História Império Inquebrável - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Distopia, Drama, Fantasia, Império, Magia, Mistério, Rei, Romance, Sobrenatural, Suspense, Terror
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Científica, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

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Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Império Inquebrável - Capítulo 1 - Prólogo

As pessoas estavam confusas, não entendiam o que estava acontecendo, haviam sido tiradas de suas moradias e jogadas em um cubículo onde pudessem ter as vidas controladas, e os que se recusavam eram levados a um único caminho... a morte.

Sempre a alguém por trás de tudo aquilo. Um alguém mais poderoso que todos, que acredita saber o que é melhor para seu país. Foi destruindo cidade a cidade, construindo apenas um lugar para que todos vivessem, eram tantos nomes para ser decorados que acabaram sendo codificados por setor, cor e número. Mas ainda assim usavam seus nomes entre eles mesmos.

A cidade construída pelo “Rei” era cercada por um enorme muro, onde ninguém passava sem autorização, já que era a fronteira para outro país. De longe em sua enorme mansão ele monitorava por câmeras os trabalhadores. Os superiores que são os ricos ficavam longe dos pobres, moravam no centro da cidade, todos que não tinham seus nomes na lista do Rei, eram levados para morar dentro dos muros.

Eles vivem sobre as leis do Rei, o mais rico de todos, e até mesmo os que ficavam fora daquela área respeitavam o rei e suas leis, era assim que se mantinha a sociedade. Os mantimentos eram racionados, os trabalhadores não tinham direito a muita coisa e nem mesmo energia, e só podiam sair daquele lugar um dia na semana onde podiam ir até o centro da cidade, mas apenas os jovens de uma determinada idade.

Os mantimentos eram entregues duas vezes ao mês, e eles tinham que racionar, já que viviam entre muitos. Uma vez ao mês, o rei manda buscar novos trabalhadores nos setores, já que alguns dos trabalhos são muito pesados e perigosos, que a maioria não sobrevive.

Mulheres e homens trabalham, mas alguns trabalhos são mais perigosos que outros. Crianças e adolescentes frequentam a escola normalmente, mas não há faculdade, e são poucas as coisas que podem ser ensinadas na escola. Com 7 anos eles vão para a escola aprender desde pequeno as regras, com 10 anos aprendem a fazer alguns trabalhos braçais, com 13 anos, são designados a trabalhos específicos, então eles começam a aprender sobre. Com 16 anos eles já estão qualificados e tem que esperar, aos 18 são chamados para os trabalhos.

Mulheres gravidas são levadas a outro lugar, são cuidadas e quando o bebe nasce, esperam o bebe desmamar, se a mulher estiver muito debilitada, eles a matam, ou a jogam na sela junto com os que desobedecem a lei, ou desacataram um superior e tiveram a sorte de não serem mortos. Os velhos de mais para o trabalho são descartados, crianças tem que aprender a ler cedo, se não acabam sendo inúteis e morrendo.

Os Entregadores são os superiores aos Corvos, que falam diretamente pelos Coletores que respondem diretamente ao Arat que é um dos braços direitos do Rei e o que lhe responde diretamente. Os Entregadores são os que entregam os mantimentos para a mão, que são os trabalhadores, os Coletores se encarregam de levar novos trabalhadores, os corvos são os guardas, que impedem que os trabalhadores fujam e são os que buscam pelos cidadãos que ainda se escondem do rei e de seu destino.

Mas apesar de não gostarem todos aprenderam a viver ali, se acostumaram com tudo. A ideia do Rei, era acabar com os coisas ruins que havia no país, tantos roubos, assaltos, mortes, e sem ninguém fazer nada. Ele então decidiu agir, mas quando se tem poder, tem tudo e todos em suas mãos.

A cada fase da pessoa ela recebe um uniforme, mas sempre com algo que tenha a cor de seu setor. Recém-nascidos usavam macacões da cor de seu setor, ao completar 7 anos a roupa muda, garotas usam vestido, e no frio usam meia calça, e um casaquinho, enquanto os garotos usam calça ou bermuda, e uma camiseta.

Dos 13 até os 16 as garotas podem várias entre três a quatro peças, e depois dos 18 anos começam a usar os uniformes que especificam seus trabalhos. Professoras usam saia até o joelho, com a cor do seu setor, um sapato com um salto baixo, e blusa branca social com um lencinho no pescoço, não há professores homens.



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