História (Im)perfeitamente Clichê - Capítulo 2


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Personagens Originais, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Changlix, Changpil, Clichês, Doramas, Minji, Minsung, Stray Kids, Woochan
Visualizações 209
Palavras 2.764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente KKKKKKKKKKKK Ainda bem que eu tinha avisado que apenas iria postar, mas que não era certo que eu ia atualizar com frequência, rsr Mas olha só, hoje eu bati o recorde, porque postei OS, atualizei Anarquia, e ainda terminei esse cap em uma hora, gente, ninguém me segura que isso é raro

Eu não sei se esse capítulo está bom, tô meio coisada com ele ainda, mas espero que ao menos ele esteja divertido, desculpa fazer vocês esperarem tanto e aparecer só com isso aí :')

E GENTE, COMO ASSIM 164 FAVORITOS COM APENAS UM PRÓLOGO? VOCÊS SÃO INCRÍVEIS MESMO <3 MUITO OBRIGADA MESMO, DE CORAÇÃO <3

Capítulo 2 - 01; Não era apenas um fragmento de cometa


Havia acordado estranho naquela manhã. O despertador nem havia soado, e eu já estava me levantando, minha irmã acordou sem fazer gritaria, o café estava todo posto sob a mesa, e minha mãe teve tempo para comer conosco.


 

Normalmente minhas manhãs eram corridas, e eu mal conseguia ver minha mãe sair de casa, após a separação de meus pais, ela se focou totalmente no trabalho, tendo tempo para nós apenas nos finais de semana, mas éramos adolescentes, e a última coisa que queríamos era passar um fim de semana com nossa mãe, ao invés de sair com nossos amigos — algo que não acontecia muito.


 

— Eu acordei mais cedo que o normal? — Perguntei desconfiado, enquanto me sentava na mesa e me servia o café.


 

— Acho que apenas conseguiu se arrumar rápido hoje, vocês dois foram bem rápidos, na verdade. — Minha mãe comentou, não retirando seu olhar do celular, onde ela provavelmente estava lendo jornal.


 

E se você está se perguntando quem lê jornal hoje em dia, eu sinto em lhe dizer que é a minha mãe, mas eu juro que ela é um amor de pessoa.


 

Continuei o meu café de forma normal, mas eu tinha que admitir; aquele dia parecia que não iria ser nem um pouco normal.



 

|><|



 

O caminho todo foi muito calmo, Alexy apenas ficou escutando música, e andando de forma civilizada pela calçada, e ainda não havíamos discutido. Ainda mais estranho foi chegar na escola e não encontrar meu grupo de amigos me esperando, e enquanto andava pelos corredores, me sentia ainda pior por não conseguir encontrar aqueles idiotas, eles sabiam o quanto eu odiava o fato de andar por aqueles corredores sozinhos.


 

Se tem uma coisa que aprendi com Mean Girls — além de que existe uma Regina George dentro de todos nós, principalmente da minha irmã — é que a escola é como uma selva, e se você não tem um grupo; você é uma presa fácil.


 

Dito e feito, foi questão de tempo para eu acabar esbarrando em alguém no corredor sem ao menos notar, e para a minha infelicidade, a pessoa carregava um copo de café, e para aumentar a minha infelicidade, essa pessoa era Kang Daniel… Vocês já entenderam, não é? O café acabou caindo no uniforme impecável do nadador, e eu vi minha vida passar diante de meus olhos, e eu já esperava o possível soco que iria receber, mas tudo que pude ouvir — já que estava de olhos fechados — foi a risada curta e graciosa do Kang.


 

— Ai, ai, eu sou desastrado demais, me desculpe por isso. — Quando abri meus olhos, pude observar o sorriso sem graça do mais alto, e não sabia o quanto ele conseguia ser ainda mais lindo de perto.


 

— Não! — Fui apressado em minha fala, chegando a assustar um pouco Daniel, que fofo, senhor. — A culpa foi totalmente minha, senhor, eu tenho uma camisa do uniforme reserva. — Expliquei de forma afobada, e segurei em sua mão sem perceber, já o puxando em direção a ala de armários, e consequentemente em direção ao meu.


 

Abri o armário com seu olhar sobre mim, me deixando, de alguma forma, nervoso. Retirei a camisa reserva, e sem jeito lhe entreguei ela, com meu rosto abaixado.


 

— Obrigado… — Ouvi sua voz em tom baixo e abafada, enquanto mexia em meu celular de forma nervosa, e acabei por notar que não tinha nenhuma mensagem de ChangBin, era comum que ele me mandasse sempre um bom dia, aquele dia estava muito estranho.


 

Quando levantei meu rosto para lhe responder, senti meu rosto esquentar, e meu coração acelerar. Daniel retirou sua camisa em minha frente, no meio do corredor, deixando a mostra seu corpo definido, e sem nenhuma pressa ele colocou minha camisa, que ficou um tanto justa em si.


 

— Gostou do que viu? — Ele perguntou após rir de forma fraca, e não consegui ter outra reação a não ser gaguejar, e querer esconder meu rosto em qualquer lugar, um lugar longe de preferência.


 

Ouvimos um pigarrear que atraiu nossa atenção, ChangBin estava nos encarando, com um semblante sério, e um tanto impaciente.


 

— Eu preciso pegar o meu caderno, se vocês não se incomodarem. — Resmungou, então notei que Daniel estava em frente ao seu armário, já que o moreno tinha o seu armário ao lado do meu.


 

Empurrei o peito de Daniel, apenas o afastando, e ChangBin não demorou para abrir seu armário em completo silêncio, e pegar pelo menos dois cadernos, após deixar mais dois guardados, e sem dizer nada, fechou seu armário, voltando a andar pelo corredor, sem falar comigo, mas é claro que eu não deixaria daquela forma.


 

Me afastei rápido do armário, apenas escutando o agradecimento de Daniel de longe, apenas ergui meu polegar da mão esquerda, e com a direita segurei o pulso de ChangBin, o mais velho nem fez questão de se virar.


 

— Não notou que eu quero falar com você? — Perguntei de forma sarcástica, tendo finalmente o moreno se virando para me olhar.


 

— Não notou que eu não quero falar com você? — Perguntou com um leve sorriso sarcástico, e a princípio, pensei que ele pudesse estar brincando comigo, mas assim que seu sorriso sumiu, eu soube que ele estava falando sério, como se estivesse com raiva.


 

— Vamos conversar no almoço. — Avisei, soltando sua mão com força, e suspirando alto ao voltar para meu armário, para finalmente pegar meus materiais.


 

Mas aquele garoto só podia estar brincando com a minha boa — ou nem tanto — paciência.


 

|><|


 

As aulas da manhã ocorreram de forma normal, nesse caso, o normal era com DoWoon dormindo sempre que possível — todos os períodos — DaHyun mexendo em seu celular para tirar algumas fotos comprometedoras dos colegas — e principalmente de nós — Momo e WooJin tentando ter um futuro, mesmo com o grupo de amigos bagunceiros, e por fim YugYeom me incomodando, fazendo com que várias vezes fossemos quase expulsos da sala.


 

A única coisa que não estava normal era Seo ChangBin, além de ter se sentado no fundo da sala, no meio — normalmente sentavamos do lado da janela, lá pela segunda, terceira e quarta carteira — ficou nos evitando de toda forma, ou melhor, ele estava apenas me evitando.


 

Algo tinha acontecido com aquele garoto, mas ninguém sabia me dizer o que, e ainda insistiam que ele estava normal, sendo que, eu conhecia meu melhor amigo quase tão bem quanto eles, talvez WooJin conhecesse melhor, mas este não era o caso, eu era seu melhor amigo.


 

Sentado naquela mesa no refeitório, eu conseguia entender perfeitamente que aquele filho de uma maravilhosa mãe estava me escondendo algo. E agora não tinha como fugir disto.


 

Quando que, Seo ChangBin, o anti populares iria se sentar com aquele grupinho? Okay, ele era realmente amigo de JiSung, mas qual era a dificuldade, ou o que lhe impedia de vir se sentar conosco? Claramente o problema estava em mim, mas eu sabia que não tinha feito nada… Não é?


 

Me levantei rápido da mesa, até chegando a assustar DaHyun que já começou a reclamar.


 

— Mas que raiva é essa, madame? — Perguntou, limpando seu rosto que estava sujo com um pouco do caldo de seu macarrão.


 

— Vou resolver as coisas com aquele peste agora mesmo, quem ele pensa que é para estar me ignorando? — Perguntei de forma retórica, encarando o sujeito comendo de forma quieta com JiSung, que não estava nem um pouco quieto.


 

— Ele é o ChangBin. — Ouvi a voz de WooJin, antes que me movesse para finalmente ir acabar com a posse daquele garoto. Encarei o loiro de forma confusa, eu sabia quem ele era, mas por que ele disse aquilo?


 

— Eu sei quem ele é, WooJin. — Disse de forma debochada, e o mais velho suspirou longamente, largando seus talheres.


 

— Por isso mesmo deveria deixar o garoto. Ele tem dessas de querer ficar sozinho, você sabe que ele é estranho, e que ele nunca gosta de muito barulho, bem, nós fazemos muito barulho. — Deu de ombros, encerrando sua fala normalmente, como se ele fosse o ditador da última fala.


 

De fato, WooJin conhecia o moreno há mais tempo, por conta de seus pais que eram amigos — por mais que apenas tivessem estudados juntos no ensino médio — mas isso não representava o fato de que, automaticamente, ele conhecia mais ChangBin, talvez conhecesse, porque continuavam sendo amigos, mas eu era o melhor amigo de ChangBin, em noites que ele não pode contar com ninguém, eu estive ali.


 

— Se você conhecesse tanto assim o ChangBin, entenderia que ele sempre tem motivos para estar assim, que não se resume apenas a besteiras, como ele não suportar barulho.


 

E sem lhe dar nenhuma oportunidade, eu deixei a mesa e fui em direção a querida mesa dos protagonistas, mas, como a sorte realmente não estava do meu lado naquele dia — se ela já esteve alguma vez — acabei por esbarrar em alguém, e o meu equilíbrio nunca foi dos melhores — daquela vez eu não conseguiria meu reflexo super rapido do homem-aranha — foi questão de segundos para eu quase encontrar o chão, e provavelmente machucar minhas costas… Quase… E provavelmente, porque não aconteceu.


 

Demorei para abrir meus olhos, mas assim que abri eles aos poucos, consegui focar na visão de um Bang Christopher me segurando pela cintura, com um sorriso ladino enfeitando seus lábios finos.


 

Mas que porra estava acontecendo hoje?


 

Como eu não tive uma das melhores reações, o loiro riu em tom fraco, me ajudando a levantar, e seu olhar estava fixo no meu, e de alguma forma estranha, o meu também estava fixo no seu.


 

— Deveria tomar mais cuidado quando anda, nem sempre vou estar aqui para te salvar. — Falou com o tom que apelidamos de “o tom naturalmente charmoso de Bang Chan”.


 

Não sabia se começava a rir de nervoso, se começava a lhe empurrar para longe, se começava a lhe zoar de alguma forma, dizendo que se ele viesse me salvar todas às vezes, eu realmente iria começar a tomar cuidado, para não ter que vê-lo, mas meu lado implicante estava em uma disputa acirrada com o lado que achava Chan um Deus Grego, chato, mas lindo.


 

Ri de forma nervosa e aos poucos fui lhe afastando — porque ele não soltava de forma alguma minha cintura — mas assim que olhei para a mesa, apenas estava JiSung sozinho, sorrindo bobo para a tela do seu celular.


 

— Onde está ChangBin? — Perguntei ao Han, que demorou para prestar atenção em mim.


 

— Ele acabou de sair, disse que tinha que resolver uma coisa. — Respondeu, dando de ombros.


 

Ah senhor, aquele garoto estava testando minha paciência.


 

|><|


 

Respirei fundo, indo atrás do pigmeu que chamava de melhor amigo, e apenas não gritei seu nome no corredor porque ainda passavam algumas pessoas pelo local, e eu sabia que ChangBin ficaria ainda mais emburrado, então apenas apressei meu passo, mais uma vez agarrando seu pulso.


 

— ChangBin, por favor, eu preciso saber o que acon- — E antes que pudesse responder senti uma bolada em minha cabeça, e quase que no mesmo momento meu corpo foi ao chão e minha cabeça começou a doer, e minha visão se tornou um pouco turva.


 

Fechei meus olhos com força por conta da tontura, e aos poucos eu fui piscando meus olhos, para tentar voltar a enxergar. Apenas sentia uma mão em meu ombro e outra em minha coxa, mas existia duas vozes.


 

— Félix, está tudo bem? — Uma voz era de ChangBin, e aos poucos minha visão conseguiu focar em si, e a segunda voz eu não reconheci de imediato, até minha visão focar e eu jurar que estava morto, porque estava vendo um anjo em minha frente.


 

Hwang HyunJin estava em minha frente, preocupado com minha pessoa e com uma de suas mãos em minha coxa, repeti, um Deus grego estava em minha frente, com sua abençoada mão em minha coxa!


 

— Cara, me desculpa mesmo, o JiHoon acabou não calculando a altura que ele jogou, eu não sabia que ia pegar em você. — Se levantou um pouco, estendendo sua mão em minha direção, mas assim que iria pegá-la, ChangBin bateu na mão do moreno, a afastando de mim, segurou a minha e me ergueu.


 

— E o corredor é local para vocês estarem jogando? — O Seo perguntou com sua expressão fechada, conseguindo um leve riso de HyunJin.


 

— Cara, eu tava me desculpando com o Félix, não tem nada haver contigo. — Eu até poderia me preocupar com a forma como ele respondeu ChangBin, mas saber que ele sabia o meu nome era informação demais para minha pessoa.


 

— Ah, cansei, vem Félix, vou cuidar de você. — Assim o moreno começou a me puxar, e meu olhar confuso se alternou entre suas costas e HyunJin que sorria em minha direção, e piscou para mim antes de virar o corredor.


 

Foi uma péssima maneira de conhecer o amor da minha vida de perto, mas aquilo já começava a me parecer normal de tão estranho que o dia todo estava. E afinal, por que diabos ChangBin estava me levando para a enfermaria? Uma bolada nunca causou um câncer em ninguém.


 

|><|


 

— Ai, dá para me dar uma pausa? — Perguntei de forma exasperada para ChangBin, que passava um leve remédio em uma parte de minha testa, por incrível que pareça a bola tinha feito um pequeno machucado superficial em minha testa pelo impacto que ela teve, eu era mega sortudo, não é?


 

— Para de se mexer, só tá’ fazendo demorar ainda mais. — Resmungou, com seu rosto perto demais, e foi impossível eu não me mexer para nossos rostos se afastarem. — Félix! — Exclamou alto, e ergui minhas mãos em forma de rendimento, ouvindo seu suspiro, e logo o moreno começou a guardar os primeiros socorros.


 

— Não vai me contar por que você estava me evitando? — Perguntei de cabeça baixa, mexendo minhas pernas, enquanto segurava um pequeno pano contra meu machucado, apenas para secar o remédio.


 

O moreno suspirou e veio até a maca, subindo e se sentando ao meu lado, enquanto fazia nossas pernas acabarem se esbarrando por estarem se mexendo em tempos diferentes.


 

— Ontem a gente fez 6 anos de amizade… E bem, você esqueceu. — Arregalei meus olhos em total surpresa, e um pouco de pânico, e automaticamente abracei o mais velho.


 

— Me desculpa, hyung, me desculpa mesmo. — Lhe chamei por aquele pronome, que usava poucas vezes, e quando usava, era para amolecer seu coração.


 

— Nah… Agora já passou. — Comentou em tom baixo, rindo de forma fraca no final, afagando meus fios.


 

— Eu nem sei onde estava com a cabeça ontem, me desculpa mesmo, hyung, minha irmã passou o dia comigo, e não me deixou sossegar nenhum momento, o único momento de “paz” foi ontem, na hora que eu te liguei.


 

Respondi, lhe explicando algumas coisas enquanto me levantava, e descia da maca, deixando o pano de lado, e ChangBin colocou o band-aind em minha testa com um leve sorriso em seus lábios.


 

— Está tudo bem, okay? — Perguntou, e eu assenti, por mais que eu que tivesse que lhe fazer essa pergunta. Ao menos estava tudo bem entre nós por agora.



 

Estava voltando para a casa com ChangBin, normalmente passavamos a manhã na escola tendo aulas, almoçavamos lá, e depois voltavamos apenas nós dois, já que de tarde a escola ficava aberta por conta dos clubes, e bem, não participavamos de nenhum, porque a gente não era de muito contato e achavamos que já passavamos tempo demais na escola.


 

— E você nem acredita no que ela fez eu fazer! — Comentei rindo alto, enquanto tentava me equilibrar no meio fio da rua, tendo ChangBin andando ao meu lado, prestando atenção em minhas palavras com um sorriso, e sempre tomando cuidado para eu não acabar caindo.


 

— O que ela fez você fazer? — Perguntou com um leve riso, segurando em meu antebraço, me impedindo de cair alguma hora, e logo soltando, para eu poder continuar andando.


 

— Ela fez eu fazer um pedido para uma estrela cadente! — Comentei alto e risonho, cessando minha risada aos poucos, enquanto minha ficha ia caindo, e o desespero ia tomando meu corpo.


 

Apenas consegui pensar ah não, logo seguido de um só pode ser isso, caralho. Desci do meio fio e corri em frente a ChangBin.


 

— Desculpa, hyung, lembrei que tenho que chegar rápido hoje em casa, por isso vou correndo na frente, até de noite.


 

Acenei em sua direção após gritar para si uma desculpa, e virei a esquerda na divisão das duas ruas, onde ficava a minha casa. Queria acreditar que aquilo era um mero engano e paranoia de minha cabeça, que aquilo não era real, e que minha irmã não poderia estar certa quanto a essa baboseira, mas realmente, um medo me assombrava, porque aparentemente; não era apenas um fragmento de cometa.


Notas Finais


Pode dizer, todos queriam um pouco da sorte que Lee Félix teve suahsuss
Até não sei quando, mas torcendo para ser breve e eu ter esse momento de sorte de escritora novamente, rsrs


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