História Imperfeita - Capítulo 11


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Categorias Saint Seiya
Personagens Mu de Áries, Personagens Originais
Tags Mu De Áries, Saint Seiya
Visualizações 109
Palavras 3.395
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiiiiiiiiiii, meus amores ♥♥♥
Demorou um pouco, mas eu voltei com o último capítulo desta história. E só tenho a agradecer pelo carinho e apoio recebidos. Vocês são os melhores leitores de todos. Obrigada por tudo.
Espero que gostem do desfecho, boa leitura a todos!
PS: já estão com os baldes de gelo a postos? Vão precisar...

Capítulo 11 - Rendendo-se ao Amor


Fanfic / Fanfiction Imperfeita - Capítulo 11 - Rendendo-se ao Amor

(I've Had) The Time Of My Life

((Eu Tive) Os Melhores Momentos da Minha Vida)

 

Now I've had the time of my life

(Agora, eu tive os melhores momentos da minha vida)

No, I've never felt like this before

(Não, eu nunca me senti assim)

Yes I swear it's the truth

(Sim, eu juro é verdade)

And I owe it all to you

 (E devo tudo a você)

 

'Cause I've had the time of my life

(Pois eu tive os melhores momentos da minha vida)

And I owe it all to you

(E eu devo isto a você)

I've been waiting for so long

(Estou esperando há muito tempo)

Now I've finally found someone

(Agora finalmente encontrei alguém)

To stand by me

(Que fique ao meu lado)

We saw the writing on the wall

(Vimos tudo bem claro)

As we felt this magical fantasy

(Ao sentir esta fantasia mágica)

 

Now with passion in our eyes

(Agora com paixão em nossos olhos)

There's no way we could disguise it secretly

(Não há como disfarçar secretamente)

So we take each other's hand

(Então nós damos as mãos)

'Cause we seem to understand the urgency

 (Pois hoje entendemos a urgência)

 

Just remember

(Apenas lembre-se)

You're the one thing

(Você é a única coisa)

I can't get enough of

(Da qual nunca me canso)

So I'll tell you something

(Então vou lhe falar o seguinte)

This could be love, because

(Isto pode ser amor porque)

 

I've had the time of my life

(Eu tive os melhores momentos da minha vida)

No I've never felt this way before

(Não, eu nunca me senti assim)

Yes I swear it's the truth

(Sim eu juro é verdade)

And I owe it all to you

(E devo tudo a você)

 

Hey baby

(Oh querida)

 

With my body and soul

(Com meu corpo e alma)

I want you more than you'll ever know

(Eu te quero mais do que você jamais saberá)

So we'll just let it go

(Por isso vamos nos soltar)

Don't be afraid to lose control, no

(Não tenha medo de perder o controle, não)

Yes I know it's on your mind

(Sim eu sei que está na sua mente)

When you say: Stay with me tonight

(Quando você diz: Fique comigo esta noite)

 (Stay with me)

 ((Fique comigo))

 

Just remember, you're the one thing

(Lembre-se apenas, você é a única coisa)

I can't get enough of

(Da qual nunca me canso)

So I'll tell you something

(Então vou lhe falar o seguinte)

This could be love because

(Isto pode ser amor porque)

 

I've had the time of my life

(Eu tive os melhores momentos da minha vida)

 (I've had the time of my life)

((Eu tive os melhores momentos da minha vida))

No, I've never felt this way before

(Não, eu nunca me senti assim)

Yes I swear it's the truth

(Sim, eu juro, é verdade)

 (Yes I swear)

((Sim eu juro))

And I owe it all to you

(E devo tudo a você)

 

Cause I've had the time of my life

(Pois eu tive os melhores momentos da minha vida)

And I've searched through every open door

(E eu procurei através de cada porta aberta)

 (Through everywhere)

((através de todo lugar))

Till I found the truth

(Até que eu encontrei a verdade)

And I owe it all to you

(E devo tudo a você)

 

Now I've had the time of my life

(Agora eu tive os melhores momentos da minha vida)

No I never felt this way before (never felt this way)

(Não, nunca me senti assim antes)

Yes I swear it's the truth

(Sim eu juro que é verdade)

And I owe it all to you

(E eu devo tudo a você)

 

I've had the time of my life

(Eu tive os melhores momentos da minha vida)

No I never felt this way before

(Não, nunca me senti assim antes)

Yes I swear it's the truth

(Sim eu juro que é verdade)

And I owe it all to you

(E eu devo tudo a você)

 

'Cause I've had the time of my life

(Porque eu tive os melhores momentos da minha vida)

And I've searched through every open door

(E eu procurei através de cada porta aberta)

Till I've found the truth

(Até que eu encontrei a verdade)

And I owe it all to you

 (E devo tudo a você)

 

Bill Medley e Jennifer Warnes

 

#Mu

Foi uma surpresa, uma deliciosa surpresa, abrir a porta e ver o meu anjo ali parado, com a expressão tímida e inocente, as bochechas muito ruborizadas, como eu já havia me acostumado a ver. Precisei me esforçar bastante para manter minha mão parada quando sua vontade era correr pela pele acetinada da sua face com carinho.

 – Meu anjo, está tão tarde... O que faz aqui a essa hora?

Obriguei-me a ir com calma, sem muita sede ao pote. Não queria alimentar falsas expectativas. Sabia que era só questão de tempo até ter o que desejava, e, por sorte, tempo era algo que eu possuía em abundância.

 – Eu...

Vi em câmera lenta seus dentes cravarem-se nos lábios e seu olhar fugir do contato com o meu, uma miríade de emoções passando por sua face em uma fração de segundo: vergonha, indecisão e aquela que me deixou fora de mim, desejo. Tornou-se, então, nítido qual o motivo que a havia levado até ali. E eu não daria tempo para que mudasse de opinião e tornasse a fugir da minha presença.

Venci a curta distância que nos separava e envolvi sua cintura com meus braços, colando o delicado corpo ao meu e levando meus lábios à sua orelha.

 – Me deixa te amar? Me permite terminar o que eu comecei naquela noite? Sim?

Senti os arrepios atravessarem seu corpo, vendo-a tremer em meus braços. Torcia para que ela dissesse o que eu desejava ouvir. Não tinha certeza de que conseguiria me controlar ao vê-la tão vulnerável daquela maneira. O mais provável é que a incitaria com beijos e carícias até que cedesse e se entregasse a mim por completo.

 – Sim.

Sua voz saiu num murmúrio baixo, mas estranhamente firme. Foi o suficiente para que todo o meu controle e a minha hesitação se esvaíssem de vez. Voltei seu rosto para mim e me apossei de sua boca num beijo lento e sensual, instigando-a com a língua e os dentes, que mordiscavam levemente o lábio inferior. Mantive os olhos abertos, vendo como a volúpia superava sua timidez ao agarrar meus cabelos e gemer baixinho de contentamento.

Quando tornou a abri-los, arfou de surpresa ao ver onde nos encontrávamos. Não mais em minha casa, mas na conhecida clareira onde havíamos passado tantos momentos agradáveis juntos.

 – É aqui, minha ninfa, que a tomarei por inteiro. Que a amarei com cada parte do meu corpo, assim como já o faço com meu coração! – meus olhos a fitavam com uma mistura de ternura e malícia, que a fizeram estremecer mais uma vez ao me encarar, com as íris negras muito abertas. Abri um sorriso e deslizei os dedos carinhosamente pelas bochechas vermelhas – É a última chance que te darei de recuar, de dizer que entendi errado o motivo de sua vinda até mim, mesmo que o fogo em seus olhos e o tremor de seu corpo enquanto me beija me mostrem que estaria proferindo a maior das inverdades.

O meu anjo fechou os olhos por um segundo antes de tornar a abri-los, com uma obstinação que eu jamais havia visto nela.

 – Eu não vou recuar. Você é tudo o que eu sempre quis, o único capaz de suprir um vazio que eu nem sabia que existia. Eu te amo, santo de áries, mesmo que você não tenha sido cavalheiro o bastante para esperar que eu me declarasse por mim mesma antes de alardear que sabia de meus sentimentos antes mesmo que eu me desse conta deles!

Não pude conter uma risada ao ver um biquinho contrariado surgir nos lindos lábios rosados, e não resisti a tocá-los com os meus, calidamente a principio, mas logo os contornando com minha língua, deixando-os tentadoramente molhados. E então me permiti sorrir com toda a lascívia que se ocultava em meu interior.

 – Será uma noite muito, muito longa e mais do que proveitosa... – sussurrei contra sua boca – Sua primeira vez será memorável, meu anjo!

Os olhos dela praticamente saltaram das órbitas e sua boca se escancarou de surpresa.

 – Eu nunca te disse que seria minha primeira vez!

 – Nem precisa. Eu saberia reconhecer uma coisinha pura e inocente como você em qualquer lugar! – Sharon resmungou alguma coisa ininteligível – Eu serei cuidadoso, gentil, irei tratá-la com todo o apreço e veneração que você merece... – fui depositando beijos em suas bochechas e em seu rosto para desarmá-la – Não irei tomá-la até que esteja completamente preparada...

 – Eu sei. Elas me disseram que você costuma passar bastante tempo nas preliminares...

Espera, o quê? Parei o que fazia para fitar os olhos dela. Com quem o meu anjo havia falado e, mais importante, o que haviam lhe dito sobre mim?

 – Quem são elas?

 – Oh... – as bochechas dela ficaram ainda mais vermelhas e sua expressão, ligeiramente culpada. Pelo jeito, havia deixado aquilo escapar sem querer – Nada... Digo, ninguém. Não se preocupe!

Meu interesse na questão apenas se intensificou com sua esquiva.

 – Diga... – Sharon mordeu os lábios, sem pronunciar uma só palavra. Aproveitei para trazê-la para mais perto, uma curiosidade mórbida latejando em minhas veias. Ah, eu a faria falar... – Perguntou a alguém como eu me comporto na cama? – mais um arregalar de olhos. Tão transparente... – O que disseram?

 – Não importa. Apenas continue... Por favor!

 – Ah, eu continuarei sim...

Com um gesto simples, soltei o laço que prendia seu vestido; e este deslizou suavemente por sua pele, indo parar no chão. Admirei, hipnotizado, a sua nudez, ou melhor, a sua quase nudez. A calcinha delicada, de uma renda cor-de-rosa, ainda cobria sua intimidade. O resto de seu corpo, por outro lado, apresentava-se, em seu completo esplendor, diante de meus olhos maravilhados. Sem dúvida, a mais bela das visões.

A pele branca e perfeita, que parecia reluzir sob o brilho da lua cheia; o corpo pequeno, mas com curvas bem demarcadas, num claro convite ao toque; e os seios firmes, que se erguiam como dois montes claros com picos rosados, nos quais não resisti a passar meus dedos, sentindo a sua maciez. Também intuía que, sob o lingerie, uma trilha de pelos, certamente vermelhos, conduzia ao paraíso entre as coxas femininas. A muito custo consegui conter o desejo de remover a barreira de tecido e acariciar aquele recanto quente até deixá-lo perfeitamente úmido, se é que já não se encontrava assim.

Tudo em seu devido tempo...

Voltei-a de costas para mim e juntei seus cabelos num coque frouxo sobre a cabeça, deixando seu pescoço e nuca livres para mim. Comecei a depositar beijos e mordidas sobre eles, fazendo a minha ninfa suspirar de prazer. Tão receptiva...

Acariciava seus ombros, seus braços, a cintura delgada e a barriga lisa enquanto criava uma trilha molhada às suas costas, percorrendo a linha de sua coluna com minha língua. Sharon ofegava baixinho, remexendo-se timidamente com as sensações provocadas por meus carinhos. Uma tentação.

Apertei meu membro dentro das calças. Não tomá-la de uma vez exigia o máximo de meu controle.

Ajoelhei-me para continuar as carícias. Afaguei as coxas e o quadril com as mãos, infiltrando os dedos sob as laterais da calcinha enquanto tinha o bumbum mais redondo e perfeito diante de mim. Meus dentes logo se afundaram na carne macia, deixando marcas avermelhadas por onde passavam.

E então voltei a subir, beijando as costas até chegar à nuca novamente, onde chupei fortemente até vê-la arquejar e gemer. Suguei o lóbulo de sua orelha e agarrei seus seios com ambas as mãos.

 – Quem são elas? – tornei a perguntar.

 – Hun? – Sharon murmurou, parecendo confusa.

Ri comigo mesmo ao ver como estava perdida.

 – Quem te falou sobre mim?

 – Isso não é hora...

 – Shhh... Responda! – apertei os mamilos intumescidos entre meus dedos e mordisquei sua orelha. O som de mais um gemido preencheu os meus ouvidos – Quem...

 – Lily e Hana! – confessou por fim, completamente rendida.

 – E o que elas disseram?

 – D-disseram que você é um amante maravilhoso...

 – O que mais?

Não parei de apertar suas mamas e chupar seu pescoço enquanto a interrogava, saciando a curiosidade que ela havia incutido em mim ao negar as respostas que eu tanto almejava.

 – Falaram que é muito bem dotado... – o elogio me deixou bastante envaidecido. Não podia ser diferente, qualquer homem teria o ego inflado ao ver criaturas tão belas falando bem de si – Que gosta de beijos longos e ardorosos, que costuma explorar todo o corpo da mulher com os dedos e a boca e fazê-la chegar ao clímax inúmeras vezes antes de possuí-la...

Oh sim, haviam falado bastante de mim. E isso me obrigava a me esforçar ainda mais para superar suas expectativas e dar a ela a mais deleitosa de todas as noites.

– Acho que não seria nada cavalheiresco da minha parte desmenti-las, não é?

Deixei uma baforada de ar quente tocar a área sensível atrás da orelha, fazendo-a se arrepiar por inteiro; e então a trouxe para junto de meu corpo, colando suas costas ao meu peito. Enquanto uma de minhas mãos acariciava seus seios, a outra deslizou por sua barriga e adentrou a calcinha, tocando-a em sua região mais íntima. Tão molhada que fez meu pênis latejar dolorosamente.

– Mu!

Meu nome saiu num grito enquanto meus dedos adentravam suas dobras, percorrendo-as com deliberada lentidão, explorando, conhecendo o caminho de minha perdição.

 – Preciso levá-la ao delírio também! – dois dedos escorregaram para dentro dela, indo e vindo devagar; ao passo que meu polegar tocou seu inchado botão, pressionando-o com delicadeza e começando a se mover circularmente sobre ele. Sharon choramingou baixinho, tentando se afastar, mas a mantive bem presa a mim – Não fuja, meu anjo! Isso é só começo, será ainda melhor quando for minha língua a tocá-la aqui embaixo... Ou quando eu estiver dentro de você.

Gritinhos e gemidos enchiam meus ouvidos enquanto intensificava os estímulos. Minha ninfa rebolava instintivamente, esfregando o traseiro macio em minha virilha. Grunhi e mordi seu ombro, perdido de tesão. E o pior é que ela não percebia o que fazia comigo.

Seus músculos internos não tardaram a apertar meus dedos, e um gemido mais alto indicou a chegada do clímax, roubando as forças de Sharon, que amoleceu em meus braços.

Peguei-a no colo e me sentei sobre a relva, acariciando seus cabelos e roubando beijos enquanto ela se recuperava de todo o deleite que havia experimentado. Ver o pequeno corpo arfante contra o meu me enchia de uma ternura imensa. Era maravilhosa a sensação de saber que havia dado prazer ao meu anjo.

– Mu, é isso, esta sensação de calor e de entorpecimento, o que chamam de orgasmo?

Sorri ao ouvir sua pergunta ingênua e afaguei seu rosto.

– Sim. Este momento em que sente como se saísse do próprio corpo é o sinal de que chegou ao auge do prazer.

Alguns minutos de silêncio e uma nova questão saiu de sua boca.

– Como é possível sentir isso mais de uma vez sem perder os sentidos e enlouquecer?

Uma risada maliciosa escapou de meus lábios.

– E quem disse que não enlouquecerá? Se não ficar fora de si, é sinal de que não fiz meu serviço direito. Mas fique tranquila, eu saberei roubar sua sanidade novamente... E será ainda mais intenso e delicioso do que foi agora!

– M-mais intenso? – sua expressão pareceu assombrada.

– Oh sim, muito mais intenso! – depositei-a sobre o tapete de flores e subi sobre seu corpo antes que tentasse fugir – Quer ver?

Sharon balançou a cabeça, negando.

– Eu vou morrer!

– Então eu a trarei de volta com meus beijos, com minhas carícias...

Voltei a beijar seu pescoço, seus ombros e seu colo, descendo em direção aos seios, os quais abocanhei sem cerimônia, um de cada vez, fazendo-a se movimentar embaixo de mim. Passeei minha língua lentamente por suas auréolas e pelos mamilos endurecidos, soprando até vê-los se retesarem, ainda mais apetitosos, e então os suguei desejosamente, mordiscando os suculentos pomos rosados.

Sharon voltou a choramingar, fechando os olhos e agarrando-se às plantas com tanta força que arrancou algumas pela raiz. Ergui o olhar para ver seu rosto se contorcer em expressões de deleite e passei a beijar e morder a barriga branquinha, chegando até a calcinha rendada. Esfreguei meu nariz contra ela, sentindo o cheiro de desejo que brotava da minha ninfa.

– Hmmm, gostosa!

Abocanhei-a e chupei por cima do tecido, fazendo seu corpo se retorcer por inteiro.

– Mu, aí não... Eu não aguento! – sua voz saiu manhosa, num pedido de clemência que eu não me sentia nada tentado a conceder.

– Aguenta sim! – sussurrei simplesmente, agarrando o lingerie entre os dentes e começando a puxá-lo para baixo. Queria a minha ninfa completamente nua, à mercê de meus carinhos.

Assim que terminei de despi-la, subi beijando suas pernas, lambendo e mordendo as coxas deliciosas. Tomei alguns segundos para observar o sexo vermelho e inchado, com seu mel brotando em abundância. Salivei, como o faria diante de uma mesa de banquete. E ah, eu definitivamente iria me banquetear ali...

Avancei sobre a intimidade feminina, lambendo e chupando tudo pelo caminho. Encontrei a cavidade molhada e deixei minha língua adentrá-la por inteiro, indo e vindo sem parar, sorvendo de seu néctar como um faminto. Sharon murmurava palavras ininteligíveis, remexendo o quadril freneticamente, mas meus braços a mantinham firmemente presa no lugar.

Uma última chupada e meus dedos trocaram de lugar com a língua, que subiu para seu botão e passou a lambê-lo sem trégua. Meus lábios também o envolviam, sugando-o para dentro da boca. Gemidos profundos deliciavam meus ouvidos, como uma melodiosa sinfonia, até se converterem em gritos de êxtase.

Minha ninfa convulsionou ao chegar ao clímax, mas só parei de chupá-la quando o último dos espasmos atravessou seu corpo e a vi completamente zonza e perdida de prazer, pronta para ser tomada por mim.

Sharon arregalou os olhos enquanto eu arrancava as roupas apressadamente, desesperado para invadi-la. Agarrei suas coxas e as encaixei em volta da minha cintura, segurando seu bumbum e erguendo seu quadril enquanto me posicionava à sua entrada. Os braços dela envolveram meu pescoço quando tomei seus lábios num beijo ardente, tentando distraí-la enquanto começava a penetrá-la, lentamente, esperando pelo inevitável gemido de dor quando rompesse a barreira da sua virgindade; porém este não veio, mesmo quando me enterrei por completo em sua intimidade.

– Ninfas não sentem dor nem sangram em sua primeira vez! – Sharon respondeu meu silencioso questionamento num sussurro rouco, embargado de deleite.

Meu coração retumbou com mais força, meu corpo, preenchido de luxúria e desejo, incapaz de se refrear diante da constatação de que não precisava temer feri-la. Beijei-a mais uma vez, um beijo sôfrego, ansioso, cheio de fome dela. Não importava o quanto eu tomasse, nunca seria o suficiente.

– Minha! – grunhi, enterrando-me profundamente nela, até vê-la gemer e se contorcer – Minha ninfa, meu anjo, meu amor!

Gemi de satisfação e não mais me segurei, entrando e saindo furiosamente de seu interior. Estocava impiedosamente, sentindo as paredes vaginais envolverem meu membro num abraço. Por Atena, como era apertada! Não conseguiria durar muito tempo daquela maneira.

Nossos corpos se fundiam com uma perfeição desconcertante. Não restava a menor dúvida de que éramos feitos um para o outro. Almas gêmeas que voltavam a se unir numa dança de amor, separando-se apenas quando os corpos, exaustos e cobertos de suor, precisavam do merecido descanso.

– Eu te amo... Céus, como eu te amo!

Sharon sussurrou, em meio a lágrimas, enquanto o orgasmo a preenchia mais uma vez. Derramei-me dentro dela, abraçando-a com a força e secando suas lágrimas com meus lábios.

– Também te amo, uma eternidade parece pouco diante da necessidade que eu tenho de estar com você.

Usei o restante de minhas forças para levar-nos de volta para casa. Nossa casa. De forma alguma permitiria que voltasse para o próprio chalé, o mero pensamento de tê-la longe dos meus olhos causava-me uma agonia sem fim. E, por algum motivo, eu desconfiava que ela não se oporia ao que eu tinha em mente.

Quem diria, uma vida inteira buscando o amor, e foi na morte que eu o encontrei. Na forma de um lindo anjo com cabelos cor de fogo e um olhar onde se escondiam todos os mistérios de uma noite sem estrelas...


Notas Finais


E entãooooo, o que acharam? Espero que tenham gostado.
Foi uma jornada maravilhosa. Mais uma vez, obrigada por tudo. Vocês são demais.
Logo eu volto com novas histórias, beijinhos e até lá!

Link da música que abriu o capítulo (se bem que todo mundo já deve conhecer saporra): https://www.youtube.com/watch?v=4BQLE_RrTSU


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