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História Impala Undressed - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


então né, voltei com um Wincest surpresa pq eu amo escrever c esse casal, e já que as escolas pararam e tá todo mundo de quarentena, sempre bom escrever um incesto entre irmãos
espero que gostem dhahdhahdha ~

Capítulo 1 - No one but me should touch you


Dean sempre fora apaixonado por Sam. 

Ok, sempre é muita coisa.

Mas o loiro realmente não conseguia lembrar de uma época de sua vida que não sentisse aquele sentimento bom quando o mais novo o abraçava ou dizia que o amava, e o sentimento ruim de quando o irmão apareceu com a primeira namoradinha. Porra, seu Sammy era perfeito. E nunca poderia ser realmente seu Sammy.

Por isso decidiu deixar o moreno pra trás, não exatamente pra trás, porque moravam juntos no bunker e trabalhavam juntos. Mas isso não era o que Dean queria. Escondia muito bem, mas sempre fora extremamente sentimental. E tudo que queria era se apaixonar e ser correspondido por alguém, começar uma vida diferente da bagunça que era ser caçador.

Quando se assumiu bissexual, achou que Sam fosse surtar, o que era uma besteira de se pensar, já que o irmão sempre fora o mente aberta da família. O mais novo apenas o abraçou e disse que o amava não importava o quê.

Dean chorou por noites pensando o quão equivocado Sammy era por pensar que realmente o amaria se soubesse de tudo que o mais velho sentia. Se não sentiria nojo e pediria para nunca mais ver o rosto do irmão.


E foi numa festa que as coisas começaram a desandar entre os dois. Céus, tinham bebido tanto, deixaram se levar pelos adolescentes que tinham salvado de um bando de demonios, principalmente o loiro que conseguiu ficar bêbado mesmo depois do seu corpo estar tão acostumado com o álcool. Flertava abertamente com qualquer cara que passasse só porque queria transar.

Sam observava de longe, Dean sempre tinha sido daquele jeito, aquilo o incomodava e o deixava enciumado de uma maneira que nunca conseguiu explicar.

Jamais tinha feito nada para impedir o irmão de sair e transar com quem quisesse, e talvez fosse por causa do álcool no seu sangue, mas aquele dia decidiu que quem levaria o irmão pra cama seria ele.

Puxou o loiro, que estava beijando um cara num canto da festa, até o Impala estacionado, e o pressionou contra a porta. 


– Que porra Dean! Eu só topei ficar nessa merda porque você queria muito e ainda sou obrigado a ver você agarrado com todos os caras desse lugar?


Os olhos do mais velho se encheram de lágrimas, a bebida dificultando a entender realmente o que o irmão havia dito, mas isso não o impediu de desferir um tapa no rosto do mais novo para que este o soltasse.


– Pensei que estivesse de boa com o fato de eu gostar de caras Sam! – Gritou e ia continuar se o irmão não o tivesse segurado de novo, esfregando o pau duro contra o seu. Soltou um gemido involuntário.

– Ah, Dean… Eu estou de boa, desde que o cara seja eu. Ninguém mais deveria te tocar. Somente eu. Ninguém vai cuidar de você tão bem quanto eu posso. Você só precisa dizer sim maninho, e eu vou fazer você se sentir tão bem.


Ok, aquilo tinha sido a gota d'água, o mais velho havia o puxado para um beijo com gosto de álcool e abriu a porta porta do Impala meio desajeitado. Foderam no banco de trás a noite inteira. E quando acordaram, Dean chorou, porque não se lembrava de nada, estava com uma ressaca fodida, e não ia aguentar se o irmão dissesse que odiava e tinha nojo de si.

Mas nada foi dito, Sam apenas o abraçou e ajudou a se vestir, e dirigiu até o bunker. 

E agora estavam ali, naquele clima estranho, passavam o dia todo no quarto e pegavam casos separados apesar de sempre ficarem preocupados se o outro voltaria pra casa no dia seguinte.

Naquele momento tomavam café em silêncio, Dean tinha chegado com perfume de outro homem no seu corpo e Sam estava possesso de raiva. Tentara ficar com mulheres depois do irmão, mas não era a mesma coisa, era como se sempre faltasse algo. Talvez estivesse se apaixonando pelo loiro e não estava nem um pouco arrependido. Não era como se pudesse evitar.


– Então? Tem algum caso pra hoje? – Dean foi o primeiro a falar, sua voz estava rouca e seu rosto corado. Mal havia tocado em suas torradas.

– Não. Vou ficar em casa, arrumar algumas coisas. Meu chuveiro queimou, acho que vou consertar ou trocar.

– Entendo…

– Você tá doente?

– Acho que sim, não ando me alimentando direito.

– Talvez se parasse de me evitar e comesse a comida que eu faço não estaria doente.

– Eu… – O loiro olhava pra mesa durante toda a conversa, estava envergonhado, desejava o irmão mais do que nunca mas não podia ceder, era errado. Aos poucos flashs de memória voltavam e se sentia mais mal ainda. – Eu acho que vou sair.

– Por quanto tempo você vai adiar essa conversa? Qual é Dee, eu não estou bravo.


Aquilo não tinha sido suficiente, o mais velho levantou da mesa e saiu. Sam estava cansado, mas não desistiria do irmão. 



O moreno estava instalando um novo chuveiro na sua suíte quando ouviu, o quarto do irmão ficava logo ao lado do seu, e tinha certeza que aquilo era barulho de alguém vomitando. Não pensou duas vezes, saiu sem camisa e todo molhado, correndo para encontrar o menor, que estava deitado na cama, e tinha vomitado em si mesmo.


– Virose?

– É… Ah, que droga, eu tinha acabado de trocar a roupa de cama.

– Vai tomar um banho, eu coloco pra lavar e vou fazer uma sopa pra você.

– Sopa não…

– Reclama muito e eu coloco todos os legumes que você não gosta.

– Argh, ok. Tô indo. 


Sam riu, o irmão entrou no banheiro e logo pôde ouvir o barulho da água.

Pegou a roupa de cama do irmão, mas não sabia se aquilo iria adiantar, o colchão estava completamente sujo também, teriam que comprar um novo.

Sabia que Dean demoraria, então terminou a instalação do seu chuveiro e limpou a bagunça que tinha feito.

Resolveu ficar só de cueca, estava calor e a calça de moletom molhada incomodava.

Quando estava terminando a sopa, sentiu o irmão o abraçar por trás, ardia em febre e o dia estava consideravelmente calor para Dean estar o abraçando daquele jeito.


– Sam… Tô com frio.

– É, eu sei que tá. – Virou-se olhando pro mais velho Estava vestido com uma camiseta sua e uma calça de moletom. – Vem, senta na bancada e come.

– Obrigado.

– Relaxa, eu adoro cozinhar, e…

– Não era disso que eu estava falando Sam. – Dean interrompeu, depois de engolir a primeira colherada da sopa. – Obrigado por não estar bravo comigo, sobre, hm, você sabe.

– Sobre a gente ter transado?

– É, nossa, eu ainda tô com muita vergonha e me sentindo muito culpado.

– Dee, eu te queria também, estava mais sóbrio que você. Não precisa ter vergonha ou se sentir culpado.

– Você… Me queria?

– Pra ser sincero eu ainda te quero. Sempre vou querer Dee.



A sinceridade extrema de Sam tinha feito o clima de velório sair da relação Winchester, mas no seu lugar, tinha ficado uma enorme tensão sexual.

Dean dormira consigo na noite que ambos tiveram a conversa, por causa do seu colchão. E mesmo depois de terem comprado um novo para o menor, ele continuava aparecendo no meio da noite no quarto do moreno para se aconchegar nele. 

Ambos acordavam com ereções matinais. As vezes, quando dormiam de conchinha, Sam esfregava o pau na bunda do mais velho, e o loiro não se lembrava exatamente de quando tinha transado com seu irmão, mas só de sentir sabia que era grande e seu ego inflava só de pensar que aquele homem bonito que era o seu Sammy, ficava excitado, pulsando, por sua causa.

Estava foda, para os dois, manter a razão e não ultrapassar o sinal. Se esfregar de manhãzinha apenas para se aliviar era ok. Mas Dean só queria transar de novo se fosse para ser de Sam e Sam ser seu.


– Bom dia maninho. – Viraram rosto com rosto, Sam achava adorável quando o irmão acordava e se espreguiçava, parecia um gatinho com o rosto inchado de sono e os cabelos uma bagunça completa.

– Bom dia. – O loiro sorriu. – A gente tem um caso hoje.

– É muito longe?

– Um pouquinho, três horas de viagem.

– Ah, que preguiça.

– Você pode dormir no carro, então vamos, levanta.

– Dee… Vamos ficar deitados o dia todo hoje, por favor.

– Não Sammy, levanta vai. – O menor se levantou e jogou um travesseiro na cara do mais novo, daquele jeito pareciam um casal, e se permitiu sorrir com o pensamento de Sam o pedindo em namoro. 

– Ok, vai preparando o carro então. – O moreno disse emburrado.


Dean se vestiu rápido, tinha a mania de dormir só de cueca pra ser mais fácil vestir as roupas e sair para a caçada no dia seguinte. Só não imaginava que seu irmão pegaria seu costume também, e toda vez que este levantava da cama mostrando seu corpo escultural, perdia o fôlego. Tentou sair do quarto rápido, mas o moreno segurou sua mão, e porra, as mãos de Sam eram extremamente macias para um caçador. 


– Dean… – Se aproximou e abraçou o mais velho, adorava aquela fase nova do irmão, que não negava seus carinhos e abraços. Era tão bom e reconfortante abraçar Dean. – Por favor, vamos ficar em casa. A gente já saiu pra caçar a semana inteira.

– Sempre tem algo pra caçar Sammy.

– Eu sei que você gostaria de sair dessa vida tanto quanto eu.

– Talvez. – Ambos riram.

– Por que você não admite que eu estou certo pelo menos uma vez?

– Ok, você está certo.

– Então vamos ficar? Só hoje?

– Só se outro caçador aceitar ir no nosso lugar.

– Tenho certeza que isso não será um problema.



Era cinco da tarde, Sam tinha contactado uma amiga caçadora que estava mais perto do caso do que eles. 

Estava cozinhando porque realmente amava comida caseira, e sabia que embora Dean preferisse qualquer porcaria de fast food, o mais velho comeria com ele e elogiaria como sempre fazia quando eram adolescentes.


– O cheiro tá uma delícia Sam. – Comentou entrando na cozinha.

– Obrigado.

– Vamos assistir um filme? 

– Filme? Pra você dormir nos primeiros cinco minutos? 

– Eu quero um de terror. Já que a gente não foi resolver o caso que eu queria. – E fez um bico.

– Tava pensando em fazer algo diferente hoje.

– Tipo?

– A gente pode jantar, e jogar alguma coisa. Nadar no rio que tem aqui perto. Ou só dormir o resto do dia todo.

– Nadar pelado no rio?

– Só se estiver muito de noite. E se nos pegarem eu jogo a culpa todinha em você. – O moreno riu, desligando as panelas, estava tudo pronto.

– Ok, vamos fazer os quatro então, comer, jogar, nadar pelado e dormir.

– Senta na mesa, vou levar sua comida.

– Sabe como eu gosto né?

– Nada de qualquer coisa verde no seu prato Dean.


Dean sorriu e foi pra sala de jantar. Sam chegou com os dois pratos logo em seguida, e voltou para cozinhar para buscar duas cervejas. Quando voltou, o mais velho já tinha começado a comer.


– Desculpa, estava com fome. – Falou de boca cheia.

– Não tem problema, come tudo.


Eram naqueles momentos que Sam parecia mais velho que seu irmão. Era sempre ele que cuidava do menor, sempre ele que tomava as decisões maduras, e foi pensando naquilo que decidiu se declarar para o loiro naquela noite. Tinha comprado alianças e porra, se sentia meio idiota, mas esperançoso que talvez Dean sentisse o mesmo por si.

Acabaram de comer rápido e o moreno levou as louças sujas para a pia enquanto Dean ligava o videogame na sala. Tinham comprado recentemente, só porque as vezes precisavam descontar a frustração de algumas caçadas em alguma coisa que não fossem os copos e pratos que já tinham quebrado.

Sam não iria jogar aquele dia, apenas ficou observando o irmão jogando e toda vez que ele sorria ao matar um zumbi. Porra, amava o loiro e não via nada de errado naquilo.

Quando o mais velho cansou, puxou o moreno pra fora do bunker e foram a pé até o riozinho próximo que tinha ali, andaram de mãos dadas o trajeto inteiro. E tiraram as roupas rindo, se jogando dentro da água como dois idiotas.


– Tá frio! – Dean gritou já dentro da água, devia ser umas sete e meia da noite. 

– Óbvio que tá frio. – Sam mostrou a língua para o menor que veio nadando pra mais perto de si e lhe jogou água. – Idiota, vem aqui que eu vou te afogar.

– Fica longe de mim! 


Ambos começaram uma competição de quem conseguia jogar mais água no outro. E quando Sam encurralou o menor, uma única coisa passava pela sua cabeça.


– Sammy, o que você… – Foi interrompido por um beijo. Só um encostar de lábios que durou pouco, mas o suficiente para deixar o loiro atordoado.– Sam é errado.

– Eu não me importo. E você?

– Também não.


E se beijaram de novo, o moreno agarrou firme a cintura do irmão com uma mão, enquanto a outra explorou todo seu corpo e apertou a bunda macia.


– Vamos sair daqui. – O mais velho disse, respirava pesado e tudo que queria era beijar Sam de novo e de novo, mas não ali.


Chegaram no bunker rápido, pararam apenas algumas vezes para se beijar de novo, era como se não aguentassem ficar sem sentir o corpo um do outro. E logo estavam no quarto do mais novo. Dean fora jogado com força na cama.


– Tira a roupa Dee. 


O loiro não demorou a acatar a ordem, ficando completamente pelado na frente de Sam, que parecia apreciar a visão que tinha.

Dean gemeu em contentamento ao ver o membro duro de Sam pular pra fora da calça. Era grosso, e só a ideia do irmão o fodendo e alargando forte e rápido o deixava com mais tesão.

Ficou de quatro para o irmão, chegando bem perto do seu pau, nunca desgrudando seus olhos verdes dos verdes do mais novo.


– Dee... Será que você tem, tipo, ah. – Estava envergonhado, lógico que estava, o menor estava ali, de quatro com a respiração próxima ao seu ventre daquele jeito que o fazia imaginar como seria o irmão engasgando no seu pau em todo lugar possível. E o olhar tão sugestivo. – Lubrificante?


Dean riu malicioso e segurou o pau do moreno pela base, masturbando até sair um pouco de pré gozo da cabecinha, lambeu e sugou com força, e enfiou tudo na boca quando viu o irmão revirar os olhos. Repetiu o movimento algumas vezes até deixar babado o suficiente pra tirar da boca e escutar um ploc bem audível.


– Tá bom assim? – Perguntou cínico, o que fez o mais novo puxar seu cabelo com força e meter o pau de novo na sua boca. Dean gemeu pela brutalidade do seu irmãozinho e arranhou as coxas expostas do moreno, o que fez com que seu peito batesse no colchão e deixasse sua bunda ainda mais exposta.


– Porra Dee, fica assim mesmo, abertinho pro seu irmão. – Gemeu rouco, Dean era lindo. E seu.

– Sammy, eu preciso, por favor. – Rebolou a bunda no ar apenas pra ver o sorriso safado de Sam. E podia ficar viciado na maneira que o mesmo ajoelhou na cama atrás de si e agarrou sua bunda esfregando o pau entre suas nádegas.

– O que? O que você quer?

– Mete em mim de uma vez, eu preciso sentir você. – Pediu manhoso. – Eu quero que você me coma e me bata com força.


Sam não precisou ouvir duas vezes, meteu de uma vez só na bunda do irmão, e o ouviu gritar. Saiu mais uma vez apenas para entrar de novo com mais força.


– D-de novo Sammy… – O loiro pediu masturbando o próprio pau enquanto se esfregava na virilha do mais novo, sentia as bolas do irmão na sua bunda de tão enfiado que ele estava em si.


Sam repetiu o ato mais vezes, cada uma delas com mais brutalidade, ora batendo no rabo bonito de Dean, ora deixando chupões por todo seu pescoço e costas. Sua mente estava nublada, principalmente com o menor engasgando nos próprios gemidos com tanto prazer que estava sentindo.


– Sam eu vou gozar… 

– Goza Dee – Falou enquanto se retirava e enfiava no mais velho uma última vez antes deste gozar, sujando o lençol abaixo de si. 


Se mexeu em círculos dentro do mais velho, não podia sair, porque a entrada no loiro estava se contraindo devido ao orgasmo recente. O que só fez Dean se impulsionar mais trás, ficava sensível depois de gozar.


– Isso… Isso. – Pediu sussurrado. – Tão bom, seu pau é tão grande Sammy.

– Deixa eu gozar na sua cara? – Pediu calmo, ainda se mexendo dentro do irmão.

– Vem...


Saiu do interior de Dean e o loiro deitou de costas pra baixo ficando exatamente na direção do seu pau. Começou a se masturbar rápido enquanto observava o rostinho angelical do menor, imaginando-o coberto de porra.


– Deixa eu engolir toda sua porra Sam.


E o moreno gozou, em jatos fortes, sujando todo o rosto e um pouco do pescoço do loiro abaixo de si, o que não foi um problema, já que Dean passava o dedo para pegar o esperma e levar até a boca.

Deitou do lado do mais velho.


– Sabe, isso foi…

– Melhor que a primeira vez?

– Na verdade eu ia dizer incrível, porque não lembro da nossa primeira vez. – Dean admitiu e fechou os olhos, abraçando Sam. – Me fala a verdade Sammy, você só tá transando comigo por que é curioso? Tipo, sexo gay e essas coisas.

– Na verdade, eu planejava fazer isso de um jeito mais bonitinho. – O mais novo disse levantando e procurando sua calça pelo quarto. Finalmente achando a caixinha que ali estava guardada, com dois anéis dentro. Estava torcendo pra ter acertado o número do irmão. – Dee...

– Sam, o que é isso? – Foi interrompido, o loiro o olhava assustado e corado. 

– Dean Winchester, você quer namorar comigo? – Abriu a caixinha e se ajoelhou do lado da cama, estava nu então a cena era meio ridícula, mas Dean não pareceu notar e começou a chorar. Estava tremendo. – Dee, você não quer? Quer dizer. Eu acho que te interpretei errado e… 

– Cala a boca Samuel, eu amo você seu idiota. – Finalmente tocou os anéis na caixinha, e porra, eram tão lindos. – Eu aceito tanto, eu quero namorar e casar com você porra.

– A gente pode considerar esse pedido de casamento então. Vamos dizer que a gente já namora desde sempre.

– Desde sempre então.

– Agora coloca esse anel. 

O mais velho colocou, tinha ficado apertado, mas Sam brincou dizendo que nunca deveria sair do seu dedo mesmo, já que ambos estavam noivos a partir daquele dia. E Dean riu, se imaginando realmente casando com o moreno.


– Ei, eu te amo. – Sam disse enquanto beijava sua bochecha.

– Eu também te amo.



Notas Finais


@iwtdiek
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