História Imortal - Em busca de vingança - Capítulo 25


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ação, Camila Cabello, Camren, Drama, Fantasia, Ficção, Fifth Harmony, Investigação, Lauren Jauregui, Mistério, Mistico, Policial, Psicopata, Romance, Serial Killer, Suspense, Terror, Vampirismo, Vampiro
Visualizações 219
Palavras 1.093
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey terráqueos!

Recomendo escutarem Wild Belle - Coyotes pra dar aquela vibe killer.

Enjoy

Capítulo 25 - O cartel Hydra


O GPS no carro me indicava a entrada em uma estrada de terra saindo da cidade. Prossegui por mais vinte minutos tal caminho até avistar a grande placa com o nome Swan Lake pertencente ao sítio que provavelmente MGK se escondia. Já era de noite, então apaguei os faróis seguindo até a porteira em meio à luz da lua cheia que insidia no céu, um clima super propício para vampiros irem a caça.

 A casa principal estava completamente escura, sem indícios de que alguém a habitava, porém na cabana um pouco mais afastada a silhueta de um homem contrastava com o brilho da lâmpada. Outra figura apareceu no ambiente e as coisas pareciam estar fervorosas, pois um soco foi desferido contra a primeira pessoa fazendo-a cambalear. Após apontar o dedo em sua cara, o segundo homem saiu do ambiente, entrando em um jipe, mas devido ao farol contra meu rosto, não pude identificar quem era ao passar ao meu lado.

Caminhei entre as sombras até a entrada da cabana e escutei MGK praguejar enquanto estancava o corte em sua boca com um pano. Sorrateiramente destampei a seringa e ataquei por suas costas lhe aplicando a injeção. Há outras técnicas para se apagar alguém, por exemplo o clorofórmio, mas como infelizmente não tenho forças sobrenaturais, decidi usar o infalível suxametônio como aliado.

Prossegui amarrando-o na mesa que ali se encontrava, já que ele é o grande imitador, porque não homenagear um dos meus seriados preferidos: Dexter.

Liguei o Player do meu celular e logo as notas de Coyotes preencheram o silencioso local. O que eu não daria por um suco de maracujá para completar esse perfeito ambiente.

O momento anterior ao despertar da vítima te faz refletir se você é realmente um agente enviado para melhorar o mundo ou apenas um monstro sem coração. Acredito ter um propósito maior do que matar pelo prazer do sangue, por mais que isso seja a principal causa ultimamente.

O murmúrio de Colson se fez presente em meio à melodia.

- Olá detetive... Ou devo te chamar de O Imitador? – Retirei o pano de sua boca.

- Porra! Me solte sua vagabunda! – Ele tentava se debater inutilmente.

- Shiu... Não xingue, ou terei que arrancar sua língua fora. – Sorri gentilmente utilizando minhas presas prateadas ao deslizar o dedo pelo canivete, uma cena impecável. – Apenas quero conversar um pouco.

- Não tenho nada para te falar.

- Tem certeza? Porque se eu não me engano, você vem copiando meu estilo de matar, além de deixar bilhetes que não me agradaram nem um pouco. – Sussurrei em seu ouvido e ele engoliu seco, porém permaneceu em completo silêncio.

- Diga-me! - Apertei suas têmporas fazendo-o me fitar. – Por que vem me atormentando?

- Só queria me vingar por você ter contribuído na minha demissão. – O suor escorria por sua testa.

- E como você explica os bilhetes com lembranças da minha infância?

- Mera coincidência. – A mentira estava estampada em sua face.

- Ok, se você quer jogar, vamos nessa.

Coloquei o pano novamente em sua boca e direcionei a ponta do canivete esculpido em sua coxa, fazendo ele se desesperar. As pequenas gotas de sangue se formaram quando pressionei e lentamente rasguei a pele em direção a sua virilha, o mar vermelho tomou conta da região contrastando com o pálido de sua pele, aspirei o cheiro emanado pela substância. Amo minha arte.

Lágrimas já escorriam de seus olhos, as mechas loiras grudavam em sua testa enquanto o grito era abafado pela mordaça e eu não dava à mínima.

- Vou perguntar novamente, como você sabe do meu passado? – Retirei o pano de sua boca.

- Eu... – Ele engoliu o choro. – Eu não posso dizer.

- Você perdeu a oportunidade de ter uma morte rápida, já que vou te matar de qualquer jeito.

Posicionei o canivete em seu pescoço e seu desespero foi eminente. Seriam cortes lentos, suficientes para MGK agonizar enquanto admiro seu sangue escorrer.

- Mãos para o alto Camila Cabello!

Já está ficando chato ser interrompida nessas horas. Girei meu rosto em direção à porta e lá estava meu Karma, o mascarado.

- Você vai ganhar o prêmio de pessoa mais inconveniente da história. O que é dessa vez? – Revirei os olhos.

- Solte o Colson, ele é inocente. – Sua Glock apontada em minha direção demonstrava o quão sério era seu pedido.

- Tem provas disso? E afinal, porque me persegue tanto? – Fiz gestos de desdém com a mão para enfatizar o tédio em que me encontrava.

- Ele está sendo ameaçado pelo Big Daddy. Se não cumprisse as ordens, sua família iria sofrer as consequências. – Ri de sua piada.

- Você sabe tanto quanto eu que aquele verme está morto. – Fui firme em minha fala.

- Vladmir era o vice chefe do cartel. Eu tenho te perseguido porque quero o verdadeiro Big Daddy morto tanto quanto você. – Mesmo com a voz abafada pela máscara, seu tom de confiança me atingiu.

- Você sabe quem é? – Indaguei ainda sem querer acreditar.

- Sim, afinal fui vítima dele assim como sua família.

- Mas que porra! – Esbravejei - Quanto mais cabeças eu corto nesse cartel, mais surgem.

- Mas dessa vez iremos arrancar a principal. – Ele deixou a posição de ataque guardando sua arma. - Temos vinte minutos para fugir com o Colson antes que a polícia chegue. O homem que saiu daqui era o nosso procurado e denunciou que havia um homicídio nesse local.

- Então isso aqui é uma espécie de armadilha? – Até Peter elaboraria uma melhor.

- Exato, você se acha o próprio Sherlock Holmes, mas as vezes não enxerga nem o que está diante do seu nariz. – Devido a minha permanecia perto de MGK o mascarado prosseguiu. - Colson não tem culpa de ter sido manipulado, nem tem ficha criminal para encaixar nos seus padrões, o solte. Agora. – Deu um passo a frente mantendo a postura de ordem.

- Elementar meu caro Watson... O problema é que eu não sigo ordens. – Cravei os caninos rasgando a jugular daquele babaca.

- Você não é assim, porque deixa essa escuridão te dominar? – Fitei-o enquanto via o líquido escorrer por minha boca perante o reflexo de sua máscara.

- Você acha que me conhece mas não sabe de nada, então apenas me diga quem é aquele verme e deixe que da minha vida, cuido eu. – Limpei meu rosto e recolhi os objetos para limpar a cena do crime.

- Você não vai mata-lo sozinho. Não chegaria nem perto de sua fortaleza. Te encontro amanhã para acertar os detalhes, agora precisamos ir, sua detetive deve estar chegando.

- Como você sab... – Olhei para trás, mas ele já não estava mais ali.

Eu hein, cara estranho. 


Notas Finais


E ai, big daddy não morreu "ooooh" (plateia fazendo barulho de surpresa)

Vcs gostam do maravilhoso Dexter tbm? ♥


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