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História Imperfect Paradises - Park Jimin - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


OLAAA AMORES! Como estão??? Espero que vocês estejam bem e se cuidando viu? Essa droga de vírus não é brincadeira 😔
Mas agora falando de coisa boaaaa KSKSKSKS Um cap que vocês vão pirar 😉😉
Boa leitura ❤️❤️

Capítulo 8 - Desejo assustador


Fanfic / Fanfiction Imperfect Paradises - Park Jimin - Capítulo 8 - Desejo assustador

Eu sentia o cansaço me dominar, eu estava sendo invadida pelo sono, as minhas pernas estavam latejando, a minha cabeça doía e ao mesmo tempo girava, mas nada disso me fazia deitar na cama. Eu estava irritada, com muito ódio e raiva, eu queria gritar com Jimin, bater nele e descontar toda a frustração que eu estava sentindo no momento, eu queria falar na cara dele o quanto ele é caprichoso e desprezível. E por mais que os minutos passavam e ele não vinha falar comigo, mais raiva dele eu sentia.


Eu sequer sabia quantos minutos havia se passado desde que eu voltei para meu quarto, eu caminhava para um lado e para o outro feito uma idiota enquanto xingava-o em pensamentos, eu tinha impressão de que havia passado muito tempo, mas eu não sabia se isso era decorrente da ansiedade causada pela raiva, ou é porque realmente havia passado.


De repente a porta abriu bruscamente, olhei para ela meio assustada, mas rapidamente meu semblante mudou para um de raiva. Jimin, a pessoa que eu tanto esperava, estava parada em frente a porta, me olhando com aquele semblante duro de sempre.


Enquanto olhava-o eu senti a raiva subindo pelo meu corpo, como se meu sangue estivesse esquentando, esquentando, até começar realmente a ferver, cheguei no estado que não conseguimos raciocinar, somos levados apenas pela emoção, e então, no estado de impulsividade eu corri em direção a ele, atingindo-o com vários socos no peito.


– MALDITO, DESGRAÇADO, MAURICINHO, CAPRICHOSO, EU ODEIO VOCÊ, ODEIO, ODEIO! – eu gritava enquanto ainda batia nele, mas por mais que eu desse socos nele parecia que ele não sentia completamente nada, eu o batia com mais força que eu conseguia, era tanta que até minha mão começou a doer, mas Jimin sequer se moveu, parecia uma enorme rocha parada na minha frente e ainda seu semblante continuava vazio, não parecia nenhum pouco surpreso ou comovido com minha atitude.


Eu parei completamente frustrada, senti algumas lágrimas caírem de meus olhos, lágrimas que retirei rapidamente com minhas mãos e continuei o olhando com raiva.


– É só isso? – ele perguntou, eu encarei-o séria, mas não disse nenhuma palavra. – Não me diga que você ficou assim por causa do que meu irmão te disse? Lia as pessoas te atingem muito fácil, não acha? – ele respondeu completamente controlado, era tanta que senti novamente vontade de bater nele só por ele estar extremamente calmo e eu completamente irritada.


– Você se casou comigo por causa de uma maldita empresa? Apenas para se tornar presidente porque tem uma implicância com o seu irmão? – eu respondi numa voz enojada. – Não existiria uma razão mais fútil e idiota não?


– Eu nunca te disse que iria me casar com você por amor, não é? – ele retrucou e arqueou as sobrancelhas, ainda mantendo um semblante duro.


– Mas nunca imaginei que o motivo seria algo tão... tão... – eu discordei com a cabeça, inconformada. – Você é tão superficial, é um mauricinho caprichoso, idiota que só se preocupa com seu próprio nariz, seu egoísta! – eu xinguei e depois tentei sair do quarto, apenas para me afastar dele e não olhá-lo mais, só que Jimin segurou-me pelo braço, impedindo.


– Não gosto que me deixe falando sozinho... – ele alertou.


– Ah claro, não pode dar as costas ao soberano... – respondi ironicamente, puxando meu braço da mão dele e afastando-me rapidamente, voltando a caminhar para onde eu estava segundos atrás. – Quer saber de uma coisa, dane-se a razão da qual você se casou comigo, a única coisa que eu quero é que os dias passem depressa para que daqui um tempo eu possa me divorciar de você! – eu respondi, voltando a encará-lo com raiva. Só que para minha surpresa Jimin riu.


– Esse é o seu plano? Acha que eu sou um imbecil que você pode se aproveitar? Acha que eu dei dinheiro para sua família para daqui dois, três meses você chegar e meter um pé na minha bunda? – ele perguntou, discordando com a cabeça, ainda rindo ironicamente, até que de repente sua risada sumiu e ele me encarou, com uma expressão seria, tanto que até me assustou. – Se for pode se desiludir Lia, isso nunca vai acontecer!


– Qual é o problema? – eu perguntei, com raiva. – Você queria a presidência, agora não vai conseguir? Já conseguiu o que queria, não precisa mais de mim para nada, cada um se beneficiou da sua maneira, como você mesmo disse...


– Ah ai você acha que daqui uns meses eu vou me divorciar de você, e depois chegar á minha família e dizer, o casamento não deu certo, fazer o que? É logico que não, primeiro não existem casos de divórcios na minha família e segundo isso só iria provar o que alguns já desconfiam, que casei com você apenas pela presidência, e eu não quero ser tão obvio e também não quero dar mais motivos para falatórios, não vou deixar que falem mais do que já falam de mim, não vou deixar o Namjoon ganhar essa, é isso que ele quer e não vou permitir, está escutando? – ele aproximou-se mais, tanto, que nossos rostos quase colaram. – Se conforme, essa é a sua nova vida, então para de drama que isso já está enchendo a minha paciência! – ele acrescentou num tom mais alto.


– Novamente... Você só tá pensando em você! – eu gritei, com ódio, mais que eu falava com ele, mais eu percebia o quanto ele era parecido com o meu pai. Ou melhor, ele era uma copia pior dele. – Agora eu terei que ficar a vida inteira com você, porque você não quer desapontar sua família? Quer fingir um casamento que não existe? Quer ser uma pessoa que não existe? Dane-se eu não vou fazer parte dessa farsa! – eu berrei tentando sair do quarto, não queria ficar mais um minuto perto dele, mas ele então foi mais ágil, puxou-me pela cintura e quando dei por mim, já estava sendo jogada contra a parede, da qual ele me prensou com força.


Ele segurou as minhas duas mãos também prensando-a contra parede, deixando-me completamente encurralada. Engoli um seco enquanto eu era obrigada a encarar os seus olhos frios, ele permaneceu alguns segundos em silencio, o que dava para escutar a minha respiração ofegante, já ele como sempre parecia bastante controlado, sequer eu conseguia imaginar o que se passava na mente dele.


– Se você quiser eu posso te mostrar que não é tão terrível assim estar casada comigo... – ele afirmou num tom baixo, quase sussurrando. Senti meu coração disparar acelerado no mesmo momento, ainda encarando fixamente seus olhos frios que brilhavam de forma esquisita.


– Eu acho impossível... – respondi, numa voz tremula.


Ele umedeceu os lábios e desceu o olhar até a minha boca, aproximando mais seus lábios dela, senti meu coração disparar mais forte e a respiração acelerar a cada aproximada que ele dava.


– Por que você não deixa para continuar com essa sua crise amanhã e hoje tenta pelo menos ser um pouco mais agradável? – ele perguntou, soltando minhas mãos para segurar-me pela cintura. Coloquei minhas mãos no peito dele, enquanto encarava-o assustada.


– Sem chances, eu não vou transar com um homem que eu não gosto! – eu insisti, tentando me soltar dele, mas não consegui, pois a tentativa só fez com que ele me segurasse mais forte, deixando-me completamente desesperada.


– Dá para você me... – eu iniciei, mas não consegui nem terminar a frase, Jimin invadiu minha boca de forma possessiva, enquanto apertava-me com mais força contra a parede, não me dando tempo nem de raciocinar.


Senti as suas mãos soltarem a minha cintura e começarem a percorrer as minhas costas, enquanto ele tentava de toda forma adentrar sua língua na minha boca. Meio trêmula, entreabri os meus lábios e permiti que o fizesse, prontamente ele o fez, aprofundou o beijo, descendo sua mão até as minhas pernas, apertando com força a minha cocha. Arrepiei-me com seu toque, e mesmo não querendo acabei soltando um baixo gemido.


Eu não podia negar que Jimin tinha habilidade, meu corpo estava esquentando, tanto que eu sentia como se meu sangue começasse a ferver, uma sensação boa começou a me invadir e por mais que eu quisesse empurrá-lo e manda-lo ficar longe de mim eu não conseguia, eu estava sendo fraca, eu estava deixando-o no controle da situação e o pior eu estava gostando e aquilo estava me deixando desesperada.


Sua mão começou a subir, levando meu vestido para cima também, até que sua mão entrou embaixo de meu vestido e parou em cima da minha calcinha, ele começando a acariciar o meu sexo por cima do tecido, e então eu fui invadida por uma nova onda de prazer, aquela sensação era nova para mim, e mesmo tentando evitar eu soltei outro gemido baixo enquanto sinto-me ficar um pouco molhada.


Ele parou o beijo por alguns segundos para aproximar sua boca do meu ouvido.


– Já fez isso antes? – ele perguntou, em sussurros.


– N-Não... – gaguejei.


Eu já tinha tido oportunidade, mas sempre fui muito tímida para ter tanta intimidade assim com um homem, só que eu imaginei que conseguiria fazer sexo antes de me casar. Entretanto, o destino não permitiu que isso acontecesse, e nunca imaginei que minha primeira vez, poderia ser com um homem como Jimin.


– Olha só, em pleno século vinte e um tive a sorte de casar com uma virgem... – ele disse num tom zombador, afastando a boca do meu ouvido e olhando-me de forma intensa. - Você sempre está me surpreendendo Lia Park... – ele disse ainda me olhando e depois desceu a boca começando a beijar o meu pescoço, sem parar de acariciar-me por cima da calcinha.


Eu arfei, enquanto a língua quente dele deslizava sobre minha pele, subindo, subindo até chegar a minha orelha, ele mordeu a ponta dela, e tentei desvencilhar ao sentir um forte arrepio.


– Jimin, eu não posso! – eu disse, numa voz fraca. Mesmo o meu corpo querendo, desejando continuar, meu cérebro continuava teimando e dizendo não.


– Por que? Somos marido e mulher... – ele respondeu em sussurros, e então seu dedo puxou a minha calcinha para o lado, e ele acariciou pela primeira vez o meu sexo, eu estremeci por inteira, fechei os olhos e apertei seus ombros com força. – Você quer, está molhada... – ele acrescentou em sussurros, no meu ouvido.


Arfei novamente, e com pouco de força que me restava eu empurrei-o, meu empurrão não o fez andar para trás, mas consegui fazer com que ele me soltasse.


– Qual é o seu problema? – ele perguntou, notei que ele me olhou meio confuso. – Você está assustada? – então seu olhar mudou, agora ele me olhou com mais compreensão. – Eu sei que algumas mulheres ficam com medo na primeira vez, mas eu prometo que não vou te machucar...


Eu encarei Jimin em silencio, pela primeira vez vi um olhar diferente nele, ele não parecia tão frio, pelo menos não naquele momento, aquilo me deixou um pouco mais confortável, mas não o suficiente para continuar.


– A gente estava discutindo minutos atrás... – eu iniciei, sentindo meus olhos começarem a marejar. – Eu acabei de saber a razão da qual você se casou comigo, me desculpa, mas, eu não consigo ser assim... Eu não posso transar com um homem que eu não conheço, mesmo que esse homem seja o meu marido, mesmo eu estando com vontade, mesmo que você... – eu mordi meus lábios e desci o olhar. – Seja incrivelmente atraente...


Eu voltei a olhar para Jimin e notei que ele ainda me olhava fixamente, mas para minha surpresa ele não parecia irritado e nem chateado.


– Eu sei que você tem toda razão para ficar com raiva de mim, mas se não for pedir muito eu te peço, não me deixe sozinha nesse quarto, não essa noite! – eu pedi, me desesperava a ideia de que eu poderia ficar a noite toda sozinha naquele quarto assustador, eu havia ficado poucas horas e já havia ficado completamente aflita, eu não queria ficar sozinha de novo, não mais.


– Fique sossegada, eu não vou a lugar algum... – ele me respondeu, sorrindo para mim, eu sorri de volta, completamente hipnotizada com aquele sorriso incrivelmente belo e sedutor.



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