os próprios pensamentos.

— Nós temos o nome da empresa que fornecia o sistema de segurança.

Percy pescou o fichário que carregava debaixo do braço, e vasculhou por um momento.

— Arrá! Voilá, mi reina: Hephaestus Security and Tecnology Coorporation.

Reyna rolou os olhos, mas deu uma olhada na ficha que Percy estava segurando.

— Fica no Colorado? — Ela fez uma careta.

— Tem um fone para contato — Percy arriscou — não custa tentar, certo?

[...]

Um telefonema e uma conversa rápida os informou de que havia, de fato, uma filial em São Francisco. Eles marcaram uma visita pelo telefone com uma moça de voz bonita para o dia seguinte. E assim que Percy devolveu o telefone ao gancho, o celular de Reyna tocou. Ela teve uma conversa breve com alguém do outro lado da linha, e Percy ficou apreensivo quando viu a expressão dela.

— É o seu pai? — Ele adivinhou.

— Will disse que ele teve um surto agressivo de novo. Aparentemente bateu em um enfermeiro com o cateter de soro — ela levou uma das mãos ao rosto e suspirou — eu preciso...

— Está tudo bem — Percy assegurou — por que você não passa esse final de semana com ele?

— Mas amanhã... —

— Eu consigo conduzir um simples interrogatório sozinho — disse. — Vai ficar com o seu pai.

Reyna não pareceu inteiramente convencida.

Percy compreendia. Eles haviam se conhecido no ensino médio, quando Percy houvera mais uma vez sido expulso da escola anterior. Dois dias na nova escola, e uma garota insuportável já estava enchendo o saco dele, mas Percy havia prometido à mãe que não arrumaria mais confusões.

Fora quando Reyna acertara a garota atrás da cabeça com uma apostila de matemática e a mandara ir ao inferno.

Reyna passara no seu LSAT com notas impecáveis e fora aceita em uma faculdade Direito prestigiosa, enquanto Percy decidia o que queria da vida. Nem dois meses na faculdade e o pai dela surtara e a equipe do hospital “gentilmente” pedira que ela e Hylla o transferissem pois não possuíam mais “condições” de cuidar dele. Foi então que ficara claro que Reyna precisava de um emprego que lhe garantisse remuneração rápida e que lhe auxiliasse a pagar as contas do hospital caro no qual Juan havia sido posto.

Desse modo, Reyna e ele passaram os anos na escola da polícia fazendo bicos para ajudar a pagar as contas, enquanto Hylla sofria pelo pesadelo que era ser professora do maternal em uma escola na parte rica da cidade.

Bem, a vida era injusta.

[...]

— Olá, jovem policial que não trabalha aqui — Percy cumprimentou.

— E aí? — Nico respondeu, de onde estava deitado no sofá. — Você está atrasado.

— E você trabalha do outro lado da cidade.

Nico tomou impulso para levantar. Ele enfiou distraidamente o celular no bolso da calça do uniforme idêntico ao de Reyna. Os três primeiros botões da camiseta estavam abertos, a gravata solta e ele usava tênis ao invés de botas. Uma camiseta do Led Zepplin escapava por debaixo do uniforme. Nico não cortava o cabelo há quase oito meses, o que significava que a cabeleira de fios desgrenhados pretos parecia um ninho de rato. Percy perguntou-se como o namorado de Nico ainda não havia surtado.

— Reyna me pediu para ir com você — disse. — Enquanto ela está no hospital.

— Você nem é do mesmo departamento que ela — Percy alfinetou.

— E daí? — Ele deu de ombros — nós vamos ou não?

Percy suspirou. Juntou os documentos que precisava em uma mochila e pegou as chaves da viatura. Nico era seu primo e trabalhava para a polícia a quase tanto tempo quanto ele. Era um bom policial, embora estivesse sempre recebendo ralhos dos superiores pela sua aparência mais do que desleixada.

O dia estava ensolarado, o que fez com que Nico passava a viagem toda com os olhos semicerrados, tentando se proteger da luz. Foi só quando Percy se aproximou de um posto de gasolina que ele pediu para que o primo parasse.

— Eu estou acordado há uns três dias — explicou — preciso de um redbull. É rápido, sério.

Percy estacionou, e os dois saíram da viatura direto para a loja de conveniência. Enquanto Nico ponderava sobre qual sabor de energético comprar, Percy aproximou-se do caixa, analisando as gomas de mascar.

Parada atrás do caixa, uma atendente lia um enorme livro de capa dura. Seu olhar distraído e semblante tedioso dizia que ela não estava nem aí para o que acontecia na loja. Usava um moletom cinzento, com uma carinha feliz costurada na frente e os dizeres “don’t trust me, I’m a piece of shit”. E um crachá azul claro que dizia “Annabeth”. Algumas mechas de cabelo loiro enrolado escapavam da touca de tecido preto.

Nico aproximou-se com uma cesta de plástico e os olhos de Percy quase saltaram das órbitas.

— Você disse um redbull.

— Um, oito. Qual a diferença? — Ele deu de ombros.

— A diferença é de sete unidades — uma voz feminina entediada respondeu — e de catorze dólares. Cartão ou dinheiro?

Nico olhou fixamente para ela por um momento, enquanto Percy segurava a risada.

— Cartão.

Ela suspirou, fechou o livro e pegou a maquininha. Enquanto a garota estava ocupada, Percy leu o título: a matemática por trás das construções históricas, volume V. E percebeu que espalhadas no balcão inferior havia um conjunto de sete marca textos e um caderno cheio de anotações.

— Pronto — Annabeth colocou as latinhas dentro de uma sacola — você o seu amigo “eu-não-sei-secar-as-pessoas-discretamente” tenham um bom dia, e por favor, não voltem.

Nico quase engasgou com uma risada, e Percy sentiu o rosto ficando vermelho. Ele seguiu o primo para fora da loja, não sem antes direcionar um último olhar para a garota e vê-la encarando-o com uma sobrancelha erguida e um olhar irônico.

Okay, talvez Percy achasse que ela fosse bonita. E daí?

[...]

— Reyna — sr. Brunner a cumprimentou com um sorriso — Perseu disse que você não viria hoje.

— Eu esqueci meu casaco — ela explicou — daqui há pouco volto para o hospital.

O olhar dela fixou-se na monstruosa pilha de papéis sobre a mesa dele. Sr. Brunner era geralmente um investigador muito impressionante, mas aquela quantidade era demais até mesmo para ele.

— Ah — ele notou o olhar dela com uma risada. — Eu estou reorganizando alguns documentos. Muita coisa repetida. Nessa mesma manhã algumas folhas chegaram por fax, enviadas por engano. São para o departamento de Nova Iorque. Consegue acreditar?

Reyna ergueu as sobrancelhas. Ela pescou uma folha no topo da pilha enquanto sr. Brunner retornava para o trabalho.

Na folha, haviam duas fotos impressas ao lado de informações. Eram de dois jovens, ambos não olhando para câmera, como se as fotos houvessem sido tiradas de surdina.

Ela leu:

“Grover Underwood, 23. Visto pela última vez nas proximidades de Upper East Side, acompanhado de Annabeth Chase. Cursa biologia e faz parte da equipe de Ecologia em preservação dos parques arbóreos de Nova Iorque.

Desaparecido há: quatro meses”.

“Annabeth Chase, 18. Vista pela última vez nas proximidades de Upper East Side, Nova Iorque, acompanhada de Grover Underwood.

Possui a maior média dentre os alunos da escola, e uma altíssima nota pontuação nos exames preliminares para admissão em universidade. Faz parte do grupo de estudos avançados, e é estagiária em uma empresa de tecnologia.

Desaparecida há: quatro meses”.

— Hm — murmurou —, acho melhor voltar para o hospital. Boa tarde, sr. Brunner.

Ele acenou com a cabeça, e Reyna voltou para o estacionamento com o casaco em mãos, subindo na moto em seguida, quando seu celular vibrou.

Recebendo chamada.... Percy....

 

But I do it in the best way

 


Notas Finais


Se encontrarem algum erro, por favor me avisem ^^
Espero que tenham gostado, comentários são sempre apreciados, e até a próxima!


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