História Imortal - Malec (One-shot) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane, Max Michael Lightwood-Bane, Rafael Lightwood-Bane
Tags Alec Lightwood, As Crônicas De Bane, As Peças Infernais, Drama, Magnus Bane, Malec, Shadowhunters
Visualizações 101
Palavras 1.034
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Magia, Misticismo, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee!
É minha primeira "fic" totalmente Malec
E eu me desculpo desde já por não estar lá essas coisas... não sou muito boa em escrever sobre outros casais que não sejam Clace
Mas espero que gostem 💕😜
Peguem seus lencinhos e
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Imortal - Malec (One-shot) - Capítulo 1 - Capítulo Único


  No fim da tarde, a leve brisa do entardecer balançava o sobretudo cinza escuro de veludo de Magnus Bane. Os últimos raios de luz irradiavam o local com o amarelo alaranjado do céu formando o vermelho escuro até a joia gigante e amarela que ainda pendia no céu. O feiticeiro respirou o ar puro do campo. Andando calmamente até depois de uma colina. Os sapatos pretos e brilhantes, se destacavam na grama verde e bem aparada. A falta de árvores deixava o enorme espaço ainda mais enorme.

  Magnus olhou de relance para a casa,  não era enorme, mas era aconchegante, e o mais importante, segura. Uma fumaça da cor do pó de um cinzeiro saia da chaminé de tijolos vermelhos desgastados. Magnus tinha esquecido da lareira. Gesticulando com uma das mãos no ar, e estralando os dedos, pequenas fagulhas azuis saíram da ponta de seus finos e esguios dedos, e do nada a fumaça parou, como se tivesse dissolvido totalmente no ar. Ou o combustível de toras tivesse acabado. Mas foi a magia de Magnus.

  A magia podia fazer coisas tão significantes, pensou o feiticeiro. Mas não existia algo para passar uma dor daquela, já fazia um tempo, um bom e longo tempo. Cerca de três anos atrás fora o dia mais triste de toda sua duradoura vida.

 Ele ainda conseguia se lembrar. 


 Era um fim de tarde como aquele quando Alec entrou na casa, com o arco pendurado nas costas e algumas flechas na mão. Apesar das rugas e do cabelo já praticamente grisalho, ele continuava lindo, reparava Magnus, sempre reparou. Alec tomou um banho, depois jantou com Magnus. Os dois falaram muito, se beijaram, se abraçaram, fizeram votos de amor um pelo outro. Alec insitiu com aquilo, e já escrever sobre herança para seus filhos, há alguns quilômetros deles em Alicante. Alec preferiu uma casa de campo, Magnus apenas o acompanhou, sendo certo de que criar seus dois filhos ali, Rafael e Max Lightwood-Bane seria bom.


  E foi bom. Muito bom enquanto durou.


  Rafael seguia casado e sua esposa estava grávida, servia a Clave agora, e Max sempre  precisou de um tempo para ele,  viagens e coisas do tipo, mas sempre voltava para casa logo. Era um a hábito.

  Depois daquilo tudo, eles foram dormir. Magnus nunca dormira tão tranquilamente. Mas... assim que acordou, esperava ver Alec já de pé, ou pelo menos acordado. Era o que sempre acontecia. Era. Porque nunca mais voltaria acontecer, não depois daquele dia...


  Magnus continuava sua caminhada enquanto se lembrava. O aroma da grama e do fim da tarde atingia suas narinas e provocavam seu cérebro. Aroma de grama fresca e bem aparada, quase uma menta ou hortelã. O feiticeiro andou calmamente até uma cruz cinza que se erguia do chão, embaixo de uma árvore. A qual tinha inúmeras flores rosadas.

  Magnus se abaixou e... se permitiu chorar, finalmente, após tanto tempo. Claro que ele não estava chorando sobre o corpo do amado. O corpo de Alec permanecia em cinzas na Cidade do Silêncio. Mas ali, Magnus enterrou seu arco, o qual estava sempre com Alec. Ao se lembrar, mas lágrimas escorreram pelo rosto do indonésio.

  E a chuva começou a cair, incessantemente, como as lágrimas do feiticeiro.

  - Oh, Alec. Eu sinto tanto sua falta. - Disse Magnus em meio a soluços. - Eu ainda te amo tanto.

  - Ele ainda te ama. - Ele ouviu a voz de Raphael. - Vem, pai. Precisamos ir.

  O feiticeiro assentiu. Se levantando. Vendo o filho mais velho encharcado como o pai.

  - Meu amor por você é imortal, Alexander. Sempre saiba disso.

  E dito essas palavras, Magnus voltou para casa, abraçado com Raphael. Chorando pela perda mais dolorosa de sua vida...

Carta para Alexander Gideon Lightwood;


"Meu amado Alexander,

 Enquanto eu estou aqui deitado na minha cama, que um dia pertenceu a nós, fico imaginando como tudo poderia ter sido diferente. Pois é, eu ainda sinto falta do toque da sua pele. Da sua respiração. Do seu cheiro, do perfume tão bom que você usava. Mas não é apenas disso que eu sinto falta. Sinto de não acordar mais com você ao meu lado, de não ter mais seu sorriso iluminando meu dia. 


   Oh, eu sinto tanto a sua falta. É como se cada dia que passasse, eu estivesse mais perto do abismo. Dizem que amor é uma doença, que saudade é dolorosa e o remorso mortal. E acredite, eu estou morrendo por tudo isso. Estou morto por dentro. Cada risada, é vazia. Cada olhar, é sombrio. Cada sorriso? Uma mentira
.


  Assim como é mentira quando me perguntam se eu ainda sinto sua falta. Eu digo que não. Mas é mentira, e todos sabem. Eu sei, e até você deve saber. Como é possível que você não esteja mais aqui e eu te ame do mesmo modo? Eu não sei mais o que fazer. Eu estou enlouquecendo. Por tudo.


  Onde eu passo, eu me lembro de você. Eu sempre lembro. Sei até o que você falaria se ainda estivesse ao meu lado. Pois é, eu sei. Dizem que no casamento, a morte nos separa. Mas eu acredito que não seja verdade. Pois pessoas que são ligadas desde a alma ao coração, pessoas que se pertencentes a outra não só fisicamente... Elas nunca se separam.


  Dizem que eu ando dormindo muito. Mas não é sono.



  Minha alma está perdida, vagando para fora do meu corpo. Eu posso estar vivo, mas não estou respirando, você sabe não é? Claro que você sabe. E eu acredito que sempre soube que eu ficaria destruído sem você.


  Dizem que eu não tenho comido. E é verdade.



  Eu não sinto mais fome, eu não sinto mais sono, nem sede, ou frio, ou calor. Eu não sinto mais nada. Foi como se você tivesse ido, e me levado junto, mas deixando apenas a angústia, a saudade e carência. Levou minhas qualidades que você disse que admirava. Me levou quase por completo.

 E como eu disse, não é sono, é a dor da perda.

  Eu posso estar respirando, mas eu te garanto, que não existe mais nada vivo dentro de mim. Dizem que eu sou imortal, mas imortal mesmo... sempre será meu amor por você.

Magnus Bane"


 
  


Notas Finais


Chorei horrores, confesso!
Ai meu Malec que eu tanto amo!
😍😢💔💖❤

Desculpem leitoras de Malec que estão acostumadas com SSUUUPEEERR FICS MALEC, mas eu vou tentar melhorar, prometo 😊😙

Obrigada por lerem

Kissus da autora @Larii_Herondale

(Vejam minhas outras fics, tenho certeza que vão gostar 😁💖)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...