História Imperfect Girl - Imagine Jennie Kim - Capítulo 2


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Categorias 2NE1, Akdong Musician (AKMU), Blackpink, WINNER
Personagens Cl, Jennie, Jinwoo, Jisoo, Lee Chan-hyuk, Lee Seunghoon, Lee Soo-hyun, Lisa, Minji, Mino, Park Bom, Personagens Originais, Rosé, Sandara Park, Seungyoon, Taehyun
Visualizações 47
Palavras 2.151
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia, boa tarde, boa noite.
Desculpem-me pela demora e tenham uma ótima leitura <3

Capítulo 2 - 2 - two


— Uh, você não mudou nada aqui, Chae. — comentei enquanto acendia a luz de sua casa, estava um breu completo — Sua casa precisa de felicidade, sabia? O nome é animal de estimação.

— Não sirvo para essas coisas, prefiro dar carinho só no seu gato mesmo. — deu de ombros.

— Okay, cadê o computador? — perguntei enquanto olhava para os lados. 

— Espera aí, vou pegar. — jogou sua bolsa para o canto, subindo as escadas como um furacão. 

Me acomodei em seu sofá, olhando para sua janela e notando um movimento na casa ao lado, talvez a nova vizinha que Park havia comentado mais cedo. Olhei por mais um tempo, até Chaeyoung descer as escadas e dar um berrão no meu ouvido. 

— PARK! — a olhei de modo feio, e a danada riu da minha cara de bunda. 

— Não resisto. — deu-me língua. 

— Bobona, senta aí e me fala logo o problema. — cruzei os braços. 

[×××] 

— Caramba, você resolve as coisas rápido demais, não gostei. — cruzou os braços, fazendo um bico. 

— Duas cabeças pensam melhor que uma, lembre-se disso. — sorri — Não foi só eu que descobri o real problema, fomos nós duas. 

— Oh, que fofo o jeito que você pensa. — juntou as mãos, como se imitasse uma princesa.

— Pois é. — dei de ombros, rindo baixo por sua pose.

— Quer comer algo? Posso fazer qualquer coisa. — questionou enquanto eu olhava para a televisão.

— Claro, eu tô com uma fominha. — fiz um bico, desviando o olhar para a garota, que deu uma risadinha, logo se levantando para fazer algo.

Ouvi um toque na porta e um grito de Chae, pedindo para que eu visse quem era. Me levantei meio brava porque odeio me mexer, eu realmente odeio fazer qualquer movimento ou me levantar quando estou sentada ou deitada.

Abri a porta me surpreendendo com uma bela obra de arte, uma mulher totalmente perfeita de linda, maravilhosa, esbelta e tudo o que há de bom no mundo. 

— Olá! Eu sou sua nova vizinha, me chamo Jennie, prazer! — sorriu fofa, estendendo a mão. 

— A-ah, prazer! Eu não sou a dona da casa, sou só a visita, mas é realmente um prazer conhecê-la. — apertei sua mão, sorrindo ladino e logo dizendo meu nome. 

— Um belo nome, senhorita, é uma pena que não seja minha vizinha. — riu baixo — Pode ficar com esses bolinhos? — estendeu uma caixinha com bolinhos dentro, que eu peguei para não deixá-la  com as mãos levantadas por muito tempo — Eu sei que está pensando que é muito clichê, tipo "uau, a vizinha nova entregando bolinhos!", mas só quero fazer amizades e não ser odiada mesmo. — sorriu meiga. Garota, quem vai conseguir te odiar? Olha o seu sorriso, você tem uma carinha de bebê linda. Só quero cuidar de você, vai se foder. 

— É, eu realmente pensei ser um pouco clichê, mas consigo te entender, fica tranquila, você não vai ser odiada pelos outros, parece ser bem melhor que os outros vizinhos que moravam aí. — comentei. 

— Oh! Obrigada fofinha, agora tenho que ir, até mais. — passou a mão em meu queixo, soltando um sorriso lindo. 

Fechei a porta sorrindo igual uma bobona, aah mas que garota linda. 

— Quem era, amiga? — Chae apareceu com dois pratos em mãos.

— Sua vizinha. — dei um sorrisinho bobo para a garota, que logo sorriu também, porém maliciosa.

— Então ela é gata mesmo, né? — arqueou uma sobrancelha, andando até sua mesinha que ficava no centro da sala. 

— Não só gata, como meiga e aparentemente atenciosa. — me arrastei até o seu sofá, sentando e encostando a cabeça.

— Hmm… Agora que você se apaixonou, não vou poder ficar com ela, droga. — resmungou falsamente. 

— Não estou te impedindo.

— Mas não quero ser fura-olho. — revirou os olhos — E bem… — exitou.

— Bem…? — me recompus pegando um dos pratos para começar a comer.

— Eu meio que não estou querendo ficar com ninguém esses dias, é estranho, mas sinto que só quero focar no trabalho… Amiga, eu não quero mais transar ou sei lá, beijar alguém, não sinto mais essa necessidade maluca. — suspirou — É muito, muito, muito esquisito, porque você sabe né, eu sempre gostei dessas coisas, e de umas semanas para cá, não venho mais sentindo essa vontade. A última vez que fiquei com uma mulher eu… Eu sei lá, não senti nada e quis desistir no meio da foda.

— Isso é bem diferente vindo de você. — comentei — Talvez você só tenha perdido o interesse nessas coisas…

— Amiga… O problema é que às vezes eu quero me relacionar. — fez um biquinho, e eu a olhei totalmente confusa, já não entendia mais nada do que ela falava.

— Já experimentou pesquisar um pouco sobre? Talvez seja a descoberta de uma sexualidade, vai saber. — dei de ombros — E tente procurar em um site que dê para confiar, okay? 

— Okay… — disse baixinho. 

— Preciso ir, Chae, Bat está sozinho e eu odeio deixar meu bebê em casa. — levantei para lavar o prato que usei e voltei para dar um beijinho na bochecha de minha amiga. 

— Tchau, gata, obrigada por me ajudar com o notebook maluco do chefe. — deu um tapinha amigável em meu ombro. 

— De nada, qualquer coisa, me liga. Aliás!! Eu vou cobrar o que me deve por te ajudar, hein! — ditei brincalhona e ela soltou um risinho divertido. 

— Claro, só não esquece. — apontou para sua cabeça, como se dissesse para mim não esquecer de cobrá-la.

Fiz uma careta e então ela me acompanhou até a porta, calcei meus sapatos e peguei minha bolsa, dando mais um tchau para a garota, logo seguindo para minha casa.

Óbvio que tive que pegar um ônibus lotado, já era umas oito da noite, e nesse horário tem muita gente voltando do trabalho. 

— Cheguei. — disse baixo, logo vendo meu gatinho correndo em minha direção — Oi meu amor, se comportou? — coloquei a bolsa no cabideiro ao lado da porta, bem filme americano mesmo. 

Senti meu celular apitando em meu bolso, peguei para checar e vi uma mensagem de Chae. Por que eu ainda não silenciei essa mulher? 

Kakao Talk, chat: ParkChae.

ParkChae: Já sei como te pagar por ter me ajudado com o notebook

You: Como? 

ParkChae: Te chamando para sair comigo, a Jennie e uma outra amiga minha 

You: Isso não quita nossa dívida 

ParkChae: FOCA NA JENNIE, GURIA

You: Por que devo focar só na Jennie?

ParkChae: Porque você gostou dela, sua mula 

You: Quando eu disse que gostava dela? Aliás, acabamos de nos conhecer 

ParkChae: Seu sorriso de otária na porta denunciou tudo 

You: Ai

Chata

Okay

Eu vou

Mas não vou pagar nada 

Se é pra pagar a dívida

Pague direito 

Hum

ParkChae: Ai, que bicha nervosa você

Calma, monstra

Eu vou pagar sua parte sim

Vamos receber nesta quinta e eu vou bancar o rolê todo 

You: CHAEYOUNG VOCÊ NÃO É RICA, GAROTA

ParkChae: Deixa de ser idiota

To guardando dinheiro desde que comecei a trabalhar

Tenho um dinheirinho saliente depositado na minha conta 

Como vamos receber na quinta, vou usar o dinheiro desse pagamento para nossa saída

E o que está guardado no banco, eu pago as contas 

Garota, meu nível de intelecto é muito poderoso 

You: Uiii, okay, Park Albert Chaeyoung Einstein

ParkChae: Adorei o nome, pode me chamar assim sempre

You: Vai a merda, Park

ParkChae: Grossona

You: E bem grande 

ParkChae: É intersexual, é? 

You: Não, e você sabe bem disso

ParkChae: Sei, e devo ser a única mulher sem compromisso com outras que você já deve ter transado

You: Pior é que deve ser mesmo 

ParkChae: Isso é triste 

You: Muito

Aliás, como conseguiu chamar Jennie para sair? 

ParkChae: Ai chuchu, ela veio aqui de novo e eu chamei né

You: E ela aceitou sem perguntar que tipo de ser humano é você? 

ParkChae: Falei que você também vai 

You: Aiai, dona Park

Agora boa noite, preciso alimentar meu gatinho e dar atenção para ele

Até amanhã 

ParkChae: Até, meu anjo

Bloqueei o aparelho, jogando-o no sofá junto com a bolsa.

— Vamos comer, Bat, e então… — peguei meu gatinho no colo, dando um beijinho entre suas orelhas — Iremos para cama dormir, porque mamãe está cansada. 

[×××]

— É sério, Chae, eu vou sair esse sábado. — insisti, rindo das caretas que ela fazia. 

— Cancela tudo, você vai vir comigo sim e ponto final. — empinou o nariz, voltando a atenção para o computador. Revirei os olhos em sua direção, voltando a digitar um relatório super chato. 

Resmunguei pela tarde toda em seu ouvido e quase ganhei um soco em troca, felizmente SeungYoon conseguiu pará-la antes que seu punho me deixasse com um olho super roxo. Park consegue ser muito agressiva quando quer. 

— Ah ParkChae, eu estou tão cansada, você sabe, trabalha comigo. — fiz uma voz manhosa, abraçando a garota de lado.

— Eu já disse, você vai e ponto final, senhorita. — bateu em meu braço, e eu soltei um chiado de dor.

— Piranha. — resmunguei. 

[×××] 

— Um pudim, por favor. — pedi para o atendente. 

— Preferência em algum? — perguntou educado.

— Hmm… Esse aqui. — apontei para a o que tinha mais caldo.

— Para viagem ou a senhorita vai comer agora? 

— Agora. — sorri e fui me sentar para esperar pelo meu pudinzinho maravilhoso. 

— Ora, se não é a senhorita do belo nome. — ouvi uma voz feminina e então levantei o rosto para olhar. Jennie. 

Nossa, mas que clichê encontrá-la aqui do nada, está parecendo aqueles filmes de romance, uh. 

— Jennie. — sorri fraco — Pode me chamar pelo nome se quiser. 

— Preciso inventar um apelido, quero ser mais íntima. — piscou um dos olhos, logo apontando para a cadeira em minha frente — Posso me sentar? 

— Claro, claro, fique a vontade. — assenti de imediato. 

— O que faz aqui? — perguntou, parecendo curiosa. 

— Não comi nada no trabalho hoje, então resolvi passar para comer algum docinho. — dei de ombros. 

Ela pediu algo para comer também e meu glorioso pudim chegou. 

— Com o que você trabalha? — perguntei, pegando um pedaço para comer.

— Design gráfico. 

— É um trabalho interessante.

— E estressante, com toda certeza. — riu baixinho, parecendo relaxar na cadeira. 

— Acho que não existe um trabalho no mundo que não seja estressante. — comentei, parando para olhá-la.

— Exceto a dança, não acho que seja algo estressante. — balancei a cabeça em concordância. 

— Acho que coisas que envolvem a arte não vão te deixar estressado facilmente. — apoiei o braço na mesa e minha cabeça na mão. 

— Proletárias conversando, acho isso divertido. — segurou um riso, e o bolo que ela pediu chegou, ela agradeceu com um aceno de cabeça e o rapaz que trouxe se retirou — De onde é? 

— Brasil. — empurrei meu pratinho e a colher que usei.

— Aah, por isso seu nome é diferente. — apontou um dedo em minha direção, o balançando de forma estranha. Arqueei as sobrancelhas — Diferente de um jeito bom, você sabe, eu gostei dele. — deu uma piscadinha.

— Sei sim. — ri — Seu nome também é diferente, nunca vi outra com um nome igual. 

— Diferente é melhor, eu sou uma Jennie só. — fez um okay com os dedos. 

— Senhorita Kim, você é realmente uma só, parece ser extraordinária. — mordi o lábio inferior.

— Sabe, eu acho que sou super incrível. — fez um bico.

— Então é muita areia para o meu caminhãozinho? — sorri ladino. 

— Na verdade, seu caminhão parece aguentar minha areia toda e um pouco mais. — se inclinou um pouco sobre a mesa. Hm, começamos a flertar do nada. Interessante. 

— Que bom que aceitei sair com a Park, poderei vê-la mais uma vez. — olhei minhas unhas por breves momentos e logo voltei a encarar Jennie. Que mulher linda. 

— Digo o mesmo. Para abrir o jogo, aceitei de cara porque ela disse seu nome. — puxou uma mecha de seu cabelo, alisando como se estivesse tímida. Para flertar ninguém fica tímido, né? 

— Ela me disse. Bom, preciso ir. — digo após olhar meu relógio — Essa tarde foi maravilhosa, senhorita Kim, até mais. — me levantei para pagar meu pedido e então sair do estabelecimento. 

Queria dizer que foi um papo totalmente aleatório com Jennie, mas foi divertido e eu particularmente gostei, não por ser a Kim, mas por ter sido legal, e pensando agora, ela aceitou meu flerte, e isso significa que ela não tem namorada. Talvez eu finalmente tenha achado uma mulher sem compromissos com outras pessoas, espero que algo floresça entre nós. Jennie me cativou apenas sorrindo. Ela é encantadora. 


Notas Finais


Desculpem pelo capítulo pequeno, mas veio do coração e é o mais importante. Amo vocês


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